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12.9.17

Hated in the Nation crítica black Mirror


"Hated in the Nation" é o sexto e último episódio da terceira temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Escrito pelo criador da série e showrunner Charlie Brooker com a direção de James Hawes, o episódio estreou na Netflixem 21 de outubro de 2016, juntamente com o resto da terceira temporada. É o episódio mais longo da série, com 89 minutos de duração.

O episódio envolve um assassino misterioso, e segue a detetive Karin Parke (Kelly Macdonald) e sua nova parceira Blue Coulson (Faye Marsay) que, em conjunto com o auxílio do agente da Agência Nacional de Crime Shaun Li (Benedict Wong), tentam resolver as inexplicáveis mortes de pessoas que foram todas alvo de críticas nas mídias sociais.

O episódio foi aclamado pela crítica.

Enredo

A detetive inspetora-chefe Karin Parke (Kelly Macdonald) foi convocada para uma audiência para discutir seu envolvimento em um caso de segurança nacional britânica. O episódio volta para ano anterior, quando a jornalista Jo Powers (Elizabeth Berrington) é encontrada morta em casa com a garganta cortada: um aparente suicídio, embora Powers tenha sido um alvo recente de ameaças de morte online após ter criticado um suicídio publicamente. Enquanto investigava a morte de Powers, Parke encontra sua nova parceira, Blue (Faye Marsay). Parke inicialmente acredita que Powers foi assassinada pelo seu marido; Ele afirma que ela parecia estar ficando louca e balançou uma faca para ele antes de se matar.

No dia seguinte, um rapper chamado Tusk (Charles Badalona), que também se tornou um alvo de ódio da Internet por seu tratamento cruel com um jovem fã, acaba tendo uma convulsão e é hospitalizado e sedado. Uma máquina de ressonância magnética, usada para determinar a causa da convulsão, magneticamente puxa um objeto de metal do cérebro de Tusk através de seus olhos, matando-o instantaneamente. É revelado que o objeto trata-se de um drone em forma de inseto autônomo (ADI), um tipo de abelha mecânica desenvolvida para neutralizar o grave colapso das colônias de abelhas; Tais abelhas artificiais voam livremente em todo o Reino Unido, polinizando flores. A autópsia de Jo Powers também revela uma ADI alojada no centro de dor do seu cérebro, sugerindo que ela cometeu suicídio para acabar com o tremendo sofrimento causado pela abelha. Além disso, Blue percebe que ambos Tusk e Powers foram alvo de uma mesma hashtag no Twitter, '#DeathTo', aplicada a figuras públicas odiadas. Ela logo liga as mortes a um novo site promovendo um "Jogo de Consequências" onde usuários do Twitter cada dia podem votar para matar uma figura pública odiada, selecionando a vítima através da hashtag #DeathTo. Blue e Parke visitam a Granular, a empresa que criou as ADIs. O chefe da empresa, Rasmus (Jonas Karlsson), percebe que as ADIs foram localmente hackeadas. O caso torna-se grande o suficiente para um oficial da Agência Nacional de Crime (NCA), Shaun Li (Benedict Wong), se envolver.

Parke e a equipe de investigação encontram provável próxima vítima, localizando a pessoa mais detestada do dia no Twitter. Eles descobrem que é uma jovem mulher (Holli Dempsey) que tirou uma foto simulando urinar em um monumento de guerra militar, atraindo assim indignação pública. A equipe conduz a mulher até uma casa segura, mas um enxame enorme de ADIs explode através das janelas e de dutos de ar. A jovem morre nos braços de Parke e Blue quando uma das abelhas robóticas sobe pelo seu nariz e entra em seu cérebro. Curiosamente, as ADIs ignoram todos os outros presente na instalação. Observando como as ADIs são precisas em encontrar seu alvo, Blue deduz que elas utilizam um software de reconhecimento facial avançado, e isso só pode ser possível se a Granular tiver acesso aos registros do governo. Li relutantemente admite que isso é verdade: o governo está usando secretamente ADIs para vigilância pública em massa, que foi o incentivo real do governo para apoiar financeiramente o projeto ecológico. Enquanto isso, o uso da #DeathTo cresce rapidamente depois que o público aprende que o "jogo" realmente mata a pessoa mais odiada no país. A situação torna-se crítica quando o Chanceler do Tesouro (Ben Miles) sobe para o topo da lista dos "mais odiados" e se torna o próximo alvo.

Parke entrevista uma ex-funcionária da Granular que tentou suicídio depois de receber mensagens de ódio online do seu próprio colega de trabalho, Garrett Scholes (Duncan Pow), também um ex-funcionário da Granular, que salvou-a após a tentativa de suicídio. Parke fica imediatamente desconfiada de Scholes, com sua forte conexão com experiências de ódio na Internet. Simultaneamente, é descoberto que a ADI no cérebro de Jo Powers contém um manifesto digital escrito por Scholes, afirmando que ele quer forçar as pessoas a enfrentar as consequências sem se esconder atrás do anonimato online. Scholes está fora do país, mas o manifesto inclui uma selfie tirada pelo seu telefone, permitindo que Blue rastreie sua localização há seis meses. Uma invasão neste antigo esconderijo começa, e Blue desenterra uma unidade de disco, que contém um sistema para controlar as ADIs, bem como uma promissora função "desativar". Quando conectado ao sistema ADI, a unidade baixa uma lista de todos que já usou a hashtag #DeathTo. A lista contém os nomes, rostos, identidades e telefones dos participantes. Parke conclui que Scholes tinha usado apenas as figuras publicamente odiadas como isca; E que seu plano final é usar as ADIs para matar as centenas de milhares de pessoas comuns que participam do "jogo", como punição pelo seu próprio ódio.

Li aciona a função 'desativar' para desligar as ADIs para sempre, embora Parke suspeite que é uma armadilha e, sem sucesso, avisa Li que pode ser realmente um comando final para as abelhas matarem seus alvos. Por um momento a empresa Granular recupera o controle do sistema ADI, mas de repente a teoria de Parke é comprovada correta, e, em todo o Reino Unido, as ADIs procedem na ordem secreta para matar as 387.036 pessoas na lista. Voltando ao dia atual, a cena muda para Parke explicando na audiência que Blue desapareceu e presume-se ter cometido suicídio, por sentir-se responsável pela catastrófica perda de vidas. No entanto, Parke recebe mais tarde uma mensagem de texto secreta de Blue, que, ainda viva, localizou Garrett Scholes em um país estrangeiro de língua espanhola. A mensagem de Blue a Parke diz "Peguei ele"; Parke sorri e Blue começa a seguir Scholes na rua, provavelmente para se vingar.
Produção

Com 89 minutos de duração, este é o maior episódio de Black Mirror. Durante uma entrevista em outubro de 2016, Brooker revelou que haviam personagens no episódio que poderiam recorrer na série futuramente.

De acordo com Brooker, o episódio foi inspirado por "thrillers dinamarqueses como as séries de televisão The Killing e Borgen".O episódio também é parcialmente inspirado no livro So You've Been Public Shamed (2015) de Jon Ronson, sobre vergonha on-line e seus antecedentes históricos,[ e também pela reação pública que aconteceu depois que Brooker escreveu "Lee Harvey Oswald, John Hinckley Jr. – onde vocês estão agora que precisamos de vocês?" em um artigo satírico de 2004 sobre George W. Bush, no The Guardian.
Recepção da crítica

O episódio foi amplamente aclamado pela crítica que elogiou sua escrita, o uso do Twitter, temas, atuação e o final.

Suchandrika Chakrabarti do Daily Mirror aclamou o episódio, dando-lhe uma classificação perfeita e chamando-o de "uma grande conquista", afirmando que "é iluminador e atraente assistí-lo, com Black Mirror fazendo o que faz melhor: nos contar sobre a natureza humana através do tecnologia que desejamos, mas não merecemos". O Digital Spy também escreveu uma crítica bastante entusiasta, considerando o episódio "um grande exemplo de como a série no seu melhor pode fundir seus conceitos altamente elevados com uma narrativa mais tradicional para refletir eficazmente esse espelho negro em nossa própria sociedade". O clímax foi bastante elogiado e chamaram o episódio de "uma comprida história com características que o cativam durante o todo."

Adam Chitwood, do Collider, observou que o episódio é "o mais relevante em termos de temática ... dessa nova temporada, com uma conexão direta com o lado feio da mídia social e sua falta de consequências".O The Telegraph chamou o episódio de "um inspirado drama policial procedural "e avaliou-lhe com quatro de cinco. Zack Handlen do The A.V. Clubdeu ao episódio um B +, afirmando que "Black Mirror termina sua temporada com um thriller sólido, mas sem destaque". Ele criticou a duração do episódio, apesar de reconhecer que "pelo menos a história tem complicações suficientes para nunca se sentir vazia".

Múltiplos críticos notaram como o episódio ecoou no seriado da CBS, BrainDead.

Opinião do Blogueiro
Quando assisti o episódio, achei super bem bolado, tudo haver com tecnologia, lembrou até mesmo um desenho japonês o Death note, na ficção tudo é possível pensar ser possível. E chega o episódio Odiado pela nação. Abelhas artificiais que se reproduzem em colmeias que são impressoras 3d livram o mundo de um desastre ambiental. Porém, são 'hakeadas' e agora começam matar pessoas, odiadas através de uma hasttag. (pense primeiramente o episódio entende que todos só usam twitter) e a partir daí os que estiverem mais votados na hast, vão morrer pela abelha. Não importa onde for, as abelhas te encontram pois tem um rastreador de rosto... E tudo que a tecnologia permitir. E mesmo quem criou tais 'inimigas' não consegue controlar o problema.
E vão as detetives tentarem salvar o mundo, ops, o Reino Unido... Descobrem... Mas o efeito reverso acontece. Ao desativar o que permitia a hasttag ir matando o povo, o feitiço sai contra o feiticeiro. As abelhas agora vão matar todos os que votaram na hasttag assassina.
Se era pra criticar usar uma lógica tecnológica pra isto, o episódio foi ótimo. Conceitual digno de filme, pois  roteiro foi como já disse, bem bolado. Os efeitos especiais respeitaram o orçamento de uma série de televisão, ganhou de mim um: -Opa que legal. pois foi moderno, foi interessante, foi suspense e policial, mas principalmente, foi uma ótima crítica as mídias sociais...




Séries Netflix


White bear crítica Black mirror


"White Bear" é o segundo episódio da segunda temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. O episódio apresenta uma trama autônoma que gira em torno de uma mulher (Lenora Crichlow) que não se lembra de quem ela é ao acordar em um lugar onde quase todo mundo é controlado por um misterioso sinal de televisão. Junto com uma das poucas mulheres que não foram não afetadas (Tuppence Middleton), elas devem parar o transmissor "White Bear" enquanto algumas pessoas tentam matá-las.

O episódio foi escrito por Charlie Brooker, o próprio criador da série, e exibido pela primeira vez no Channel 4 em 18 de fevereiro de 2013, onde foi visto por 1,2 milhões de espectadores. Inicialmente, Brooker escreveu uma história apocalíptica, mas quando eles estavam prestes a filmar o script em uma antiga base da Força Aérea dos EUA, ele mudou de ideia devido a uma cerca que viu no local. Ele reescreveu o texto em dois dias, e removeu alguns detalhes que poderiam ser úteis para uma história seguinte. A principal mudança foi feita em seu fim: Um plot twist foi adicionado na trama - e isto foi destacado como o aspecto mais impressionante do episódio pela maioria das análises.

Enredo

Uma mulher (Lenora Crichlow) acorda em uma casa e descobre que está com amnésia. Ela se vê cercada por imagens de uma menina pequena (Imani Jackman) — que ela assume como sua filha —, bem como fotos de si mesma e um homem (Nick Ofield). A mulher sai da casa e vê várias pessoas gravando-a em seus telefones, mas ignorando seus pedidos de ajuda. Um homem mascarado chega e começa a atirar nela com uma espingarda. Ela foge e encontra Jem (Tuppence Middleton) e Damien (Ian Bonar). Jem e a mulher escapam do homem mascarado, que mata Damien. Jem explica que um sinal misterioso começou a aparecer nas televisões e na internet, transformando a maioria da população em espectadores passivos que não fazem nada além de gravar tudo ao seu redor. A mulher e Jem não foram afetadas, mas também são um alvo para os "caçadores", seres humanos também não afetados mas que agem sadisticamente. Jem planeja ir até um transmissor chamado "White Bear" para destruí-lo e parar o efeito do sinal na área.

Enquanto viajam, um homem chamado Baxter (Michael Smiley), que também não foi afetado, consegue capturá-las. No entanto, ele as conduz até uma floresta onde as mantém sob a mira de uma arma. Quando a mulher está prestes a ser torturada por ele, Jem mata Baxter. Eles continuam viajando para o transmissor, enquanto a mulher tem visões de eventos passados ​​e futuros. Quando chegam ao transmissor, dois caçadores as atacam. A mulher luta com um dos caçadores que está armado com uma espingarda e, imediatamente após conseguir posse da arma, atira em seu atacante, só que a munição era apenas confete.

As paredes se abrem e revelam uma audiência aplaudindo depois de observar toda a fuga; Jem, Damien, e os caçadores são revelados como sendo atores. A mulher está amarrada a uma cadeira, e Baxter aparece para explicar tudo: seu nome é Victoria Skillane, e a menina na foto era realmente uma menina de seis anos chamada Jemima Sykes, a quem Victoria e seu noivo, Iain Rannoch, sequestraram a poucos quilômetros de sua casa. Iain torturou e matou a menina e depois queimou seu corpo, enquanto Victoria gravou suas ações em seu telefone celular. O "White Bear", originalmente o ursinho da vítima, tornou-se um símbolo da investigação nacional do assassinato, enquanto o símbolo presente nas televisões era idêntico à tatuagem que identificou Iain, que se suicidou em sua cela antes do julgamento. Insistindo que estava "sob o feitiço de Iain", Victoria foi sentenciada a sofrer uma experiência em que sentiria os mesmos sentimentos de terror e desamparo que fez a vítima, repetidamente todos os dias.

Victoria, que ainda não tem uma lembrança clara desses acontecimentos, é levada de volta para o complexo, passando por uma multidão que a ataca arremessando pedras e alimentos (sob encorajamento da equipe) e retorna para onde ela acordou. Victoria é colocada de frente para uma televisão e assisti as imagens de Jemima, enquanto Baxter coloca eletrodos em sua cabeça para limpar sua memória dos eventos que aconteceram no dia. Ao longo dos créditos finais, os eventos de um novo dia são vistos do ponto de vista do pessoal do "White Bear Justice Park" e os visitantes que desempenham o papel de filmar Victoria.
Produção

Brooker originalmente imaginou o episódio como "uma franca história de apocalipse [zumbi]", mas apresentava a mesma mulher — a diferença é que ela seria jornalista — e o mesmo sinal afetando as pessoas de todo o mundo. O episódio seria concluído por uma crucificação pública, embora Brooker não esclareça se é o personagem principal que seria crucificado. O plot twist do final não estava no roteiro original, e foi somente quando eles estavam procurando por locais em uma antiga base da Força Aérea dos EUA, onde ele viu um cercado, que ele veio com a ideia em mente. Ele declarou: "Eu vi a moradia, um posto de gasolina, e eu vi esta cerca que dava para fora do lugar. Eu estava tipo, 'Isso é interessante, há uma cerca, uma cerca, uma cerca!' E o plot twist de repente me veio em mente." Brooker, em seguida, reescreveu seu script em dois dias "como uma espécie de sonho febril." Além disso, ele revelou que nunca tinha mudado um script tão tarde na produção antes.

Referências culturais

Muitos críticos identificaram uma alusão aos assassinatos de Moors, cometidos por Ian Brady e Myra Hindley, um casal britânico que matou crianças na década de 1960.Ryan Lambie do Den of Geek também encontrou algumas similaridades entre o episódio e os crimes de Ian Huntley e Maxine Carr. David Sims, do The A.V. Club, enfatizou as semelhanças entre a gravação de Victoria e o fato de que Hindley também gravou suas vítimas sendo torturadas.
Ele oferece um nível de terror, e então um alçapão se abre e há vários níveis adicionais de terror. De alguma forma, [o episódio] deve confirmar a você que o mundo é um lugar horrível porque apresenta uma sociedade em que o mundo é um lugar horrível. Se você é neurótico e temeroso, então talvez 'White Bear' lhe dê cócegas. Mas é reconfortante, de alguma forma, assistir a filmes que revelam que a sociedade é insana e sem coração. É como se os cineastas estivessem dizendo: 'Não estamos dizendo que este é um retrato realista. É um pesadelo.'


— Charlie Brooker, criador da série


A influência em trabalhos de terror também foi destacada pelos críticos e pelo próprio Brooker. Lambie também encontrou aspectos remanescentes dos filmes apelativos dos anos 70 na cena da floresta. Ele também considerou que "existem vários paralelos visuais e temáticos para The Wicker Man e Kill List". Morgan Jeffery, do Digital Spy, afirmou que "é parte um filme de zumbis, parte um filme slasher e tem até aquela sensação inquietante de Wicker Man com sua noção de "sociedade incorreta".Brooker comentou que é de fato "uma história estilo-Wicker Man",e que alguém que gosta do Wicker Man original apreciaria muito "White Bear". 28 Days Later e O Massacre da Serra Elétrica também foram mencionados pelos críticos como possíveis influências por possuírem conceitos semelhantes.Paul Brian McCoy, do Comics Bulletin, comentou que "lembra bastante qualquer drama de apocalipse de zumbis, incluindo o próprio Dead Set de Brooker às vezes" e The Signal.[12] Enquanto Brooker disse que o design dos caçadores foi inspirado no jogo eletrônico de terror Manhunt, McCoy considerou que "ecoa" mais Resident Evil.

The Twilight Zone também tem sido considerada uma influência por alguns críticos. Jeffery comentou que "tem a atmosfera de um episódio clássico de Twilight Zone dos anos 60 - as raízes de Black Mirror [sobre ele] nunca estiveram mais visíveis". Sims afirmou que é "facilmente o episódio mais Twilight Zone do show", enquanto James Hibberd da Entertainment Weekly disse que "poderia ter sido facilmente um clássico episódio de The Twilight Zone". Lyndsey Weber da Vulture incluiu o episódio de The Twilight Zone "Five Characters in Search of an Exit" como "material bônus" para "White Bear".
Recepção da crítica

"White Bear" foi transmitido pela primeira vez no Reino Unido pelo Channel 4 às 22 horas de 18 de fevereiro de 2013. Segundo o Broadcasters Audience Research Board, o episódio foi visto por um número estimado de 1.2 milhões de telespectadores, que correspondeu a 7.2% da audiência britânica. Alcançou um número mais baixo do que o episódio de estreia da temporada, "Be Right Back", que foi visto por 1.6 milhão de pessoas (9%). Brooker delcarou que "White Bear" é definitivamente o episódio que fornece "a reação mais visceral e insana de telespectadores".

Fonte: Wikipédia

Opinião do Blogueiro

Olá leitores do blog, mais um episódio do Black para comentar, primeiramente, achei depois de assistir, um péssimo episódio. Lembrei do filme do Jim Carrey o Show de Truman, que diz a lenda ser o pai dos realitys que existem por aí. Pra quem já assistiu resume-se assim. Uma moça criminosa, é obrigada a todos os dias passar por uma encenação, onde todos são atores e somente ela vivencia uma realidade. É a prisão dela.
Ela fez um delito com requintes de crueldade e por isto é culpada emocionalmente todos os dias, através de 'alguma terapia futuristica' ela perde a memoria todos os dias... e todos os dias sofre um estramanhamento... Que torna-se atração para um futuro abitolado onde as pessoas gostam deste tipo de entretenimento. Claro que o Black Mirror é uma crítica as mídias e o quanto ela influencia no nosso cotidiano. Mas eu acho que este episódio perdeu o tom e tornou-se algo bizarro. Minha humilde opinião. A pra finalizar senti referencias de personagens do orphan black (quem assistiu orphah vê de cara) não sei quem imitou quem...

Séries Netflix 


11.9.17

Be Right Back, crítica Black Mirror


"Be Right Back" é o primeiro episódio da segunda temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Foi escrito por Charlie Brooker, o próprio criador da série, e exibido originalmente no Channel 4 em 11 de fevereiro de 2013.

Enredo
Martha (Hayley Atwell) e Ash (Domhnall Gleeson) são um jovem casal que se mudam para uma casa remota no campo. Um dia após a mudança, Ash é morto ao tentar retornar para casa em uma van alugada. Depois de descobrir que está grávida, Martha relutantemente experimenta um novo serviço online que permite que as pessoas permaneçam em contato com o falecido. Usando todos os seus últimos perfis de comunicação online e redes sociais, um novo "Ash" pôde ser criado virtualmente. Depois de começar com mensagens instantâneas, Martha carrega vídeos e fotos de Ash para o banco de dados do serviço, para que assim ele possa duplicar a voz de Ash e conversar com Martha por telefone. Martha se permite acreditar que ela está falando com seu parceiro morto, e nas semanas seguintes ela conversa com o artificial Ash quase sem parar, mantendo-o atualizado sobre a gravidez. Depois que Martha acidentalmente danifica seu telefone e tem um ataque de pânico quando ela temporariamente perde contato com o serviço, o artificial Ash a informa sobre o próximo estágio do serviço, que ainda está em fase experimental: um corpo feito de carne sintética onde o programa pode ser carregado.

Seguindo as instruções artificiais de Ash, Martha transforma um corpo branco sintético em um androide que parece quase exatamente como Ash e só está faltando características menores, como o cabelo facial e uma toupeira no peito. A partir do momento em que o androide é ativado, Martha se sente desconfortável e luta para aceitar a sua existência. Apesar do androide satisfazê-la sexualmente, ela rapidamente fica frustrada por ele fazer constantemente o que ela diz sem questionar, a sua falta de emoção (pois ele só expressa emoções quando ela diz isso para fazê-lo) e a ausência de determinados hábitos e traços de personalidade que o verdadeiro Ash tinha, mas que o serviço não tinha informações. Ao levá-lo até a beira de um precipício, ela ordena que ele salte. Tomando como uma sugestão dela, o androide implora pela sua própria vida.

A cena seguinte decorre vários anos mais tarde, e mostra Martha levantado sua agora filha de sete anos de idade (Indira Ainger) até a casa de campo, onde ela está mantendo o Ash android trancado no sótão. Ela permite que sua filha veja o androide nos fins de semana, mas a filha de Martha convence-a a permitir que ela entre no sótão em seu aniversário. Enquanto sua filha está no sótão com o androide, Martha espera no fundo do sótão, com lágrimas no rosto, antes de se juntar a eles.


Durante uma entrevista em outubro de 2016, Brooker revelou que "tinha uma ideia extra para 'Be Right Back' também, onde poderíamos ver outras pessoas que tinham sido trazidas de volta para seus perfis nas mídias sociais".
Recepção da crítica

O episódio foi recebido com elogios pelas críticas. O The A.V. Club avaliou o episódio com um A-, descrevendo-o como uma "audaciosa" abertura de temporada e adicionou: "é em parte sobressalente, assombrando, focalizando na dor de uma mulher e sua perda repentina de seu outro significativo, e após ela comprar um clone para substituí-lo, preenchendo inicialmente a lacuna em sua vida, rapidamente é mostrado o quão deficiente é fazer isso de diversas formas." O The Independent resumiu sua análise dizendo: "'Be Right Back' funciona muito bem pois captura o zeitgeist da mídia social. Foi uma história encantadora e emocionante - mais do que 'Fifteen Million Merits' - e um mundo longe do que Brooker e nós estamos acostumados. Ele pôde escrever uma história emocionante e agarrá-la até um final que poderia ser agridoce e evitou torná-lo excessivamente trágico e deprimente com um clichê de suicídio em um penhasco". O The Daily Telegraph avaliou o episódio com 4 de 5 estrelas dizendo: "O show tocou em idéias importantes - a maneira falsa que às vezes é nos apresentada online, e nosso crescente vício em vidas virtuais - mas também foi uma exploração tocante do sofrimento. Para mim, é a melhor coisa que Brooker já fez."

Segundo o Den of Geek: "Ao reduzir ainda mais o seu alcance, 'Be Right Back' apenas intensifica sua força dramática: uma parábola de ficção científica sobre morte e fantasmas virtuais, esse episódio de abertura é apropriadamente assustador".O Digital Spy escreveu: "A estreia da segunda temporada de Black Mirror é assustadora e se intensa ao mesmo tempo. Há corações reais e personagens que vivem e respiraram - mesmo quando eles não o são", e avaliou o episódio com 4 de 5 estrelas.O The Huffington Postcomentou: "O último episódio de Black Mirror, 'Be Right Back', é uma visão assombrosa do futuro e do que nossa relação com a tecnologia pode se tornar. É também um lembrete de como nossa relação com a tecnologia mudou desde meados do século XX." A revista Empire classificou o primeiro encontro entre Martha e o android Ash como um dos 50 maiores momentos da ficção científica.

Na vida real

Em 2015, a co-fundadora da Luka, Eugenia Kuyda, usou sua startup sobre IA para construir um serviço online semelhante ao usando em logs de bate-papo para falar com o seu amigo falecido. Embora o resultado seja impressionante em diversos pontos, tem recebido reações mistas de parentes do falecido, e também críticas como: "Kuyda não aprendeu a lição do episódio de Black Mirror".
Fonte: Wikipédia


Opinião do Blogueiro
Boa leitores do Blog? Estou acompanhando Black Mirror no Netflix e hoje foi a vez de assistir este episódio. Poderia titular: De volta

Uma moça com uma vida cotidiana, com seu jovem marido, perde-o em acidente de carro. No entanto, o futuro oferece um modo de manter contato com o morto? Nem tanto, o futuro promete uma forma de comunicação. Um serviço oferece a chance de 'alimentar' um sistema com as informações das redes sociais deste marido morto. 

Um sistema torna as lembranças deste marido morto em uma inteligencia artificial capaz de responder conversas via telefone. A moça se vê cada vez mais envolvida com este modo prático de contato afetivo. Enjoos demonstram que esta moça esta grávida. O contato torna-se mais importante e a moça pede algo mais real para manter-se livre da solidão. Um android que é ativado com todas as características físicas do marido morto.

Com o tempo a moça observa que as emoções do android são muito mecânicas, convida-o a um passeio.
Neste passeio pede para o android se jogar de um precipício. Ao desenrolar, não ocorre a morte do android a moça decide preservar a lembrança no sótão da casa.

Finaliza-se o episódio demonstrando esta moça mais velha com sua filha, onde 'o segredinho' é guardado.
  • A série conversa sobre tecnologia e até que ponto as redes sociais são capazes de influenciar nossas vidas. É fato que já estamos conectados e muitas pessoas são dependentes das redes sociais para a interação. Daí a graça ou a crítica. Nossas vidas são fragmentadas em redes sociais, e um dia tudo pode acabar e é assustador esta perspectiva. Confesso que quando morreu um ou outro, fui ver seu face para 'conhecer' aquele desconhecido, que infelizmente pela tragédia da morte, tornou a notícia da vez. E a partir disto pensei a possibilidade bem arranjada do enredo deste episódio. Não sei se consideraria o melhor episódio, mas considero uma ótima reflexão. 
Séries Netflix

4.9.17

Personagens transgêneros são colocados na TV para mudar opinião pública


Personagens transgêneros são colocados na TV para mudar opinião pública

Quanto mais as pessoas estão expostas ao transgenderismo, mais possuem uma visão positiva sobre isso, afirma estudo.


por Jarbas Aragão
Personagens transgêneros na TV mudam a opinião do público
Os estúdios de Hollywood e canais de televisão em quase todo o mundo tem dado espaço crescente para o transgenderismo. Filmes, novelas, seriados, programas de entretenimento e até notícias estão mostrando pessoas que mudam de gênero como algo normal.
Contudo, um estudo recente mostra que isso não é por acaso. A intenção é mudar a maneira como o público pensa sobre esse tema. E com sucesso.
Durante décadas o desejo de ter outro corpo, do sexo posto, era visto como um transtorno mental, sendo necessário terapia. O homossexualismo, na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde, se encaixava na categoria 320 Personalidade Paatológica, como um dos termos de inclusão da subcategoria 320.6: “Desvio Sexual”.
Gradualmente foi saindo da categoria “Personalidade Patológica”, passando para a categoria “Desvio e Transtornos Sexuais” (código 302), e só deixou de ser considerado doença em 1990, muito por causa do trabalho de grupos ativistas.
O trangenderismo ainda é classificado como distúrbio, mas em breve pode seguir o mesmo caminho e, por conta da pressão política, deixar de ser visto dessa forma.




Os aspectos culturais da mídia e sua influência sobre a sociedade é ponto pacífico para os estudiosos das ciências humanas. O novo estudo, publicado em agosto por uma revista científica norte-americana, revela como a televisão apresenta transgêneros como algo positivo e normal e como isso muda a maneira dos espectadores verem o tema.
Em resumo, quanto mais as pessoas estão expostas ao transgenderismo na tela, mais possuem uma visão positiva sobre isso.




Seriados x Noticiários

Por exemplo, o seriado Royal Pains, do canal USA, apresenta um adolescente transgênero interpretado pela ativista transexual Nicole Maines. Dos 488 espectadores regulares do programa entrevistados como parte do estudo, 391 deles, ou aproximadamente 80%, dizem que sentiram uma “atitude positiva” em relação às pessoas transgênero e políticas sobre o tema, incluindo a permissão para os alunos usarem qualquer banheiro que achem que corresponde ao seu gênero nas escolas.
Para efeitos de comparação, o enredo de ficção de Royal Pains foi mais eficaz em fazer as pessoas aceitarem o transgenderismo que a transformação da vida real do ex-campeão olímpico Bruce Jenner em “Caitlyn”, que foi retratado em um reality show, de acordo com a pesquisa não afetou a atitude do público de maneira considerável. Tanto é que a audiência foi insuficiente para o canal E! renovar após duas temporadas.
Outras séries de ficção que mostram personagens transgêneros, como Orange is the New Black da Netflix, demonstraram ter efeitos semelhantes sobre os telespectadores, gerando na audiência um sentimento de apoio aos transgêneros.




Quanto mais programas favoráveis ao transgenderismo as pessoas assistem, afirma o estudo, fica mais provável que esses espectadores não associem suas ideologias políticas às atitudes em relação às pessoas trans.
Em outras palavras, o aumento da exposição ao “estilo de vida transgênero” faz com que as pessoas fiquem menos inclinadas a se opor a elas, o que aumenta a aceitação pública de alguém mudar de gênero.
“Embora a visibilidade da mídia de pessoas transgêneros tenha atingido novos níveis nos últimos anos, pouco se sabe sobre os efeitos dessa visibilidade”, explica Traci Gillig, que faz doutorado na Annenberg School for Communication and Journalism da Universidade do Sul da Califórnia. Ela aponta que este é o primeiro estudo do tipo a analisar o tema da programação de mídia e dessa tentativa de engenharia social.
Os resultados desta pesquisa mostram claramente que a caracterização de trangêneros no entretenimento convencional tem uma grande influência sobre as percepções públicas sobre o tema e as políticas públicas relacionadas e eles.




“Assistir a programas de TV com personagens transgêneros pode quebrar os preconceitos ideológicos de uma forma que os programas de notícias não conseguiriam. Isto é especialmente verdade quando as histórias inspiram esperança ou quando os espectadores passam a se relacionar afetivamente com os personagens”, resume Erica Rosenthal, que fez parte da equipe que conduziu a pesquisa. Com informações de Science Daily


Opinião do Blogueiro
Como vivemos num mundo globalizado o assunto do momento é A mudança de Gênero, já comentei no blog Globo mostra mudança trans em horario nobre inclusivo foi o assunto mais comentado no twitter.
E até no intagram tão comentando e falando olhe esta é a mulher homem mais famosa do EUA

Comentei o forte impacto que tem a mídia em relação as pessoas. E muitas pessoas serão influenciadas pela poderosa Globo. Minha opinião já falei no post que citei aqui. 
Opinião

2.9.17

O que queres que eu te faça?


A paz do Senhor a Todos, nesta semana começo logo te perguntando: - O que queres que o Senhor te faça? É interessante elencar nome e agir com fé, assista o vídeo até o final, um ato simples pode mudar tudo, boa semana, e gratidão a todos que acompanham a comunidade e os vídeos semanais e avaliem o vídeo como sempre comento, seu ato ajuda o vídeo encontrar solo fértil, Abraços do Wal

Oi Querida (o), Mais uma semana, mais uma mensagem do Wal pra tua vida.

Um ceguinho soube que Jesus estava passando e começou a gritar: - Jesus Cristo filho de Davi, tenha misericórdia de mim, Gritava e Gritava, e começou a incomodar os que o rodeavam, sabe porque? porque cada um sabe da sua necessidade, e somente nós podemos mensurar o quanto necessitamos é de uma cura, é de uma restauração, é de um renovo espiritual. Aprendemos nesta mensagem que devemos persistir no pedir, clamar, mas para a pessoa certa. Ninguém entende o nosso sofrer, a nossa necessidade, e podem até questionar o nosso pedir, então deixei bem claro na mensagem, devemos fazer esta pergunta: -O que quer que Deus faça no seu viver. Devemos fazer esta pergunta e colocar nome no que precisa, e a partir daí, orar e pedir e persistir e não aceitar um não como resposta a persistência o tanto pedir, chegou ao ouvido de Cristo que restaurou a ferida do cego, e o mesmo Jesus também restaura até hoje, é questão de fé, é questão de persistir, é questão de pedir, e entender que somente você sabe o quanto precisa de suprir a sua necessidade e deve-se pedir a pessoa correta, a que atende e pode todas as coisas. Só que não é somente pedir e receber, é depois de receber a cura, o renovo ou a unção é o propósito, o ceguinho, seguiu o caminho. Antes mesmo de receber, a gente tem que ter esta convicção, depois de receber a minha benção, vou ser servo (a) de valor e seguir o caminho o texto bíblico que usei como referencia demonstra isto e penso ser o segredo da vitória, esta determinação, textos bíblicos são como um garimpo onde podemos retirar pedras preciosas que podemos aplicar a fim de melhorarmos como pessoa. Concluindo aqui, devemos, pedir com persistência, para a pessoa certa, saber exatamente o que precisamos da parte de Deus e se comprometer em ser servo de verdade e de entrega e seguir o caminho. pra poder cantar o louvor, Já Deu tudo certo.

Uma palavra do Wal

Sarah Sheeva comenta o caso Daniela Araújo




A pastora Sarah Sheeva usou a polêmica envolvendo a cantora Daniela Araújo para alertar as igrejas sobre algo cada vez mais comum: valorizam mais o talento que a vida espiritual dos cantores e músicos.

Daniela Araújo foi exposta por seu ex-namorado que publicou áudios revelando que ela é usuária de drogas. O caso abalou o “mundo gospel” nessa semana. 

Sarah Sheeva afirmou que é preciso orar para que Deus restaure a cantora, mas acredita que todo o pecado deve ser exposto. “Sempre tem que haver exposição em tudo o que a gente fizer de errado”. Todavia ela condena a forma como isso veio à tona. 

Ela aproveitou o momento para dar um recado à Igreja, pois há muitas pessoas que estão no altar que caem no pecado. “Nós, igreja, precisamos aprender a valorizar mais o caráter que o talento para estarem no altar de Deus”, declarou. 

Ela entende que o talento é importante quando falamos de música, mas é preciso colocar a santidade em primeiro lugar. “Se a gente não priorizar o caráter, a gente vai continuar tendo problemas”. 

“Precisamos usar essa situação para o nosso crescimento, para melhoria das nossas igrejas e não para ficar atacando pedra nessa menina”, continuou Sarah Sheeva. 

Muitas pessoas se destacam pelo talento e são colocadas no altar e, com medo de perderem seus postos, abafam seus pecados e não procuram ajuda para ter uma vida reta. 

Sarah é cantora, fez sucesso no meio secular até que se converteu e abandonou a fama. Ela ficou seis anos apenas como membro da igreja, se tratando e aprendendo até que começou a cantar. 

Ela conta seu exemplo para mostrar que é preciso preservar o altar, não transformá-lo em um palco para shows. “Onde tem brecha no altar, infelizmente irmãos, as máscaras vão cair”, declarou. 

Segundo ela, muitas igrejas que estão “nesse movimento” que transformou a adoração em show, vão ficar sem seus membros, pois com o escândalo, eles procurarão por igrejas mais sérias.

Via: Portal do Trono



Priscilla Alcântara faz carta aberta sobre Daniela Araújo




Nesta terça-feira (8), a cantora Priscilla Alcântara se pronunciou sobre o episódio envolvendo a também cantora Daniela Araújo. Pelas redes sociais, Priscilla divulgou uma carta aberta sobre o caso. 

CARTA ABERTA
Hoje, apesar da dor que senti pela nossa irmã, achei um motivo para me orgulhar: o modo como minha geração tem aprendido a cuidar melhor uns dos outros; a ter compaixão no lugar de acusação. Perseverem na fé e na esperança que há no nosso Papai. Enquanto o Seu amor durar, acredite no que esse Amor pode fazer. E a boa notícia é que esse Amor dura PARA SEMPRE. Nós somos a geração que vai restaurar uma das características que Jesus mais preza em Seu Corpo: a unidade. Por isso não desista do seu próximo. Celebre todos os dias a vida do seu próximo. Gere em você o olhar e o coração do Papai, todos-os-dias. Eu acredito em vocês, porque tenho visto o temor que tem sido gerado por estarmos nos dedicando a conhecer de perto quem nosso Papai é e por isso acredito que a nossa geração vai manifestar o que o Reino também verdadeiramente é (paz, justiça & alegria) através da união. Vigie noite e dia para que não caia e sempre que um irmão, como o filho pródigo cair, certifique-se de estar ao lado do Papai, de braços abertos, para festejar quando ele voltar. 🙂 com amor, Pri.
Crônicas de um Velho Jovem

Artista Hector Angelo

Olá leitores, estou com um projeto parado de voltar a desenhar, e para isto estou buscando inspiração, não sou desenhista mas gosto de rabiscar, hoje ao assistir a Fátima Bernardes vi um artista prodígio bem original daí surgiu a necessidade deste post, que é mais pra guardar uma pesquisa que fiz sobre ele, e também guardar umas imagens dele pra adiante buscar inspiração, o meu blog tem proteção de cópia, eu repliquei um post que se encontra na fonte abaixo. 
Fonte: Hector Angelo
O jovem Hector Ângelo esteve no programa da Fátima Bernardes no dia 15 de agosto de 2017 está aí para mostrar que a idade é apenas um detalhe quando o assunto é talento e criatividade.
Nascido em Goiânia, Hector é escritor e artista plástico, possui 4 livros publicados e já fez 3 exposições apresentando suas criações.
Este prodígio cria seus desenhos acompanhados por histórias desde os 7 anos de idade, quando aprendeu a escrever e a interligar a escrita com a ilustração.
Mesmo sendo muito jovem, a mensagem que Hector busca passar com sua arte é de uma intelectualidade que impressiona.

hector angelo ilustração desenho 14 anos prodigio artista (11)hector angelo ilustração desenho 14 anos prodigio artista (9)
A música pop é uma das suas principais inspirações na hora de criar, sendo que ele considera a postura e a emoção por trás das canções como elementos muito importantes. Um bom exemplo que o inspira é a mensagem que a cantora Beyoncé deixou no seu álbum mais recente quando escreveu uma música que falava sobre a luta pela liberdade negra.
Em termos artísticos, o prodígio gosta bastante de grandes nomes como Frida Khalo, Botero e Van Gogh.
Atualmente trabalhando em seu 5º livro e também com projetos ligados à moda, Hector Ângelo pode ser considerado um fenômeno, tanto pela pouca idade quanto pelo talento e criatividade. Uma coisa é certa… este jovem tem tudo para ter um futuro brilhante.
Se você ficou curioso e quiser seguir este adolescente goiano mais de perto, acompanhe-o no Instagram e no Facebook.
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Reinterando se este post feriu algum direito intelectual peça para ser retirado waldryano@gmail.com, esta como divulgação.
Crônicas de um Velho Jovem

San Junipero, Crítica Black Mirror

No blog estes dias escrevi sobre o caso da moça que torna-se moço na novela global atual  e nestes dias comecei assistir o Black Mirror uma série no Netflix onde os episódios são isolados, ou seja, cada episódio tem começo meio e fim, como um conto, na literatura. Com aquele ar de distopia, ou seja novamente, fala do futuro ou algo conceitual.Meio que coincidentemente este episódio especificamente pensando no caso de sexualidade abordado pela Globo, é atual. 
San Junepero é um episódio que você assiste e depois de terminar de assistir encaixa tudo e enfim vem o entendimento.

Uma moça retraída chega num bar, isto é no ano de 1980, e encontra uma outra garota, toda moderninha e super descontraída, as duas são lésbicas. Uma assumida outra retraída. Se encontram e acaba tendo a relação, a primeira da retraída e a outra moça diz querer somente se divertir.
E então o elemento narrativo do episódio, demonstra passar uma semana, outra e outra vez, a moça retraída começa a procurar a outra moça no mesmo barzinho, e o tempo vai passando, e as semanas passando como elemento narrativo, e a moça procurando, e não encontra a desinibida.
Enfim se encontram, e a moça retraída conta a sua história, diz ser noiva de um tal Greg, e fala o quanto a família dela não aceita a opção sexual dela. Ambas as moças se encontram neste lugar San Junípero, a moça retraída (lembrei o nome Yorke) conta onde mora e fala para a moça desinibida encontrar no dia do casamento para dar um oi.

Agora num futuro longínquo há uma senhora na cama de um asilo, o enfermeiro dela, Greg, conta haverá a eutanásia da senhora. Conta a triste história. Diz que quando a Yorke tinha 21 anos ela saiu do armário, a família não aceitou. Houve um acidente que a tornou uma pessoa vegetativa. Conta que haverá o casamento da mulher com o Greg pois a família extremamente religiosa não autoriza a eutanásia.
San Junipero é um local fictício mental, ou seja, no pensamento existe esta localidade, onde várias pessoas passam uma vida feliz nesta cidade conceitual fictícia e isto é possível pois e colocado através de um pequeno dispositivo que é colocado na têmpora destas pessoas. Este dispositivo é utilizado em asilos. A moça descontraída é de outro asilo, ela a partir da Yorke contar, descobre o local onde haverá o casamento.
Deste modo, ocorre a eutanásia, onde Yorke morre, e agora viverá eternamente em San Junipero, um local onde guardará a senhora na vida real (vamos pensar sua mente suas lembranças), como um  dado deste local fictício, onde como ela existem outras pessoas, moradores de San Junipero. A moça descontraída a principio reluta em ir morar nesta cidade, com o tempo também aceita fazendo a passagem e vivendo, 'feliz para sempre' com Yorke.

Opinião do Blogueiro, quer resenhou esta sinopse acima:
Algo pertinente que conversa com o desconhecido e instigante tema -morte- não a morte no ponto de vista macabro, dos filmes de terror, mas a morte como a naturalidade da vida. Antes de assistir o episódio, por coincidência vi aquele filme (não assisti só vi) Curtindo a vida adoidado, no próprio netflix e logo me remeteu a minha adolescência onde assistia na sessão da tarde. Quem não gostaria de escolher a melhor época da vida e ficar fixado nela revivendo-a como em um filme eterno? A moça foi seus vinte anos. E você leitor qual seria? Brincar com esta possibilidade ocorre as vezes no nosso subconsciente através de sonhos. Isto é real e acontece com todo mundo. E acho que foi esta a grande sacada do roteiro e do encanto do episódio. Não consigo focar no drama, de não aceitar o romance lésbico das duas, pois acho o encantamento do episódio outro que é: -Oferecer uma realidade alternativa, que assusta, mas faz o telespectador pensar sendo este o ponto forte do episódio.

San Junipero

(Temporada 3, ep. 4. Direção: Owen Harris; roteiro: Charlie Brooker)



San Junipero talvez seja o capítulo mais feliz da história de Black Mirror, uma história de amor pura com toques de ficção científica, com a nostalgia e o envelhecimento como alvo. Mas, apesar de ter seus seguidores (sobretudo graças ao carismático casal formado por Mackenzie Davis e Gugu Mbatha-Raw), é um pouco insossa para poder ser considerada um episódio incrível da série. Talvez nosso coração é que simplesmente esteja congelado.

O que o Wikipédia diz do Episódio:
"San Junipero" é o quarto episódio da terceira temporada da série de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Mackenzie Davis e Gugu Mbatha-Raw, o episódio foi escrito pelo criador da série e showrunner Charlie Brooker com a direção de Owen Harris. A estreia aconteceu pela Netflix em 21 de outubro de 2016, juntamente com os demais episódios da terceira temporada.[1]

O episódio recebeu elogios pela crítica, com muitos considerando-o como o melhor episódio da terceira temporada; Ele também foi elogiado por ser mais alegre e positivo em comparação a outros episódios de Black Mirror.
Enredo:
O episódio se passa no que a primeira vista parece ser uma vila na Califórnia, San Junipero, no ano de 1987. Uma reservada jovem tímida, Yorkie (Mackenzie Davis), está visitando San Junipero pela primeira vez, ela entra desajeitadamente em um bar local chamado Tucker's. De repente, Kelly (Gugu Mbatha-Raw), uma animada menina festeira, senta ao lado de Yorkie, fingindo que as duas são amigas para tentar despistar Wes, um homem que Kelly namorou uma vez. Kelly faz com que Wes saia dizendo que precisa passar um tempo de qualidade com Yorkie, que só tem cinco meses para viver. Kelly e Yorkie então se conhecem de verdade. Sua tensão sexual sobe até Kelly convidar Yorkie para dançar e Yorkie aceita, mas, cada vez mais envergonhada, corre para fora do bar. Quando Kelly vem atrás dela e se oferece para fazer sexo com ela, Yorkie diz a Kelly que ela está noiva de um homem chamado Greg. Isso não impede os avanços de Kelly, mas Yorkie, embora claramente interessada, finalmente se afasta.
Na semana seguinte, Yorkie tenta uma série de estereótipos extravagantes nos estilos dos anos 80 antes de desistir e retornar ao bar. Ela novamente encontra Kelly, que está flertando com um novo homem até que ela e Yorkie se encontram no banheiro. Yorkie agora diz a Kelly que ela está pronta, e elas se beijam e vão para o bangalô de Kelly para fazer sexo. Yorkie revela que é a primeira vez que ela teve relações sexuais com qualquer pessoa, homem ou mulher, e Kelly revela que ela já foi casada com um homem por um longo tempo e é bissexual. A cena termina quando o relógio bate na meia-noite.
Na semana seguinte, Yorkie procura, mas não consegue encontrar, Kelly. Localizando Wes, Yorkie pergunta a ele onde Kelly está, mas seu único conselho é "tentar achá-la em um momento diferente" e que ele "a viu nos anos 80, 90 e em 2002 uma vez". Yorkie passa as semanas seguintes naqueles tempos, procurando por Kelly. Ela finalmente a encontra em 2002, em um clube jogando Dance Dance Revolution. Kelly a afasta, e Yorkie, que está ferida, diz a ela para sair fora. Uma frustrada Kelly soca um espelho, e o vidro quebrado imediatamente se repara. Sentindo-se mau, Kelly encontra Yorkie e confessa que, na realidade, ela está morrendo e tinha pretendido somente ter um divertimento sem fazer uma conexão genuína com qualquer um em San Junipero. As duas dormem juntas novamente, e Kelly diz a Yorkie que ela quer conhecê-la na vida real. Yorkie hesita, mas com a insistência de Kelly diz para ela a sua localização.
No mundo real na atual década de 2040, as consciências dos mortos ou moribundos podem ser carregadas em um sistema de realidade simulada, onde eles podem viver na cidade de fantasia de San Junipero como seus outros "eu" mais jovens para sempre. As pessoas vivas podem visitar San Junipero para períodos de teste, mas são limitadas a ficar cinco horas por semana. Uma idosa Kelly (Denise Burse) vive em uma instalação de vida assistida, morrendo de câncer. Ela vai visitar a Yorkie do mundo real, que é uma mulher completamente paralisada sobrevivendo apenas por um suporte vitalício. Yorkie ficou paralisada mais de 40 anos antes, quando seus pais a rejeitaram por ser lésbica e, consequentemente, ela bateu com seu carro que foi para fora da estrada.
Com a recente tecnologia de San Junipero, Yorkie tem tido a chance de viver uma vida plena novamente; Seu plano é ter uma eutanásia e passar sua vida após a morte dentro do sistema de realidade virtual: um processo tecnológico chamado "passagem". Como sua família tem objeções religiosas à assinatura dos papéis permitindo que ela seja desconectada do suporte vital, ela planeja casar legalmente com Greg, seu enfermeiro, para que ele possa substituir oficialmente sua autoridade. Ao saber disto, Kelly espontaneamente pede uma visita de alguns minutos com Yorkie em San Junipero, onde ela propõe se casar no lugar de Greg, e Yorkie aceita com entusiasmo. Elas se casam, e Kelly então autoriza a eutanásia de Yorkie, que ocorre algumas horas após o casamento.
Yorkie fica bastante feliz pela sua "passagem" definitiva para San Junipero, mas está frustrada que Kelly só é capaz de se juntar-se a ela por cinco horas por semana. Ela pede a Kelly para se juntar a ela em tempo integral na vida após a morte, mas Kelly rejeita isso. O plano de Kelly é morrer sem ser carregada para o sistema de San Junipero, como seu amado marido escolheu fazer depois de 49 anos de casamento, arruinado pela morte prematura de sua filha adulta. Kelly deseja assim honrar os sentimentos do seu marido e morrer naturalmente como ele. Dentro de San Junipero, ela e Yorkie discutem sobre isso até Kelly ir embora e deliberadamente bater seu jipe, atirando-a para fora veículo. Yorkie chega no local, mas o tempo semanal de Kelly se esgota no mesmo instante e seu corpo mais jovem virtual desaparece.

O tempo passa e a condição real de Kelly piora. Finalmente, ela muda de opinião e opta por viver na vida após a morte em San Junipero, onde ela e Yorkie podem permanecer juntas e viver felizes, para sempre. Seu corpo real é enterrado com o do marido e da filha. Em uma cena no meio dos créditos, uma corporação conhecida como TCKR Systems opera uma enorme sala de servidores, onde os robôs mantêm as consciências daqueles que agora vivem permanentemente em San Junipero.
Séries Netflix

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