Eu, como muitos por aí, estou nesta de espreguiçar no sofá e ficar a ver as recomendações da Netflix e Bora ver.
E fui eu assistir a um filme original Netflix o tal do Bird Box (Caixa de passarinho)
Confesso que brilhou meus olhinhos em visualizar a Sandra Bullock por lá.
Simpatizo com ela dês do Miss Simpatia, ou do Gravidade.
Boa atriz pra mim ela retrata bem uma americana e é agradável a sua atuação, sempre. Ou seja, parece me que qualquer filme dela por mais que seja tosco pra crítica do bla-bla-bla pra mim é um ótimo entretenimento.
E eu queria me jogar no sofá e não ficar pensando em termos técnicos coisa e tal, queria ver uma história e só. E fui me aventurar.
Um filme pós apocalíptico, algo alucinógeno esta assolando o mundo.
Todos que veem sem venda nos olhos são movidos por um surto suicida.
E poucos conseguem se safar (lembra bem os Power Ranger que tudo acontecia na Alameda dos Anjos?) Ou o Jaspion que tudo acontece em Tóquio. O filme pra mim passou uma perspectiva bem digamos regional.
E vai a nossa heroína grávida tentar se salvar do surto. Entra numa casa onde todos os Power Ranger estão. Exemplo: O Japonês, o Negro, o Velho, a gorda, e o casalzinho testosterona (tipo todos os que vão assistir precisam se sentir representados tá? E estão todos sem saber o que fazer.
E começam a deduzir que é olhar que faz acontecer o surto, logo, por isto vendam os olhos e cobrem as cortinas (by os Outros da mulher que não podia deixar os filhos ver luz).
Já esta sacada do desconhecido, me deixou interessado.
Claro que todos os personagens iriam morrer um por um até Restar somente a Sandra não é?
E Claro que adentrariam dentro de um supermercado abandonado pra fazer uma comprinha sem pagar.
Tipo o caos;
Uma boa ideia;
Um filme rápido.
Ela vai e ganha o filho em meio ao caos, o clichezão fez outra ganhar o filho junto dela. Dois personagens deram a luz enquanto os outros eram assassinados por um maluco.
Muito clichê, coisa que deu certo ali usa aqui.
Mas é isto leitor, é pra espreguiçar no sofá e assistir sem pensar muito.
Eu ficava pensando ao assistir o filme...
Numa situação assim, acho que haveria pessoas ferindo os olhos para ficar cego.
E também morando em subterrâneos;
Não entendi animais sofreram com este caos?
Fiquei na dúvida de várias coisas, e também com o final que fez retomada ao nome Bird Box.
Mas recomendo, bom filme pra assistir....
Spoiler é o final não explica nada. Só nos últimos 5 minutos que há a explicação de como se salvar do caos.
Pra mim foi uma boa ideia, porem um roteiro preguiçoso, bem entreter mesmo.
Ah, usar criancinha é apelação Netflix...
Fui assistir as diversas explicações a respeito do Filme.
Primeiramente o filme é adaptação de um livro. Logo no livro por ser uma narrativa é bastante sensorial, ou seja, sensações dos personagens, e pensamentos é o ponto alto nele.
Outra coisa é a mensagem que o livro ( e o filme) retratam.
Por exemplo: A protagonista Malory era bastante reservada, até mesmo compras do supermercado era a sua irmã que fazia para ela. Há cenas do isolamento das pessoas, antes do caos.
Outro exemplo: É o conectado que faz as pessoas isolarem se sem saber.
Mas o Monstro ou o vento com folhas que dilatam a pupila. Este era o meu objeto investigativo que me fez escrever este post.
Na internet no youtube e na minha concepção, fala de um ser superior, ou extraterrestre, ou uma divindade, que possui um conhecimento que vai além do infinito, e para isto o cérebro humano não é apto de discernir. Logo o Caos. Seria uma resposta.
Mas o filme é uma interpretação pessoal. Poderia ser uma arma química? Mas se assim o fosse, se arrastraria pelo ar. Achei meio estranho um pequeno isolamento de uma toalha transpassada ou um comodo isolado para poupar a pessoa de passar pelo processo de caos, logo a confusão mental e a morte.
Preferindo pensar que o que esta acarretando a esta população seria algo palpável, volto para espirito, ou um ser de outro planeta.
Deste modo fico na dúvida, Como os animais suportariam a tal impacto.
Os pássaros conseguem a sobreviver ao ataque?
O resto do sistema como suportaria? Dentro da água peixes morreriam? Se quer uma coisa verossímil precisa ao menos citar.
A referencia ao monstro vê se nos desenhos do maluco.
Lembrando que pessoas com desordem mental não sofrem com o tal monstro, afinal a desordem delas as tornam imunes.
Nos desenhos parece me um conto de H. P Lovecraft
Seria uma inspiração ou referência?
Então voltando ao filme, ele foi bem intimista e regional, mostrou a perspectiva de uma personagem, e a sua jornada em meio a sobreviver.
No entanto, o filme pra mim demonstra sensações e sentimentos humanos, e como a nossa mente suporta a pressão. Acho que esta seria a verdadeira mensagem do filme. O desconhecido é algo que nos trás medo.
A morte?
Vida em outros planetas?
Espíritos?
E saber que tudo isto esta logo ali, no entanto você de maneira nenhuma pode ver ou interagir? Seria algo bem mais proveitoso numa narrativa, pois expor em imagens seria algo bastante complicado.
Quando leio ou li os contos deste autor que citei, me remetem a estes sentimentos, logo o filme possui esta pegada, o monstro (segundo vi pelos videos do youtube) até foi cogitado aparecer. No entanto, sabiamente tiraram, pois ao meu entendimento este monstro se faz na subconsciência de cada um.
Referências:
Elenco Sandra Bullock como Malorie Hayes
Trevante Rhodes como Tom John Malkovich como Douglas Sarah Paulson como Jessica Hayes Jacki Weaver como Cheryl Rosa Salazar como Lucy Danielle Macdonald como Olympia Lil Rel Howery como Charlie Tom Hollander como Gary Colson Baker como Felix BD Wong como Greg Pruitt Taylor Vince como Rick Julian Edwards como "Garoto"/Tom, filho de Malorie Vivien Lyra Blair como "Garota"/Olympia, filha de Olympia Parminder Nagra como o Dr. Lapham Amy Gumenick como Samantha Rebecca Pidgeon como Lydia Taylor Handley como Jason David Dastmalchian como assaltante assobiando Happy Anderson como o homem do rio
Bird Box é um filmethrillerpós-apocalíptico americano de 2018, dirigido por Susanne Bier, escrito por Eric Heisserer e baseado no livro homônimo de 2014 de Josh Malerman. O enredo gira em torno de uma mulher (Sandra Bullock) que, junto com um par de crianças (apelidado de Garoto e Garota), que deve atravessar uma floresta e um rio vendados para evitar entidades sobrenaturais que pareçam os piores temores de suas vítimas, arrependimentos e perdas que os levam a morrer por suicídio. Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Salazar Rosa, Danielle Macdonald, Lil Rel Howery, Tom Hollander, BD Wong, Sarah Paulson, Colson Baker e John Malkovich também estrelam.
Bird Box teve sua estreia mundial no AFI Fest em 12 de novembro de 2018, e começou um lançamento limitado em 14 de dezembro, antes de ser transmitido mundialmente pela Netflix em 21 de dezembro.
Estes dias assisti a série A tenda Vermelha, na realidade uma microssérie de dois capítulos.Também disponível na Netflix. Abaixo deixarei as referencias que efetuei a consulta para escrever este texto.
Uma superprodução que reproduz uma história dramática e Bíblica da única filha de Jaco: Diná.
A Série começa demonstrando as lembranças desta moça e descreve uma tenda vermelha onde as mulheres do deserto relembravam do seu passado e confraternizavam a feminilidade.
E a partir de então a história bíblica é contada. Jacó conhece Raquel e conhece também Lia e o seu sogro Labão.
Agora o telespectador é convidado a ser transportado para a perspectiva da narradora e então protagonista da série: Diná.
Conta-se toda a história com uma fotografia bonita e enredo conciso, descrevendo as mulheres de Jacó convivendo harmoniosamente. É claro que o telespectador deve entender que há uma licença poética nesta trama onde a perspectiva feminina é explorada com maestria. Digo isto que muita coisa é encaixada a fim de transmitir a poesia e o drama que a história de Diná necessita.
Mas é isto que torna a série fantástica, a reconstituição da vida daquele momento é bem desenvolvida e a continuidade cativa quem assiste.
Eu leitor da Bíblia sempre passei por esta passagem: -O estupro de Diná, um pouco atento, sentia também um pouco de tristeza pela frieza dos fatos, -Uma matança que até então não visualizei na Bíblia. Você leitor precisa assistir para tirar o seu parecer.
E o interessante foi o processo de pesquisa que a série demonstrou contando a perspectiva de Diná.
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Produzida por Paula Weinstein com roteiro de Elizabeth Chandler e Anne Meredith, a minissérie é uma adaptação da obra de Anita Diamant, publicada em 1997. Trata-se de mais uma produção americana sobre o período bíblico, que surge na esteira do sucesso da minissérie A Bíblia, do History Channel.
A história apresenta a vida de Diná (Rebecca Ferguson, de The White Queen), filha de Jacó (Iain Glen, de Game of Thrones) e Lia (Minnie Driver, de About a Boy), mencionada no livro do Gênese. Relembrando sua trajetória, ela apresenta o cotidiano das mulheres nessa época. Lia, Raquel (Morena Baccarin, de Homeland), Zilpa e Bila, esposas de Jacó, se unem para criar os doze filhos em uma terra estrangeira, enquanto Diná testemunha a formação de uma sociedade. Em meio a tudo isso, ela se casa com um príncipe e se envolve com um assassino.
Superprodução em dois episódios é estrelada por Debra Winger, Minnie Driver e Morena Baccarin; protagonizada e narrada por Diná, filha de Léa e Jacó
O canal Lifetime promete oferecer ao seu público, na próxima semana, quatro horas de uma trama com ares de superprodução ambientada no período do Velho Testamento bíblico e protagonizada (e narrada) por Diná, filha dos personagens Léa e Jacó (o terceiro patriarca do Velho Testamento). A minissérie se chama The Red Tent – A Tenda Vermelha e estreia no próximo dia 04 de abril, com o segundo e último episódio sendo exibido no dia 05. O horário é 22:30 horas.
Marrocos
A produção teve suas filmagens feitas no Marrocos e reúne um elenco mega estelar que inclui ícone Minnie Driver (de Gênio Indomável), a bela atriz brasileira indicada ao Emmy Morena Baccarin (de Homeland e atualmente em Gotham), a indicada ao Globo de Ouro Rebecca Ferguson (da série The White Queen), Iain Glen (das sériesDownton Abbey e Game of Thrones), Will Tudor (também de Game of Thrones) e a indicada ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao Emmy Debra Winger (de Laços de Ternurae O Céu que Nos Protege, entre outros sucessos). Ou seja, pelo elenco dá para perceber o quão promissora é The Red Tent – A Tenda Vermelha.
História
Ao relembrar sua trajetória e contextualizar a sociedade da época, Diná conduz a trama dessa adaptação do best-seller de Anita Diamant. Nela, o foco não está no patriarca Jacó (Glen), mas em suas quatro esposas: Léa (Minnie), a mãe de Diná; Raquel (Morena), que transmite à garota todo o seu conhecimento como parteira; Bilá (Vinette Robinson); e Zilpá (Agni Scott). Essas quatro mulheres, que deram a Jacó ao menos doze filhos, incluindo o visionário José (Tudor), reúnem-se sob uma enorme tenda vermelha onde compartilham rituais e laços de irmandade.
Forçado a sair de sua terra, Canaã, tempos antes, Jacó finalmente decide voltar para casa, onde Diná tem como tutora sua avó Rebeca (Debra). Logo a jovem atrairá os olhares do príncipe Shalem (Sean Teale), por quem ela se apaixona e que lhe promete casamento. Mas essa história terá consequências trágicas e inesperadas, culminando com o assassinato do príncipe. Grávida dele, Diná foge para o Egito e lá tem o seu filho, que mais tarde retorna para vingar a morte do pai.
Livro
O livro The Red Tent, de Anita Diamant, vendeu milhões de cópias no mundo todo quando foi lançado, em 1997, e até hoje foi traduzido para 28 línguas. O romance é um best-seller que figurou no Top 10 de publicações como os tradicionais The New York Times, Los Angeles Times, The Washington Post, San Francisco Chronicle, USA Today e Entertainment Weekly.
Diná (em hebraico: דִּינָה, hebraico moderno: Dina, hebraico tiberiano: Dînā; "Julgado, vindicado") de acordo com a Bíblia hebraica, era a filha de Jacó, um dos patriarcas do povo de Israel, e Lia, sua primeira esposa[1] . O episódio de seu rapto e violação pelo príncipe cananeu Siquém, e da posterior vingança por parte de seus irmãos Simeão e Levi, normalmente conhecida como "O Estupro de Diná", é contada em Gênesis 34.
Seus irmãos eram Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, José e Benjamim.
Diná, filha de Lia e Jacó, saiu para visitar as mulheres de Siquém, onde seu povo havia feito acampamento e onde seu pai Jacó tinha comprado a terra onde tinha armado sua tenda. Siquém, filho de Hamor, o príncipe da terra, "agarrou-a, se deitou com ela e humilhou-a. E sua alma se apegou a Diná ... ele amou a moça e falou-lhe ao coração"[2] , e Siquém pediu a seu pai que obtivesse Diná para ele, para ser sua esposa.
Hamor veio a Jacó e pediu Diná para seu filho: "Faça casamentos conosco; dai vossas filhas para nós, e tomai as nossas filhas para vós. Você deve habitar conosco, e a terra será aberta para você", e Siquém ofereceu a Jacó e seus filhos de qualquer dote que eles determinassem. Mas "os filhos de Jacó, responderam a Siquém e Hamor seu pai, enganosamente, porque ele tinha contaminado sua irmã Diná", dizendo que aceitaria a oferta se os homens da cidade concordassem em ser circuncidados.
Então os homens de Siquém foram enganados, e foram circuncidados, e "no terceiro dia, quando os homens sentiam mais forte a dor da circuncisão, dois dos filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram suas espadas e caíram sobre a cidade de surpresa, e mataram todos os homens. Eles mataram Hamor e Siquém, seu filho com a espada, e, tirando Diná da casa de Siquém, foram embora. "E os filhos de Jacó saquearam o que estava na cidade e no campo, "todas as suas riquezas, todos os seus pequeninos e suas esposas, tudo o que estava nas casas."
"Então Jacó disse a Simeão ea Levi: 'Vocês trouxeram problemas em fazendo-me odioso aos habitantes da terra, os cananeus e osperizeus; sendo nós pouca gente, eles se reunirão contra mim e me atacarão e eu serei destruído, tanto eu como minha casa.' Mas eles disseram: 'Abusaria ele de nossa irmã, como se fosse prostituta?'"
História de Diná
Quando Diná tinha cerca de seis anos de idade, Jacó passou a habitar em Canaã, na cidade de Sucote. Diná havia nascido em Harã, quando seu pai ali morava. (Génesis 31:41 ou 34.) Perto do acampamento de Jacó e sua família ficava a cidade de Siquém. Era para lá que Diná se dirigia frequentemente para visitar as moças cananéias locais, que não partilhavam dos costumes religiosos dos descendentes de Abraão. Durante uma dessas visitas regulares, Siquém, filho de Hamor, o maioral, violou Diná. Siquém apaixonou-se por Diná e esta ficou em casa dele até que Simeão e Levi decidiram vingar sua irmã. Com um plano ardiloso, eles convenceram os homens de Siquém a efetuarem a circuncisão em troca da mão de Diná em casamento. Daí, enquanto os habitantes da cidade ainda estavam em convalescença, os dois irmãos atacaram a cidade e mataram todos os homens, incluindo Hamor e Siquém.
Anos mais tarde, Diná participou na deslocação da sua família para o Egito a convite de seu irmão José.
Matt Damon, Kate Winslet, Laurence Fishburne, Jude Law, Marion Cotillard, Gwyneth Paltrow e Bryan Cranston
São os nomes de peso deste Filme, relembrando Matt em Uma Mente Brilhante. Kate em Titanic e Gwyneth Paltrow em Shakespeare apaixonado, logo pensei:
-Um filme impressionante... Desastroso, que me fez lembrar um aplicativo bastante conhecido plague inc veja o vídeo que fala deste jogo.
Enfim vai lá minhas impressões deste filme que assisti na Netflix.
A moça começa o filme tossindo, conversa com o seu marido por telefone, ela esta em um país asiático, volta ao seu país de origem. Estados Unidos, e abraça seu filho e marido. Começa a contar os dias, esta é a primeira contaminada. (Ela estava em um cassino onde um cozinheiro prepara um porco. este porco anteriormente tinha comido uma banana, esta banana foi trazida por um morcego; é assim que a doença surge eu te poupei assistir o final tosco do filme). A moça morre, quando o marido volta pra casa seu filho esta no quarto morto também.
-Um vírus letal tipo Ebola, começa agir.
Lembra das pessoas que estavam em volta da mulher que foi contaminada por primeiro? Começam a morrer e espalhar a doença para o mundo.
-E começa também uma busca desenfreada pela cura. Como os comentaristas que repliquei abaixo disseram. Vários Clichês foram inseridos neste filme.
-Teve a cientista que aplicou uma droga experimental nela como um ato heroico e salvou o mundo?
Teve sim.
-E um oportunista aproveitando do caso para faturar lançando um falso boato de cura?
Também teve.
-Um romance? adolescente (pra cativar este público não é?) bem em um cenário apocalíptico?
Claro que teve.
-Se eu fosse escrever um roteiro estapafúrdio escreveria que uma médica infectologista tentando ajudar acabaria morrendo com a doença.
Pois é amigo também teve a dita.
Mas agora falando sério. O principal pecado do filme foi o roteiro, sem lógica que tirou o real de uma epidemia para estapafúrdias situações.
Claro que é um filme difícil de contar. Mas a situação que ocasionaria de uma pandemia mundial não é tão inverossímil assim.
Poderiam fazer um melhor arranjo no filme.
Outro fato lamentável é os atores. Coitados. Engessados somente fazendo seus papéis. Lembra que citei o aplicativo pra celular, ou jogo pra celular plague inc não sei eu quem copiou quem.
Agora é um filme "educativo e de alerta" seguindo neste raciocínio explicaria muita coisa, vale a pena assistir para fixar na mente aqueles atos que foram tão difundidos quando estávamos em volto da gripe H1N1.
Comentários originais do autor do Blog Waldryano abaixo diversos outros comentários consultados para escreve-lo.
Contágio é um filme estadunidense dirigido por Steven Soderbergh e protagonizado por Matt Damon, Jude Law, Kate Winslet,Laurence Fishburne, Marion Cotillard e Gwyneth Paltrow. Estreou no dia 9 de setembro de 2011 nos Estados Unidos, em 13 de outubro em Portugal e 28 de outubro no Brasil no mesmo ano.
Um vírus letal, altamente contagioso e transmitido pelo contato com pessoas infectadas ou com objetos que estas tenham tocado, se espalha rapidamente pelo planeta, enquanto a Comunidade Científica tenta descobrir uma possível cura. Contudo, a sociedade se mostra cada vez mais vulnerável à pandemia. Fonte Wikipédia
Crítica Especializada do filme do crítico do site Adoro Cinema
Contágio EPIDEMIA SEM ALMA por Lucas Salgado
A primeira coisa a se ressaltar com relação à Contágio é o sensacional elenco que Steven Soderberghconseguiu reunir. Matt Damon, Kate Winslet, Laurence Fishburne, Jude Law, Marion Cotillard, Gwyneth Paltrow e Bryan Cranston são alguns dos nomes presentes na produção. Só aí estão três vencedoras do Oscar de Melhor Atriz e outros dos atores mais badalados da atualidade. Já a segunda coisa a se ressaltar com relação ao filme não surge em forma de afirmação, mas sim através de uma pergunta: como o diretor conseguiu fazer um filme tão ordinário com tantos bons nomes na equipe? Nada em Contágio foge do padrão "filmes sobre epidemias", não conseguindo em momento algum deixar o expectador interessado com o que está acontecendo. Para piorar tudo, ainda oferece um final péssimo em que busca explicar a razão pela qual aconteceu tal situação. Trata-se de uma obra rasa e assustadoramente fria. Não há emoção alguma e é difícil acreditar que alguém irá se envolver com os dramas dos personagens. Todas as situações são construídas em cima de clichês e de personagens estereotipados. Quem se sai melhor no elenco é Jude Law, interpretando uma espécie de blogueiro radical que tenta fazer barulho no meio da calamidade pública. Soderbergh já realizou bons trabalhos na sétima arte, como em Sexo, Mentiras & Videotape e Traffic, mas é inegável também que é um dos diretores mais inconstantes de Hollywood, tendo deixado muito a desejar em obras como Full Frontal, Solaris e Treze Homens e um Novo Segredo. Pouco antes de lançar Contágio, muito se falou de que o cineasta iria se aposentar em breve. Ele desmentiu, mas reconheceu que deverá ficar um tempo afastado das telonas. Tendo em visto o último trabalho, parece mesmo importante que tire um tempo para refletir sobre a carreira ou sobre o que ainda tem a dizer. Contagion (no original) possui 105 minutos, mas é provável que a pessoa que assista ao filme pense que este tem mais de duas horas. Tudo é muito lento e tudo é sem emoção, e a falta de um clímax colabora para passar a ideia de que a história não se desenvolve. Outro grave problema é a fotografia sem personalidade. Steven Soderbergh poderia, inclusive, dividir a culpa pelo fracasso do longa com seu diretor de fotografia, mas isso acaba sendo difícil pois é o próprio cineasta que realiza a função. O filme é nada mais que um grande desperdício de talento, mas que no final deixa algo positivo: a certeza de que em poucos anos será totalmente esquecido pelo público. fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-178091/criticas-adorocinema/
Cena do filme Contágio (Divulgação)
O grande protagonista do filme Contágio, que estreou esta semana nos cinemas e tem no elenco Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law e Laurence Fishburne, é um vírus fictício chamado MEV-1. Capaz de matar uma a cada quatro pessoas que infecta, ele materializa uma ameaça cada vez mais presente: os vírus emergentes, micro-organismos devastadores que, subitamente, saltam de um hospedeiro do mundo selvagem para os humanos e se propagam pelo planeta.
O MEV-1, talvez o vírus mais verossímil criado pelo cinema, foi criado pelo roteirista Scott Burns em parceria com a escritora Laurie Garrett, autora do livro A Próxima Peste (Editora Nova Fronteira). O modo de transmissão, os sintomas e a mortalidade foram inspirados no misterioso vírus Nipah, no vírus da SARS (Síndrome Respiratória Aguda Severa, em português), e na gripe espanhola (veja quadro com os vírus mais perigosos do mundo).
Do Nipah, os roteiristas tiraram o modo de transmissão. O vírus tem como hospedeiro os morcegos que moram nas florestas da Ásia, mas de alguma forma, provavelmente por meio de frutas semi-mastigadas que caíram em chiqueiros, ele ‘passou’ para os porcos. Daí foi um passo para contaminar humanos, dando início a surtos na Malásia e Cingapura que mataram mais da metade das pessoas infectadas. Ele gera uma grave inflamação cerebral, como uma meningite, causando convulsões iguais às produzidas pelo MEV-1 no filme.
O vírus da SARS também guarda semelhanças com o MEV-1. Os dois surgiram na província chinesa de Guangdong. A primeira pessoa a ser contaminada pelo SARS quando a epidemia surgiu, em 2003, também deve ter sido um cozinheiro. A doença teve origem em um felino selvagem chamado civeta. Nos anos 1990, o bicho passou a ser utilizado na culinária chinesa. Diferente do Nipah, que só é transmitido pelo contato direto com animais, ele sofreu uma mutação que lhe permitiu ser transmitido de humano para humano, pelo ar, como o MEV-1.
A rápida escalada das mortes que o fictício MEV-1 causa se assemelha bastante ao que aconteceu com a gripe espanhola, entre 1918 e 1919, período final da Primeira Guerra Mundial. Com uma população fragilizada pela guerra, ele pôs doente metade do planeta e matou 40 milhões de pessoas em questão de meses. Sem lugar nos hospitais, os doentes ficavam em ginásios transformados em enfermarias. Depois, valas coletivas se tornaram o destino comum de quem perecia. (continue lendo a reportagem)
Vírus emergentes – Dois questionamentos emergem do cenário quase apocalíptico criado pelo diretor Steven Sodenbergh. O primeiro é: quais as chances de um vírus como o MEV-1 se tornar real? Caso isso aconteça, estamos preparados?
“Sem dúvida, há chances de pandemias causadas por vírus semelhantes surgirem”, afirma o infectologista brasileiro Stefan Cunha Ujvari, autor dos livrosA História da Humanidade Contada Pelos Vírus e Pandemia – A Humanidade em Risco.
Stefan se refere aos vírus emergentes, cada vez mais comuns. São vírus relativamente novos e letais, como o Marburg, o Ebola e o Lassa, causadores de febres hemorrágicas capazes de transformar o interior de uma pessoa em uma sopa de órgãos. A visão não é agradável: os doentes expelem sangue até pelos olhos. “O Ebola faz em dez dias o que a aids leva dez anos”, afirma, no livro Hot Zone, sobre a história do Ebola, o escritor Richard Preston.
Vírus tão agressivos quanto os causadores das febres hemorrágicas parecem não fazer sentido do ponto de vista biológico. “São vírus ‘burros’, pois matam os hospedeiros muito rapidamente”, diz Stefan. Vírus que convivem há milhares de anos com o gênero Homo, como o da herpes e da hepatite, e como o HPV, hoje mal se fazem notar, apesar de estarem presentes na maioria das pessoas. A tendência é que, com o passar do tempo, os vírus sofram mutações para ficar menos letais.
“Os vírus não foram feitos para contaminar humanos”, explica o virologista Wyller Mello, vice-diretor do Instituto Evandro Chagas, em Belém, no Pará. “Eles foram feitos para infectar as aves e outros animais. O prolongado contato com humanos fez com que esses vírus se adaptassem.”
A simbiose entre o gênero Homo e os vírus é muito antiga, mas se intensificou com o surgimento da agricultura, por volta de 10.000 anos. Foi então que se iniciou um processo que continua até hoje: os homens criam vilarejos e cidades avançando sobre florestas selvagens, com animais selvagens e também vírus selvagens.
“Esses vírus não têm tempo de se adaptar ao hospedeiro humano, por isso o alto grau de mortalidade”, diz Stefan. Quando surgiu em 1968, o vírus H3N2, conhecido então como o vírus da gripe asiática, tinha uma mortalidade muito mais alta que nos dias atuais. Hoje, ele é um vírus comum, um dos três que causam a gripe sazonal.
O mesmo aconteceu com a gripe suína, causada pelo H1N1, que surgiu em 2009. Em pouco tempo se espalhou pelo planeta, assustando a população. No ano seguinte, já não possuía a mesma letalidade do ano anterior. Darwin explica: os vírus mais letais do ano anterior mataram rapidamente seus hospedeiros e não conseguiram contaminar outras pessoas, ao contrário das cepas mais brandas.
Vírus como o da gripe têm como material genético o RNA, uma estrutura mais rudimentar que o DNA. Ao contrário das células humanas, nas quais o DNA é responsável por desencadear uma série de processos metabólicos, nos vírus, RNA ou DNA servem apenas para fazer novas cópias dos próprios vírus.
Enquanto os DNA vírus, como a varíola, fazem cópias perfeitas de si mesmos, os RNA vírus fazem cópias cheias de erros, ou mutações. Às vezes, trata-se da troca de um único aminoácido. Já é o suficiente, contudo para criar uma nova cepa, como as gripes anuais, ou mesmo tornar o vírus apto a deixar seu hospedeiro habitual e migrar para humanos.
Porque o vírus da varíola não conta com várias cepas, foi possível criar uma vacina eficiente para combater a doença. Em 1977, após uma intensa e histórica campanha de vacinação conduzida pela Organização Mundial da Saúde no mundo inteiro, a doença foi erradicada. Isso criou um clima de otimismo em relação ao futuro das doenças. (continue lendo a reportagem)
Fim das doenças – “Até os anos 1980, tínhamos convicção de que seríamos capazes de acabar com as doenças transmissíveis”, diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. “O vírus da aids foi a primeira prova de que estávamos errados.”
A Secretaria de Vigilância em Saúde é o equivalente nacional aos Centros de Controle de Doenças e Prevenção dos Estados Unidos, cuja sede fica em Atlanta. Como a personagem Erin Mears (Kate Winslet), de Contágio, os agentes do CDC vão para o local da infecção descobrir o máximo possível sobre o vírus: qual é sua mortalidade, quanto tempo dura o período de incubação e quando os pacientes começam a eliminar o vírus (pode ser muito antes que os sintomas apareçam, aumentando o alcance da doença).
“Nenhum país do mundo pode afirmar que está plenamente preparado para uma nova doença”, diz Barbosa. “É preciso estar preparado para as doenças já conhecidas.” Devido ao tempo de incubação, nada impede que um doente que aparentemente está saudável entre no país carregando um vírus altamente infeccioso. “O importante é que os hospitais estejam preparados quando receberem os doentes”, afirma Barbosa.
De certa forma, todos os países do mundo, inclusive o Brasil, aprenderam muito com a epidemia de SARS e a de gripe suína. A primeira lição foi a de que não se deve sonegar informações. A China poderia ter controlado antes a epidemia se tivesse informado a OMS sobre a doença. Desde então, os países se comprometeram a compartilhar informações de saúde pública. A OMS também não precisa mais esperar pela informação. Ela pode exigi-la, em face de uma ameaça. E os ministérios da saúde são obrigados a responder.
Em 2011, o Brasil forma sua 11ª turma especializada em treinamento de campo, em parceria com o CDC americano, que implantou isso por lá nos anos 50. O Brasil também possui três laboratórios capazes de detectar novos vírus, o Adolfo Lutz, em São Paulo, o Fiocruz, no Rio de Janeiro, e o Evandro Chagas, em Belém.
No Evandro Chagas, foi inaugurado este ano um laboratório de segurança máxima, capaz de trabalhar com animais contaminados. Em instalações do gênero, o ar que circula é renovado a cada cinco minutos, nenhum organismo vivo pode sair do laboratório e existem equipamentos capazes de isolar vírus desconhecidos. “Temos mais de 100 vírus, coletados em incursões pela floresta amazônica”, conta Wyller Mello.
Desde 2005, existem os CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde). Eles monitoram a situação em território nacional, por meio de videoconferências com os CIEVS estaduais. Além disso, um sistema busca palavras-chave na internet, como ‘infecção’ e ‘hemorragia’. O Brasil também conta com um acordo de cooperação com o CDC chamado projeto de vigilância interface animal-humana, para detectar vírus que consigam atravessar a ponte que separa espécies diferentes.
Mesmo assim, como Barbosa admite, é impossível prever como será a próxima epidemia. Durante um bom tempo o Brasil esteve preparado para uma epidemia de gripe aviária, que é transmitida pelo contato prolongado com aves ou, em raríssimos casos, com humanos infectados. Era uma preparação voltada para poucas e graves ocorrências. Mas a gripe suína, mais branda, porém mais disseminada, chegou antes. Foi preciso retirar o antiviral Tamiflu das farmácias para que o estoque não acabasse. No filme, algo parecido acontece quando é divulgado que um remédio homeopático, a forsítia, pode combater o MEV-1. Sinal de que, como defendem os roteiristas de Contágio, nada se espalha mais rápido que o medo.
Assisti o filme O urso e deixo aqui minhas impressões:
Bom vamos a história:
-O filme possui duas perspectivas e cenas: -A do animal, e a do caçador.
O filme inicia com uma mãe ursa, com seu filhote que habilmente esta coletando mel em um despenhadeiro (montanha cheia de pedras) de repente uma grande rocha cai e mata a ursa. Vale adentrar na história e comentar a qualidade da cena. Parece que os ursos realmente estão representando. Fruto de anos de filmagens. Voltando: -O pequeno urso fica com a mãe esperando que ela volte. Mas não volta.
O foco narrativo demonstra agora dois caçadores, pai e filho especialistas em caçar urso, preparando o rifre para a próxima caçada.
Já em outro momento o pequeno urso sai sem rumo a fim de sobreviver na floresta inóspita, é verão.
Ele encontra um veroz urso, é persistente e consegue tornar-se amigo deste urso.
O filme narra a partir daí uma veroz caçada entre os caçadores e estes dois ursos.
No final o urso encurrala um caçador. que implora para viver. O urso poupa a sua vida. Os dois caçadores vão embora vencidos
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Nos momentos finais há uma interessante sequencia, onde o filhote de urso é perseguido por um predador felino. Quando tudo parece perdido aparece o seu amigo e o salva de uma morte certa.
Um filme interessante pelo cuidado de narrar uma história com personagens inusitados, diversos aspectos da vida selvagem são retratadas no filme. Apesar de parecer cruel tanto o modo de viver de um predador, quanto os caçadores em busca do troféu. O filme passa esta mensagem: -Proteção a animais que possuem como maior predador: -O ser humano.
No final é esclarecido ao telespectador, a motivação do filme, que é alertar a sociedade sobre a caça de ursos. Também é dito que nenhum animal foi ferido para fazer o filme.
Filme imperdível para assistir em família, segue abaixo a sinopse do filme e o trailer:
O Urso (L'ours)
Sinopse: Poucos filmes conseguiram captar tão bem a verdadeira essência da vida selvagem como O Urso de Jean-Jacques Annaud. Foram quase quatro anos de filmagens, para obter o que o diretor chama de ponto de vista dos animais. O personagem central da história chama-se Youk, um precoce ursinho que, ao ficar órfão, tem de aprender a sobreviver num mundo hostil. Dois caçadores, Tom(Tchéky Karyo) e Bill (Jack Wallace), matam a mãe do pequeno Youk e fazem o animal suportar as agruras da floresta e a fazer face aos perigos que o rodeiam. Mas ele também encontra Kaar, um grande urso solitário que, contra todas a expectativas, ajuda Youk a enfrentar seus piores e mais mortíferos inimigos: os dois caçadores. O Urso ganhou o César de Melhor Filme Francês em 1988 e foi indicado para o Oscar de Melhor Montagem.fonte: http://www.interfilmes.com/filme_19870_O.Urso-(L.ours).html
Nestes dias assisti um filme: -Ferrugem e osso e gostaria de traçar algumas linhas sobre esse filme.
A história é de um Pai, meio 'levado a breca' no começo do filme até aparece uma cena onde ele furta.
Este pai vai morar com a irmã, situação bem pobre, a irmã trabalha em um supermercado e faz bicos como cuidadora de animais. Vida sofrida o protagonista da história gosta de lutas e sempre as vê, alias ele foi a tempos atrás lutador.
Por esta particuliaridade o moço consegue um emprego de segurança, e na casa de festa encontra a mocinha do filme.
Devo deixar claro ao leitor que este filme não tem este interesse de mostrar mocinho ou mocinha, ele tem o interesse de demonstrar uma história o mais real possível foi esta a minha impressão e a sua também se assistir este filme.
Mais a frente a moça sofre um terrível acidente onde perde as duas pernas.
O moço e esta moça nutrem uma diferente amizade.
E no final acabam juntos.
Claro que não se resumiria a isto o filme: -Mas ao fato real do filme.
Eu assisti o filme pensando que a moça realmente não tinha as pernas, ela as têm, foi retirada digitalmente. Mas tudo faz você pensar que ela não tem as pernas.
O moço é um anti-herói, nenhum momento o filme trás algum traço de emotividade a ele. As cenas onde ele 'disciplina' seu filho. Tudo real e assustador.
A moça também, passa por um drama, mas é pratica, claro que tem um momento de adaptação onde ela fica bastante 'deprimida' com o fato de não ter as pernas.
Mas daí entra o mocinho, que trata como algo natural e a adaptação é vista no filme.
Um filme assustador:
-Vou te dizer leitor, que o filme tem que passar para o telespectador a sensação de viver outra vida, de modo real.
-Nunca que eu seria um lutador de rua.
-A situação de perder as pernas pode ser algo bem distante.
Daí adentra o filme para te trazer a história real que propoe.
-Mas a crítica seria ser tão real que não se vê uma risada, nada que tire aquela situação de tensão?
-Tudo bem que é Drama o filme.
-Mas poderia sim ter algum personagem integrador para este real.
Minha aventura pelos filmes a assistir aleatório aterrizou neste nome: Maruge
Você já ouviu falar dele?
Será que a velhice deve nos tomar por vencido? Ou seja. É possível começar um sonho depois que o tempo passou? Somente quem já passou certa idade sabe o quão sofrível é sentar nos sonhos e deixa-los morrer dia após dia. No meu caso estou tentando com bastante persistência aprender a tocar violão, bom querido leitor vamos conhecer a historia de Maruge.
Para conhecer melhor esta história real assisti ao filme: -Uma lição de vida que conta a história de um queniano de 84 anos que com muita determinação e coragem aprendeu a ler e escrever em uma escola publica no Quênia.
O filme narra a história de determinação deste homem sendo baseado em fatos reais, descreve a escola publica infantil (sim você leu corretamente) deste país. Passou a guerra e o governo oferece escola para todos, assim diz a campanha do governo. Para isto seria necessário a certidão de nascimento. E há esta cena no filme mães correndo para conseguir a vaga para os filhos.
Também quem corre é o velho protagonista. Muita persistência e o velho começa a aprender com as crianças. Isto gera revolta dos pais e curiosidade da imprensa. Neste filme observa-se também a determinação da professora de manter Maruge na escola.
O superior desta professora a transfere para outra escola, e Maruge é também transferido para a escola dos adultos onde não consegue aprender.
Neste meio tempo é narrado o passado de tortura de Maruge.
O final? As crianças se revoltam com a nova professora e Maruge e a professora antiga mantem-se na escola.
É um filme feito pela BBC filmes, então há algo digamos 'documental' mas é excelente para demonstrar que a educação não importa a idade é o que faz a diferença e muda o futuro. Maruge mesmo velho queria aprender e ler e escrever o tirou da escuridão, escuridão esta do preconceito, que muitos ainda tem de si mesmo. Digo isto quando precisamos ir além mas não temos coragem de começar não importa a nossa idade. Sobre Maruge, ele é recordista como mais velho a ser letrado e seu exemplo fez a diferença em seu pais. Aos 90 anos faleceu deixando seu exemplo para este mundo.
Sabe aquelas histórias que a gente diz a nós mesmo: -Um dia lerei, ou, um dia assistirei sobre isto?Assim sentia-me ao ouvir o Nome de Walt Disney. Era algo que precisava fazer, saber melhor sobre ele, e sempre adiava. Amanhã eu faço. Chegou o dia e foi ontem.
Assisti o filme Biográfico: Walt Disney Before Mickey.
O filme trata daquelas história onde tudo é narrado desta maneira pra você: -Pare! Largue mão disto!
Assim foi para Walt Disney.
Para escrever esta Crônica, recorri a pesquisa e li sobre este homem. E observei que o filme é bem fiel a biografia dele.
Um jovem que já criança amava desenhar. Desenhava nos celeiros e também nos livros escolares. E continuou com a utopia que era desenhar, estamos em 1920. O mercado de animação estava engatinhando e Walt começou a desenvolver suas animações para passar antes dos filmes.
Sofrimento e fracasso foi sua trajetória naquele tempo. Fazia suas animações por um custo exemplo: -de trinta dólares- e as vendia pelo mesmo preço. E assim mantia o seu sonho de pé.
Criou um estúdio: -Laught o Gram- fez algumas animações e neste meio tempo mudou o nome do estúdio para o seu próprio nome: Disney . Chegou um momento que encurralado pela falta de dinheiro um aproveitador queria que Walt assinasse e doasse todo o conteúdo que este criasse para o estúdio.
Walt Disney disse não, e sofreu as consequências. algum tempo depois Criou-se o Mickey (quem sugeriu o nome foi sua esposa) E Walt Disney viveu seu sonho, ganhou vários Oscar e hoje seu nome é um império.
Hoje gostaria de comentar sobre os meus primeiros fios Brancos que persistem em aparecer e faz observar o quão efêmera é a vida. Agora sinto na pele ou nos cabelos em fios grisalhos que estou envelhecendo. Para retratar a crônica do Dia, gostaria de convidar você a quando tiver disponível assistir o filme: -A Incrível História de Adaline. Este texto será minhas impressões deste filme com meus pensamentos sobre: -O quão efêmera é a Vida.
O filme em questão retrata a vida de uma moça que nasceu em 1908, casou teve uma filha, ficou viúva, estamos em meados de 1940, O filme é meio fantasioso e para se aproximar de uma fábula, algo extraordinário acontece, o escritor deste filme narrou que a moça estava viajando com seu carro, sofre um acidente, e cai em um rio, quando estava a morrer , cai um raio no lago e aquela descarga retoma a vida da moça e (no filme um narrador descreve em tom cientifico) a partir desta descarga Adaline não envelhece mais, fica eternamente em um corpo de 29 anos.
-É uma fantasia que toca nossa alma pensar em ficar eternamente jovem, o filme trabalha nesta hipótese. Devolta ao filme em um momento Adealine deve abandonar a filha pois já é mais nova que ela. Em outros momentos deve deixar casa, emprego e amigos pois todos envelhecem e ela não.
Um salto no tempo e estamos em 2014 momento atual do filme. Ela encontra um amor, e decide contar tudo a ele, e por 'coincidência' o rapaz é filho de um antigo amor de Adaline.
-O filme é bem familiar, e o final a moça olha no espelho um fio de cabelo branco, que faz ela entender que o seu corpo voltou a envelhecer.
Adaline é um filme onde pensamos e se propomos a viver como ela. Observamos que apesar de ser algo instigante esta vida eternamente jovem, ela é só e por ser diferente deve estar sempre fugindo.
A vida passa com uma velocidade absurda, e o filme demonstra a mim, que os melhores laços são os familiares e precisamos aprender a ser feliz, com fios pretos ou brancos, e valorizar quem nos ama de verdade.
Neste momento de descanso, assisti uma vlogger que estava fazendo um acompanhamento de Guerra e Paz, um livro extenso de um autor russo que retrata a guerra de Napoleão, ou melhor, no momento daquela guerra. Um livro extenso que sei lá, quando estiver aposentado, quem sabe eu leia.
Antes de sentir a discriminação, peço ajuda aos universitários: risos: veja este video da Fabiane [vlogger cristã] que ela fala sobre literatura arte e afins: https://www.youtube.com/watch?v=Ca99Gx3S_DA
Voltando:
-Assisti o Pássaro, e fiz até uma ilustração deste filme.
O Filme esta no youtube com a qualidade péssima, mas vale a pena assistir.
-Um filme de um diretor famoso, de 1963 antigo.
Mas é um filme interessante, bem feito.
Uma moça que esta numa loja de pássaros tem uma paquera com um advogado, vai atrás do moço com uma gaiola dois periquitos.
Entrega na casa do moço seus periquitos, então começa o drama, a moça é atacada de sorrateiro por uma gaivota.
A moça super elegante, com um cabelo impecável e um conjunto verde que utiliza o filme inteiro.
E começa tempos em tempos os ataques dos passaros, a cena da escola é bem interessante, a protagonista vai averiguar se a filha do seu 'namorado' esta bem, sai e senta em um banquinho, começa a fumar seu cigarro: Neste filme fica bem claro o quanto a industria do cigarro estava atrelada ao cinema, demonstrando glamour e status para a cigarrilha: e então começa a surgir um monte de corvos atrás dela...
E mais tarde correm crianças dos pássaros naquele suspense.
Não gosto nada de suspense, confesso que já tive meus tempos de ler Steven King e gostava da literatura em si, de como este autor tecia seu texto. Neste caso assisti este filme pois a vlogger do começo deste texto sugeriu como um dos dez melhores filmes a ser assistido, teve outros mas este era o filme que tinha curiosidade de assistir e fui eu com a minha esposa assistir o filme.
Confesso que gostei do filme, da forma que o diretor explora as sensações com olhares, a falta de trilha sonora, explorando o ambiente, o pânico coletivo, e a falta de conclusão.
Várias sacadas, em um filme ousado, pela sua forma diferente de contar a história. Fiquei de boquiaberto em pensar como foi feito as diversas cenas de passaros, e depois pesquisando e lendo, vi que foi sobreposição de imagem. Na outra cena no final do filme a mocinha é atacada por passaros e e bem real, fui ler de novo e descobri que passaros foram amarrados na atriz que foi realmente surrada por passaros tendo que ter uma pausa na filmagem para voltar e finalizar o filme.
Agora estarei comentando no blog e assistindo filmes e deixando minha impressão por aqui, e é claro sempre que possivel uma ilustração :)
ilustração feita por Waldryano, no site pixabay esta sem a marca dgua