Pesquisar este blog

Translate

27.12.17

Glitch Segunda Temporada

Olá leitores do Blog, tinha dado um tempo nas minhas maratonas de série da Netflix, até que ao abri-lo, vi que a série Glitch lançaram a segunda temporada. 6 episódio de 50 minutos em média. Irresistível dai pensei: Bora Assistir?

Bom começa a segunda temporada, com a doutora protagonista, responsável por ter trazido os mortos a vida, na primeira temporada, sim, esta doutora dentro de um necrotério mortinha da Silva, de ela sai de lá e troca os nomes. Enfim. A doutora também morreu e voltou a vida!

Bom vou deixar a minha pesquisa sobre a série.
Detalhe assisti ela inteira, e achei ótima, vale a pena a maratona. Se eu fosse criticar algo seria o fato de parecer estarem em uma cidade fantasma! Por conta, creio eu, de um baixo orçamento, ou para enfatizar o enredo, quase não se vê pessoas na série, digo elenco de apoio figurantes mesmo. Quando assistir perceba isto, parecem que alugam sets de filmagens e não sobra dinheiro para isto, e o laboratório bem medieval, a história é bem convincente, mas te estas digamos dificuldades na série, mas nada que atrapalhe a compreensão e o encantamento dela, somente pra dar pitaco mesmo. E pra finalizar pareceu-me que o nenemzinho da menina cresceu abruptamente um recem nascido em uma cena e na outra uma criança de uns três meses? Licença poética né, como que um recem nascido poderia digamos fazer parte de um enredo bastante puxado, pois em quase toda os seis episódios aparecia ele, pareceu-me apavorante... Mas como o comentarista a seguir narrará, não é o foco terror aqui é uma série instigante de mistério e suspense, que torna ela interessante... Vale a pena assistir esta série australiana... Terra dos cangurus, até mataram um por lá, rs



Em 2015, o canal australiano ABC produziu este Glitch, uma série em 6 episódios de aproximadamente 50 minutos e que contava a história, em linhas muito gerais, de 7 pessoas que, sem qualquer explicação, simplesmente rastejam para fora de seus túmulos como se jamais tivessem morrido. Após ganhar o “Troféu Imprensa” de lá, a série chamou a atenção da Netflix, que comprou os direitos de distribuição internacional da série e assinou contrato para co-produzir esta segunda temporada.

Antes de mais nada, eu queria usar essa resenha aqui para esclarecer uma compreensível confusão que as pessoas fazem em relação ao que esperar de Gitch. Apesar de se tratar de uma série que lida com pessoas que voltaram da morte, ela NÃO É uma série de terror e tampouco de zumbi. Não há qualquer tentativa aqui de se assustar ou causar repulsa ao espectador. Trata-se de um thriller sobrenatural/sci-fi dos bons, daqueles que te fazem ficar o tempo todo se fazendo perguntas só para ficar positivamente irritado porque as respostas nunca vêm.


Recapitulando a 1ª temporada, o policial James (Patrick Brammall) e a Dra. McKellar (Genevieve O’Reilly) vão atender a um chamado em um cemitério de onde 7 pessoas, do mais absoluto nada, acabam de sair de suas covas. Todas parecem saudáveis e uma delas é a insuportável ex-mulher de James, Kate (Emma Booth), morta anos antes vítima de um câncer. A 1ª temporada se desenvolve com o grande mistério do porquê daquilo ter acontecido, além de seguir os dramas pessoais (e muitas vezes irrelevantes) de cada um dos renascidos. Nesse ínterim, um policial de outra cidade sofre um acidente de carro, morre e volta como uma espécie de espírito vingativo com o único propósito de matar todos os que voltaram da morte, criando assim o conflito a ser resolvido,.

A temporada termina, portanto, com quase nenhuma resposta e MUITAS perguntas. Porque diabos eles voltaram? Porque essas pessoas especificamente? Porque os renascidos morrem se cruzarem uma linha imaginária? Quanto tempo tempo esse povo consegue ficar sem tomar banho depois de ter se cavado de dentro de uma sepultura? O que caralhos é aquele apito? O que acontece dentro da Noregard? Qual é exatamente a ligação da empresa com a Dra. McKellar? Porque o tal policial voltou da morte sem mais nem menos e com o propósito de matar aquilo que já estava morto?


A única resposta que recebemos ao final da 1ª temporada – e é exatamente daqui que a 2ª temporada parte – é que a Dra. Mckellar está morta há quatro anos e que foi ela quem provavelmente motivou o evento que levou a ressurreição daquele povo. E é nela, na tentativa de se responder quem ela é, que boa parte desta temporada se concentra.

Em muitos aspectos, Glitch lembra as primeiras temporadas de “Lost“. Cria-se aqui um ambiente de mistério em que algo acontece inexplicavelmente, os personagens têm flashbacks constantes de suas vidas antes de terem morrido, as perguntas se amontoam sem que respostas sejam oferecidas e as pessoas que as podem oferecer fazem aquela cara de bunda que tanto vimos em “Lost” quando dizem coisas como “agora não é a hora para isso”, “você não entenderia”, “eu não saberia explicar em palavras”, e por aí vai. E isso tudo envolto em uma névoa de ciência-paranormalidade-espiritualidade.


Felizmente, esta segunda temporada veio para responder algumas perguntas, ainda que boa parte delas ninguém tivesse muito interessado em saber, como, por exemplo, aquelas referentes aos passados de Charlie (Sean Keenan) e Kirstie (Hannah Monson). É ao focar no desenvolvimento destes personagens secundários em arcos tão menos interessantes que o principal que a série peca, ao meu ver. Mesmo na bem escrita e atuada subtrama de Paddy (Ned Dennehy, soberbo), que serve também como um comentário social bem relevante em um país cuja população nativa foi brutalmente dizimada pelo europeu, fica-se com a impressão de que em nada se contribuiu para a trama principal, quase como se esses arcos coubessem em uma série de antologia sobre o mesmo tema e estivessem fora de lugar aqui.

É quando a série foca na trama principal e, especialmente, no drama que vive o policial James (em atuação muito sólida de Patrick Brammal) com sua ex-esposa-falecida e atual-esposa-que-acaba-de-parir, que ela brilha. Apresentando dois novos personagens nas figuras da Professora Heysen (Pernilla August), chefe da Noregard, e do imponente Phil (Rob Collins, ameaçador), as peças do quebra-cabeça começam a ser montadas, respostas começam a surgir e, ao mesmo tempo, novas e mais complicadas perguntas surgem.


Contando com um elenco muitíssimo bem azeitado e com atuações no tom correto (mesmo que o tom correto seja o dos chatíssimos Kate, Charlie e Kirstie), Glitchentrega uma sólida 2ª temporada que, de várias formas, complementa muito bem a anterior. Ainda que algumas cenas de ação sejam um tanto constrangedoras, o foco desta história está em seu roteiro e em sua capacidade de fazer o espectador ficar se perguntando cada vez mais sobre o que está acontecendo e, nesse quesito, Glitch vai muito bem, o que, espero, vai garantir uma 3ª temporada para ao menos terminar de explicar toda a mitologia estabelecida aqui.

É refrescante que uma série com essa pegada de ficção científica/espiritual venha de um lugar que não o eixo EUA-Inglaterra. Mais do que um bom mote e mistérios bizarros, a série também apresenta diálogos muito bem escritos, abrilhantados pelo verdadeiramente bom trabalho de seu elenco, entretendo e, em certos momentos (um diálogo entre James e Phil em um dos últimos episódios vem a memória), até mesmo fazendo com que questionemos nossas mais recônditas verdades.

fonte : http://diariodaaninhacarvalho.com/o-que-ha-por-tras-da-serie-glitch-da-netflix/
Crônicas de um Velho Jovem

10.11.17

Atitude racista afasta William Waack

William Waack

Um vídeo que circulou nas redes socais nesta quarta-feira em que o apresentador William Waack, do Jornal da Globo, aparece fazendo comentários racistas terminou com o afastamento do jornalista da programação da emissora. Em nota, a TV Globo diz que o âncora do Jornal usou "ao que tudo indica" termos racistas. O grupo afirma ser “visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações” e, por isso, toma a decisão do afastamento até que a situação esteja esclarecida”.


As imagens do vídeo são da campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2016. Minutos antes de entrar ao vivo ao lado do entrevistado Paulo Sotero, do Wilson Center, Waack xinga um carro que estava buzinando na rua, vira-se para o convidado do programa e afirma duas vezes em tom baixo que o barulho na rua é coisa de “preto”. Depois de reclamar das buzinadas, o apresentador diz: "Você é um, não vou nem falar, eu sem quem é...". E depois, virando-se para o convidado diz: "É preto".

Várias versões do vídeo foram divulgadas ao longo do dia. Em algumas, o comentário do jornalista é pouco audível, em outras é mais claro. O entrevistado Paulo Sotero, que representa um centro de pesquisas internacionais, procurado pelo site BuzzFeed, diz não se lembrar do dia em questão e que repudia qualquer forma de racismo.


No começo deste ano, a TV Globo já afastou o ator José Mayer, acusado de assédio sexual durante as filmagens de uma novela. O afastamento aconteceu depois de uma campanha massiva nas redes e também por parte de funcionárias da emissora. Desta vez, o posicionamento veio mais rápido. Depois do vídeo viralizar, a emissora soltou a nota abaixo.

Fonte El País Brasil








NOTA DE AFASTAMENTO DE WILLIAM WAACK
"A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida.
Nele, minutos antes de ir ao ar num vivo durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação.
William Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros, com um extenso currículo de serviços ao jornalismo. A Globo, a partir de amanhã, iniciará conversas com ele para decidir como se desenrolarão os próximos passos"
Comentário do Blogueiro Waldryano:
Assisti ontem os vídeos em alta do youtube e fui surpreendido por este viral atual. Vi videos da Sonia Abrão comentando o caso e também um vídeo de uma jornalista da JP que comentava que o tal vídeo que desenrolou todo o caso foi inicialmente lançado em um grupo do Watts. 
Primeiro de um modo geral sempre assisto o Jornal da Globo dês do tempo da Lilian, depois da Ana, da Pelágio e agora do Waack. No youtube assisti umas alfinetadas dele com uma jornalista esportiva e observei arrogância preconceito com mais jovens e superioridade exorbitante.Neste vídeo observei que simbolicamente quem o lançou, lançou um ano após o ocorrido. Sendo deste modo compreendo que é corriqueiro a postura do jornalista em ser digamos discrepante.
Agora fico pensando, ele sendo um formador de opinião vive dois mundos distintos, o mundo da bancada, e o mundo das opiniões pessoais do protecionismo pelo fato de estar no topo e precisar de defesas na postura de coxia e o mais até então demonstrado, o racismo que foi exposto nos grupos e viralizou. 


Até que certo ponto os valores internos estão sendo expostos e sendo julgados? 

Um destes videos que assisti disse que a Globo preocupou-se com o perigo de um boicote financeiro de patrocinadores.A Globo afastou um ator por abuso expulsou outro BBB por agressão psicológica as mulheres e atualmente tem uma campanha que mostra. Um ator velho que falam ser Gay, uma atriz que tem problemas crônicos psiquiátricos e atores negros famosos e não esqueça da Regina Casé, nordestina e estereotipada como um padrão reverso de moda, todos falando sobre respeito. E nas coxias existem atitudes WilliamWaackianas? Há uma imensidão de hipocrisia a se combater, isto é fato. 
Opinião.

1.11.17

Amor Impossível Capítulo 3

Seis meses antes

Eram os últimos ajustes,e eu estava vivendo o dia mais feliz da minha vida. -Casar depois de dois anos de noivado, estava prestes a viver o meu: -Feliz para Sempre. Com o meu noivo Robson.

Seria uma cerimonia simples e discreta em uma pequena capela. -Fiz questão de convidar a minha melhor amiga, quase irmã, Camile para madrinha. Ela meio que desconversou visivelmente não queria. 

-Não entendo amiga, o momento mais feliz da minha vida....

-Não gosto destas coisas Lara;

-Mas no meu casamento você vai...

Quando a convidei o meu noivo Robson estava comigo. Ele sorriu para Camile ironizando a minha persistência.

-Se é assim aceito...

Minha mãe chorava, não queria que eu casasse. Mesmo noiva ela nutria esperança, que a qualquer momento poderia desistir do casamento.

Quando criança quase morri, minha mãe fez de tudo, mas como diz ela, foi a devoção que ocasionou em mim o milagre.

— Você Lara, irá servir a Cristo. Católica dês de criança minha mãe falava que ela iria me tornar uma freira, aprendi deste modo aceitar este destino.

Também aprendi a ser grata pela minha vida.

Mas no meio do caminho surgiu o Robson.

Foi um amor arrebatador.

O primeiro instante que olhei o Robson senti que era o amor da minha vida. Camile, minha amiga de infância dizia.

— Que sorte a sua encontrar um homem como o Robson para chamar de seu.

E eu dizia a ela: —Você irá encontrar um amor também Camile.

No nosso namoro sempre estava presente Camile, a mando da minha mãe, para cuidar de nós. Assim pensava.

Um namoro respeitoso, planejava o futuro e não poderia ser outro senão o casório. Minha mãe chorava.
Observava que os planos que ela escreveu para mim não estavam sendo concretizados.

Minha vida não haveria sentido sem ele.

Agora estou na porta da Igreja.

Todos estão de pé.

A porta aliança já entrou.

Sei que o meu momento é hoje. Olhei para frente e as duas pessoas que mais me importavam estavam lá. Minha melhor amiga Camile e o Robson. A propósito ele estava lindo com aquela roupa própria para o casamento e Minhã mãe também estava lá, creio eu que ela ainda observava uma esperança que o casamento poderia não sair.
Amor Impossível

Amor Impossível Capítulo 2

Passeamos com outras irmãs pela natureza do jardim do convento. Era como uma marcha onde a nossa irmã instrutora falava das maravilhas da natureza, e guiava-nos para nossas atividades. Amélia estava consternada, aflita em conhecer a minha história anterior ao convento, história esta que gostaria de esquecer. O passado que me machuca tanto. Mas serviu para algo especial. Encontrar o meu real caminho.

Passeávamos em um grupo de oito irmãs, quando chegamos embaixo de uma arvore, recitaríamos ali um Salmo e logo após o momento de prece.

Não pude deixar de notar que a irmã Amélia estava sem concentração. Falei-lhe baixinho: -Calma irmã, te contarei tudo e a partir deste ato (contar-lhe o meu segredo) será uma amiga íntima, -Concentre-se no teu Salmo.

Amiga íntima, algo que eu nunca mais queria ter, mas precisava aprender, a minha situação agora é outra, estou vivendo uma nova vida.

Preciso buscar o Amor, o amor fraternal e substituir toda a amargura, que ainda há resquícios fortes no meu coração.

E chegou o momento de recitar o meu Salmo, foi o 42, meditei bastante nele, deste modo não foi difícil. Pois cada versículo encontrava partes da minha vida, o salmo falava forte comigo. Quando recitava-o parecia cantar para mim mesma algo cujo o qual estava vivendo.

Terminamos o nosso passeio coletivo e chegou o momento de descanso. Estava torcendo para não ver Amélia atrás de mim. Engano, ela era muito curiosa, e aquela oportunidade, céu aberto sem paredes para nos observar era bem propício para contar. Também sentia que precisava me abrir com alguém, meu passado estava me corroendo por dentro.

''Embaixo daquela arvore, sentei, remoí meu passado e chorei.''

-Conte irmã, sei que você tem algo aí dentro de você que precisa colocar para fora. continuou Amélia. -Você é linda irmã, tem postura elegante, onde passa as pessoas não consegue ser indiferente a você fora tudo isto é inteligente...

Escutei cada palavra, pensava em corrigir o agir da Amélia, mas entendi o real motivo da fala dela, e sendo assim deixei que continuasse.

-Sou sua amiga, além de irmã.

-Irmã Amélia, sou fruto das decepções do meu passado. Em meio a tanto sofrimento aprendi a Amar a Deus acima de todas as coisas. -Sou bela e inteligente? -Beleza é algo exterior. Até mesmo a mais bela arvore florida, no inverno passa por uma transformação.

-Eu não entendo irmã. -O que isto tem haver com o seu passado?

-Você quer mesmo saber irmã?

-Sim amada Lara, sou sua amiga.

Neste instante Lara pegou um galho seco...

-A amizade é algo tão frágil, tanto quanto este galho seco.

Falando deste modo Lara assustadoramente quebra o galho e fala: -Somente um instante pode quebrar-se.

Amélia observa e indaga: -Nossa Lara o que ocorreu contigo querida, o seu passado amargurou a sua alma.

Lara contêm o choro enxugando uma lagrima, esboça um sorriso e olha ao céu.

-É um inverno que custa a passar. No horizonte Lara pensa novamente no moço da janela. Coloca as mão no pingente da sua corrente onde tem guardada a foto da sua mãe, e conclui:

-Ainda bem que dês de criança minha mãe alimentou minha fé. Agora estou aqui.
Lara já recuperada pega nas mãos da Amélia e a conduz para um local mais calmo:

-Venha, vou lhe contar, preciso ser superior ao meu passado.

Amélia foi uma boa ouvinte e Lara ia descrevendo momentos que não deveriam ser narrado e sim esquecidos. Por vários momentos Lara consternada chorava. Amélia dizia: -Calma já passou.

O tempo passava, Lara não se atentou a ele. Então a madre superiora apareceu. Ela observou duas noviças emocionadas. disse rispidamente.

-Irmã Lara e Irmã Amélia já é hora de recolher-se para iniciarmos nosso momento devocional.

As duas levantaram-se assustadas. Lara olhou para o sol, o calor fez lhe passar mal, Amélia foi ao Lago e trouxe com as mãos um bocado de água. Lara molhou as mãos e passou atrás do pescoço, esforço inútil, a vertigem veio mais forte. Amparada voltou ao seu quarto.

-Que irresponsabilidade, disse a madre. A moça deve ter tomado uma insolação. A noite não foi fácil. Lara ardia em febre...
Amor Impossível

Amor Impossível Capítulo 1

-Mais uma vez aquele moço esta naquele banco da praça, parece que procura alguém, logo aqui, um lugar de entrega a Cristo.

Lara desconversa dobrando alguns lençóis, ela estava no seu quarto deixando tudo organizado enquanto Amélia a companheira de quarto continuava olhando la embaixo o rapaz que continuava sentado naquele banco de praça olhando fixamente para a janela onde estavam as duas companheiras.

-Nossa Lara, parece que ele procura por alguém. Lara escuta desconsertada com a insinuação de Amélia e diz:

-Vamos deixar ele onde esta irmã e preparar nossas preces das sete horas.

-Tudo bem Lara, vou fechar esta cortina e ir cuidar dos meus afazeres na cozinha, às sete em ponto estarei no oratório.

Logo que a irmã Amélia saiu, olhei para a cortina e dois pensamentos me passaram:

-Terminar minha arrumação, ou olhar para a janela e ver ele.

-Eu sei que é ele, aquele jovem que se enamorou por mim.

-Justo eu Deus! Justo eu? Que entreguei-me a Cristo e não quero um amor terreno para a minha vida.

Olho ou não olho?

-Não posso olhar, se assim eu fizer, irei alimentar falsas esperança naquele jovem.


Aquele jovem, tão belo, irá encontrar uma moça e se casar e terá filhos. E eu ei
de ficar aqui e meditar na palavra de Deus por todos os dias que me restam.



-Robson, Robson, Porque você fez aquilo comigo. Porquê? Eu lhe amava mais que tudo.

Não, não posso olhar por aquela janela, não quero um amor carnal, nunca mais em minha vida.Todo o meu amor é para Cristo e assim será pelo resto da minha vida.

*

-Por favor linda noviça dos olhos azuis, roubastes meu coração. Sei que não terei nunca nenhuma chance contigo, mas somente apareça nesta janela, nutra o meu coração com a sua presença, sendo assim, poderei viver mais um dia...

*

Não vou olhar, minha beleza, meus sonhos e meus desejos não devem servir de desculpa para agir equivocadamente. Atrás desta cortina há um outro Robson e sei que não quero um sofrimento em minha vida. Quero ser uma serva e o passado, é algo que ficou atrás das portas deste convento.

-Vou olhar, somente para certificar-me que ele foi embora. Após irei as minhas preces.

*

Vejo um pequeno movimento será ela? Meu coração palpita mais forte. Aqueles olhos azuis irão se cruzar aos meus? -Só mais uma vez preciso daquele olhar. A cortina se movimenta e aqueles olhos azuis me envolvem e me inebriam. Foi uma eternidade aquele olhar! Ela fechou a cortina rapidamente. Será que ela esta a me observar por detrás daquela cortina? Não aparece mais.

Vou embora, no caminho escuto o ressoar de um sino, não sei o que significa. Olho para o relógio e vejo que Preciso me apressar. Minhas responsabilidades na igreja me chamam. Hoje irei dirigir o culto. Sempre assim o faço no Sábado, filho de pastor tem destas responsabilidades...

Já em casa meu pai me aborda: -Filho onde estava? Meu pai ajeitava a sua gravata. -Quase se atrasa mais uma vez? Creio que estava perambulando aos arredores do convento. O que te encanta por Lá?

Desconversei: -Nada pai, vamos à igreja quero chegar cedo para orar.

Na igreja fui ao púlpito e fiz questão de ficar em um canto bem isolado, ajoelhei e orei:

"Senhor, tire de mim este desejo de ver ela, Pai amado não quero! Não posso, ela é uma noviça e eu um filho de pastor!'' orava baixo quase sussurrando.

''Óh pai, mas não consigo. Ela povoa os meus pensamentos, seu olhar parece decifrar a minha alma. Pai amado tira de mim este amor impossível.''

*

Olhava para a Amélia e em devoção continuava a minha prece, ela de vez em quando me olhava, mas não mudava o tom de voz, nem eu, ambos sabíamos que aquela prece era atípica.


Terminei meu momento devocional e depois de cear uma sopa leve, já preparava-me para dormir. Nosso quarto havia uma beliche, 
a Amélia dormia em cima; Eu sabia que ela iria fazer a pergunta que eu pensava como iria responde-la sem mentir. Ela se movimentava inquieta na parte de cima demonstrando não conseguir dormir.



Eu fechei meus olhos fingindo dormir, as lembranças vieram, fiz errado ao olhar naquela janela. O moço por ironia do destino me olhou. Poderia estar distraído? ou ido embora? Não, ele estava lá esperando o momento que eu iria olhar. Já pedi perdão a Deus nos meus pensamentos. Eu sei o que fiz, ao olhar para a janela demonstrou ao rapaz que eu penso nele. Logo eu, uma esposa de Cristo...

-Não Lara esqueça de vez aquela cena. Você fez a sua escolha...

-Irmã Lara disse Amélia, posso lhe fazer uma pergunta...

Já me retorcia pensando no que dizer sobre o moço da praça, mas ela fez uma pergunta que foi além das minhas expectativas. 

-Irmã Lara, disse Amélia em voz baixa, gostaria de saber como você se decidiu ser freira...

Fingi dormir...

Fale irmã, se estivesse dormindo estaria roncando...

Fiquei em silêncio por um momento, e respondi-a assim. Irmã Amélia, amanha te conto, no nosso passeio matinal, você bem sabe que as paredes deste convento tem ouvidos.

-Mas irmã, não consigo dormir...

-Recite passagens bíblicas em pensamento que o sono vem... 

''Em paz me deitarei e dormirei, pois só tu me faz repousar em segurança''

Amélia ficou em silêncio por um momento, e disse. -Amanhã irmã, então contará os seus segredos. Respondi: -Durma irmã amanhã conversamos.





Amor Impossível

29.10.17

Segredos do Salmos 23


Olha que lindo sobre o SALMO 23:
Não tinha observado desta maneira, falou muito ao meu coração. Para nossa Reflexão:

O Senhor é o Meu Pastor...
Isso é Relacionamento!!
------------------
Nada Me Faltará...
Isto é Suprimento!!
-----------------------
Caminhar-me faz por verdes pastos...
Isto é Descanso!!
-----------------------
Guia-me Mansamente A Águas Tranquilas...
Isto é Cuidado!!
-----------------------
Refrigera Minha Alma...
Isto é Cura!!
-----------------------
Guia-Me Pelas Veredas Da Justiça...
Isto é Direção!!
-----------------------
Por Amor Do Seu Nome...
Isto é Propósito!!
-----------------------
Ainda Que Eu Andasse Pelo Vale Da Sombra Da Morte...
Isto é Provação!!
-----------------------
Eu Não Temeria Mal Algum...
Isto é Fé!!
-----------------------
Porque Tu Estás Comigo...
Isto é Fidelidade!!
-----------------------
A Tua Vara e o Teu Cajado Me Consolam...
Isto é Esperança!!
-----------------------
Unge a Minha Cabeça Com Óleo...
Isto é Consagração!!
-----------------------
E o Meu Cálice Transborda...
Isto é Abundância!!
-----------------------
Certamente Que a Bondade e a Misericórdia Me Seguirão Todos Os Dias Da Minha Vida...
Isto é Benção!!
-----------------------
E Eu Habitarei Seguro Na Casa Do Senhor...
Isto é Promessa!!
-----------------------
Por Longos Dias...
Isto é Eternidade!!!

Passe essa BÊNCÃO adiante!!
Te passo a bênção de Deus, passe-a também a todas as pessoas que puder. Não fique com esta benção só para você; passe-a adiante.


Crônicas de um Velho Jovem

6.10.17

Heley um martim da educação

Heley de Abreu professora de 43 Anos, doou sua vida de modo heroico salvando os seus queridos alunos, tão pequenos frágeis indefesos, que foram queimados em Jaúna no norte de Minas Gerais na quinta dia 05 de outubro de 2017. Várias crianças foram queimadas e 4 inocentes de 4 anos apenas, morreram fruto de um desvaneio de um vigilante que se matou na sua demência.
Preciso deixar meus pesames e os meus sentimentos por essa professora, que além de mestre era mãe de três filhos, inclusive tinha um filho de 3 meses na casa, que nunca mais verá sua mãe.
É com lágrimas nos olhos que escrevo isto, e sinto, como cada um que tem sentimento no coração, a tristeza e a alegria. A tristeza de saber que uma professora morreu, o mundo ficou mais triste, com a retirada prematura de uma educadora. E a felicidade, de saber que Heley tinha um espirito educador, protetor, autruista, entregou a propria vida para salvar vidas.
Não consigo imaginar tal situação.
-Você como o responsavel a proteger indefesos, e logo se vê na situação de escolher entre defender, ou entregar a vida para salvar futuros.
Heley fez a atitude mais nobre, salvou. E acabou morrendo queimada.
Quando queimar seu dedo na boca do fogão. Multiplique por mil e saberá o que ela sentiu.
Ela salvou crianças, filhos que ela adotou para sí, tal qual os melhores educadores que existem. Ela via cada criança ali naquela sala de aula como uma ave que precisa proteger debaixo de suas asas.
Meus sentimentos querida educadora, descanse em paz e saibas que Deus se alegrou muito do seu ato, e eu não poderia ser indiferente e deixar passar este fato, meu coração chora e sorri.



Crônicas de um Velho Jovem

29.9.17

Mapa de músculos e exercícios físicos

Segue minha pesquisa de um mapa de musculos com exercícios fisicos, foi a maior imagem que encontrei.

Crônicas de um Velho Jovem

San Junipero, Black Mirror, Enredo e Crítica


"San Junipero" é o quarto episódio da terceira temporada da série de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Mackenzie Davis e Gugu Mbatha-Raw, o episódio foi escrito pelo criador da série e showrunner Charlie Brooker com a direção de Owen Harris. A estreia aconteceu pela Netflix em 21 de outubro de 2016, juntamente com os demais episódios da terceira temporada.
O episódio recebeu elogios pela crítica, com muitos considerando-o como o melhor episódio da terceira temporada; Ele também foi elogiado por ser mais alegre e positivo em comparação a outros episódios de Black Mirror.
O episódio se passa no que a primeira vista parece ser uma vila na Califórnia, San Junipero, no ano de 1987. Uma reservada jovem tímida, Yorkie (Mackenzie Davis), está visitando San Junipero pela primeira vez, ela entra desajeitadamente em um bar local chamado Tucker's. De repente, Kelly (Gugu Mbatha-Raw), uma animada menina festeira, senta ao lado de Yorkie, fingindo que as duas são amigas para tentar despistar Wes, um homem que Kelly namorou uma vez. Kelly faz com que Wes saia dizendo que precisa passar um tempo de qualidade com Yorkie, que só tem cinco meses para viver. Kelly e Yorkie então se conhecem de verdade. Sua tensão sexual sobe até Kelly convidar Yorkie para dançar e Yorkie aceita, mas, cada vez mais envergonhada, corre para fora do bar. Quando Kelly vem atrás dela e se oferece para fazer sexo com ela, Yorkie diz a Kelly que ela está noiva de um homem chamado Greg. Isso não impede os avanços de Kelly, mas Yorkie, embora claramente interessada, finalmente se afasta.
Na semana seguinte, Yorkie tenta uma série de estereótipos extravagantes nos estilos dos anos 80 antes de desistir e retornar ao bar. Ela novamente encontra Kelly, que está flertando com um novo homem até que ela e Yorkie se encontram no banheiro. Yorkie agora diz a Kelly que ela está pronta, e elas se beijam e vão para o bangalô de Kelly para fazer sexo. Yorkie revela que é a primeira vez que ela teve relações sexuais com qualquer pessoa, homem ou mulher, e Kelly revela que ela já foi casada com um homem por um longo tempo e é bissexual. A cena termina quando o relógio bate na meia-noite.
Na semana seguinte, Yorkie procura, mas não consegue encontrar, Kelly. Localizando Wes, Yorkie pergunta a ele onde Kelly está, mas seu único conselho é "tentar achá-la em um momento diferente" e que ele "a viu nos anos 80, 90 e em 2002 uma vez". Yorkie passa as semanas seguintes naqueles tempos, procurando por Kelly. Ela finalmente a encontra em 2002, em um clube jogando Dance Dance Revolution. Kelly a afasta, e Yorkie, que está ferida, diz a ela para sair fora. Uma frustrada Kelly soca um espelho, e o vidro quebrado imediatamente se repara. Sentindo-se mau, Kelly encontra Yorkie e confessa que, na realidade, ela está morrendo e tinha pretendido somente ter um divertimento sem fazer uma conexão genuína com qualquer um em San Junipero. As duas dormem juntas novamente, e Kelly diz a Yorkie que ela quer conhecê-la na vida real. Yorkie hesita, mas com a insistência de Kelly diz para ela a sua localização.
No mundo real na atual década de 2040, as consciências dos mortos ou moribundos podem ser carregadas em um sistema de realidade simulada, onde eles podem viver na cidade de fantasia de San Junipero como seus outros "eu" mais jovens para sempre. As pessoas vivas podem visitar San Junipero para períodos de teste, mas são limitadas a ficar cinco horas por semana. Uma idosa Kelly (Denise Burse) vive em uma instalação de vida assistida, morrendo de câncer. Ela vai visitar a Yorkie do mundo real, que é uma mulher completamente paralisada sobrevivendo apenas por um suporte vitalício. Yorkie ficou paralisada mais de 40 anos antes, quando seus pais a rejeitaram por ser lésbica e, consequentemente, ela bateu com seu carro que foi para fora da estrada.
Com a recente tecnologia de San Junipero, Yorkie tem tido a chance de viver uma vida plena novamente; Seu plano é ter uma eutanásia e passar sua vida após a morte dentro do sistema de realidade virtual: um processo tecnológico chamado "passagem". Como sua família tem objeções religiosas à assinatura dos papéis permitindo que ela seja desconectada do suporte vital, ela planeja casar legalmente com Greg, seu enfermeiro, para que ele possa substituir oficialmente sua autoridade. Ao saber disto, Kelly espontaneamente pede uma visita de alguns minutos com Yorkie em San Junipero, onde ela propõe se casar no lugar de Greg, e Yorkie aceita com entusiasmo. Elas se casam, e Kelly então autoriza a eutanásia de Yorkie, que ocorre algumas horas após o casamento.
Yorkie fica bastante feliz pela sua "passagem" definitiva para San Junipero, mas está frustrada que Kelly só é capaz de se juntar-se a ela por cinco horas por semana. Ela pede a Kelly para se juntar a ela em tempo integral na vida após a morte, mas Kelly rejeita isso. O plano de Kelly é morrer sem ser carregada para o sistema de San Junipero, como seu amado marido escolheu fazer depois de 49 anos de casamento, arruinado pela morte prematura de sua filha adulta. Kelly deseja assim honrar os sentimentos do seu marido e morrer naturalmente como ele. Dentro de San Junipero, ela e Yorkie discutem sobre isso até Kelly ir embora e deliberadamente bater seu jipe, atirando-a para fora veículo. Yorkie chega no local, mas o tempo semanal de Kelly se esgota no mesmo instante e seu corpo mais jovem virtual desaparece.
O tempo passa e a condição real de Kelly piora. Finalmente, ela muda de opinião e opta por viver na vida após a morte em San Junipero, onde ela e Yorkie podem permanecer juntas e viver felizes, para sempre. Seu corpo real é enterrado com o do marido e da filha. Em uma cena no meio dos créditos, uma corporação conhecida como TCKR Systems opera uma enorme sala de servidores, onde os robôs mantêm as consciências daqueles que agora vivem permanentemente em San Junipero.
O episódio foi recebido com muitos elogios pela crítica, e foi chamado como um dos melhores episódios da série. Benjamin Lee, do The Guardian, observou que o episódio foi para "lugares surpreendentes e, finalmente, pungentes". Tim Goodman, do The Hollywood Reporter, elogiou o "gancho emocional que deixará apenas o mais duro dos corações não derramando lágrimas". Adam Chitwood, analisando o episódio para o Collider, descreveu-o como o "melhor episódio da temporada". Matt Fowler, da IGN, também descreveu o episódio como o melhor da temporada.
Prêmios Emmy 2017
San Junipero brilhou na entrega do Emmy Awards concorrendo nas categorias Melhor Filme para Televisão e Melhor Roteiro de Filme para Televisão. O episódio abocanhou as duas estatuetas, saindo com 100% de aproveitamento.
 O episódio abocanhou as duas estatuetas, saindo com 100% de aproveitamento
Extra: Já comentei este episódio no blog, mas vale a pena voltar e falar mais um pouquinho, a série tem esta sacada, buscar coisas intimas que fazem pensar, e o mais interessante é demonstrar que a tecnologia vem ajudar ou atrapalhar a vida da gente, e este episódio em si demonstra isto. Até onde a tecnologia pode interferir na vida. Ou pós vida. Sempre penso assim: -Se a humanidade utilizasse todo o entendimento e recursos para estender a vida, buscar efetivamente curas, estaríamos em outro patamar, no entanto, há muitas guerras e gastos desnecessários, o episódio demonstra um 'paraíso' e a tecnologia nesta realidade distópica demonstra isto, através dela, a tec, poderíamos criar um momento'ótimo' da nossa vida e viver eternamente neste momento. 
Séries Netflix

Manda quem pode, Black Mirror, Enredo e Crítica


"Shut Up and Dance" é o terceiro episódio da terceira temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Jerome Flynn e Alex Lawther, o episódio foi escrito pelo criador da série e showrunner Charlie Brooker juntamente com William Bridges. A estreia aconteceu pela Netflix em 21 de outubro de 2016.

Uma mulher (Susannah Doyle) dirige um carro até um parque de estacionamento, bastante nervosa, ela deixa as chaves do veículo em um dos arcos dos pneus antes de receber um texto no celular e ir embora.

Kenny (Alex Lawther), um adolescente, instala um removedor de malware em seu laptop depois que sua irmã pegou-o emprestado sem permissão. Usando o primeiro link de pesquisa, para um site chamado "Shrive", ele consegue remover o vírus. No entanto, um hacker oculto ganha acesso à webcam do laptop e grava Kenny se masturbando na frente do mesmo. O hacker envia um e-mail para Kenny dizendo-lhe para fornecer seu número de telefone, ou o vídeo dele se masturbando seria liberado para todos na sua lista de contatos. Kenny aceita e envia seu número.

O hacker diz-lhe para manter o telefone ligado e carregado o tempo todo, da mesma forma, ele deve deixar seus serviços de localização habilitados para o hacker saber onde ele está. Por fim, o hacker também diz a Kenny para aguardar até que ele fosse "chamado".

No trabalho, Kenny recebe uma mensagem de texto do hacker, instruindo-o a ir até o último andar de um parque de estacionamento, ou seu vídeo será lançado. Kenny diz a sua chefe (Hannah Steele) que está se sentindo doente e consegue uma desculpa para sair e chegar lá bem a tempo. No estacionamento ele encontra um motociclista (Ivanno Jeremiah), também uma vítima do hacker, que dá a Kenny uma caixa com um bolo dentro. O motociclista tira uma foto de Kenny. Kenny é instruído a escrever um número de código para verificar a entrega e é dito para entregar o bolo para um homem em um quarto de hotel. Quando a porta do quarto do hotel é finalmente aberta, Kenny conhece Hector (Jerome Flynn), que também é um "refém" do hacker. Depois de vomitar e beber uma garrafa, Hector aceita a situação. Kenny é instruído a tirar uma foto de Hector para confirmar a entrega. Então, o hacker manda ambos irem até o parque de estacionamento do hotel e usar o carro que a mulher tinha deixado anteriormente.

O par é requisitado para dirigir a um local específico fora da cidade. Hector revela que o hacker personificou uma prostituta que deveria conhecê-lo no quarto de hotel. Como um homem casado, Hector está determinado a cumprir os pedidos do hacker para não enfrentar um divórcio e perder a custódia de seus filhos. Enquanto ele diz a Kenny que os hackers acessaram todo o seu disco rígido para encontrar imagens e mensagens explícitas, Kenny se debruça em lágrimas, aparentemente percebendo que os hackers fizeram o mesmo com seu computador. O par chega até o local e, em seguida, eles são instruídos para olhar dentro do bolo. Eles encontram uma arma, um chapéu e óculos de sol; O hacker pede para eles roubarem um banco nas proximidades. Hector espera no carro como um motorista de fuga. O medo extremo faz Kenny perder o controle de sua bexiga, contudo ele consegue roubar o banco. Depois que a polícia é acionada, ele e Hector escapam.

É dito para Hector destruir o carro sozinho, enquanto é dito para Kenny entrar em uma floresta próxima para entregar o dinheiro. Já dentro da floresta, Kenny conhece um homem (Paul Bazely) com uma grande caixa contendo um drone. Revelando-se como outra vítima do hacker, ele diz para Kenny que eles devem lutar até a morte, enquanto o drone assiste a luta de cima, com o dinheiro indo para o vencedor como um prêmio. O homem pergunta a Kenny que provas têm contra ele; Kenny começa a chorar e diz que ele só olhou para algumas fotos. O homem pergunta: "Eles eram muito jovens?", revelando que Kenny estava se masturbando com pornografia infantil. Kenny, ainda segurando a arma, mira para si mesmo e puxa o gatilho, mas descobre que está sem balas. Os dois lutam, enquanto o drone observa tudo no alto.

Hector volta para casa e recebe outra mensagem de texto do hacker: uma foto de um trollface. Hector descobre então que sua esposa foi informada sobre o encontro com a prostituta. As outras vítimas também tiveram suas informações sensíveis liberadas mesmo tendo cumprido com todas as instruções do hacker, recebendo mensagens de texto com o mesmo trollface.

Kenny sai da floresta, ensanguentado e com o saco, presumivelmente contendo o dinheiro roubado. Ele recebe um telefonema de sua mãe, dizendo-lhe que provas dele se masturbando com pornografia vazou para a imprensa e foi alegado que envolvia "crianças". Ela histericamente exige saber o que ele fez. Kenny não diz nada bem como o hacker novamente envia a imagem do trollface. De repente, as luzes azuis e sirenes de carros de polícia surgem ao fundo enquanto Kenny continua andando incertamente ao longo da estrada. Ele é apreendido por dois policiais.

Crítica

Tim Goodman do The Hollywood Reporter elogiou o desempenho de Alex Lawther no episódio, chamando-o: de "uma das melhores coisas de 2016". Por outro lado, Adam Chitwood do Collider afirmou que, embora não tenha sido um "episódio ruim", foi "Tenso de frustrante [...] [e] um pouco longo demais tendo uma das narrativas mais sombrias da temporada. Robbie Collin, do The Daily Telegraph, avaliou o episódio com 5 de 5 estrelas, descrevendo-o como "inclemente [e] implacavelmente fascinante". Matt Fowler da IGN elogiou o episódio dizendo que deixa o espectador "completamente abalado", e que também foi um "episódio marcantemente doloroso". Sophie Gilbert do The Atlantic comparou o episódio com "White Bear", outro episódio da série em que uma pessoa aparentemente inocente revelou-se como um criminoso.Martin Meany do Goos3D avaliou o episódio com 5 de 5, elogiando a simplicidade do conflito que Kenny enfrenta.
Martin Meany do Goos3D avaliou o episódio com 5 de 5, elogiando a simplicidade do conflito que Kenny enfrenta

Séries Netflix

Postagem em destaque

Glitch Segunda Temporada

Olá leitores do Blog, tinha dado um tempo nas minhas maratonas de série da Netflix, até que ao abri-lo, vi que a série Glitch lançaram a ...