24.4.26

Diário de um Escritor que ainda tenta. Sessão Amazon KDP

 Parte 01 Escrito em 10/03/2026

Querido diário, vou relatar aqui o que ando fazendo de certo ou de errado por aí, aí é uma plataforma de Escritores. Existem muitas plataformas de escrita, aqui é uma por exemplo. Mas uma que remunera, nem que seja de modo infemo. É a amazon.

Munido de um Kindle na mão. (Sim eu tenho um kindle que ganhei do meu irmão e já tem uns 5 anos), aprendi ler um formato Mobi, entendendo a regra do jogo. 

Joguei ao vento meus textos na Amazon.

São muitos textos. 

Romances

Contos

Textos argumentativos

A quem escreve sabe exatamente o que eu digo. Sempre parece que falta revisão, a reescrita é precisa sempre. 

Revisei e coloquei lá.

Não quero gastar muito tempo em como é a composição de um texto, ou mesmo como devo revisar, nos outros episódios deste escritokéti posso até falar sobre isto. O que eu quero deixar bem claro é isto.

Há um texto

Há uma possibilidade de monetizar

É isto que estou querendo.

Buscar público, buscar leitores é isto que quem escreve quer. E eu tento de todos os modos buscar alguém que me leia. Neste momento tento escrever um texto provocativo, pois sei que você só esta lendo aqui por que quer saber, quanto, como e onde... Afinal esta plataforma é de escritores amadores.

Digo que mais importante que quanto é saber que o modo mais profissional que existe de colocar um texto na net é este.


Escreva um texto, revise e use do que você bem entender, sim use muuito de chats pois existem, logo use, mas mantenha a sua essencia, ias são canivetes suíços e só.

Utilize de capas maravilhosas e use a ia mais um pouquinho.

Faça a engenharia reversa. Leia o que vc produziu, e verifique se o mecanismo de leitura será agradável a quem lê. Então, domine a formatação limpa e simples.


E se jogue na amazon kdp (relatarei em outros episódios minha experiência real, de êxito e frustação desta plataforma, aguarde). 


Abraços, Waldryano.

Parte 02 escrito em: 11/03/2026

Caso você tenha caído de paraquedas nete texto, lembrete que é uma continuidade... #02

Olá leitor, creiamos que por estar sido lido no recanto das letras é um leitor escritor. Estou contando sobre a experiência de escrever e ser lido.

Escrever todo mundo escreve, é uma decodificação que acontece em todo o momento, por diversas pessoas de diversos modos. Transpor a barreira de ser lido aí sim é bem diferente. 

E neste caminho tortuoso e difícil estou lidando, sim, sou um escritor que ainda tenta. 

Sabe aquele dizer que a agua vai pingando na pedra e com muito esforço pode fazer um furo? Escrever e ser lido é isto. Tem que fazer tentativas e ser interessante, ter um conteúdo genuíno e interessante.

Estes dias estou editando meus contos, textos argumentativos e romances para a Amazon KDP. Esta plataforma é para escritores, e os livros são publicados no formato Mobi, este formato é bem simples de formatação. Porém tem muitos esqueminhas para fazer.


Precisa ter uma conta na plataforma. Precisa ter os livros para ser publicado.


Para configurar uma conta, você pode procurar algum vídeo explicativo. 

Já os livros que você escreveu, precisam ser autênticos seus (você não pode sair copiando textos na internet na vil esperança que não vai cair no verificador deles).

Na internet é assim. Quem publica primeiro é o "Dono" do texto. Os buscadores de plágio fazem isto. Eles confrontam o seu texto para ver se é autêntico.

Se cair na malha fina, seu livro será bloqueado.


Outro fato que você precisa saber é editar uma capa de livro.


Então munido de uma conta e sabendo diagramar um livro você pode se aventurar na amazon. Eu publiquei 51 ebooks na amazon, e estou com um proposito de publicar mais...

Seguimos...

Parte 03 escrito em 26/03/2026

Continuo tentando. E desta vez fiz alguns arranjos.

Entrei no sistema e tirei vários títulos do amazon e deixei somente Religioso.

Não é nada fácil publicar na amazon.

E os lucros são infemos. É insistir.

Precisa-se saber formatar livros no formato Ebook, e para isso precisa-se utilizar dois programas de edição de texto. Saber criar sumário, e por fim deixar, num programa específico da Amazon. Kindle Create.

Foi toda a formatação, precisa-se elaborar uma capa.

E após tudo isto fazer um portifório de livretos.

Para daí então ficar monitorando os relatórios. Estes sim te deixam deprimido. Pois é ai que rola os valores. Que são centavos.

Parte 04 escrito em 15/04/2026

Comecei a publicar na amazon kdp, que é o lugar onde os textos do kindle são colocados. Coloquei a princípio meus 3 romances, e hoje ao todo são. 32 livros, na sua imensa maioria livretos. 

Na semana passada passei por um apuro ao tentar atualizar meus documentos. Recebi um bloqueio até provar que eu era eu. Agora já esta tudo certo.


24.2.26

O Vovô, a Pamonha e o Marketing Digital "Raiz"

 

O Vovô, a Pamonha e o Marketing Digital "Raiz"

No último sábado, dia 21/02, fui ao Supermercado Talevi com uma missão simples: comprar uma bandejinha de fígado. Como o ser humano é bicho previsível, saí de lá não só com o fígado, mas com um balde de plástico debaixo do braço — o famoso "comprei por puro impulso".

Mas o que realmente me fisgou não estava nas prateleiras organizadas do mercado. Estava na porta.

Ali, sentado de forma resiliente, estava um senhor. Aparentava seus oitenta anos, tentando a sorte nas vendas com uma caixa térmica e uma placa de forro PVC cortada à mão. O anúncio era rústico: 3 por 25 reais. A mercadoria? Pamonha.

Do Prompt para a Prática

Aquela imagem da placa improvisada não saía da minha cabeça. Pensei na minha esposa, que tem uma gráfica modesta em casa, e na facilidade que temos hoje de criar algo visualmente atraente. "Vou fazer uma propaganda para ele", decidi.

Eram 10h da manhã. Recorri à inteligência artificial para me ajudar no design. O primeiro resultado do chat ficou meio estranho, meio "corporativo" demais. Readequei o prompt, pedi algo mais lúdico, mais humano. Nasceu a "Pamonha do Vovô".

Imprimi, plastifiquei e colei em placas de forro PVC (mantendo a essência do material original, mas com um upgrade visual). Fiz dois tamanhos: um A4 básico e outro com o dobro do tamanho, ostentando o preço e um logotipo simpático.

A Entrega e o "Bug" no Sistema

Perto do meio-dia, fui com a minha filha Thauany entregar o presente. Quando chegamos, o senhorzinho, com a simplicidade de quem já viu de tudo nessa vida, perguntou logo o preço.

— "Quanto é?" — "Nada, é um presente!" — respondi.

Tirei uma foto rápida com a Thauany para registrar o momento (confesso que me senti até um pouco "abusado" fazendo isso, pois a intenção nunca foi autopromoção, mas o registro da alegria dele). Ele nos contou que só restavam duas pamonhas e que já estava quase encerrando o expediente.

A Lição do Sábado

Saí de lá na minha Biz com uma sensação curiosa. Olhei pelo retrovisor e tive a impressão de que ele talvez não tenha entendido direito o que era aquele pedaço de plástico colorido. Para ele, a placa de PVC escrita à mão já cumpria sua função há décadas.

Eu, com meu "marketing moderno", tentei dar uma roupagem nova ao negócio dele. Ele, com sua sabedoria de oitenta anos, talvez estivesse mais preocupado com as duas últimas pamonhas do que com a identidade visual da marca.

No fim, eu não comprei a pamonha (tenho um medo terrível de comer fora e passar mal, admito!), mas levei para casa a lembrança de um encontro de gerações e ferramentas. Eu com meu GPT e minha gráfica; ele com sua caixa térmica e sua persistência.

Eu tentei. E, honestamente? Faria de novo. 😂


20.2.26

De Telêmaco a Curitiba: Nossos Dias em Família na Capital

🌲 De Telêmaco a Curitiba: Nossos Dias em Família na Capital

Recentemente, vivemos dias muito especiais em Curitiba. Estávamos em quatro: eu, minha esposa Thiphany, minha filha Thauany e minha sobrinha Rebeca. Saímos de Telêmaco Borba no ônibus das 06:30 e, por volta das 12:00, já estávamos na capital paranaense.

Confira como ficou nosso roteiro atualizado:

🌸 Dia 1: Chegada e Primeiros Cartões-Postais

Após o desembarque, fomos almoçar na casa da minha irmã, Isabella. O dia estava tipicamente curitibano (um pouco chuvoso), mas isso não nos impediu de passear:

  • Tarde: Visitamos o icônico Jardim Botânico, o cartão-postal número um da cidade.

  • Noite: Fomos conhecer a Praça do Japão, que tem uma iluminação e uma paz únicas durante a noite.

⛪ Dia 2 (Domingo): Fé e Comunhão no Batel

O domingo foi reservado para um momento muito especial na PIB (Primeira Igreja Batista), localizada no bairro Batel. Participamos do culto das 11h às 14h, um tempo precioso de renovação espiritual em família.

🚌 Dia 3 (Segunda): O Famoso Tour de Ônibus

Na segunda-feira, decidimos ser turistas de carteirinha e pegamos a Linha Turismo. O trajeto completo tem 26 paradas, e nós selecionamos pontos incríveis para descer:

  • Rua 24 Horas: Arquitetura clássica e funcional.

  • Bosque Alemão: Um passeio lúdico e muito bonito.

  • Parque Tanguá: Com sua vista espetacular da pedreira.

  • Parque Barigui: O "quintal" dos curitibanos.

Finalizamos o dia batendo perna pelo Centro de Curitiba entre 16h e 19h. Para fechar a experiência com chave de ouro, voltamos para casa de biarticulado, vivenciando o dia a dia do transporte público da capital.

🏠 Dia 4: A Despedida

Chegou a hora de voltar para casa. Pegamos o ônibus das 09:00 em Curitiba e, às 14:00, chegamos em Telêmaco Borba, gratos por cada momento vivido.


Reflexão da Viagem: Viajar em família fortalece os laços. Curitiba, com seus parques e sua fé, nos proporcionou memórias que guardaremos com muito carinho.


9.2.26

Um encontro estranho

 Os sábados em Telêmaco Borba costumam seguir uma liturgia de paz. Eu e minha esposa saímos cedo para enfrentar o asfalto, tentando convencer os músculos de que o fim de semana não é só descanso. Já encontramos de tudo: desde o gato Félix, um herdeiro das ruas, até um aposentado caprichoso que tratava as pedrinhas da fachada como joias lapidadas. Mas nada nos preparou para o "fator Ian".

Eram sete da manhã. O sol ainda bocejava quando paramos em uma dessas pracinhas de idosos. Eu me dedicava ao exercício hercúleo de me alongar; ela, sentada no banco, buscava o consolo espiritual no livro Corra com os Cavalos. Foi quando o silêncio da manhã foi quebrado por um jovem de preto, ostentando um cabelo amarelo de um tom que a natureza certamente não autorizaria, dentes impecáveis e uma magreza de quem corre mais que os cavalos do livro.

Apresentou-se como Ian. Vinha de Curitiba, era garçom no Tibor e estava saindo do expediente, mas trazia consigo o fôlego de um maratonista da dialética. Disse ser estudante de biomedicina — detalhe que, mais tarde, o "FBI doméstico" via Instagram (@ian_brotto) confirmaria ser a mais pura verdade. Ian era um ateu convicto, cético de carteirinha e dono de um discurso labiríntico que não dava brecha para o meu evangelismo matinal.

No meio daquela conversa interminável, tentei decifrar sua idade. — Você tem o quê? Uns 37? — arrisquei. — Tenho 24 — respondeu ele, seco. — E eu? Quantos me dá? — Uns 31 — chutou, talvez por gentileza ou delírio de sono. — Quarenta e três — retruquei, sentindo o peso da minha própria certidão de nascimento.

Para encerrar o monólogo, minha esposa precisou de uma precisão cirúrgica. Quando ele ameaçou nos acompanhar até o Jardim União, ela traçou o meridiano: "Eu vou para cá, e você vai para lá". E assim, cada um seguiu com seus deuses — ou a ausência deles.

O problema é que o encontro ficou martelando na minha cabeça. O dia passou, o almoço se foi, e às três da tarde, enquanto eu me preparava para levar a família ao cinema, a semelhança me atingiu como um raio. Ian era o retrato cuspido e escarrado do meu irmão.

Não resisti à inconveniência. Peguei o celular e liguei para o Ari. — Ari! Você não faz ideia. Encontrei um rapaz hoje cedo que é a sua cara! É o seu gêmeo perdido!

Eu esperava uma risada, talvez uma curiosidade fraternal. Mas Ari, que provavelmente não teve a manhã invadida por um estudante de biomedicina de cabelo amarelo, não apreciou a comparação. O silêncio do outro lado da linha durou o tempo exato de um julgamento.

Click.

Ele desligou na minha cara. Fui para o cinema com a família, mas com a estranha sensação de que, naquele sábado, quem realmente precisava de um "corra com os cavalos" era o meu irmão, para fugir das minhas ligações aleatórias.



4.2.26

O Banquete da Graça e a Sabedoria do Bolso

  

1. A Raiz da Saciedade (Isaías 55:2)

"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer?"

Muitas vezes, nossas dívidas nascem de uma tentativa de preencher vazios da alma com coisas materiais. Gastamos o que não temos para impressionar quem não conhecemos ou para anestesiar dores que só Deus cura. O primeiro passo para a liberdade financeira é entender que o consumo não substitui o propósito.

2. A Direção do Caminho (Provérbios 3:9 e Lucas 3:14)

"Honra ao Senhor com os teus bens... e contentai-vos com o vosso soldo."

A organização financeira começa com a prioridade (colocar Deus no início) e o contentamento (viver dentro do que se ganha). João Batista aconselhou os soldados a não extorquirem e a estarem satisfeitos com seus salários. A paz financeira não vem de ganhar mais, mas de gastar com integridade e gratidão.

3. O Perigo da Servidão (Provérbios 22:7)

"O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta."

A Bíblia é realista: a dívida é uma forma de escravidão moderna. Ela limita suas escolhas, seu tempo e sua energia. Reconhecer que a dívida é um "senhor" cruel ajuda a despertar o desejo urgente de quitá-la para voltar a servir apenas a Deus.

4. A Única Dívida Permitida (Romanos 13:8)

"A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros."

Imagine um mundo onde sua única "fatura" pendente fosse o amor ao próximo. Esse é o padrão do Reino. Enquanto houver boletos atrasados, o foco está no passado. Quando nos livramos deles, nosso foco se volta para o futuro e para as pessoas.

5. O Remédio: Trabalho e Diligência (Provérbios 11:15)

"Decerto sofrerá severamente aquele que fica por fiador do estranho... mas o que evita o penhor estará seguro."

A Bíblia nos alerta contra decisões financeiras impulsivas ou de "alto risco" por terceiros. A segurança financeira é construída com pés no chão, dizendo "não" a garantias perigosas e "sim" à responsabilidade pessoal.


Uma Oração para hoje

"Pai, confesso que a angústia das contas tem pesado sobre mim. Peço perdão se tentei preencher meu coração com coisas que o dinheiro compra. Dá-me sabedoria para administrar o que tenho, disciplina para cortar o supérfluo e graça para quitar o que devo. Que minha vida financeira seja um testemunho da Tua provisão e não um motivo de vergonha. Amém."


1.2.26

Segurança Alimentar: A Geopolítica por Trás do Prato de Comida

 Se o petróleo é o sangue da economia, o alimento é a base da paz social. Historicamente, impérios caíram quando o pão faltou. No século XXI, a Segurança Alimentar tornou-se uma questão de alta estratégia militar e diplomática, onde grãos e fertilizantes são usados como moedas de troca e armas de pressão.

1. O Celeiro do Mundo sob Fogo

A guerra na Ucrânia revelou a fragilidade do sistema alimentar global. Como dois dos maiores exportadores de trigo e milho do mundo (Rússia e Ucrânia) entraram em conflito, o preço dos alimentos disparou globalmente.

  • O Corredor de Grãos: As negociações para permitir a saída de navios pelo Mar Negro mostraram que o controle do fluxo de comida é uma das formas mais eficazes de diplomacia (ou chantagem) atual.

2. A Diplomacia dos Fertilizantes: O Trunfo Russo e Brasileiro

Não se planta sem fertilizantes. A Rússia é o maior exportador mundial de adubos nitrogenados, e o Brasil, como superpotência agrícola, depende criticamente dessas importações.

  • Dependência Estratégica: A necessidade de garantir fertilizantes molda a política externa de países agrícolas, forçando-os a manter um equilíbrio delicado entre o Ocidente e Moscou.

3. O Fator China: Estocagem em Massa

A China, com 1,4 bilhão de pessoas, adotou uma política agressiva de segurança alimentar. O país tem estocado mais de 50% das reservas mundiais de trigo e milho, preparando-se para possíveis interrupções em cadeias de suprimentos ou sanções futuras.

  • Aquisição de Terras: Empresas chinesas estão comprando milhões de hectares de terras agricultáveis na África, América Latina e até nos EUA para garantir o suprimento direto.

4. Mudanças Climáticas e a "Inflação da Comida"

Eventos climáticos extremos — secas prolongadas na Argentina ou inundações na China — não são apenas desastres ambientais; são choques geopolíticos. A escassez de alimentos gera migrações em massa e revoltas populares (como vimos na Primavera Árabe).

"Nenhum governo sobrevive à fome do seu povo. A segurança alimentar é, em última instância, a segurança do Estado."


Insights para o Blog do Waldryano

  • O Papel do Brasil: O Brasil não é apenas um fazendeiro global; ele é um garantidor da estabilidade política mundial através da produção de alimentos.

  • Tendência: O crescimento das "Vertical Farms" e carnes cultivadas em laboratório como tentativa de países ricos de reduzirem a dependência de importações agrícolas.


31.1.26

A Guerra dos Semicondutores: Por que o Mundo Depende de Taiwan?

 


Muitos acreditam que as guerras do futuro serão por água ou petróleo. No entanto, a guerra do presente é pelos semicondutores. Sem esses pequenos chips, a economia global para: desde o seu smartphone e a inteligência artificial até os sistemas de mísseis mais avançados. E, no centro dessa tempestade, está uma pequena ilha chamada Taiwan.

1. O Vale do Silício do Oriente

A TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company) é a empresa mais estratégica do mundo. Ela produz cerca de 90% dos chips mais avançados do planeta (aqueles com menos de 7 nanômetros).

  • O Monopólio Tecnológico: Se a produção em Taiwan fosse interrompida hoje por um conflito ou bloqueio, a produção global de eletrônicos sofreria um colapso imediato, superando qualquer crise econômica que já vimos.

2. O Escudo de Silício

Para Taiwan, sua relevância tecnológica é uma apólice de seguro, o chamado "Escudo de Silício". A teoria é que os EUA não podem permitir que a ilha caia sob controle chinês, e a China não pode destruir as fábricas que ela mesma precisa para sua indústria.

  • A Reação dos EUA: O governo americano aprovou o CHIPS Act, investindo bilhões para trazer a fabricação de volta para solo americano e reduzir a dependência asiática.

3. A Estratégia da China: Autossuficiência a Qualquer Custo

Pequim vê a dependência de tecnologia ocidental como sua maior vulnerabilidade. O governo chinês está injetando trilhões de yuans para desenvolver sua própria indústria de chips, mas ainda enfrenta dificuldades para replicar as máquinas de litografia ultra-avançadas da ASML (empresa holandesa que detém a tecnologia-chave).

4. Taiwan: O Ponto de Ruptura Geopolítico

Para o presidente Xi Jinping, a "reunificação" com Taiwan é uma missão histórica inegociável. Para Washington, Taiwan é o ponto de ancoragem da democracia e do poderio militar no Pacífico.

  • O Risco de Conflito: Uma invasão ou bloqueio naval não seria apenas uma guerra regional, mas um choque sistêmico que redesenharia o comércio global para sempre.

"Quem dominar a fabricação de semicondutores definirá o vencedor da corrida pela Inteligência Artificial e, consequentemente, a hegemonia global."


Insights para o Blog do Waldryano

  • Curiosidade: Uma única máquina de fabricação de chips avançados custa mais de 200 milhões de dólares e é tão complexa que requer aviões de carga dedicados para o transporte.

  • Reflexão: Estamos caminhando para uma "Bifurcação Tecnológica", onde teremos uma internet e dispositivos ocidentais e outros totalmente chineses?


Diário de um Escritor que ainda tenta. Sessão Amazon KDP

  Parte 01 Escrito em 10/03/2026 Querido diário, vou relatar aqui o que ando fazendo de certo ou de errado por aí, aí é uma plataforma de Es...