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A última semana Engl The Lost Weekend

 "The Lost Weekend", dirigido por Billy Wilder e lançado em 1945, é um filme que retrata de forma realista a luta de um escritor alcoólatra durante um fim de semana em Nova York. O filme é baseado no livro homônimo de Charles R. Jackson e foi considerado na época uma obra ousada e corajosa por abordar um tema considerado tabu na sociedade americana da época.
O contexto histórico em que o filme foi lançado é importante para entender a sua importância naquele período. O final da década de 1940 foi marcado pela Segunda Guerra Mundial, que havia acabado recentemente e deixou marcas profundas na sociedade americana. Além disso, a década de 1940 também foi marcada pelo início da Guerra Fria, com a tensão entre Estados Unidos e União Soviética aumentando gradativamente.
Nesse contexto, "The Lost Weekend" trouxe à tona um tema que estava sendo pouco discutido na sociedade americana da época: o alcoolismo. O filme aborda de forma realista a luta de um homem com a dependência química e as consequências devastadoras que ela pode trazer. Além disso, o filme foi um marco na carreira de Billy Wilder, que se tornou um dos principais diretores de Hollywood da época.
A importância de "The Lost Weekend" vai além da questão do alcoolismo. O filme mostrou que é possível abordar temas considerados tabus de forma realista e corajosa, o que abriu caminho para a produção de filmes mais ousados e provocativos nos anos seguintes. Além disso, o sucesso de "The Lost Weekend" ajudou a consolidar a carreira de Billy Wilder como um dos principais diretores de Hollywood e influenciou outros cineastas a seguir o seu exemplo.


O Bom Pastor oscar em 1945

 O filme que ganhou o Oscar de melhor filme após Casablanca foi **"O Bom Pastor"** (Going My Way) na 17ª edição do Oscar, realizada em 15 de março de 1945 ¹.

"O Bom Pastor" é um filme americano de 1944 dirigido por Leo McCarey e estrelado por Bing Crosby e Barry Fitzgerald. O filme conta a história do jovem padre Chuck O'Malley (Bing Crosby), que é enviado para a paróquia de St. Dominic em Nova York para ajudar o velho padre Fitzgibbon (Barry Fitzgerald) a lidar com problemas financeiros e administrativos ¹.

O filme foi um grande sucesso de bilheteria e crítica, recebendo dez indicações ao Oscar e vencendo sete, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Leo McCarey), Melhor Ator (Bing Crosby) e Melhor Ator Coadjuvante (Barry Fitzgerald) ¹.

O contexto histórico em que o filme foi lançado é importante para entender seu sucesso. Em 1944, os Estados Unidos estavam envolvidos na Segunda Guerra Mundial e muitos americanos buscavam conforto e esperança no cinema. "O Bom Pastor" ofereceu uma história edificante e inspiradora sobre fé, amizade e comunidade em tempos difíceis ¹.


Já em 1942

Rosa de Esperança (Mrs. Miniver, 1942) é um filme dirigido por William Wyler e estrelado por Greer Garson como a personagem principal. O filme ganhou seis prêmios Oscar, incluindo o de Melhor Filme. 

O filme se passa no sul da Inglaterra e gira em torno da amável e gentil Mrs. Miniver e sua família de classe média. A história começa quando o filho mais velho da família, Vincent (Richard Ney), volta para casa depois de seu primeiro ano de faculdade em Oxford .

Rosa de Esperança é um filme de guerra diferente do modelo tradicional do gênero. Enquanto a maioria dos filmes retrata o conflito e o combate armado, Wyler preferiu mostrar o cotidiano de quem não está no exército .

O filme tem alguns momentos emocionantes, como a sequência em que um piloto alemão foragido entra na residência da família quando apenas Mrs. Miniver e as crianças estão presentes. Ela lida com a situação de forma exemplar e conta com um pouco de sorte para se safar .

Rosa de Esperança é um clássico que talvez não tenha o reconhecimento que merece, mas é uma obra importante para entender as condições em que foi realizada e o contexto histórico em que foi produzida .

Fonte consultada:

https://brasil.elpais.com/cultura/2021-04-25/qual-longa-ganhou-o-oscar-de-melhor-filme-no-ano-que-voce-nasceu.html Acessado 28/03/2023.

(2) Oscar de melhor filme – Wikipédia, a enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_de_melhor_filme Acessado 28/03/2023.

(3) Os 10 filmes vencedores do Oscar mais elogiados pela crítica. https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana/os-10-filmes-vencedores-do-oscar-mais-elogiados-pela-critica/ Acessado 28/03/2023.

Casa Blanca um filme atemporal 1943


"Casablanca" é um filme clássico da era de ouro de Hollywood, lançado em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. O longa-metragem, dirigido por Michael Curtiz e estrelado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, conta a história de um exilado americano que administra um bar em Casablanca, no Marrocos francês, durante a ocupação nazista na França. O filme tem um tom romântico, mas também aborda temas como patriotismo, lealdade, traição e sacrifício pessoal em tempos de guerra.

A trama do filme se desenrola em um momento crucial da história mundial, em que o conflito global estava em curso e o destino de muitas pessoas estava em jogo. Casablanca era um lugar de transição e passagem para aqueles que tentavam fugir da Europa para se salvar dos horrores da guerra. O filme reflete essa realidade, mostrando personagens de diversas nacionalidades em busca de um lugar seguro para viver.

O personagem de Bogart, Rick Blaine, é um americano cínico e amargurado, que se isola em Casablanca após ser traído por sua amada Ilsa Lund (Ingrid Bergman) na França ocupada pelos nazistas. No entanto, sua vida muda quando Ilsa entra em seu bar com seu novo marido, um líder da Resistência Tcheca, e lhe pede ajuda para fugir do país. Rick precisa decidir se vai ajudá-los ou se deixará a oportunidade de reacender sua paixão por Ilsa passar.

O filme apresenta um forte contraste entre a liberdade americana e o controle nazista, além de mostrar a solidariedade e o sacrifício que muitos indivíduos estavam dispostos a fazer para lutar contra a tirania. A mensagem de que, mesmo nas piores circunstâncias, é possível encontrar coragem e redenção, é um tema presente em todo o filme.

"Casablanca" é um filme atemporal, que continua a cativar audiências até hoje. Ele apresenta uma visão única sobre um momento importante da história mundial, enquanto oferece um romance inesquecível e personagens cativantes. É um exemplo clássico do melhor que o cinema pode oferecer.


Curiosidades:

Considerado um dos maiores filmes da história do cinema americano, ganhou vários, Oscar da Academia, incluindo o de melhor filme em 1943.

Em 2005 foi nomeado um dos 100 melhores filmes dos últimos 80 anos pela Time.

Em 2006, o Writers Guild of America, West escolheram o roteiro de Casablanca o melhor de todos os tempos na sua lista dos "101 Greatest Screenplays".

O filme é considerado o terceiro melhor filme americano de todos os tempos pela American Film Institute (AFI).

Em 1989, o filme foi selecionado para preservação no Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos sendo considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo".


Casablanca (bra/prt: Casablanca) é um filme norte-americano de 1942, do gênero drama romântico, dirigido por Michael Curtiz, com roteiro de Julius J. Epstein, Philip G. Epstein, Howard Koch e Casey Robinson baseado na peça teatral Everybody Comes to Rick's, de Murray Burnett e Joan Alison.

O filme conta um drama romântico na cidade marroquina de Casablanca sob o controle da França de Vichy. Casablanca é considerado como um dos maiores filmes da história do cinema americano.

Enredo

Durante a Segunda Guerra Mundial, Rick Blaine (Humphrey Bogart), um norte-americano amargo e cínico, expatriado de causas desconhecidas, administra a casa noturna mais popular em Casablanca (Marrocos), o "Café de Rick". Esta também é uma casa de apostas que atrai uma clientela diversificada: as pessoas da França de Vichy, militares da Alemanha Nazista, refugiados, políticos e ladrões.

Uma noite, um pequeno criminoso chega ao clube de Rick portando umas tais letters of transit ("cartas de trânsito"). Essas cartas são uma espécie de passe que permite o trânsito livre através do titular pela Europa controlada pelos Nazistas e chegará até a cidade neutra de Lisboa (Portugal), onde poderia chegar nos Estados Unidos. Assim, os documentos são de valor inestimável para qualquer um dos refugiados à espera de sua chance de escapar de Casablanca.

Sua ex-amante, Ilsa Lund (Ingrid Bergman), que havia deixado Paris sem explicação e que com seu marido Victor Laszlo (Paul Henreid), entra no Café naquela noite com objetivo de comprar os passes. Laszlo é um renomado líder da resistência tcheca que enfrentava os nazistas. O casal precisava das cartas para deixar Casablanca e ir para os Estados Unidos, onde ele poderia continuar seu trabalho.

Produção

Casablanca é baseada em Everybody comes to Rick's (Todo mundo vem para o café de Rick) por Murray Burnett e Joan Alison, uma obra que nunca foi encenada.[5] Quando o especialista em análise literária da Warner Bros., Stephen Karnot, leu o trabalho, e chamou-lhe de uma "loucura sofisticada",[6] no entanto, lhe deu o aval. Em seguida, a editora responsável pelo script Irene Diamante, convenceu o produtor Hal B. Wallis a comprar os direitos por US$ 20 000,[7] o preço mais alto já pago por uma peça que não havia sido encenada.[8] O filme do projeto foi rebatizado de Casablanca, talvez tentando imitar o sucesso do filme de 1938 Argel.[9] Assim, as filmagens começou em 25 de maio de 1942 e terminou em 03 de agosto daquele ano atingindo um custo de produção de US$ 1 039 000 milhões (75 mil dólares acima do orçamento). O custo não foi excepcionalmente elevado, mas acima da média do seu tempo.[10]

O filme foi rodado inteiramente em estúdios com exceção de uma sequência que mostra a chegada do Major Strasser, que foi realizada no Aeroporto Van Nuys. O cenário da rua que foi usada para cenas externas tinha sido recentemente construída para outro filme, The Desert Song,[11] e teve de ser redecorado para a flashbacks em Paris. Por sua parte, o Café de Rick foi construído em três partes desconexas, por isso não pôde ser determinado em um caminho que seria o seu plano. De fato, em uma cena a câmera passou por uma parede da área do café no escritório de Rick. O fundo da cena final, que mostra um pequeno modelo de avião pessoal o L-12 Electra Júnior da empresa Lockheed andando, foi montado utilizando extras anões e um avião de papelão em escala. Fumaça foi usada para simular neblina, para cobrir a aparência frágil do modelo.[12][13]

Roteiro

O filme teve alguns problemas quando Joseph Breen, um membro do corpo de autocensura da indústria de Hollywood, expressou sua oposição ao personagem do capitão Renault que pedia favores sexuais em troca de vistos.[14]

Elenco

Humphrey Bogart … Richard Blane
Ingrid Bergman … Ilsa Lund Laszlo
Paul Henreid … Victor Laszlo
Claude Rains … capitão Louis Renault
Conrad Veidt … major Heinrich Strasser
Sydney Greenstreet … Senor Ferrari
Peter Lorre … Ugarte
Madeleine LeBeau … Yvonne
Dooley Wilson … Sam

Como Era Verde o Meu Vale filme ganhador do Óscar


Após o sucesso de "Rebecca", a produção vencedora do Oscar de 1941 foi "Como Era Verde o Meu Vale", dirigida por John Ford e baseada no romance de Richard Llewellyn. Situada no início do século XX, em uma pequena cidade mineradora de carvão no País de Gales, a trama conta a história da família Morgan, cujas lutas para sobreviver em uma época de mudança são narradas por Huws Morgan, o filho mais novo.

A comunidade local é afetada por uma greve dos mineiros, enquanto a vida dos Morgan é constantemente desafiada por conflitos familiares, inveja, amor e transformações econômicas. O enredo de "Como Era Verde o Meu Vale" explora as tensões entre a tradição e a modernidade, com a chegada de novas tecnologias e ideologias.
Considerado um clássico do cinema, o longa-metragem é um exemplo da excelência do diretor John Ford. Ele foi lançado em um momento de grande turbulência política e social nos Estados Unidos, que enfrentava a Grande Depressão e o aumento da tensão mundial antes da Segunda Guerra Mundial. A produção representou uma espécie de resposta ao clima de incerteza e mudança da época, mostrando que as tradições e valores familiares podem ser fonte de força e resistência em tempos difíceis.

Com cinco Oscars no currículo, incluindo Melhor Diretor, Melhor Fotografia em preto e branco e Melhor Filme, "Como Era Verde o Meu Vale" foi um grande sucesso de bilheteria e ajudou a consolidar o estúdio 20th Century Fox como um dos principais do cinema americano.

No entanto, a produção tem sido criticada por alguns por sua representação idealizada da vida em uma comunidade mineradora de carvão no País de Gales. Alguns argumentam que o filme apresenta uma visão romantizada e estereotipada do País de Gales e de seus habitantes, retratando-os como um povo simples e ingênuo, em contraste com a suposta modernidade e sofisticação do mundo exterior. Apesar disso, "Como Era Verde o Meu Vale" continua sendo amplamente reconhecido como uma obra-prima do cinema e um marco na filmografia de John Ford.

Como era a década de 1940?

A década de 1940 foi uma época marcada por grandes mudanças em todo o mundo, especialmente devido à Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945. Aqui estão alguns aspectos da vida durante essa década:

Guerra: A Segunda Guerra Mundial foi o evento mais significativo da década de 1940 e teve um impacto significativo na vida das pessoas em todo o mundo. A guerra afetou a vida cotidiana das pessoas de várias maneiras, desde a escassez de alimentos e materiais básicos até o racionamento de combustível.

Tecnologia: A década de 1940 foi uma época de grandes avanços tecnológicos, especialmente na aviação. A aviação comercial tornou-se mais acessível e começou a mudar a forma como as pessoas viajavam.

Moda: A moda na década de 1940 foi fortemente influenciada pela guerra, com roupas mais práticas e funcionais em vez de roupas extravagantes e frívolas.

Cultura: A cultura na década de 1940 foi marcada pela música jazz, cinema clássico e a ascensão da televisão. A cultura popular refletia as mudanças na sociedade e a luta pela igualdade de direitos.

Economia: A economia na década de 1940 foi fortemente influenciada pela guerra. A produção industrial foi redirecionada para a produção de materiais de guerra, o que resultou em empregos e crescimento econômico.

Política: A política na década de 1940 foi dominada pela Segunda Guerra Mundial e a luta contra o fascismo e o nazismo. O mundo estava dividido em dois blocos: os Aliados e as Potências do Eixo.

Sociedade: A sociedade na década de 1940 foi marcada pela segregação racial e de gênero em muitos países. As mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho devido à escassez de mão-de-obra causada pela guerra, mas enfrentaram discriminação e desigualdade salarial.

Como era o Brasil na década de 1940?

No Brasil, a década de 1940 foi marcada por um período de intensas mudanças sociais, políticas e econômicas. Aqui estão alguns aspectos da vida no país durante essa década:

Estado Novo: O governo de Getúlio Vargas implementou o Estado Novo em 1937, que durou até 1945. Foi um período de autoritarismo, censura e repressão política, mas também de modernização e industrialização do país.

Economia: A economia brasileira cresceu significativamente durante a década de 1940, com um aumento na produção industrial e na exportação de matérias-primas. A construção de rodovias e a expansão do setor de energia também impulsionaram o desenvolvimento econômico.

Cultura: A cultura brasileira na década de 1940 foi marcada pelo surgimento do movimento modernista, que teve um impacto significativo na arte, literatura e música do país. O samba e o carnaval também se tornaram símbolos da cultura brasileira nessa época.

Segunda Guerra Mundial: O Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial em 1942 ao lado dos Aliados. A participação na guerra teve um grande impacto na vida do país, incluindo a produção de material de guerra, a construção de bases militares e a formação de uma força expedicionária brasileira para lutar na Europa.

Política: A década de 1940 foi marcada por mudanças políticas significativas no Brasil, incluindo a promulgação da Constituição de 1946, que restaurou a democracia e as liberdades civis. O país também se tornou um líder regional na América do Sul, ajudando a criar a Organização dos Estados Americanos (OEA) em 1948.

Sociedade: A sociedade brasileira na década de 1940 foi marcada pela segregação racial e de classe. A urbanização do país levou a um aumento da migração do campo para as cidades, criando novas oportunidades de emprego, mas também aumentando a desigualdade social e a pobreza. A posição das mulheres na sociedade também começou a mudar nessa época, com a ampliação do acesso à educação e à participação na vida política.

Rebeca, o primeiro filme de suspense a ganhar o Oscar 1940

O filme que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1940 foi "Rebecca", dirigido por Alfred Hitchcock. Este é um filme de suspense psicológico baseado no romance de mesmo nome da escritora Daphne du Maurier.

"Rebecca" conta a história de uma jovem e ingênua dama de companhia (interpretada por Joan Fontaine) que se casa com um rico viúvo, Maxim de Winter (interpretado por Laurence Olivier). Ela se muda para a imponente mansão de Manderley, onde viveu a primeira esposa de Maxim, Rebecca, cuja presença parece ainda estar presente em cada canto da casa. A nova Sra. De Winter luta para se adaptar a sua nova vida, e logo descobre que há muito mais segredos em Manderley do que ela jamais poderia ter imaginado.

O filme é notável por sua cinematografia e direção de arte impressionantes, que ajudam a criar uma atmosfera sombria e opressiva. O desempenho de Joan Fontaine como a protagonista é excelente, transmitindo com sucesso sua fragilidade e medo em relação à sua nova vida.

Embora seja uma adaptação livre do romance de du Maurier, "Rebecca" é um filme de suspense psicológico elegante e convincente que mantém o espectador em suspense até o final. É um clássico do cinema e um dos melhores filmes de Alfred Hitchcock.


Sobre Alfred Hitchcock:


Alfred Hitchcock foi um dos mais influentes diretores de cinema de todos os tempos. Nascido em Londres em 1899, Hitchcock começou a trabalhar na indústria do cinema mudo na década de 1920 como designer de títulos e roteirista antes de se tornar diretor.

Hitchcock ficou conhecido por seus filmes de suspense psicológico, que muitas vezes apresentavam personagens que eram colocados em situações de tensão e perigo. Suas habilidades em criar suspense e reviravoltas em suas tramas são lendárias.

Algumas de suas obras mais conhecidas incluem "Rebecca" (1940), "Janela Indiscreta" (1954), "Um Corpo que Cai" (1958), "Psicose" (1960) e "Os Pássaros" (1963).

"Rebecca" é um drama romântico com elementos de suspense, que se concentra em uma mulher que se casa com um homem viúvo e se vê em uma mansão que parece ser dominada pela presença da ex-esposa dele. O filme é um exemplo do estilo visual distintivo de Hitchcock, com cenas impressionantes de sombras e luzes.

"Janela Indiscreta" é outro exemplo do talento de Hitchcock para criar tensão. O filme se passa inteiramente em um apartamento, onde um fotógrafo quebrado de perna (interpretado por James Stewart) espia seus vizinhos, apenas para suspeitar que um deles possa ser um assassino.

"Um Corpo que Cai" é um drama romântico com elementos de suspense que segue um detetive (interpretado novamente por James Stewart) que sofre de vertigem e acrofobia, enquanto investiga uma mulher (interpretada por Kim Novak) que ele começa a se apaixonar, mas que logo se encontra em uma situação perigosa.

"Psicose" é talvez o trabalho mais conhecido de Hitchcock, que conta a história de uma mulher (interpretada por Janet Leigh) que rouba dinheiro e foge para um motel isolado, gerenciado por um jovem perturbado, Norman Bates (interpretado por Anthony Perkins).

Em todos os seus filmes, Hitchcock utilizou uma variedade de técnicas cinematográficas para criar suspense, incluindo uso de som, edição rápida, close-ups e cenas de perseguição. Ele é considerado um mestre do cinema e sua obra continua a influenciar cineastas até hoje.

rebeca

Laurence Olivier e Joan Fontaine em Rebeca, a mulher inesquecível ("Rebecca", 1940), filme que marcou a estreia de Hitchcock no cinema americano e o único dirigido por Hitchcock a ter recebido o Oscar de melhor filme.

Fontes consultadas:

Algumas fontes confiáveis que podem ser usadas como referência para consulta de informações incluem:


Encyclopédia Britannica (https://www.britannica.com/)

IMDb (https://www.imdb.com/)

Rotten Tomatoes (https://www.rottentomatoes.com/)

AllMovie (https://www.allmovie.com/)

The Guardian (https://www.theguardian.com/)

The New York Times (https://www.nytimes.com/)

Variety (https://variety.com/)

Screen Rant (https://screenrant.com/)


Essas são apenas algumas das muitas fontes confiáveis disponíveis na internet. É importante sempre verificar a fonte de qualquer informação e confirmar sua precisão antes de usá-la.


E o vento levou (conto futurista inspirado no filme)

Um conto de amor futurista, baseado no enredo do filme: E o vento levou. Num mundo distopico, de ficção-científica. 


Era o ano de 2050 e a humanidade havia mudado muito desde os tempos de E o Vento Levou. O mundo tinha se tornado um lugar distópico, com arranha-céus e prédios metálicos que se estendiam até o céu, mas também com problemas ambientais e sociais que pareciam impossíveis de resolver.

Foi em meio a esse cenário sombrio que se encontraram Ash e Luna. Ash era um jovem cientista, que trabalhava arduamente em seu laboratório para tentar encontrar uma maneira de resolver a crise ambiental que assolava o planeta. Luna, por sua vez, era uma artista talentosa, que lutava para manter sua criatividade e sua voz em um mundo onde a arte era vista como algo supérfluo.

Quando eles se conheceram, em um evento de caridade para as vítimas de um desastre natural, foi como se o universo tivesse conspirado para uni-los. Ash ficou encantado com a beleza e a força de Luna, enquanto ela se sentiu atraída pela inteligência e pela paixão de Ash.

Eles começaram a se encontrar regularmente, apesar de suas vidas tão diferentes. Ash tentava explicar para Luna suas teorias científicas e as descobertas que vinha fazendo, enquanto Luna mostrava a ele sua arte e suas reflexões sobre a vida. Mesmo em um mundo em que as pessoas eram tão diferentes e pareciam ter tão pouco em comum, eles encontraram uma conexão única e poderosa.

Mas o tempo era um inimigo implacável. A crise ambiental só piorava, e Ash se via cada vez mais envolvido em seu trabalho, deixando Luna para trás. Luna, por sua vez, lutava para manter sua arte em meio a uma sociedade que parecia ter esquecido sua importância.

E foi em meio a esse turbilhão de emoções que Ash percebeu o quanto Luna era importante para ele. Ele sabia que precisava agir rápido, antes que fosse tarde demais. Ele decidiu deixar de lado o trabalho e se dedicar a Luna, a sua musa inspiradora.

Juntos, eles lutaram contra o mundo, e contra seus próprios medos e inseguranças. E, mesmo em meio a tantas dificuldades, eles descobriram que o amor era a única coisa que poderia fazer a diferença em um mundo tão distópico e sombrio.

E assim, como Rhett Butler e Scarlett O'Hara, Ash e Luna viveram um amor intenso e arrebatador em um mundo que parecia não ter mais espaço para o amor. Mas eles mostraram que, mesmo em um futuro distópico e incerto, o amor ainda era possível, e que era a única coisa que poderia nos manter unidos e fortes diante das adversidades.



Filme que ganhou o oscar em1939


O filme que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1939 foi "E o Vento Levou" (Gone with the Wind), dirigido por Victor Fleming. O filme também ganhou outros 9 Oscars naquele ano, incluindo Melhor Atriz para Vivien Leigh, que interpretou a protagonista Scarlett O'Hara.

"E o Vento Levou" é um filme épico e grandioso que retrata a história da Guerra Civil Americana e seus impactos na vida dos personagens. A história se passa no sul dos Estados Unidos e segue a vida de Scarlett O'Hara, uma jovem mulher mimada e egoísta que vive em uma plantação de algodão.

O filme é marcado pela atuação icônica de Vivien Leigh como Scarlett, que passa por diversas reviravoltas e mudanças ao longo da trama. Além disso, o elenco é composto por grandes nomes como Clark Gable, Olivia de Havilland e Hattie McDaniel, que se destacam em seus papéis.

A produção do filme é de alta qualidade, com belos cenários e figurinos, que transportam o espectador para a época retratada. A trilha sonora também é marcante e ajuda a criar a atmosfera emocionante e dramática do filme.

No entanto, é importante destacar que o filme é produto de sua época e retrata visões e valores que podem ser considerados ultrapassados e ofensivos hoje em dia. O filme é criticado por muitos por sua representação da escravidão e dos personagens negros, que são retratados de forma estereotipada e inferiorizada.

Em resumo, "E o Vento Levou" é um filme clássico que marcou a história do cinema, com uma história emocionante e atuações marcantes. Apesar de suas falhas, ainda é uma obra de grande valor e relevância para entender o cinema e a cultura americana da época.

A Vida de Emile Zola Oscar Melhor filme 1938

 "The Life of Emile Zola" é um filme biográfico que narra a ascensão do escritor francês Émile Zola e seu envolvimento na defesa do capitão Alfred Dreyfus, um militar condenado injustamente sob a acusação de traição apenas por ser judeu.

O filme começa com Zola como um jovem lutando para ganhar a vida enquanto se mantém fiel à sua arte. Ele divide um apartamento em Paris com o pintor Paul Cézanne quando finalmente escreve um best-seller, "Nana".

A história segue a vida de Zola enquanto ele se torna um escritor famoso e respeitado e eventualmente se envolve na luta contra a injustiça do caso Dreyfus. 


Sobre:

"A Vida de Emile Zola" é um filme de drama histórico lançado em 1937, dirigido por William Dieterle e estrelado por Paul Muni como o famoso escritor francês, Emile Zola. O filme é uma adaptação da biografia de Zola, escrita por Matthew Josephson, e conta a história de sua vida desde sua juventude até sua morte em 1902.

O filme começa mostrando Zola como um jovem escritor em Paris, lutando para sobreviver e publicar seus trabalhos. Ele é apresentado a Paul Cezanne, um amigo de infância, que o ajuda a conseguir um emprego em uma editora e o apresenta a outros artistas e escritores. A partir daí, Zola começa a escrever romances e artigos que criticam a sociedade francesa da época, expondo a corrupção e a injustiça.

O foco principal do filme é o caso Dreyfus, um escândalo político que abalou a França no final do século XIX. O capitão Alfred Dreyfus, um judeu, foi acusado de traição e condenado à prisão perpétua em uma ilha remota. Zola, que acreditava na inocência de Dreyfus, escreveu um famoso artigo intitulado "J'accuse" ("Eu acuso"), que denunciou o governo francês e o exército por falsificar provas e condenar um homem inocente.

O filme retrata Zola como um herói que arriscou sua vida e sua carreira para lutar pela verdade e pela justiça.



Consulta:

The Life of Emile Zola – Wikipédia, a enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Life_of_Emile_Zola Acessado 22/03/2023.

O Grande Motim Oscar melhor filme 1936

 "O Grande Motim" (Mutiny on the Bounty), vencedor do Oscar de Melhor Filme em 1936.


Contexto Histórico:

O filme se passa no final do século XVIII, período em que a Grã-Bretanha era uma das maiores potências mundiais. Na época, a Marinha Real Britânica era responsável por proteger as rotas comerciais britânicas, bem como manter a ordem e a disciplina em seus navios. "O Grande Motim" retrata a história real da rebelião ocorrida em 1789 a bordo do navio britânico HMS Bounty, liderada pelo primeiro-tenente Fletcher Christian.

Resenha Crítica:

"O Grande Motim" é um filme histórico que retrata de forma cativante a história real da rebelião a bordo do HMS Bounty. O diretor Frank Lloyd conseguiu trazer à vida um momento crucial da história da Marinha Real Britânica, destacando a tensão crescente entre o capitão do navio William Bligh e seu primeiro-tenente, Fletcher Christian. O filme é marcado por atuações fortes de Charles Laughton como o arrogante e autoritário Capitão Bligh e Clark Gable como o carismático e rebelde Fletcher Christian.

Além de ser um filme emocionante, "O Grande Motim" oferece uma visão histórica valiosa sobre a Marinha Real Britânica e as condições precárias enfrentadas pelos marinheiros na época. O filme mostra como a hierarquia rígida e as punições cruéis eram usadas para manter a disciplina a bordo dos navios, bem como as dificuldades enfrentadas pelos marinheiros em viagens de longa distância. O filme também retrata as tensões entre as diferentes classes sociais a bordo do navio e a influência do clima e da geografia na tripulação.

Em conclusão, "O Grande Motim" é um filme histórico emocionante e bem produzido que oferece uma visão valiosa sobre a Marinha Real Britânica e a vida a bordo dos navios no final do século XVIII. O filme é uma excelente escolha para quem gosta de história e de filmes de aventura.


"O Grande Motim" é o filme de superlativos do ano de 1935. Foram cerca de 2 milhões de dólares investidos pela MGM, que não poupou esforços para realizar um grande espetáculo técnico, visual e de entretenimento. Foram nada menos do que três atores indicados pelo filme na mesma categoria (fato raríssimo), e um total geral de 8 indicações. Venceu na categoria máxima apesar de ter perdido em todas as outras, mas a lendária história do motim no barco Bounty entrou para a história do cinema como uma das produções mais arrojadas da década de 1930. Com Ranchot Tone, Clark Gable e Charles Laughton. Dirigido pelo já oscarizado duplamente Frank Lloyd.



Cavalcade oscar de Melhor Filme 1933

O filme foi lançado em um momento de grande incerteza e mudança na história mundial, com a crise econômica global ainda em curso após a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a Europa se recuperando da devastação da Primeira Guerra Mundial. Nesse contexto, "Cavalcade" se tornou um reflexo da nostalgia britânica pela grandeza e estabilidade do passado.

O filme foi um grande sucesso comercial e crítico na época, e ganhou três Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado. Ele se tornou um marco na história do cinema britânico e foi um dos primeiros filmes a apresentar uma grande produção com efeitos especiais.

"Cavalcade" é um retrato fiel da sociedade britânica na época, mostrando as diferenças de classe e as tensões entre a aristocracia e a classe trabalhadora. O filme também explora o impacto da guerra na sociedade, mostrando as mudanças na vida das pessoas e a perda de vidas em batalha.

No geral, "Cavalcade" é um filme histórico fascinante que captura a essência da Inglaterra na virada do século XX e durante a Primeira Guerra Mundial. Ele nos dá uma visão do passado e da forma como as pessoas viviam e pensavam na época. É um filme que ainda é relevante hoje em dia, pois nos lembra da importância da estabilidade e do progresso social, em um mundo em constante mudança e incerteza.

Além disso, "Cavalcade" é um dos primeiros filmes a apresentar uma história épica que se estende por décadas, com personagens que crescem e evoluem ao longo do tempo. Ele também é notável por seus efeitos especiais impressionantes, incluindo a recriação da Batalha do Marne durante a Primeira Guerra Mundial.

Outro aspecto interessante do filme é sua abordagem dos temas universais, como amor, família e amizade, que ainda são relevantes nos dias de hoje. A relação entre os personagens de Jane e Robert Marryot, interpretados por Diana Wynyard e Clive Brook, é particularmente comovente, mostrando como o amor pode sobreviver às dificuldades e desafios da vida.

Embora o filme tenha sido lançado há quase um século, ele ainda é uma obra importante e influente na história do cinema britânico. "Cavalcade" inspirou muitos outros filmes que retrataram a história da Inglaterra e a vida de seus cidadãos ao longo do tempo. Além disso, o filme continua a encantar e emocionar o público até os dias de hoje.

Em resumo, "Cavalcade" é um filme histórico excepcional que captura a essência da sociedade britânica na virada do século XX e durante a Primeira Guerra Mundial. Ele é uma obra de arte que ainda é relevante hoje em dia, pois nos lembra da importância da estabilidade e do progresso social em um mundo em constante mudança. O filme é um testemunho do poder do cinema para contar histórias épicas e comover o público.

O período retratado no filme "Cavalcade", que se estende do final do século XIX até a Primeira Guerra Mundial, foi uma época de grandes mudanças e turbulências em todo o mundo. Algumas das principais características desse período incluem:
  1. Imperialismo e colonialismo: Na virada do século, muitas nações europeias e americanas estavam envolvidas em uma corrida para conquistar e colonizar territórios em todo o mundo. Isso resultou em uma enorme expansão do Império Britânico e outras potências coloniais.

  2. Industrialização: O final do século XIX também foi um período de rápida industrialização, especialmente na Europa e nos Estados Unidos. O surgimento de novas tecnologias e fábricas resultou em grandes mudanças sociais e econômicas.

  3. Desigualdade social: Embora a industrialização tenha gerado riqueza e prosperidade para muitos, também resultou em desigualdades sociais significativas. A classe trabalhadora muitas vezes enfrentava condições de trabalho perigosas e insalubres e salários baixos.

  4. Conflitos e guerras: O período entre o final do século XIX e a Primeira Guerra Mundial foi marcado por uma série de conflitos e guerras em todo o mundo. Esses conflitos incluíram a Guerra dos Bôeres na África do Sul, a Guerra Russo-Japonesa e a Revolução Mexicana, entre outros.

  5. Mudanças sociais: O final do século XIX também foi um período de grandes mudanças sociais, especialmente para as mulheres e outros grupos minoritários. O movimento sufragista ganhou força em muitos países, lutando pelo direito das mulheres ao voto e outras reformas sociais.

No geral, o período retratado em "Cavalcade" foi uma época de grandes mudanças e turbulências em todo o mundo. As mudanças políticas, sociais e econômicas que ocorreram durante esse período tiveram um impacto duradouro na história mundial e moldaram o mundo como o conhecemos hoje.



Cavalgada(Cavalcade) é um filme estadunidense de 1933, do gênero drama, dirigido por Frank Lloyd. O roteiro, escrito por Reginald Berkeley e Sonya Levien, é baseado em peça de teatro de mesmo nome de Noël Coward, escrita em 1931. O filme foi indicado a quatro Oscars, tendo ganho em três categorias, Melhor Filme e Melhor Diretor, e Melhor Direção de Arte.
Sinopse

O filme mostra uma visão da vida britânica desde a Véspera de Ano Novo de 1899 até o Dia de Ano Novo de 1933, através dos olhos de uma família inglesa de classe alta, os Marryots, e de seus empregados, os Bridges. Clive Brook (Robert Marryot) e Diana Wynyard (Jane Marryot) retratam os Marryots, no "andar de cima", enquanto Herbert Mundín (Alfred Bridges) e Una O'Connor (Ellen Bridges) representam os Bridges no "andar de baixo". Os triunfos e tragédias de ambos os patrõess e empregados são colocados em contexto com a morte da Rainha Vitória, o naufrágio do Titanic, a Guerra dos Boers, a Primeira Guerra Mundial, a Era do Jazz, e a Grande Depressão. 

Ambas as classes têm seus problemas com seus filhos, quais sejam a predileção dos seus descendentes em se opor a autoridade, em se casar com as pessoas erradas, morrer nos momentos menos oportunos. O destaque do filme foi também a cena mais comentada na peça original: os recém-casados ​​Edward Marryot (John Warburton) e Edith Harris (Margaret Lindsay), discutindo o seu futuro, enquanto em seu cruzeiro de lua de mel, ao que é revelado, no desvanecimento da cena, os dois em pé na frente de um colete salva-vidas onde pode-se ler o nome "Titanic".


Essa imagem extra é da Mirela, que fez seus 15 anos. E a pequena é a Thauany minha filha.

Cimarron o ganhador do Oscar de 1931

"Cimarron" é um filme de faroeste épico americano de 1931, baseado no romance homônimo de 1929 de Edna Ferber. O filme foi dirigido por Wesley Ruggles e produzido por RKO Pictures. "Cimarron" foi um marco na história do cinema por ser o primeiro filme de faroeste a receber o Oscar de Melhor Filme.

O filme retrata a vida do jornalista Yancey Cravat (interpretado por Richard Dix) e sua esposa Sabra (interpretada por Irene Dunne) na fronteira americana durante a última parte do século XIX e início do século XX. A história segue a vida do casal desde o momento em que se mudam para a cidade de Osage, no território de Oklahoma, até a ascensão de Cravat na política local e seu eventual desaparecimento. O filme retrata temas como a colonização do Oeste, a luta contra a injustiça e a busca pelo sonho americano.

A importância de "Cimarron" na história do cinema é inegável. Além de ter sido o primeiro filme de faroeste a ganhar o Oscar de Melhor Filme, também recebeu mais três prêmios, incluindo Melhor Diretor para Wesley Ruggles e Melhor Roteiro Adaptado. O filme foi elogiado por sua cinematografia inovadora, narrativa envolvente e desempenhos brilhantes.

No contexto histórico em que foi produzido, o filme reflete o momento de transição da sociedade americana. O país passava por uma grande crise econômica e social, com o aumento do desemprego e da pobreza, além de tensões raciais e políticas. Nesse contexto, "Cimarron" retrata a luta de um povo pela sobrevivência em um território hostil, destacando a importância do trabalho em equipe e da resistência frente às adversidades.

Em resumo, "Cimarron" é um filme de faroeste histórico e importante na história do cinema, que retrata a vida de um casal na fronteira americana e destaca temas como a colonização do Oeste, a injustiça e a busca pelo sonho americano. O filme recebeu quatro prêmios no Oscar de 1931, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, sendo considerado um marco na cinematografia americana.



Como era a década de 30?

Os anos 30 descobriram o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.

A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.

Aliás, o cinema foi o grande referencial de disseminação dos novos costumes. Hollywood, através de suas estrelas, como Marlene Dietrich, e de estilistas, como Edith Head e Gilbert Adrian, influenciaram milhares de pessoas.

Alguns modelos novos de roupas surgiram com a popularização da prática de desportos, como os calções, que surgiu a partir do uso da bicicleta.

O ritmo musical Swing começa a se tornar popular (a partir de 1935 em diante). Substituindo gradualmente o Jazz que tinha sido popular durante a década anterior. O mundo entrou na "Era do Swing". As canções das Big bands se tornaram o tipo de música mais popular dos Estados Unidos. Um exemplo de música da época é Sing Sing Sing, uma canção de 1936 escrita por Louis Prima.

Os movimentos totalitários começam a eclodir também em outros países europeus, com o fascismo de Benito Mussolini na Itália, António de Oliveira Salazar em Portugal, Francisco Franco na Espanha e o nazismo de Adolf Hitler na Alemanha, bem como o regime de Joseph Stálin na União Soviética.

No Brasil, ocorre a Revolução de 30, movimento que chega ao poder encabeçado pelo político gaúcho Getúlio Vargas. Em 1932 inicia a Revolução Constitucionalista, organizada pelo Estado de São Paulo, que exige, entre outros pontos, a constitucionalização do novo regime. O movimento é derrotado, mas força a convocação da Assembleia Constituinte em 1933. 

Em 1934 seria promulgada a nova Constituição. Chega ao fim a política do café com leite, e tem início o Estado Novo, em novembro de 1937. Ao longo do restante da década não seriam realizadas eleições no país (as eleições só voltariam com o fim do Estado Novo, em 1945). Em Campinas dão-se as famosas aparições de Nossa Senhora das Lágrimas a uma religiosa espanhola de seu nome, Irmã Amália de Jesus Flagelado.

Na Etiópia era coroado como Imperador Ras Tafari, Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão de Judá, que agora adotara o Nome de Haile Selassie (Poder da Trindade). Cuja elevação à condição de imperador havia sido profetizada por Marcus Garvey e é até hoje tida como religião ou filosofia de vida. Fora Selassie quem pronunciara as palavras contidas na música War, de Bob Marley. Traduzido: "Até que a filosofia que sustenta uma raça superior e outra inferior, seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada haverá guerra, eu digo guerra. 

Até que não existam cidadãos de 1º e 2º classe de qualquer nação. Até que a cor da pele de um homem seja menos significante do que a cor dos seus olhos haverá guerra. Até que todos os direitos básicos sejam igualmente garantidos para todos, sem discriminação de raça, até esse dia o sonho de paz duradoura, da cidadania mundial e as regras da moralidade internacional, permanecerão como ilusões fugazes para serem perseguidas, mas nunca alcançadas…", na mesma década a Etiópia foi invadida por Benito Mussolini, iniciando o processo de conquista para a formação do Pan-americanismo com Mussolini assim como se iniciaria o processo de conquista para formação do Pangermanismo no final da década, mas o processo acabou falhando por intervenção do Império Britânico nos governos leais ao Império Britânico, o de Haile Selassie é desse governo.