30.12.25

​O Upgrade dos 43: Um Log de Sistema sobre 2025 e o Futuro


​O Upgrade dos 43: Um Log de Sistema sobre 2025 e o Futuro

​Dizem que o tempo é uma constante, mas para quem cresceu soprando cartucho de videogame, o tempo parece mais um processador em constante overclocking. Estamos fechando as cortinas de 2025 e, confesso, foi um ano que exigiu muito do meu hardware interno.

​Olhando para o mundo lá fora, 2025 não foi para amadores. Vimos o tabuleiro geopolítico se mover com a volta de Trump e as ondas de choque econômico que vieram no rastro. Testemunhamos a Inteligência Artificial deixar de ser uma curiosidade de fórum para se tornar o ar que respiramos — para o bem e para o mal. Entre deepfakes e novos papas, o mundo pareceu oscilar entre o caos e a renovação, como se estivéssemos vivendo um roteiro escrito por uma colaboração improvável entre Isaac Asimov e George Orwell.

​Mas, como todo bom entusiasta, eu busco os sinais de esperança nos detalhes. Vi o cinema tentar se reinventar com blocos de Minecraft e a brutalidade nostálgica de Mortal Kombat 2. Acompanhei a NASA preparando a Artemis II, nos lembrando que, apesar da bagunça aqui embaixo, ainda somos a espécie que olha para as estrelas e planeja o próximo salto.

​Agora, enquanto o relógio avança para o meu dia 01/01/2026, sinto que estou prestes a instalar um patch decisivo. Completar 43 anos no primeiro dia do ano é, no mínimo, poético. É um reset global que coincide com o meu level up pessoal.

​Para registrar essa jornada, deixo aqui o meu Cronológico Nerd, o log de sistema de uma vida que viu o mundo mudar do analógico ao quântico:

  • Níveis 0 a 10 (A Era do Boot): Nasci no mundo do Atari e das fitas K7 rebobinadas com caneta Bic. Onde a imaginação supria a falta de pixels.
  • Níveis 11 a 20 (A Conexão): Vivi o despertar da Matrix e as noites em claro nas LAN houses. Foi quando entendi que o mundo seria digital.
  • Níveis 21 a 30 (A Expansão): O smartphone virou uma extensão do corpo e o MCU (Universo Marvel) virou a nossa mitologia moderna. O sistema estava estável.
  • Níveis 31 a 42 (O Caos e a Evolução): Pandemias, o impacto da IA e a sensação de que o futuro chegou atropelando. Foi o período de maior aprendizado e resiliência.
  • Nível 43 (Status Lendário): Chego a 01/01/2026 com o hardware mais pesado, admito, mas com o software refinado.

​Chegar aos 43 não é sobre ficar velho; é sobre acumular runtime. É ter a experiência de quem já viu muitos "Game Over" e a curiosidade de quem sabe que sempre há uma nova fase logo após o carregamento.

​Que venha 2026. O jogo continua.

— Waldryano


24.12.25

O túmulo de vaga-lumes 1988

A Beleza Cruel do Cotidiano em "Túmulo dos Vagalumes"

​Se existe um filme capaz de desarmar qualquer espectador, esse filme é Túmulo dos Vagalumes (Hotaru no Haka), do mestre Isao Takahata. Produzido pelo Studio Ghibli, a obra frequentemente é confundida com uma "animação infantil" por quem não conhece a história, mas logo nos primeiros minutos, o tom de tragédia se estabelece.

​O que torna esse filme tão devastador não é apenas a morte, mas a forma como ele retrata a sobrevivência minuciosa. Enquanto outros filmes de guerra focam em generais e heróis, Takahata foca na logística da fome e na dignidade que se esvai.

​O Peso do Dia a Dia: Comer, Beber e Sobreviver

​A genialidade do Ghibli aqui está em mostrar que a guerra não é feita apenas de explosões, mas de espera e privação. O cotidiano de Seita e da pequena Setsuko é uma luta contra o relógio biológico.

  • A busca pelo alimento: No filme, o ato de comer deixa de ser um prazer e se torna uma contagem regressiva. Vemos o cuidado com que Seita guarda as famosas balas de fruta (Sakuma Drops) e como ele mistura água na lata vazia para que Setsuko possa sentir o último vestígio de açúcar.
  • As necessidades básicas: O roteiro não ignora o corpo humano. A falta de higiene, a dificuldade de encontrar um lugar para as necessidades básicas e o surgimento de doenças de pele são mostrados com um realismo desconcertante. Ir ao banheiro ou lavar uma roupa vira uma tarefa hercúlea quando o mundo ao redor está em cinzas.
  • A infância interrompida: Ver Setsuko tentando brincar ou dormir em meio ao calor úmido e à falta de água nos lembra que, na guerra, o cotidiano é a primeira coisa a ser destruída.

​O Horror que Cai do Céu: Chuva de Fogo

​Ao final da história, somos lembrados da causa de toda essa miséria: os bombardeios estratégicos sobre as cidades japonesas. Diferente das bombas convencionais, os ataques realizados pelos B-29 americanos utilizavam bombas incendiárias de fragmentação.

​Esses artefatos funcionavam de forma semelhante a "coquetéis molotov aéreos". Eram bastões preenchidos com napalm ou gel de gasolina que, ao atingirem as casas de madeira e papel típicas do Japão na época, espalhavam um fogo que não podia ser apagado com água comum.

​O céu ficava tingido de um laranja doentio enquanto milhares de pequenos recipientes caíam como "vagalumes de fogo", mas em vez de luz, traziam uma destruição lenta e agonizante. Cidades inteiras eram transformadas em fornos, forçando civis como Seita e Setsuko a fugirem com o pouco que tinham nas costas, deixando para trás não apenas suas casas, mas qualquer rastro de humanidade que o mundo ainda lhes oferecia.

Túmulo dos Vagalumes não é apenas um filme para chorar; é um documento sobre como a guerra corrói o cotidiano até que não reste nada além de memórias e silêncio.

Pare de roubar


​Déjà Vu de Ferro: O Natal que Nunca Acaba

Por: Waldryano

​Aqui estou eu de novo. Olho para essa torre de pesos e sinto um déjà vu esmagador. É véspera de Natal, mas se eu fechasse os olhos e sentisse apenas o frio do aço nas mãos, poderia ser qualquer dia de 2024, 2018 ou aquele distante 2010. O cenário não muda. O cheiro da borracha, a luz fluorescente que oscila e essa pilha de anilhas que parece me encarar de volta.

​É uma falha na Matrix da minha própria vida. Mais um ano no "quase", uma sensação de que estou preso num looping desde os meus 34 anos. O relógio lá fora corre desesperado para o Natal de 2026, mas aqui dentro, o tempo é circular. Eu mudo, a idade pesa, as dores agora têm nome e sobrenome enquanto beiro os 50, mas o cenário... o cenário é o mesmo porto seguro e, ao mesmo tempo, a minha prisão voluntária.

​Há um tédio latente em ver o mundo celebrar a "novidade" de um novo ano, enquanto eu sei que estarei aqui, enfrentando os mesmos 40kg, 50kg, 55kg. O pesar da existência se confunde com o pesar do exercício. É como se eu já tivesse vivido este exato momento mil vezes: o silêncio da academia vazia na véspera, o suor que é o mesmo de uma década atrás, e a promessa silenciosa de que, no ano que vem, o cenário será exatamente este.

​Terei como cenário, sempre, um peso e uma força. Uma vontade teimosa de viver mais um capítulo desta existência única, mesmo que ela pareça um filme repetido. Talvez a verdadeira força não esteja em mudar de cenário, mas em ter a coragem de encarar o mesmo, ano após ano, sem recuar.

​O mundo gira em luzes de Natal, mas o meu mundo gira em torno deste eixo de metal.

Filosofias à parte, o déjà vu não é um erro; é o foco. Pare de roubar e encara o peso. Ele é a única coisa que não mente.


23.12.25

30 filmes originais netflix para assistir

 A seleção inclui desde grandes sucessos de audiência até produções aclamadas em premiações como o Oscar.

Ação e Suspense

  1. Alerta Vermelho (Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds)

  2. Resgate 1 e 2 (Chris Evans em missões intensas)

  3. Agente Oculto (Thriller de espionagem dos irmãos Russo)

  4. O Mundo Depois de Nós (Suspense apocalíptico com Julia Roberts)

  5. Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Benoit Blanc investiga um crime na Grécia)

  6. The Old Guard (Guerreiros imortais liderados por Charlize Theron)

  7. Bagagem de Risco (Suspense tenso em um aeroporto)

  8. Triple Frontier (Ex-agentes planejam um roubo na América do Sul)

Dramas Aclamados (Oscar & Crítica)

  1. O Irlandês (Épico de máfia de Martin Scorsese)

  2. Roma (Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro)

  3. História de um Casamento (Drama sensível com Scarlett Johansson e Adam Driver)

  4. A Sociedade da Neve (Relato impactante sobre o acidente nos Andes)

  5. Nada de Novo no Front (Poderoso drama de guerra alemão)

  6. Os 7 de Chicago (Drama jurídico baseado em fatos reais)

  7. Beasts of No Nation (Impactante retrato de crianças soldados)

  8. O Tigre Branco (Drama social sobre ambição e castas na Índia)

Ficção Científica e Terror

  1. O Projeto Adam (Aventura de viagem no tempo com Ryan Reynolds)

  2. Bird Box (Terror psicológico com Sandra Bullock)

  3. O Poço (Suspense social distópico espanhol)

  4. Não Olhe para Cima (Sátira sobre o fim do mundo)

  5. Okja (Aventura de ficção científica de Bong Joon-ho)

  6. I Am Mother (Ficção científica sobre IA e o futuro da humanidade)

Comédia e Romance

  1. Para Todos os Garotos que Já Amei (Romance teen de grande sucesso)

  2. Meu Nome é Dolemite (Comédia biográfica com Eddie Murphy)

  3. Justiceiras (Do Revenge) (Comédia ácida inspirada em clássicos dos anos 90)

  4. Continência ao Amor (Drama romântico musical)

Animação e Família

  1. Klaus (Uma nova e emocionante origem para o Papai Noel)

  2. Pinóquio por Guillermo del Toro (Animação em stop-motion premiada)

  3. A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Aventura visualmente incrível)

  4. Leo (Comédia musical animada com Adam Sandler)




22.12.25

Passeio no Parque

 


🌿 Natureza e Comunhão: Uma Tarde Especial em Telêmaco Borba

No último domingo, dia 21 de dezembro, tivemos a oportunidade de viver um momento de muita paz e conexão. A juventude da nossa igreja se reuniu para passar uma tarde diferente, aproveitando as belezas naturais que a nossa cidade oferece.

O Refúgio atrás da UBS

O cenário escolhido foi o parque localizado logo aos fundos da UBS Cem Casas, aqui em Telêmaco Borba (localizado na Rua Medeiros Neto, s/n). É um desses cantinhos da cidade que nos convidam a desacelerar e apenas apreciar o que está ao nosso redor.

O destaque do local é uma área que antes era um alagado e foi cuidadosamente organizada para se tornar um pequeno lago. Por lá, pudemos observar uma solitária carpa ornamental, que parece reinar absoluta em meio à tranquilidade das águas.

Olhar Atento: Flores e Folhagens

Como não poderia faltar, aproveitei a ocasião para registrar a beleza do caminho. Armado com meu fiel e humilde Motorola g15, saí em busca de ângulos e cores. É incrível como, mesmo com equipamentos simples, a natureza se revela de forma extraordinária quando paramos para olhar de perto.

Capturei algumas flores e folhagens que cruzaram meu caminho, tentando traduzir em imagens a sensação de bem-estar que aquela tarde nos proporcionou.

"Foi uma tarde agradável, onde pude apreciar a natureza e a boa companhia." — Waldryano


Confira os registros:



21.12.25

A GRANDE INUNDAÇÃO — UMA EXPERIÊNCIA DE FICÇÃO CIENTÍFICA SINGULAR

A GRANDE INUNDAÇÃO — UMA EXPERIÊNCIA DE FICÇÃO CIENTÍFICA SINGULAR
Por Waldryano, com auxílio do ChatGPT
Lançado pela Netflix em dezembro de 2025, o filme sul-coreano A Grande Inundação apresenta uma proposta que vai além do simples cinema de desastre. À primeira vista, a obra parece seguir a estrutura tradicional de um apocalipse climático, com cidades submersas e personagens lutando pela sobrevivência. No entanto, à medida que a narrativa avança, o filme revela um caminho muito mais introspectivo e simbólico, apostando em um enredo incomum e deliberadamente provocativo.
A história acompanha An-na, uma pesquisadora que se vê presa em uma situação extrema após uma inundação global. O que inicialmente se apresenta como uma corrida contra o tempo transforma-se em uma reflexão sobre memória, perda e humanidade. O longa brinca com a percepção do espectador, questionando constantemente o que é real e o que é reconstrução, criando uma atmosfera que pode soar confusa para alguns, mas que define sua identidade narrativa.
A Grande Inundação é um filme de enredo peculiar. Ele não se preocupa em explicar tudo de forma clara ou linear, preferindo sugerir mais do que afirmar. Essa escolha faz com que o público se divida: há quem veja profundidade e ousadia, e há quem sinta frustração diante da falta de respostas diretas. Ainda assim, é justamente essa quebra de expectativa que o diferencia de produções mais convencionais do gênero.
Na data de hoje, 21 de dezembro de 2025, o filme figura como o título mais assistido da Netflix Brasil, demonstrando que, mesmo sendo uma obra que provoca estranhamento, conseguiu despertar grande curiosidade e engajamento do público. O sucesso de audiência mostra que histórias fora do padrão ainda encontram espaço e interesse em meio ao catálogo cada vez mais amplo do streaming.
Ao analisar sua proposta, é inevitável relacionar A Grande Inundação a outros filmes que inovaram ao trabalhar com estruturas narrativas não tradicionais. Obras como Memento, de Christopher Nolan, Donnie Darko e Solaris também desafiaram o espectador ao explorar memória, tempo, realidade alternativa e dilemas existenciais. Esses filmes não se tornaram referência por serem fáceis, mas por ousarem contar histórias de forma diferente.
Assim como esses clássicos modernos, A Grande Inundação aposta mais na experiência sensorial e reflexiva do que na ação pura. Pode não agradar a todos, mas cumpre um papel importante ao mostrar que o cinema de ficção científica ainda pode inovar, provocar debates e sair do óbvio. É um filme que não se encerra nos créditos finais, mas continua sendo discutido e reinterpretado — e talvez esse seja seu maior mérito.

19.12.25

Mensagem de ontem

 Ontem dia 18/12/2025 tive a oportunidade de estar passando a Mensagem na minha igreja, fiz pesquisas para buscar um tema interessante. Segue as pesquisas.


Aqui está um esboço estruturado para uma pregação baseada em Mateus 14:22-33 (Jesus andando sobre as águas).


Tema: Mantendo o Foco em Meio à Tempestade

O objetivo desta mensagem é encorajar a igreja a confiar na soberania de Deus quando as circunstâncias da vida parecem instáveis.

1. A Ordem de Jesus (O Destino)

  • Texto: Jesus ordenou que os discípulos entrassem no barco e fossem para o outro lado.

  • Ponto Chave: Estar no centro da vontade de Deus não nos isenta de tempestades. Às vezes, a obediência nos leva diretamente para o mar revolto.

  • Aplicação: Se você está enfrentando uma luta hoje, não significa que errou o caminho. Pode significar que você está exatamente onde Deus quer que você cresça.

2. O Vento Contrário (A Distração)

  • Texto: O barco estava açoitado pelas ondas porque o vento era contrário.

  • Ponto Chave: O medo surge quando o barulho do vento (problemas, vozes externas, crises) se torna mais alto que a voz de Cristo.

  • Aplicação: Identifique o que tem sido o seu "vento contrário". O que tem tentado roubar sua paz e foco?

3. O Convite para o Extraordinário (A Fé)

  • Texto: Pedro diz: "Se és tu, manda-me ir ter contigo por sobre as águas". Jesus responde: "Vem".

  • Ponto Chave: Jesus não acalmou a tempestade primeiro para depois chamar Pedro. Ele chamou Pedro durante a tempestade.

  • Aplicação: O milagre muitas vezes acontece fora da nossa zona de conforto (o barco). Qual é o passo de fé que Deus está pedindo para você dar hoje?

4. O Socorro Imediato (A Graça)

  • Texto: Quando Pedro sentiu o vento e começou a afundar, gritou: "Senhor, salva-me!". Imediatamente, Jesus estendeu a mão.

  • Ponto Chave: O foco de Pedro mudou de Jesus para o vento, e ele afundou. Mas a falha de Pedro não cancelou a misericórdia de Jesus.

  • Aplicação: Se você começou a "afundar" ou perdeu o foco, a mão de Jesus ainda está estendida. Ele é o socorro presente na angústia.


Conclusão e Apelo

A tempestade serve para revelar quem Jesus é. No final do texto, todos no barco o adoraram dizendo: "Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus".

  • Reflexão: Não foque no tamanho da onda, mas no Senhor que caminha sobre ela.

  • Oração: Convide a igreja a entregar seus medos e a retomar o foco em Cristo.


Dicas para a ministração:

  • Ilustração: Use uma história pessoal curta sobre um momento em que você precisou confiar em Deus sem ver o resultado final.

  • Tom: Comece com empatia pelas lutas dos ouvintes e termine com uma nota alta de vitória e autoridade.

Estudo Exegético e Devocional: Mateus 14:22-33

I. A Preparação e a Solidão de Jesus (v. 22-23)

²² E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco... ²³ ...subiu ao monte para orar, à parte.

  • A Ordem (v. 22): A palavra "ordenou" (ou "compeliu") sugere uma urgência. Jesus acabara de multiplicar os pães e o povo queria fazê-lo rei à força (João 6:15). Ele afasta os discípulos da tentação do triunfalismo político.

  • A Prioridade da Oração (v. 23): Mesmo após um dia exaustivo, Jesus busca a solitude. Isso ensina que o sucesso ministerial não substitui a intimidade com o Pai. Ele estava só, mas intercedendo por eles enquanto a tempestade se formava.

II. A Prova no Meio do Mar (v. 24)

²⁴ E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.

  • A Localização: Estar no "meio do mar" significa que eles estavam no ponto de não retorno. Não podiam voltar, nem chegar ao destino rapidamente.

  • O Vento Contrário: Note que eles estavam em plena obediência a Jesus e, ainda assim, enfrentavam oposição. Obediência não é ausência de lutas, mas a garantia da presença de Cristo no final delas.

III. A Manifestação Sobrenatural (v. 25-27)

²⁵ Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar.

  • O Tempo de Deus (v. 25): A "quarta vigília" era entre 3h e 6h da manhã. Eles lutaram a noite toda. Jesus muitas vezes permite que nossas forças se esgotem para que Sua intervenção seja claramente reconhecida como divina.

  • O Fantasma do Medo (v. 26): O medo distorce a visão. Eles viram a solução (Jesus), mas o medo os fez ver um problema (um fantasma). O medo nos faz interpretar mal a vontade de Deus.

  • A Identidade que Acalma (v. 27): "Sou eu" (No grego, Ego Eimi - o mesmo "Eu Sou" do Êxodo). Jesus revela Sua divindade antes de realizar o milagre.

IV. O Convite ao Extraordinário (v. 28-29)

²⁸ ...Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo... ²⁹ E ele disse: Vem.

  • A Fé Audaciosa de Pedro: Pedro não quer apenas ver o milagre; ele quer participar dele. Ele entende que, se a palavra de Jesus o sustentar, o que é impossível torna-se possível.

  • A Palavra Ativadora: Jesus diz apenas uma palavra: "Vem". Toda a sustentação de Pedro não estava na água congelada ou na sua habilidade, mas na eficácia da palavra dita por Cristo.

V. A Oscilação entre a Fé e o Medo (v. 30-31)

³⁰ Mas, sentindo o vento forte, teve medo... ³¹ ...Jesus, estendendo a mão, segurou-o...

  • A Mudança de Foco (v. 30): Pedro parou de olhar para Jesus e "sentiu o vento". No momento em que a circunstância se torna maior que a Promessa, nós começamos a afundar.

  • O Clamor da Aflição: "Senhor, salva-me!". É a oração mais curta e eficaz da Bíblia.

  • O Corretivo de Amor (v. 31): Jesus o repreende ("homem de pequena fé"), mas apenas depois de tê-lo segurado. Jesus primeiro salva, depois ensina. A dúvida não impediu o socorro de Jesus.

VI. O Resultado da Experiência (v. 32-33)

³² E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. ³³ ...adoraram-no...

  • A Paz Restabelecida: Jesus não precisou gritar com o vento desta vez; Sua simples presença no barco trouxe a bonança.

  • O Propósito Final (v. 33): O milagre não foi para exaltar Pedro por andar nas águas, mas para levar todos à adoração. A tempestade e o milagre serviram para consolidar a identidade de Jesus no coração dos discípulos: "És verdadeiramente o Filho de Deus".


Tópicos para Aplicação Prática:

  1. Onde está o seu foco? Nas ondas (problemas) ou Naquele que caminha sobre elas?

  2. O "Vem" de Jesus: O que Ele está chamando você para fazer que exige total dependência d'Ele?

  3. A Segurança no Barco: A tempestade pode não parar enquanto você não deixar Jesus subir no seu "barco" (vida, família, negócios).




17.12.25

A vida que vai e nada fica

 

Retratos do Vapor: Fragmentos de uma Vida Operária

Hoje, dia 17 de dezembro de 2025, parei para rever um compilado de fotos antigas. São registros de 2016 e anos anteriores, época em que minha vida era ditada pelo ritmo de uma máquina de papel. Ao percorrer essas imagens, sinto que deixei um pouco de mim em cada um daqueles cenários.

As fotos são o testemunho fiel do meu antigo cotidiano:

  • A Luta Diária: A rebobinadeira que precisava ser vencida a cada turno.

  • O Labirinto: O porão que exigia limpeza constante e a complexa trajetória de canos que levavam o insumo até a área de trabalho.

  • O Preparo: O treinamento contínuo para interagir com o equipamento nos momentos críticos.

  • O Contraponto: O contraste brutal entre o ambiente de trabalho — quente e ruidoso — e o vestiário silencioso, onde o corpo finalmente encontrava descanso.

  • O Retorno: O cansaço compartilhado dentro do ônibus no caminho de volta para casa.

Certa vez, meu irmão trabalhou por uma semana nessa mesma indústria (a maior da cidade, com mais de dois mil funcionários) e descreveu o ambiente como um cenário de guerra das décadas de 1940 a 1960, comparando-o a usinas bélicas. Essa imagem nunca saiu da minha cabeça. Embora eu tenha saído da fábrica em 2022 e esteja há quase quatro anos trabalhando na prefeitura, o "estado de alerta" permanece. Até hoje, qualquer som de cavitação me causa um pânico imediato; é uma herança sonora que o tempo ainda não apagou.

Aos 42 anos, olho para essas fotos e vejo o quanto caminhei. Com a aposentadoria prevista para os 62, ainda tenho uma longa jornada pela frente, mas agora em águas mais calmas, longe do calor das máquinas e do estrondo do vapor.



12.12.25


                                                                Mensagem motivacional
 




11.12.25


 

Fim de semana é sinônimo de pausa, mas aqui foi sinônimo de Mimo para a Família.



 Depois de uma semana super corrida, fiz questão de tirar um tempinho para a cozinha e preparar algo que tem gosto de abraço: Arroz Doce cremosíssimo!

Não é por nada, mas a receita ficou simplesmente perfeita, e ver a satisfação no rosto de todos é a melhor recompensa. Missão cumprida.



🐶 Togo: Mais do que um "Filme de Cachorro", Uma Correção Histórica

 

🐶 Togo: Mais do que um "Filme de Cachorro", Uma Correção Histórica

O filme "Togo" (2019), lançado pela Disney+, faz mais do que contar uma história emocionante de um cão de trenó; ele corrige uma injustiça histórica. A produção, estrelada por Willem Dafoe como o musher Leonhard Seppala, entrega um conto poderoso sobre perseverança, lealdade e o laço inquebrável entre um homem e seu cão, em meio à lendária "Corrida da Misericórdia" de 1925 no Alasca.


Crítica Construtiva: Ritmo e Foco Periférico

Aspectos Positivos: O filme brilha em sua fotografia impecável, que captura a beleza gélida e a brutalidade do Ártico. A performance de Willem Dafoe é notável, transmitindo a dúvida, a determinação e o amor profundo de Seppala por Togo. E, claro, o cão Diesel (descendente do Togo original) é um protagonista canino carismático e talentoso, cuja personalidade teimosa e inteligente é muito bem explorada. O filme consegue equilibrar a aventura física com uma profunda jornada emocional, especialmente ao mostrar os flashbacks da juventude de Togo .

Oportunidades de Melhoria: A crítica construtiva reside principalmente no ritmo inicial. Para alguns, a primeira metade do filme é lenta, focada em estabelecer a relação de Seppala e Togo e a teimosia do cão, o que pode dar uma sensação de monotonia antes que a ação principal da corrida comece. Além disso, a riqueza da corrida do soro foi um esforço de mais de 20 equipes, mas o filme, ao centralizar-se corretamente em Togo, acaba por deixar os personagens periféricos (como os outros mushers e os habitantes de Nome) um pouco rasos, servindo apenas como contraste para o heroísmo da dupla principal. O final, embora emocionante, usa uma narração que pode soar um tanto didática ou excessivamente reflexiva.

Apesar destes pontos, "Togo" se eleva acima de muitos filmes do gênero por sua autenticidade histórica e sua mensagem de que a grandeza pode vir dos mais inesperados e subestimados.


🐺 O Legado de Balto no Contexto da Corrida do Soro

O filme "Togo" é, em essência, uma resposta à famosa história de Balto.

Balto era o cão líder da matilha conduzida pelo musher Gunnar Kaasen, que fez o último trecho da Corrida da Misericórdia de 1925, entregando o soro antidiftérico em Nome. Por ter sido o cão a cruzar a linha de chegada e estampar as manchetes, Balto ganhou fama internacional e foi rapidamente mitificado pela mídia americana, recebendo até uma estátua no Central Park de Nova York (inaugurada no mesmo ano).

Apesar da bravura de Balto e Kaasen, o trecho que eles percorreram era de aproximadamente 88 km (55 milhas). O verdadeiro herói subestimado, como o filme destaca, foi Togo, que liderou a equipe de Seppala em uma jornada de ida e volta que totalizou cerca de 418 km (260 milhas) – a mais longa e perigosa de todas. Essa travessia incluiu o arriscado atalho pelo gelo instável do Estreito de Norton, que quase custou a vida de Seppala e de sua equipe.

Portanto, enquanto Balto se tornou o rosto da Corrida da Misericórdia, Togo e Seppala foram os verdadeiros responsáveis por cobrir o "coração" da jornada, enfrentando as piores condições e a maior distância, tornando o filme uma importante peça de correção histórica.

Assista a este vídeo para saber mais sobre a história real de Togo e Balto. 



🐺 Transcrição do Vídeo: "A VERDADEIRA HISTÓRIA de BALTO e TOGO"

O vídeo aborda a história por trás da famosa "Corrida da Misericórdia" de 1925 no Alasca, que ficou conhecida por salvar a cidade de Nome de uma epidemia de difteria. O principal foco é corrigir a narrativa histórica, destacando que Togo, e não Balto, foi o verdadeiro herói canino da jornada.

Abaixo, está um resumo dos pontos-chave do vídeo, com as devidas citações do tempo:

  • A Epidemia e a Missão de Resgate

    • Em janeiro de 1925, uma epidemia de difteria atingiu a cidade de Nome, no Alasca [00:36].

    • Devido às fortes tempestades, o transporte de medicamentos por via aérea ou marítima (mar congelado) era impossível [00:42].

    • A única opção foi um revezamento de cerca de 20 trenós puxados por cães, que deveriam viajar mais de 1.000 km sob ventos de 110 km/h e temperaturas de até 30 graus abaixo de zero [00:50].

  • Togo: O Verdadeiro Protagonista

    • Leonhard Seppala e sua equipe, liderada pelo husky siberiano Togo, de 12 anos, enfrentaram o trecho mais longo e perigoso da jornada [01:19].

    • Togo guiou a equipe por um atalho arriscado através de uma baía congelada para economizar um dia de viagem, onde o gelo era extremamente instável [01:34].

    • A equipe de Togo conseguiu guiar com sucesso a sua equipe por mais de 500 km dessa parte perigosa, em um tempo recorde de apenas 127 horas e meia para o revezamento completo [01:50].

  • Balto e a Fama Injusta

    • A equipe encarregada de cobrir o último trecho e entregar o remédio na cidade foi comandada pelo musher Gunnar Kaasen e seu cão-guia Balto [02:21].

    • Por ter sido o cão a chegar na cidade, Balto foi considerado um herói e ganhou reconhecimento mundial, ignorando-se o esforço das outras equipes [02:29].

    • No Alasca, no entanto, todos sabiam que Togo era o verdadeiro herói por ter liderado a sua equipe no trecho mais difícil de todo o caminho, uma história que só foi revelada anos depois [02:37].

  • Conclusão

    • Todos os cães que participaram da difícil jornada foram grandes heróis, mas Togo foi o principal protagonista [02:43].

De repente 80

 De repente 80

Eu era, aos 25, um corte. Um corte fino e exato no tecido frouxo do mundo. Eu me movia com a urgência do sintetizador, rápido, brilhante, e odiosamente seguro de que a vida me pertencia em sua totalidade tonificada. Meu mullet era o reflexo de uma era de poder desnecessário; minha esbeltez, a muralha contra o tempo.


Envelhecer. A palavra me repugnava. Era o cheiro de mofo da inação.


Eu olhava para o Senhor Ambrósio, o zelador do meu arranha-céu de vidro. Ele rastejava pelas superfícies, varrendo poeira que não me importava, e eu sentia uma impaciência física, uma coceira na garganta. "Ambrósio, por Deus! Você é um caracol! A lentidão ofende a minha pressa," eu vociferava, sem lhe dar a dignidade de olhar em seus olhos turvos. Eu era a velocidade, e ele era o estorvo.


Naquela noite, eu despenquei no sono, exausto pela minha própria juventude insaciável.


A Estranheza Nua

O despertar. Ah, o despertar não foi um abrir de olhos, mas um desabamento interno. Não foi um erro no quarto, mas um erro em mim. Eu sou, ou fui, aquele que se moveu. E agora, o que me movia era a hesitação.


Tentei erguer o braço. A pele. A pele que eu conhecia, lisa e tensionada sobre o músculo, havia se transformado em um pergaminho solto, manchado por aquilo que só podia ser a geografia de anos não vividos. Minhas mãos... Elas não eram mais ferramentas precisas, mas garras trêmulas de ossos salientes. Eu não conseguia controlar o tremor, era a vida desobedecendo-me.


A voz que saiu da minha garganta era um lamento seco, um som que me ofendeu no mais profundo da minha vaidade. Não era a minha voz de comando, mas o resmungo de quem pede silêncio.


Eu me arrastei até o espelho, essa traição cotidiana. E lá estava ele: um velho. Com o rosto cheio de rugas profundas, sulcos que guardavam lágrimas que eu nunca chorei. A fragilidade era tão densa que parecia pesar mais do que o corpo forte que eu abandonara.


Eu era eu, a mente de 25 anos faminta por velocidade, presa neste invólucro que só pedia o canto quieto da desistência. Não houve o amadurecimento que a idade traz, apenas a imputação de rugas e dor. Minha alma juvenil estava em guerra civil com este corpo estrangeiro.


Quem sou eu se a minha pele me nega? A vida me deu o corpo que eu desprezava para que eu aprendesse a sentir, e não apenas a usar. Eu sou a minha pressa presa na lentidão alheia.


O Câmbio da Dissonância

Minha jornada de herói não começou com uma espada, mas com uma dor lancinante no joelho ao tentar ir ao banheiro. Cada centímetro era uma negociação. O que o meu corpo de 25 faria em um segundo, este exigia uma meditação, um cálculo de risco: o risco da queda, o risco da fratura.


Eu tentei ler um livro. O foco era fugidio. Eu tentei abrir a geladeira. A força necessária para girar a tampa do pote de geleia era a mesma que eu usava para levantar peso na academia. E agora, eu estava derrotado por um pote de geléia. A humilhação era física, palpável.


E então, o chicote da introspecção. Eu não estava apenas velho, eu estava sendo o velho que eu havia insultado.


Lembrei de Ambrósio. Lembrei do seu tremor, da sua lentidão. Não era um defeito de caráter, era um estado de ser. Eu havia sido cruel porque não podia conceber a fragilidade. Eu não entendia que a lentidão é a única velocidade possível para quem está constantemente à beira da exaustão. Ele não andava devagar; ele negociava a distância.


Eu passei dez dias nesse purgatório de paciência forçada. A solidão era absoluta, pois ninguém via o jovem por trás dos olhos cansados. As pessoas falavam comigo com uma paciência excessiva, como se eu fosse uma criança grande e lenta. O meu eu de 25 anos queria gritar: Eu sei a resposta! Eu estou aqui!, mas o corpo só me permitia um murmúrio rouco.


Eu estava tentando pegar o controle remoto, que escorregara para o chão. A frustração adolescente me incendiou. Eu precisava da música, eu precisava do ruído para me provar que eu existia. Tentei me abaixar com a pressa que a minha mente impunha.


O corpo, porém, tinha suas próprias leis. Veio o teto giratório, o baque surdo, e a escuridão absoluta.


O Regresso e a Suavidade

O cheiro de hospital, familiar e distante, me chamou de volta. Os bipes rítmicos. Eu abri os olhos. O teto era branco, imaculado, e eu estava de volta.


Minha mãe chorava ao lado da cama. "Dez dias em coma, meu filho, por uma queda estúpida na porta de entrada!"


Senti meus braços. Eram os meus. Fortes, lisos, o contorno exato da minha juventude. Mas a sensação de ser jovem estava quebrada. Não era um poder; era uma dádiva silenciosa.


Eu não sonhei; eu fui o outro.


Quando voltei ao escritório, tudo parecia lento, mas não por impaciência minha. O mundo se movia em seu ritmo normal, mas eu estava lendo as entrelinhas. Vi o Senhor Ambrósio, a coluna curvada sobre a vassoura.


Parei ao lado dele.


"Senhor Ambrósio," minha voz era a minha, forte, mas estava temperada com uma doçura que eu nunca soubera que possuía. "Sente-se, por favor. Eu insisto. Deixe-me fazer isso. É... é um bom exercício para mim."


Peguei a vassoura. Abracei o cabo. Senti o peso do objeto de trabalho, e me movi devagar, como ele faria. A vassoura era um prolongamento do corpo, e eu varria a poeira com o cuidado que ele varreria o tempo.


A surpresa nos olhos do velho era uma pergunta que eu não precisava responder. Eu não havia adquirido anos, mas havia aprendido a ler o tempo em seu corpo. Eu havia me tornado, enfim, um ser que sente, e não apenas um corte fino na pressa da vida. E bastou essa lentidão emprestada para que a minha juventude, agora, se tornasse, pela primeira vez, verdadeira.



7.12.25

Batismo da Thauany

 
Batismo da Thauany: Uma Nova Jornada de Fé em Telêmaco Borba!

​É com o coração transbordando de alegria e emoção que compartilhamos um momento fantástico e surreal: o batismo da nossa querida filha, Thauany Camily de Jesus!

​Aos 12 anos, Thauany deu um passo fundamental em sua vida espiritual no dia 6 de dezembro de 2025, em Telêmaco Borba, ingressando como uma nova assembleiana. Foi um dia inesquecível, cheio de significado para toda a nossa família.

​💧 Um Culto Cheio de Emoção e Expectativas

​O culto de batismo foi marcado por uma atmosfera de muita ansiedade e expectativas, tanto da nossa parte (os pais) quanto da própria Thauany.

  • O Batizador: O Evangelista que a batizou? Nada menos que o seu amado avô, Edivaldo! Foi um momento lindo e emocionante, uma verdadeira bênção familiar.
  • A Pregação: Por uma grata coincidência, quem pregou foi o Pastor Luciano Betim.
  • Companheiros de Batismo: Além de Thauany, a Fernanda também foi batizada no mesmo dia! A primeira ceia delas, celebrada em seguida, parecia que era os pai Waldryano e a Tiphany que desciam as águas da redenção — uma visão de grande esperança!

​Eu, o pai (Waldryano) e a mãe  estávamos ali, vivendo cada segundo com o coração radiante.

JOÃO 16:16 - O versículo que ecoava em nossos corações, lembrando a promessa e a esperança que se renovavam naquele dia.


​🙏 Uma Decisão de Amor

​Minha querida filha, estamos muito felizes por você aceitar seguir essa carreira de fé. O céu está em festa por essa decisão! Queremos crer que, sendo batizada, você está salva. Que o Espírito Santo a guie e a fortaleça em sua nova caminhada.

​Parabéns, Thauany! Que sua jornada seja repleta de luz e bênçãos.

Você já viveu uma experiência de fé tão emocionante quanto esta? Compartilhe nos comentários!

Local: Telêmaco Borba

Data: 06 de Dezembro de 2025

5.12.25

Oficina 2025 Vigilância Sanitária

 

📝 Relato de Waldryano: Treinamento da Vigilância Sanitária

Este texto foi redigido por Waldryano.


Há quatro anos, exerço a função de fiscal sanitário. Recentemente, participei de uma oficina de suma importância, focada em ensinar as melhores práticas e tratativas para evitar eventos adversos com pacientes em serviços de saúde.

Esta foi a quarta vez que tive o privilégio de participar deste encontro, que se realiza anualmente. No Paraná, a Vigilância Sanitária (VISA) é estruturada em regionais. Por sermos a sede de uma dessas regionais, cabenos a responsabilidade de liderar a organização e condução desta reunião.

O evento, realizado no dia 04 de dezembro de 2025, contou com a presença de mais de 150 participantes. Fiquei a refletir sobre como, de um modo micro, o meu trabalho se insere em algo macro: auxiliar e elevar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população.

Foi um dia bastante agradável. A organização proporcionou dois coffees breaks e o almoço, o que contribuiu para o bom ânimo dos presentes. O treinamento ocorreu no auditório da Segurança Pública de Telêmaco Borba e a palestra foi ministrada por uma membro da VISA estadual.

O dia transcorreu sem incidentes, sendo uma verdadeira confraternização para nós, servidores públicos municipais. Diferente do setor privado, não costumamos receber verbas de fim de ano para festividades, nem contamos com muitos benefícios como plano de saúde, academia ou vale-alimentação — como dizemos, é tudo "canelinha seca". No entanto, o ambiente de trabalho tende a ser mais tranquilo.

Durante o treinamento, por vezes, sentei e me concentrei em observar cada rosto ali. A oferta de alimentos no evento deixou todos mais animados, e várias fotos foram tiradas para registrar o momento.

É gratificante ver a Vigilância Sanitária desempenhando um papel crucial na sociedade. Estamos indo além da função punitiva; somos também um órgão essencialmente orientativo e capacitativo.






Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

  No cenário da música cristã contemporânea, poucas uniões foram tão aguardadas e celebradas quanto o encontro entre Christine D’Clario e G...