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Cyberpunk

literatura cyberpunk é um gênero da ficção científica notado por seu foco, baixo custo de vida e alta tecnologia. Cyberpunk é um termo originado a partir da cibernética, que promove uma visão underground da sociedade, de contracultura, que foge dos padrões anteriormente impostos com intenção de obter novos espaços para expressão.

Durante a década de 1980, a ficção científica criou o movimento cyberpunk, um dos mais bem-sucedidos. Os pioneiros foram William Gibson, autor da trilogia do Sprawl, do qual faz parte o famoso Neuromancer; e Bruce Sterling, autor da série de histórias Mechanist/Shaper, do qual a maior realização é a gigantesca obra Schismatrix.

As características que definem o estilo cyberpunk na literatura se mantêm em debate desde seu início. Alguns autores classificados como cyberpunks questionam a existência deste rótulo, enquanto outros discordam acerca dos aspectos que caracterizam esta forma de expressão.

Bruce Sterling afirma que “o cyberpunk se trata de uma integração entre tecnologia e literatura em um mundo onde o diferencial entre ficção científica e realidade está cada vez mais tênue”. Já Lewis Shiner acredita que a ramificação se trata apenas de “um produto da cultura pop, fato pelo qual não teria grandes méritos literários”.

As opiniões acima representam diferentes visões dos autores consagrados, estes que compõem o estilo. É complicado definir o estilo cyberpunk com base em conceitos tão divergentes. O que se pode concluir, no entanto, é que o cyberpunk é encarado como a voz do underground na sociedade moderna, representando um novo mundo imerso na tecnologia.

Uma forma de definir aspectos característicos da literatura cyberpunk seria analisar as características e lugares-comuns mais recorrentes nas narrativas classificadas como tal. A integração maligna entre sociedade e tecnologia pode ser considerada a base central do estilo, porque exibe uma visão pessimista do avanço científico. As obras do estilo apresentam visões de um mundo desértico e devastado por meio da ficção futurística. Além disso, é possível destacar ainda o conflito recorrente entre o individual e sociedade, porque retrata a insignificância do homem diante da tecnologia onipresente.

Apesar de constantemente mostrar a tecnologia e sua integração à sociedade, esta não é uma característica essencial ao cyberpunk. Como, por exemplo, o livro “The Girl Who Was Plugged In” de James Triptree Jr. Apesar de o autor ter destacado os avanços da tecnologia, o fio condutor da narrativa é o desejo da personagem principal ter sua individualidade apesar da tecnologia.

Muito da ficção científica é projetado em como o indivíduo utiliza a tecnologia para suplantar os próprios problemas. Na literatura cyberpunk, a individualidade do personagem está sempre em conflito com a impessoalidade das máquinas.

Os conceitos básicos da literatura cyberpunk consistem em: mostrar a tecnologia como obstáculo ao homem; histórias baseadas em temas obscuros; personagem que falha ou se conforma com a sociedade estruturada. Ao contrário da atitude otimista com a qual a ficção-científica clássica trata a tecnologia, a literatura cyberpunk trata o assunto como um dos maiores problemas que a sociedade enfrenta. A tecnologia intensifica os atributos físicos do personagem através de supostos implantes e próteses, mas por outro lado, inibe suas individualidades. A atitude não-conformista é marcante na personalidade dos autores cyberpunks, que têm uma visão pessimista da condição humana imersa na tecnologia.

cyberpunk


Fonte: https://www.infoescola.com/generos-literarios/literatura-cyberpunk/

O primeiro escrito de Machado de Assis

A PALMEIRA

Como é linda e verdejante
Esta palmeira gigante
Que se eleva sobre o monte!
Como seus galhos frondosos
Se elevam tão majestosos
Quase a tocar no horizonte!

Ó palmeira, eu te saúdo,
Ó tronco valente e mudo,

Da natureza expressão!
Aqui te venho ofertar
Triste canto, que soltar
Vai meu triste coração.

Sim, bem triste, que pendida
Tenho a fronte amortecida,
Do pesar acabrunhada!
Sofro os rigores da sorte,
Das desgraças a mais forte
Nesta vida amargurada!

Como tu amas a terra
Que tua raiz encerra,
Com profunda discrição;
Também amei da donzela

Sua imagem meiga e bela,
Que alentava o coração.

Como ao brilho purpurino
Do crepúsculo matutino
Da manhã o doce albor;
Também amei com loucura

Essa alma toda ternura
Dei-lhe todo o meu amor!

Amei!... mas negra traição
Perverteu o coração
Dessa imagem da candura!
Sofri então dor cruel,
Sorvi da desgraça o fel,
Sorvi tragos da amargura!

......................................
Adeus, palmeira! ao cantor
Guarda o segredo de amor;
Sim, cala os segredos meus!
Não reveles o meu canto
Esconde em ti o meu pranto
Adeus, ó palmeira!... adeus!.



A primeira poesia de Machado de Assis a ser publicado, o Jornal em que foi publicado foi o "Marmota" no dia 06 de Janeiro de 1855. Abaixo uma ilustração do Machado de Assis feita por mim (Waldryano) a original encontra-se no site pixabay.



Crônicas de um Velho Jovem

A cura, um filme comovente


Por Waldryano 
Para o Blog Refletindo o Evangelho

Dom Casmurro | diário de leitura 2

Por Waldryano |Para o blog Waldryano


Diário de Leitura 2
Estudo da obra: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.



Gênero: romance.( D. Casmurro é um ROMANCE de Machado de Assis). 

Clímax: Tem-se o Clímax quando Bentinho casa-se com Capitu, tem um filho, e começa ter a desconfiança que o filho não é dele (principalmente quando Bentinho fala diretamente à Capitu na volta desta da Igreja, e pensa em envenenar o filho)
Ambiente:
Físico: Centro Urbano
Social: Familiar da Classe Media Alta
Temática: A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana.
Em uma visão crítica com base no feminismo, temos em Dom Casmurro a dúvida sobre a existência do adultério de Capitu, não havendo em nenhum momento algo que o comprove, permanecendo apenas como suspeitas. Sendo escrito em primeira pessoa, apresenta apenas a interpretação dos fatos presenciados pelo narrador-personagem, não apresentando em nenhum momento outras visões.De uma forma geral, a crítica feminista é limitada e cheia de lacunas








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Impressões de leitura Dom Casmurro | diário de leitura 2

Por Waldryano
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Diário de Leitura 2
para o ensaio: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.


Gênero: romance.( D. Casmurro é um ROMANCE de Machado de Assis). 
Clímax: Tem-se o Clímax quando Bentinho casa-se com Capitu, tem um filho, e começa ter a desconfiança que o filho não é dele (principalmente quando Bentinho fala diretamente à Capitu na volta desta da Igreja, e pensa em envenenar o filho) 
Ambiente: 
Físico: Centro Urbano 
Social: Familiar da Classe Media Alta 
Temática: A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana. 

Em uma visão crítica com base no feminismo, temos em Dom Casmurro a dúvida sobre a existência do adultério de Capitu, não havendo em nenhum momento algo que o comprove, permanecendo apenas como suspeitas. Sendo escrito em primeira pessoa, apresenta apenas a interpretação dos fatos presenciados pelo narrador-personagem, não apresentando em nenhum momento outras visões.De uma forma geral, a crítica feminista é limitada e cheia de lacunas



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Dom Casmurro | diário de leitura 1

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Diário de Leitura 1
Estudo da obra: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.


O livro Dom Casmurro, foi publicado em 1899, e retrata a sociedade daquele período, com um olhar crítico do Autor.
Também é explorado pelo autor a temática ciúme. Ao observar o comportamento da personagem feminina Capitu, verifica-se como era uma mulher naquela época, e como na normalidade deveria se portar. O protagonista Bentinho, também tem um comportamento típico esperado dos homens daquele contexto. 
O livro permite, várias leituras e interpretações, uma observação conservadora, delimitaria, a situação como; um marido traído, injustiçado, com uma mulher leviana e infiel.

Porém também pode-se questionar esse comportamento. O marido, pode também ser uma pessoa que sofre de um ciúme doentio, deste modo não consegue raciocinar com propriedade, lembrando que o autor oferece a perspectiva do protagonista na sua narrativa.
Os objetivos deste ensaio, é discutir o comportamento humano até que ponto uma suposição pode tomar o convívio insuportável, ou fazer com que as pessoas passam a agir de modo doentio, e fugirem de um comportamento natural.

Para fazer essas observações foi Feito a leitura do texto disponível em:
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/dom-casmurro-analise-obra-machado-assis-698986.shtml


Impressões de leitura Dom Casmurro | diário de leitura 1


Por Waldryano
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Diário de Leitura 1
para o ensaio: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.

O livro Dom Casmurro, foi publicado em 1899, e retrata a sociedade daquele período, com um olhar crítico do Autor.

Também é explorado pelo autor a temática ciúme. Ao observar o comportamento da personagem feminina Capitu, verifica-se como era uma mulher naquela época, e como na normalidade deveria se portar. O protagonista Bentinho, também tem um comportamento típico esperado dos homens daquele contexto. 




O livro permite, várias leituras e interpretações, uma observação conservadora, delimitaria, a situação como; um marido traído, injustiçado, com uma mulher leviana e infiel.

Porém também pode-se questionar esse comportamento. O marido, pode também ser uma pessoa que sofre de um ciúme doentio, deste modo não consegue raciocinar com propriedade, lembrando que o autor oferece a perspectiva do protagonista na sua narrativa.




Os objetivos deste ensaio, é discutir o comportamento humano até que ponto uma suposição pode tomar o convívio insuportável, ou fazer com que as pessoas passam a agir de modo doentio, e fugirem de um comportamento natural.

Para fazer essas observações foi Feito a leitura do texto disponível em:
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/dom-casmurro-analise-obra-machado-assis-698986.shtml




Prisão Capítulo 8 O mentor de um crime

Por Waldryano
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Capítulo 8
O mentor de um crime

E aí apagou o cara? Falava o pai do Nilmar logo após o Robson ter o deixado em em casa.

-Sim pai...
-Levou o Robson lá e atirou, fez ele atirar é importante.
-Sim Pai. Pai mesmo treinando tanto, fiquei com medo de atirar no Zecão.
-Atirou?
-Sim atirei, mas não gostei, estou arrependido.
-E ele ? se arrependeu da surra que te deu? Ein? Não criei filho para apanhar na escola, e ele não te perseguia? Não criei filho para ser covarde.
-E usou o carro do seu amigo almofadinha Robson?
-Sim Pai, usei o carro.
-Usou a luva? e quando colocou a arma na mão do Robson para ele dar o tiro, não se esqueceu de entregar com um lenço?
-Sim pai quando atirei no Zecão, usei uma luva, e quando entreguei para o Robson com um lenço, igual ensaiamos exaustivamente.
-E a arma escondeu onde eu falei?
-Sim Pai, agora tome isto...
O menino Nilmar toma um calmante forte, pois estava nervoso, logo dorme, no sofá mesmo, enquanto seu pai, dá um sorriso sarcástico, e toma mais um copo de vodca e diz:
-A vingança é um prato que se come cru. Saindo a noite, provavelmente a algum bar...


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Prisão Capítulo 8 Não paro de pensar nela

Por Waldryano
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Capítulo 8
Não paro de pensar nela

Levei de carro o Nilmar, ao chegar na sua casa observei que tinha gente acordada, logo a luz se acendeu, deixei o Nilmar, antes disse:
-Se livre daquilo.
-Sim me livrarei, não esquenta. Até Robson.
-Até. Olhei para o Nilmar e senti que ele estava meio nervoso, será que ele estava pensando que eu iria contar para o meu pai o ocorrido, do tiro coisa e tal?

Ao dirigir pensei no que fiz e refletindo fiquei observando que caminho estava trilhando.

Um amigo que leva para atirar na calada da noite.
Uma garota que pensava ser minha futura namorada estava com outro garoto...

Tenho que dar um basta nisto, devo corrigir meus erros.

Cheguei em casa e meu pai fez um sinal mostrando com o dedo no relógio já era 23:30 horas.

-Pai, são só trinta minutos de atraso.
-Trinta minutos... Sei... Entre para dentro.

Minha mãe tinha deixado janta, comi e fui ao banheiro tomar um banho.

Neste momento meu pai foi vistoriar o carro e viu o arranhão, era discreto, parecia que tinha sido arranhado em algo verde... Pensou em ir falar comigo mas deixou para o outro dia.

Enfim na minha cama comecei a pensar na Nelma. Sim nela.
-Como  pode isto? 
-Eu estar pensando naquele versículo e ela orando para minha vida?
Relutava em não pensar nela, mas quanto mais relutava, mais pensava. -O que é isso?
Decidi orar, sim orar agradecendo a Deus e pensei.
-Vou me acertar, vou parar com essa vida louca e se firmar na Igreja, começa amanha cedo, vou voltar para a escola bíblica dominical.

# leitores algo triste vai acontecer com o Robson, fruto de uma amizade errônea, e de seus atos, aguardem...


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Prisão Capítulo 7 Inveja, um sentimento que destrói

Por Waldryano
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Capítulo 7
Inveja, um sentimento que destrói

Sempre tive inveja do Robson, ele tem um pai que dá de tudo para ele, o meu pai vive me colocando em confusão.
Ele tem sorte com as garotas, lógico, tem carro, tem roupas de marcas e eu? -Nada!

Agora estou dirigindo o carro dele, e tenho que resolver aquele problemão que me enfiei, aí o que fazer?

E aquela hora que retirei a arma da mochila, sim naquele momento me subiu o sangue, poderia acabar com a vida dele, sim, disse a ele que não tinha bala, mas tinha uma...

-Porque será que formigou meu braço?

-E ele, atirou. Parecia um frangote, aquele bebezão mimado do papai, mas ele atirou né?

Neste momento Nilmar fazia uma curva fechada e esbarrou nuns lixos que estavam na esquina, dando uma pequena arranhada no para choque.

Ao dirigir, Nilmar com uma destreza estranha, vestiu uma luva na mão e retirou a arma da Mochila.

Um elemento, o esperava numa esquina escura, ele abriu o vidro e falou assim.

-Isso é para você.

-Dando um tiro. 
O elemento caiu.

Nilmar acelerou o carro, nisto o celular tocou, ele observou pelo toque que não era o dele, e estava no canto da poltrona, ele atende:

-Oi Robson, já passo aí. A mina me deu o cano isso.

Isso já era umas 23:15, ele sabia que o Robson estava atrasado pois as saídas deles só poderiam ser até as 23:00 horas.

# Amados, observem que o Nilmar melhor amigo de Robson, acaba de se envolver num crime, e demonstra seu real sentimento pelo Robson, aguardem os próximos capítulos, Wal :)

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Prisão Capítulo 6 Uma folhinha de eucalipto

Por Waldryano
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Capítulo 6
Uma folhinha de eucalipto

Meu pai foi dormir cedo, fiquei meditando no Salmo 1, agora são dez e quarenta da noite, hoje estou sem sono, sou acostumada a dormir cedo.

No entanto, aquele momento que senti de orar pelo Robson fez eu pensar o que se passava com ele.

O Robson, lembro bem dos seus olhos quando me olhou, amendoados, seu sorriso, acanhado. Mas não entendo porque ele não vai muitas vezes na Igreja.

"-Senhor tu conheces meu coração, traga para minha vida a pessoa certa, que seja dos teus propósitos Pai". orei em voz alta após meditar na leituras bíblica.

De repente um toque na campainha. Que estranho essas horas e um toque só? Olho na janela quem vejo?

Aí, é o Robson. Mas o que ele esta fazendo aqui a essas horas? Será que atendo? Mas é o Robson...
Desci, abri a porta.

-Paz irmã Nelma, disse o Robson. Que voz linda a dele...

-Paz do Senhor, Robson o que esta fazendo essas horas, e eu vi você sair de carro agora a pé?

-Pois é ... Emprestei para o Nilmar, queria emprestar o seu celular para dar um toque para Ele.

Neste instante olhei para o Robson, fiquei meio constrangida e disse: -Claro, vou la buscar, voltei e dei o celular para ele, e num impeto inexplicável retirei uma folhinha que estava nos seus cabelos, uma folha seca. Ele tem os cabelos lisos...

Sempre pensava nele, orava para um dia ter a oportunidade de estar perto dele, e agora ele ali na minha frente,e nem acredito, mas veio a vontade de dizer o que falei. Sabe aquelas coisas que vem na mente da gente e falamos no impulso? enfim falei.

-Sabe Robson, depois daquele encontro com você senti de orar por você, orei eu o Pai e o Pastor.

-Por  acaso passou por algum livramento, pois eu me angustiei e tive que orar, logo após li o Salmo 1.

-Salmo 1? disse o Robson, meio atônito.
-Sim irmã Nelma acabei de passar por uma dificuldade, outro dia te conto com calma. Agora preciso ligar para o Nilmar já esta tarde.

-Assim é claro? Disse ao Robson, lembrando qual era o real motivo dele estar ali.

Então foi o Robson um pouco adiante fazer a ligação trouxe o celular e agradeceu. E eu? com aquela folhinha... Será de eucalipto? Mais tarde guardei dentro da minha Bíblia.

-Sabe Nelma, muito obrigado pela oração voltarei conversar com você, confesso que estou meio fraco na Igreja mas estou sentindo de voltar...

-Irmão Robson, a porta da igreja esta aberta. Nós da juventude somos receptivos e a sua família já é de casa. 

Meu coração bateu mais forte. Que alegria ouvir da boca do Robson aquilo. Ele foi embora eu fiquei observando da janela, logo após fui dormir, sentindo o cheiro daquela folhinha nas minhas mãos, ah, sem dúvidas é uma folha seca de eucalipto.

Meu pai? Dormia nem percebeu que fui atender a porta. Antes de dormir agradeci a Deus pela vida do Robson e pela cura do meu pai. 

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Prisão Capítulo 5 Um tiro e nada Mais

Por Waldryano
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Nilmar, olhou pra mim, senti que uma arma para ele era algo natural, eu não estava habituado, e senti o peso do perigo naquilo. Ele disse me assim:

-É simples... Tá vendo aquela lata.
Nem tinha reparado que tinha uma lata lá longe...

-Vou arrumar ela e você vai dar um tiro nela.

- Um tiro? Indaguei-o, Eu tá é louco?
- Só um tiro ao alvo bebezão, só isso.

Sabe, já estava tenso queria sair daquela situação rápido, e o meu amigo queria que eu desse um tiro. E não queria que ele pensasse que sou um medroso.

Ele estava voltando em uns cinco metros de distancia estava aquela lata, era grande não pensei que seria difícil, o que seria difícil era disfarçar. Comecei a tremer igual a uma vara verde.

E veio o Nilmar.

-Nossa você esta tremendo Robson, é só para você dar um tirinho de nada.
-Só um tiro? (nem sei porque disse isso soou meio bobo)
-É só um tiro, daí ele retirou de dentro do bolso, balas deste revolver.

Sabe a tremedeira foi passando e o Nilmar foi explicando como carregar, eu nem prestei atenção que dar o tal tiro logo, para não mostrar que era covarde, e ir ver a garota que já tinha combinado.

-Vamos logo Nilmar, marquei um encontro, só um tiro né...
-Sim, só um tiro.

Pronto, carreguei ele com uma bala.

A partir daquele momento ele colocou na minha mão me posicionou para o modo de atirar.

-Nossa Nilmar nunca imaginava que você tinha uma arma, onde conseguiu?

-Encontrei naquele terreno baldio próximo da minha casa
-Sei...
-Então... Achei lá, vim aqui e treinei uns tiros gostaria que atirasse também depois vou jogar lá denovo.

-E as balas?
-Meu pai tinha guardado...

-Pronto esta na posição, quando você puxa aqui, esta engatilhado e é só atirar, capriche acertando a lata pois só quero gastar uma bala, vai que alguém escuta...

Estiquei o braço e fiz a posição de tiro, Nilmar disse que aprendeu vendo filmes ...

Ele me disse assim: 

-Olha, depois do tiro vai sentir um baque para traz e a arma aquecerá mire na lata e boa...

Ao mirar senti uma sensação estranha atirei, realmente o baque me fez dar um passo para traz.

- Pronto bebezão, ops... Pronto Robson, o que achou?
Agora sabe a sensação de dar um tiro, agora você sabe o que é ter o dominio da situação.

-Olhe Nilmar, atirei, agora prometa que vai se livrar disso, vai que é de bandido.

-Sim, vou me livrar.
-Bora nóis.
-Bora, foi esse bora meio triste, pois não gosto de ser desafiado, mas se era esse o preço para o Nilmar não me chamar de bebezão,paguei, agora ele não chama mais.

-Robson queria te pedir um favor é simples.
-Fale Nilmar.

-Bom, quando você chegar onde combinou com a  Renata me empresta o carro rapidinho para eu dar uma impressionada para a minha garota,prometo que é rapidinho.

Sabe, pensei bastante em dizer não, mas confesso que fiquei com medo do Nilmar dizer para o meu pai que eu andei atirando, imaginei a cena, e num reflexo disse:

-Seja rápido.

No carro, quando estávamos bem próximo do local que combinei com a Renata, pedi para ele deixar uma esquina antes queria ir caminhando, por conta de um motivo. Na hora pouco antes de dar aquele tiro, tinha mijado nas calças, parece cômico, mas não me contive e não sabia o que fazer, contar ao Nilmar acabaria com a minha reputação...

No encontro estava bem adiantado e tinha combinado com a Renata, numa pracinha. É claro que ia dar o bolo nela, não queria que ela me visse mijado.

Nessas horas o Nilmar já estava virando a esquina tinha combinado se encontrar com ele ali mesmo, ia dar umas voltas para disfarçar e depois daria um toque.

Coloquei a mão no bolso e vi que estava sem o celular...

-Quem é aquela pessoa lá na frente?
-A Renata. E, estava com um garoto.

Fiquei irado, disfarcei e virei e dei a volta, lembrei que a casa da Nelma era alí próximo, pensei.

Vou na casa dela e peço para ela dar um toque no meu celular que deve estar no carro, e o Nilmar atenderá, foi o que fiz. fui a casa dela.


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Prisão Capítulo 4 Um reluzir na escuridão

Por Waldryano
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Olhei para Nilmar, e confesso que estava tenso...
-O que será que vai fazer eu passar a ser um homem por completo? 
-Que ato seria esse?

Sei que o pai do Nilmar já andou lidando com drogas, mas no passado.
E pelo que sabia, o Nilmar mesmo sendo um tanto 'corajoso' nunca tinha usado drogas... Sabe, somos amigos de longa data.
E Sabia que, o que quer que fosse, estaria naquela mochila.

O que será?

Naquele instante que ele estava deszipando, me veio parte de um versículo na minha mente, foi mais forte que eu e não conseguia parar de pensar nele.

"Não assenta na roda dos escarnecedores" Salmos 1

Fiquei relutando com o pensamento e o versículo vinha cada vez mais forte não parava de pensar nele..

-Calma bebezão, disse Nilmar. É só uma coisinha que quero lhe mostrar e você vai fazer...

Aí então vai sentir-se um homem por completo, irá sentir que pode tudo...

Voltei a pensar no versículo, mudava as palavras do versículo para tentar adequá-lo ao que estava acontecendo comigo ali...

Oque seria? O que o meu amigo iria me mostrar e eu teria de fazer e porque isto tinha que ser em lugar tão afastado?

Já era noite e estava sim preocupado, mas não queria que ele percebesse que no fundo estava mesmo com medo.

Logo disse para o Nilmar:

-Rápido Nilmar com o que quer que seja... Devo voltar cedo, e nem saímos... 
Quero ver aquela garota da semana passada e isso esta atrasando o meu lado.

E veio então a surpresa.

Nilmar colocou a mão dentro da mochila e retirou... A luz do farol reluziu no metal |UMA ARMA | que me deu um calafrio, olhei bem para os olhos do Nilmar, a principio senti algo estranho, ele ficou sério, sei lá ... Depois ele retirou-a e colocou na minha mão, assustado peguei com as duas mãos.

-Calma bobo, esta sem bala, segure um pouco. 

Ele deixou nas minhas mãos e senti um gelado inexplicável, do metal em minhas mãos.

#Amados leitores, vejam que o Robson esta numa situação de perigo, influenciado por seu amigo, e sua postura esta sendo em não desapontar um amigo que esta lhe oferecendo algo errado a se fazer, não se assente na roda dos escarnecedores, seria também não aceitar coisas ilícitas, ou manjares que não edificam... Fiquem no aguardo dos próximos capítulos pois será crucial ao desenvolvimento da história, demorarei um pouquinho a postar aqui queria que mais leitores estivessem acompanhando, será uma história tensa porem necessária, pois essas armadilhas podem ocorrer conosco, ler é um modo de vigiar, Amor? Sim nosso protagonista Robson em meio a tudo isto encontrará o verdadeiro amor... Aguardem... Seu amigo e irmão em Cristo Waldryano


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Prisão Capítulo 3 Senti de orar por Ele

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Capítulo 3
Senti de orar por Ele

Sempre gostei do Robson, ele nunca se importou muito comigo, mas hoje, tive um encontro bem inusitado com ele.

Estava voltando a igreja convidar, o pastor a ungir meu pai.
Sabe, mora eu e ele aqui em casa, minha mãe me abandonou quando era criança, nunca à conheci, eu e o meu pai sempre fomos da igreja.

Eu gosto muito de ir a igreja, participo dos grupos de louvor, não vejo muito o Robson por isso minha surpresa, seus pais sempre vejo.

Busquei o pastor, quando chegamos em casa...

- Oi querida Nelma, estou melhor.
- Que bom pai, que esta melhor, trouxe o Pastor.
- Paz do Senhor, depois de uma conversa sobre o cotidiano o pastor disse: -Então vou ir embora.

Naquele instante, senti no meu coração de orar pelo Robson, não sei explicar, só sei que num impulso, (sabe sou muito tímida) disse:

Vamos orar, por um amigo que vi hoje pai, agora senti de orar por ele, foi eu o pai e o pastor, orar não disse o nome, mas o Robson estava nos meus pensamentos.

# No próximo capítulo, nosso protagonista estará tomando decisões, erradas que influenciará na sua história, Sem saber estavam orando para a sua vida...

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prisão capitulo 2 roubada

Por Waldryano
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Sabe,sinto me aprisionado, agora estou livre posso acelerar, sentir o vento, ter auto controle deste carro, agora posso extravasar...

Hoje a noite será boa...

Ops...

Passou uma irmãzinha da igreja na rua fiquei observando ela, coragem dela sair com a Bíblia, embaixo do Braço, por que não baixa um app como eu fiz....

Nossa que vestido longo, e por que ela esta essas horas da noite aqui na rua... 

Parei,e perguntei...

-Paz, estas sozinha?(falei pois sabia que ela nunca saia sozinha quase dez da noite) Paz, sim votei a igreja convidar o pastor, ir na minha casa, orar pelo meu pai que não esta bem...

-Melhoras para ele, (olhei pra o celular, tinha combinado com o Nilmar não poderia prolongar a conversa)

Continuou ela, seu caminho de volta... e Eu para a minha noitada, - Como era o nome dela mesmo?... A sim, Nelma. A toda encoberta Nelma, a tímida e frágil Nelma.

Cheguei na casa do Nilmar ele entrou no carro, cumprimentamos e ele logo disse.

-E aí mano, estou com uma super novidade, você não disse outro dia que queria extravasar, sentir a sensação de dominar, de poder....

-Sim, (não achei que isto importava muito a ele...) 
-Então vamos lá naquele campo de plantação de eucalipto...

Se eu não confiasse no Nilmar, iria estranhar tal pedido, mas sabia que ele, tinha algo novo irresistível para me mostrar... Logo engatei a marcha e fomos, esse local era bem afastado, da cidade, mas fui, sem questionar...

No caminho ele ligou, uma musica funk, confesso que não gostava, claro que nunca diria isso a ele pois sim seria um careta....

Ao chegarmos, estava um breu, muito escuro, liguei o farol do carro, e fomos a frente dele.

Logo, Nilmar começou a falar...

-Sabe, Robson, um dia meu pai disse a mim (Sabia do pai de Nilmar, vivia bebado, e aprontava muito...) que para ser homem tem que fazer um ato, de passagem....

-Eu logo pensei, (será que ele me mostrará um droga, coisa assim, claro que não quero mostrar que sou careta, mas droga não entro mesmo).

Ele olhou pra mim ,e disse assim?
Calma bebezão. Não vou te dar uma droga para você experimentar, é uma sensação que quero que sintas, que vai mudar sua vida, daí então serás outra pessoa.

Fiquei apreensivo e super curioso, sabia que estava dentro da mochila, esse algo novo...

Leitor, neste momento os pais de Robson clamavam, oravam, por ele. Isto ele não sabia, e nosso protagonista, sim estava prestes a adentrar numa roubada...

  


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prisão Capítulo 1 Planejando minha saída a noite...

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Mais um sábado a noite, hoje vou ir a igreja, pois meu pai insistiu bastante, sabe, na realidade gostaria de sair com o carro do meu pai, junto com o meu amigo Nilmar, andar a toa, encontrar garotas, enfim é isso que eu queria hoje.

- Filho já esta pronto?
- Sim mãe, já estou pronto... Minha mãe, a dona Madalena cuida bem da nossa casa, mas como meu Pai vem sempre com essa de ir para a igreja... af...

Dentro do carro, estávamos indo para a igreja eu o Pai e a mãe. A mãe dando os últimos retoques de ultima hora, dentro do carro.

Na igreja, ouvi um louvor que dizia do valor que somente Deus tem para conosco.

A mensagem? Não prestei atenção, estava idealizando a saída, naquela noite, só isso que dominava meus pensamentos.

Como, farei o pai liberar o carro? Meu pai estava regulando o carro sabe? tipo não gostava do Nilmar e suas companhias, sempre dizia ele que era implicância dele, que somos jovens logo, somos diferente da sua geração.

Cheguei em casa, troquei rapidamente de roupa, iria sair com algo mais descolado, meu pai minha mãe sempre implicavam com minhas roupas, af...

Então depois de me trocar, falei para o pai. 

-Pai empresta o carro. 
-Vai sair com o Nilmar?
-Sim pai... Meu pai olhou com um olhar de canto que nós bem sabíamos o que era preocupação, não disse nada, ele bem sabia que tinha me comportado, feito tudo direitinho, logo poderia sair, tinha dezoito anos tinha carteira. 

Ele me olhou com uns trinta segundos que pareciam intermináveis, e logo veio a resposta.

- Sim, Robson emprestarei, volte ao máximo as onze (é claro que voltaria as meia noite) cuide bem do carro, e vamos fazer uma oração.

-Oração? Pensei...

Tudo bem pai, vamos orar...

A oração consistiu em proteção. agora esta aqui as chaves cuide bem do gol preto que sempre cuido com carinho Robson, e veja lá em cuidado ao estacionar...

-Sim pai, sei não cometerei mais aquele deslize... Relembrando que tempos atras tinha esbarrado o para choque... Saí... alegria sair dar um rolé na praça da cidade...

- Madalena.

- Fale Amor, vamos orar, estou com um sentimento de angustia que não sei explicar, vamos orar pelo Robson.
-Vamos sim, vamos ao quarto e orar por quinze minutos e ler um Salmo antes, também sinto que devemos orar por ele e pelo Nilmar...
Amados leitores sim, eles estavam certo em orar....

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