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Uma Casa na Pradaria, Laura Ingalls Wilder e a magia de restaurar o passado com Inteligência Artificial

 


Uma Casa na Pradaria, Laura Ingalls Wilder e a magia de restaurar o passado com Inteligência Artificial

Há séries que assistimos apenas para passar o tempo. Outras nos divertem durante alguns dias e logo são esquecidas. Mas existem aquelas que conseguem despertar algo mais profundo: a curiosidade pela história real por trás da ficção. Foi exatamente isso que aconteceu comigo ao assistir Uma Casa na Pradaria, disponível na Netflix.

Embora muita gente conheça a antiga série de televisão exibida nas décadas de 1970 e 1980, a produção atual não é simplesmente um remake daquela versão. Ela procura retornar às origens da obra, adaptando novamente os livros escritos por Laura Ingalls Wilder, uma das mais importantes autoras da literatura infantojuvenil norte-americana. A proposta da Netflix é recuperar o espírito dos livros, preservando a atmosfera da vida na fronteira americana, mas também dialogando com o público contemporâneo.

O interessante é que os livros de Laura não nasceram da imaginação de uma romancista inventando personagens fictícios. Eles são, em grande medida, um relato literário de sua própria infância. Laura transformou suas lembranças em narrativas capazes de atravessar gerações, apresentando aos leitores uma família que enfrentava mudanças constantes, viagens de carroça, invernos rigorosos, dificuldades econômicas e o desafio permanente de construir uma vida em um território ainda em formação.

Naturalmente, como acontece em praticamente toda adaptação cinematográfica ou televisiva, algumas mudanças foram realizadas. Isso não significa desrespeitar a obra original, mas adaptar uma narrativa literária para uma linguagem audiovisual.

Entre as principais alterações percebidas estão a reorganização cronológica de determinados acontecimentos, a ampliação da participação de personagens secundários, a criação de novos conflitos dramáticos para dar ritmo aos episódios e uma representação mais cuidadosa das relações entre os colonos e os povos indígenas. Essa talvez seja uma das mudanças mais importantes. A produção trabalhou com consultores da nação Osage para construir personagens indígenas mais completos e evitar simplificações comuns em adaptações antigas.

Essas escolhas podem agradar alguns espectadores e desagradar outros. Afinal, quem conhece profundamente os livros sempre percebe diferenças. Entretanto, faz parte do próprio processo de adaptação encontrar um equilíbrio entre fidelidade histórica, narrativa televisiva e sensibilidade contemporânea.

Depois de terminar a série, fiz aquilo que costumo fazer sempre que alguma história desperta minha curiosidade: fui pesquisar.

Abri a Wikipédia para conhecer melhor quem foi Laura Ingalls Wilder.

Confesso que fiquei impressionado ao descobrir quantos elementos da série realmente possuem fundamento histórico.

Laura Elizabeth Ingalls Wilder nasceu em 7 de fevereiro de 1867, em Pepin, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Sua infância foi marcada por inúmeras mudanças. A família viveu em diferentes regiões do Meio-Oeste americano, passando por Wisconsin, Kansas, Minnesota, Iowa e, posteriormente, pelo então Território de Dakota. Essas constantes migrações acabaram se tornando o pano de fundo de praticamente toda a sua obra literária.

Seus pais, Charles e Caroline Ingalls, aparecem como personagens centrais dos livros, assim como suas irmãs Mary, Carrie e Grace. Ao longo dos anos, Laura testemunhou as dificuldades da vida dos pioneiros, enfrentando colheitas frustradas, tempestades de neve, mudanças políticas, crises econômicas e as incertezas de quem tentava construir uma nova vida em regiões praticamente desabitadas.

Mais tarde, Laura casou-se com Almanzo Wilder, agricultor cuja infância também inspirou um dos livros da coleção. O casal teve uma filha, Rose Wilder Lane, que mais tarde se tornaria escritora e desempenharia importante papel editorial na publicação das obras da mãe. Muitos estudiosos acreditam que Rose ajudou significativamente na organização e revisão dos manuscritos que deram origem à famosa coleção de livros.

Laura publicou sua série de livros já na maturidade. Talvez justamente por isso seus relatos transmitam tanta autenticidade. Não são apenas aventuras infantis. São memórias cuidadosamente reconstruídas por alguém que desejava preservar um modo de vida que rapidamente desaparecia diante da modernização dos Estados Unidos.

Enquanto lia sua biografia, tive uma sensação curiosa.

Era como se aquelas pessoas, que viveram há mais de cento e cinquenta anos, deixassem de ser apenas nomes em uma enciclopédia e voltassem a ganhar rosto.

Foi então que resolvi fazer uma experiência.

Utilizando ferramentas de Inteligência Artificial, comecei a restaurar algumas fotografias antigas de Laura Ingalls Wilder e também de seu marido, Almanzo Wilder.

As fotografias originais, naturalmente, apresentam as limitações técnicas de sua época: tons escuros, baixa definição, pequenos danos causados pelo tempo e aquele aspecto típico das imagens do século XIX.

A Inteligência Artificial, entretanto, permite reconstruir detalhes impressionantes.

Texturas são recriadas.

Marcas do tempo desaparecem.

As roupas ganham definição.

Os cabelos parecem reais.

Os olhos recuperam brilho.

Em alguns casos, é até possível colorizar as imagens, produzindo um resultado extremamente próximo de uma fotografia contemporânea.

É claro que não se trata de uma restauração histórica perfeita. Sempre existe uma parcela de interpretação realizada pelos algoritmos. As cores, por exemplo, são estimativas baseadas em padrões aprendidos pela IA. Ainda assim, o resultado consegue produzir algo fascinante: aproxima personagens históricos do nosso olhar moderno.

Quando observamos uma fotografia restaurada, deixamos de enxergar apenas figuras antigas e passamos a perceber pessoas.

Pessoas que sorriram.

Que tiveram medo.

Que enfrentaram perdas.

Que construíram sonhos.

Que viveram exatamente como nós, embora em circunstâncias completamente diferentes.

Essa talvez seja uma das maiores contribuições da tecnologia.

Não apenas criar imagens bonitas.

Mas diminuir a distância entre o presente e o passado.

Enquanto editava essas fotografias, fiquei imaginando se Laura algum dia poderia imaginar que, quase setenta anos após sua morte, computadores seriam capazes de reconstruir retratos feitos em uma época na qual a fotografia ainda engatinhava.

Provavelmente não.

Mas acredito que ela ficaria feliz em saber que sua história continua despertando curiosidade em leitores espalhados pelo mundo.

Seus livros permanecem vivos.

Suas memórias continuam emocionando novas gerações.

E agora, graças à tecnologia, até mesmo seu rosto pode ser visto com uma nitidez que seus contemporâneos talvez jamais tenham experimentado.

Ao final desta postagem, deixo duas imagens.

Na primeira, a fotografia original de Laura e Almanzo.

Na segunda, a versão restaurada e recriada com Inteligência Artificial.

Não é apenas um exercício tecnológico.

É também uma pequena homenagem a uma escritora que transformou lembranças familiares em um dos maiores clássicos da literatura americana.

Talvez esse seja o verdadeiro poder das boas histórias: elas atravessam o tempo, sobrevivem às mudanças tecnológicas e continuam encontrando novos leitores. E quando literatura, história e Inteligência Artificial se encontram, percebemos que preservar a memória também pode ser uma forma de manter viva a humanidade daqueles que vieram antes de nós.









Futuro Deserto | Série da Netflix 2026

A série Futuro Deserto, disponível na Netflix, mergulha em uma proposta inquietante e bastante humana: como lidar com o luto em uma sociedade dominada pela tecnologia. A produção mexicana apresenta um futuro distópico em que um psicólogo desenvolve robôs humanoides capazes de ajudar pessoas a superarem perdas emocionais profundas. O que começa como uma tentativa de aliviar a dor humana rapidamente se transforma em um experimento perigoso, alterando a própria noção de realidade.

Visualmente, a série aposta em uma estética cyberpunk elegante, marcada por cenários áridos, iluminação fria e ambientes silenciosos que reforçam a sensação de vazio emocional. O clima constante de melancolia funciona muito bem, principalmente porque a narrativa não depende apenas de ação ou efeitos especiais, mas da tensão psicológica entre humanos e máquinas. A trama consegue provocar reflexões interessantes sobre dependência emocional, inteligência artificial e a tentativa humana de “corrigir” sentimentos naturais como a saudade e a dor.

O elenco, liderado por José María Yazpik e Astrid Bergès-Frisbey, entrega interpretações contidas, mas intensas. Os personagens carregam traumas profundos, e isso dá peso emocional aos conflitos apresentados. A série evita exageros melodramáticos e prefere construir lentamente suas revelações, o que pode agradar quem gosta de narrativas mais contemplativas e filosóficas.

Outro ponto forte é como “Futuro Deserto” utiliza a ficção científica não apenas como entretenimento, mas como metáfora. Os robôs humanoides representam o desejo humano de controlar emoções e escapar do sofrimento, enquanto o “deserto” do título simboliza um mundo emocionalmente esgotado. A série lembra produções como Black Mirror e Blade Runner 2049 pela atmosfera existencial e pelas discussões sobre identidade e humanidade.

Apesar das qualidades, o ritmo pode parecer lento para alguns espectadores. A narrativa exige atenção e paciência, especialmente nos episódios iniciais, que focam mais na construção do universo e no desenvolvimento emocional do que em grandes acontecimentos. Ainda assim, a recompensa vem na forma de reflexões profundas e um desfecho que deixa espaço para interpretações.

No geral, Futuro Deserto é uma ficção científica madura, sombria e emocionalmente carregada. Não é uma série feita para adrenalina constante, mas para quem aprecia histórias sobre humanidade, perda e os limites perigosos da tecnologia.



30 filmes originais netflix para assistir

 A seleção inclui desde grandes sucessos de audiência até produções aclamadas em premiações como o Oscar.

Ação e Suspense

  1. Alerta Vermelho (Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds)

  2. Resgate 1 e 2 (Chris Evans em missões intensas)

  3. Agente Oculto (Thriller de espionagem dos irmãos Russo)

  4. O Mundo Depois de Nós (Suspense apocalíptico com Julia Roberts)

  5. Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Benoit Blanc investiga um crime na Grécia)

  6. The Old Guard (Guerreiros imortais liderados por Charlize Theron)

  7. Bagagem de Risco (Suspense tenso em um aeroporto)

  8. Triple Frontier (Ex-agentes planejam um roubo na América do Sul)

Dramas Aclamados (Oscar & Crítica)

  1. O Irlandês (Épico de máfia de Martin Scorsese)

  2. Roma (Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro)

  3. História de um Casamento (Drama sensível com Scarlett Johansson e Adam Driver)

  4. A Sociedade da Neve (Relato impactante sobre o acidente nos Andes)

  5. Nada de Novo no Front (Poderoso drama de guerra alemão)

  6. Os 7 de Chicago (Drama jurídico baseado em fatos reais)

  7. Beasts of No Nation (Impactante retrato de crianças soldados)

  8. O Tigre Branco (Drama social sobre ambição e castas na Índia)

Ficção Científica e Terror

  1. O Projeto Adam (Aventura de viagem no tempo com Ryan Reynolds)

  2. Bird Box (Terror psicológico com Sandra Bullock)

  3. O Poço (Suspense social distópico espanhol)

  4. Não Olhe para Cima (Sátira sobre o fim do mundo)

  5. Okja (Aventura de ficção científica de Bong Joon-ho)

  6. I Am Mother (Ficção científica sobre IA e o futuro da humanidade)

Comédia e Romance

  1. Para Todos os Garotos que Já Amei (Romance teen de grande sucesso)

  2. Meu Nome é Dolemite (Comédia biográfica com Eddie Murphy)

  3. Justiceiras (Do Revenge) (Comédia ácida inspirada em clássicos dos anos 90)

  4. Continência ao Amor (Drama romântico musical)

Animação e Família

  1. Klaus (Uma nova e emocionante origem para o Papai Noel)

  2. Pinóquio por Guillermo del Toro (Animação em stop-motion premiada)

  3. A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Aventura visualmente incrível)

  4. Leo (Comédia musical animada com Adam Sandler)




Testamento a história de Moisés

 


Nesta semana de páscoa, assisti na Netflix: Testamento a história de Moisés. Uma série, dramatizada com relatos documentais das religiões. Cristianismo, pastores. Judeus, Dois rabinos, e também relatos de muçulmanos. Sobre Moisés.

Moisés é uma unanimidade entre as três religiões citadas, e a série aponta no início que a participação deste ecumenismo religioso, não visa causar intriga ou discordância, e sim enriquecer a narrativa.

A narrativa da história de Moisés está escrito no Antigo testamento. Após a ida de José ao Egito, passaram se mais de 300 anos e o povo hebreu tornou-se escravo.

Moisés, que foi salvo de um "holocausto" dos primogênitos, cresceu e tornou-se o libertador da escravidão.

O interessante foi a abordagem de mostrar a esposa Zípora que Moisés "adquiriu" na fuga ao deserto. A esposa, com ascendência africana. O sogro de Moisés Zetro é outro personagem que me causou admiração.

O bastante interessante foi na abordagem da mãe egípcia de Moisés, no documentário dramatizado, no momento da morte dos primogênitos. Fato que ocorre como a décima praga. A mulher se refugia numa casa hebreia. E não vê o anjo da morte. Causando o estrago.

A narrativa cita Moisés como uma pessoa agraciada que em vários momentos tem encontros com Deus e tem sensibilidade de ver o que outras pessoas não conseguem.

E também explora um temperamento "explosivo" tal especulação se dá, ao enfatizar as de passagem onde Moisés perde o controle. Morte do egípcio que castigava um escravo hebreu, ferir a rocha e a quebra da pedra dos dez mandamentos.

A cena da abertura do mar vermelho, e também a luta contra os amalequitas. Na minha opinião foi o ponto alto da série.

o resgate de ruby

 Os primeiros minutos de O Resgate de Ruby já entregam a ambientação, personagens e drama dignos dos tão conhecidos filmes de final de semana da Disney. Apesar do longa ser uma produção original Netflix, isso não o impede de cumprir com o proposto e entregar um resultado reconfortante, que com certeza não deveria ser pulado durante uma tarde de domingo em família – principalmente para os amantes de filmes com cachorros.

Em O Resgate de Ruby, a audiência é introduzida à uma cachorra correndo pela floresta ao som suave de um piano. Isso, além das cenas subsequentes que carregam os mais doces e calorosos momentos entre a cachorra da cena e a mulher ao seu lado, já fazem do longa um clichê Disney – e isso nem de longe é ruim. A história revela, então, que a cachorra (Ruby) é um caos completo. Ela já foi devolvida ao abrigo 7 vezes por não se comportar – se a oitava vez acontecer, Ruby será abatida.

E é aí que o policial de Rhode Island, Daniel O’Neil (Grant Gustin) entra. O sonho da vida de O’Neil é entrar para a equipe de Procura e Resgate, mas sua hiperatividade e ansiedade têm o atrapalhado nessa conquista. Em seu último ano prestando a prova para entrar na equipe, O’Neil vai em busca de um cachorro que pudesse treinar e se tornar seu parceiro.

Baseada em uma história real, o longa consegue traduzir esse pedaço da vida de O’Neil de forma certeira sem precisar ser inovador. Karen Janszen, roteirista, se apropria de plot twists clichês e jornadas de personagens cativantes para traçar a narrativa. Assim, Janszen faz com que sempre consiga reforçar o tom descontraído e adorável do longa. Isso, do lado do carisma natural de Grant, se transforma em uma experiência verdadeiramente instigante, com a audiência comprando o barulho e a vontade de O’Neil em entrar para a tão sonhada equipe.

Portanto, da mesma forma que Gustin aproveita seu carisma natural com a liberdade dada pelo roteiro, a relação com sua parceira, Ruby (ou Bear, nome verdadeiro da cachorra-atriz), permite que o ator pincele diferentes sentimentos – sempre na medida certa – para que a audiência entenda os momentos de tensão, angústia, pressão e ansiedade de seu personagem, sem jamais afetar o tom do longa.

Com muita leveza e descontração, O Resgate de Ruby consegue ser a aposta certa da Netflix em um filme “estilo Disney” que reúne a família toda com um balde cheio de pipoca. Aliás, diferentemente da história original, para a audiência, o longa de Ruby passa longe de ser negado 7 vezes.


Fonte: <https://oquartonerd.com.br/critica-o-restage-de-ruby/>



Eu particularmente me senti bastante atraído pelo filme. Eu tenho a minha lilica, que se parece muito com a cachorra do filme. Não sou um policial, todavia, sou um fiscal sanitário, vejo muitas situações de animais ao longo do dia.
Fui pesquisar e realmente muito do filme é exatamente igual a vida real.
Interessante.

Bird Box [ impressões]

 Crítica e Resenha: Bird Box

Filme: Netflix


Olá; Eu, como muitos por aí, estou nesta de espreguiçar no sofá e ficar a ver as recomendações da Netflix e Bora ver.

E fui eu assistir a um filme original Netflix o tal do Bird Box (Caixa de passarinho)...


Confesso que brilhou meus olhinhos em visualizar a Sandra Bullock por lá.


Simpatizo com ela dês do Miss Simpatia, ou do Gravidade. Boa atriz pra mim ela retrata bem uma americana e é agradável a sua atuação, sempre. Ou seja, parece me que qualquer filme dela por mais que seja tosco pra crítica do blábláblá pra mim é um ótimo entretenimento. E eu queria me jogar no sofá e não ficar pensando em termos técnicos coisa e tal, queria ver uma história e só. E fui me aventurar. Um filme pós apocalíptico, algo alucinógeno esta assolando o mundo. Todos que veem sem venda nos olhos são movidos por um surto suicida. E poucos conseguem se safar (lembra bem os Power Ranger que tudo acontecia na Alameda dos Anjos?) Ou o Jaspion que tudo acontece em Tóquio. O filme pra mim passou uma perspectiva bem digamos regional.


E vai a nossa heroína grávida tentar se salvar do surto. Entra numa casa onde todos os Power Ranger estão. Exemplo: O Japonês, o Negro, o Velho, a gorda, e o casalzinho testosterona (tipo todos os que vão assistir precisam se sentir representados tá? E estão todos sem saber o que fazer. E começam a deduzir que é olhar que faz acontecer o surto, logo, por isto vendam os olhos e cobrem as cortinas (by: "Os Outros" da mulher que não podia deixar os filhos ver luz). Já esta sacada do desconhecido, me deixou interessado. Claro que todos os personagens iriam morrer um por um até Restar somente a Sandra não é?


E Claro que adentrariam dentro de um supermercado abandonado pra fazer uma comprinha sem pagar:

Tipo o caos;

Uma boa ideia;

Um filme rápido.


Ela vai e ganha o filho em meio ao caos, o clichezão fez outra ganhar o filho junto dela. Dois personagens deram a luz enquanto os outros eram assassinados por um maluco. Muito clichê, coisa que deu certo ali usa aqui. Mas é isto leitor, é pra espreguiçar no sofá e assistir sem pensar muito. Eu ficava pensando ao assistir o filme...


Numa situação assim, acho que haveria pessoas ferindo os olhos para ficar cego.


E também morando em subterrâneos;

Não entendi animais sofreram com este caos?

Fiquei na dúvida de várias coisas, e também com o final que fez retomada ao nome Bird Box. Mas recomendo, bom filme pra assistir.... Spoiler é o final não explica nada. Só nos últimos 5 minutos que há a explicação de como se salvar do caos.

Pra mim foi uma boa ideia, porem um roteiro preguiçoso, bem entreter mesmo.


Ah, usar criancinha é apelação Netflix... Fui assistir as diversas explicações a respeito do Filme. Primeiramente o filme é adaptação de um livro. Logo no livro por ser uma narrativa é bastante sensorial, ou seja, sensações dos personagens, e pensamentos é o ponto alto nele. Outra coisa é a mensagem que o livro ( e o filme) retratam. Por exemplo: A protagonista Malory era bastante reservada, até mesmo compras do supermercado era a sua irmã que fazia para ela. Há cenas do isolamento das pessoas, antes do caos.


Outro exemplo: É o conectado que faz as pessoas isolarem se sem saber.


Mas o Monstro ou o vento com folhas que dilatam a pupila. Este era o meu objeto investigativo que me fez escrever este post. Na internet, no youtube e na minha concepção, fala de um ser superior, ou extraterrestre, ou uma divindade, que possui um conhecimento que vai além do infinito, e para isto o cérebro humano não é apto de discernir. Logo o Caos. Seria uma resposta.


Mas o filme é uma interpretação pessoal. Poderia ser uma arma química? Mas se assim o fosse, se arrastraria pelo ar. Achei meio estranho um pequeno isolamento de uma toalha transpassada ou um cômodo isolado para poupar a pessoa de passar pelo processo de caos, logo a confusão mental e a morte.

Preferindo pensar que o que esta acarretando a esta população seria algo palpável, volto para espirito, ou um ser de outro planeta. Deste modo fico na dúvida, Como os animais suportariam a tal impacto. Os pássaros conseguem a sobreviver ao ataque? O resto do sistema como suportaria? 


Dentro da água peixes morreriam? Se quer uma coisa verossímil precisa ao menos citar. A referência ao monstro vê se nos desenhos do maluco. Lembrando que pessoas com desordem mental não sofrem com o tal monstro, afinal a desordem delas as tornam imunes. Nos desenhos parece me um conto de H. P Lovecraft. Seria uma inspiração ou referência? Então voltando ao filme, ele foi bem intimista e regional, mostrou a perspectiva de uma personagem, e a sua jornada em meio a sobreviver.

No entanto, o filme pra mim demonstra sensações e sentimentos humanos, e como a nossa mente suporta a pressão. Acho que esta seria a verdadeira mensagem do filme. O desconhecido é algo que nos trás medo.


A morte?

Vida em outros planetas?

Espíritos?


E saber que tudo isto esta logo ali, no entanto você de maneira nenhuma pode ver ou interagir? Seria algo bem mais proveitoso numa narrativa, pois expor em imagens seria algo bastante complicado. Quando leio ou li os contos deste autor que citei, me remetem a estes sentimentos, logo o filme possui esta pegada, o monstro (segundo vi pelos vídeos do youtube) até foi cogitado aparecer. No entanto, sabiamente tiraram, pois ao meu entendimento este monstro se faz na subconsciência de cada um.


Resenha escrita por Waldryano 

Reproduzido no Recanto das Letras

[texto revisado ]

Exception [impressões finais]

Exception

No futuro distante, a humanidade foi forçada a deixar a Terra e migrar para outra galáxia. Uma espaçonave é enviada para um novo planeta para terra formá-lo e a tripulação é criada uma a uma por uma impressa 3D biológica. No entanto, ocorre um erro fatal durante a criação de um dos membros. A tripulação então começa a se deparar com uma série de eventos imprevisíveis.


Nova série de anime da Netflix com a temática Ficção Científica: Estou assistindo e como homenagem, vou tentar criar um conto baseado nela. Será que consigo?


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Neste final de semana, consegui terminar esta série. Como todas as séries, eu vou ver o que a crítica tem a dizer sobre...


Quem desenhou os personagens, foi um artista responsável por vários clássicos do vídeo game. Final Fantasy, logo, o visual e traço, a mim, que me criei jogando final fantasy, foi agradável.


Gostei mesmo do plot (enredo) da série. Não foi explicado muito bem, porém a Terra já não existe, seres humanos estão viajando no espaço em um sono criogênico onde esperam chegar ao lugar que será o novo lar.


Ao ler, observei que o possível planeta habitável está a 587,1 anos-luz da Terra. 

É muito longe. Sei a grosso modo que estão quase conseguindo reatores de fusão nuclear já estão sendo estudados e a tentativa de controle desta fonte de energia. A partir daí, viagens em velocidades imensuráveis serão cogitadas. Todavia, ainda é algo impensável. Viajar na velocidade da luz, na melhor das hipóteses, seria 587 anos de viagem algo impensável. Então seria, capsula de criogenia com seres humanos para habitar tal planeta? A única hipótese possível.


Outro fato citado na série e amplamente difundida no universo Geek é a viagem em dobra. Daí outro impedimento surge nesta hipótese. Um ser humano suportaria uma viagem em dobra? onde o universo seria dobrado e o viajante poderia passar hipoteticamente por um buraco negro artificial. Na série não seria possível, entretanto, enviado uma nave de reconhecimento com a possibilidade de uma impressora 3d biológica.


Outro nome interessante citou a série. Impressora 3d biológica. No Campus party de 2022 tem desta. Imprime uma carne pasmem. Então já é algo discutível e mensurável de se enredar.


Na impressora que foi acionada ao chegar-se perto do planeta habitável que precisaria ser preparado para receber os seres humanos. Dentro de uma nave de reconhecimento foi ligada tal impressora que imprimiu a população responsável por tornar o planeta habitável, antes da chegada da nave mãe com os seres humanos reais. (estranho esta definição de imprimir cópias de seres humanos).


Na série, há conspiração, e ao final, somente 1 ser impresso fica disposto a povoar o novo mundo. Para que o novo planeta fosse possível a habitação, foi "extinto" os seres viventes daquele planeta. Uma espécie de algas vivas translucidas. E ao final da série, o planeta já habitável, seria povoado por impressos de animais e toda a vida devidamente catalogado e preservado em uma impressora 3d com o nome sugestível. Útero.


A ficção científica no modo literal, se alimenta de hipóteses e descobertas. Logo, eu que sou um Geek surfo nessa onda.