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O Banquete da Graça e a Sabedoria do Bolso

  

1. A Raiz da Saciedade (Isaías 55:2)

"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer?"

Muitas vezes, nossas dívidas nascem de uma tentativa de preencher vazios da alma com coisas materiais. Gastamos o que não temos para impressionar quem não conhecemos ou para anestesiar dores que só Deus cura. O primeiro passo para a liberdade financeira é entender que o consumo não substitui o propósito.

2. A Direção do Caminho (Provérbios 3:9 e Lucas 3:14)

"Honra ao Senhor com os teus bens... e contentai-vos com o vosso soldo."

A organização financeira começa com a prioridade (colocar Deus no início) e o contentamento (viver dentro do que se ganha). João Batista aconselhou os soldados a não extorquirem e a estarem satisfeitos com seus salários. A paz financeira não vem de ganhar mais, mas de gastar com integridade e gratidão.

3. O Perigo da Servidão (Provérbios 22:7)

"O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta."

A Bíblia é realista: a dívida é uma forma de escravidão moderna. Ela limita suas escolhas, seu tempo e sua energia. Reconhecer que a dívida é um "senhor" cruel ajuda a despertar o desejo urgente de quitá-la para voltar a servir apenas a Deus.

4. A Única Dívida Permitida (Romanos 13:8)

"A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros."

Imagine um mundo onde sua única "fatura" pendente fosse o amor ao próximo. Esse é o padrão do Reino. Enquanto houver boletos atrasados, o foco está no passado. Quando nos livramos deles, nosso foco se volta para o futuro e para as pessoas.

5. O Remédio: Trabalho e Diligência (Provérbios 11:15)

"Decerto sofrerá severamente aquele que fica por fiador do estranho... mas o que evita o penhor estará seguro."

A Bíblia nos alerta contra decisões financeiras impulsivas ou de "alto risco" por terceiros. A segurança financeira é construída com pés no chão, dizendo "não" a garantias perigosas e "sim" à responsabilidade pessoal.


Uma Oração para hoje

"Pai, confesso que a angústia das contas tem pesado sobre mim. Peço perdão se tentei preencher meu coração com coisas que o dinheiro compra. Dá-me sabedoria para administrar o que tenho, disciplina para cortar o supérfluo e graça para quitar o que devo. Que minha vida financeira seja um testemunho da Tua provisão e não um motivo de vergonha. Amém."


O caso do cão Orelha: quando a violência não termina no ato, mas se espalha

 

O caso do cão Orelha: quando a violência não termina no ato, mas se espalha

A morte do cão comunitário conhecido como Orelha não é apenas mais um caso de maus-tratos a animais no Brasil. Ela escancara algo mais profundo e perturbador: a naturalização da violência, a tentativa de silenciar testemunhas e o colapso ético de adultos que deveriam ensinar limites — não intimidar a verdade.

Orelha era um cão de rua, desses que pertencem a todos e a ninguém ao mesmo tempo. Alimentado por comerciantes, moradores e frequentadores da região, simbolizava uma convivência possível entre humanos e animais. Sua morte, marcada por agressões brutais, rompe esse pacto silencioso de cuidado coletivo. Mas o que torna o caso ainda mais grave não é apenas o ato inicial — é o que veio depois.

Quando familiares dos suspeitos passam a ser indiciados por coação de testemunha, o episódio deixa de ser um crime isolado contra um animal e passa a revelar um problema estrutural de valores. A mensagem implícita é perigosa: em vez de assumir responsabilidades, tenta-se calar quem viu, quem sabe, quem ousa falar. Isso não é defesa; é a perpetuação da violência por outros meios.

Há algo profundamente simbólico no fato de que os principais suspeitos sejam adolescentes, enquanto os atos de intimidação recaem sobre adultos. A pergunta que se impõe é inevitável: que exemplo está sendo dado? Se a reação a um erro — ou a um crime — é ameaçar, pressionar e distorcer, o aprendizado transmitido não é sobre justiça, mas sobre poder e impunidade.

O caso também revelou outro lado igualmente sombrio: o tribunal das redes sociais. Pessoas que nada tinham a ver com o episódio foram expostas, ameaçadas, confundidas. A comoção legítima, em alguns momentos, transformou-se em linchamento digital. Isso demonstra que a indignação sem responsabilidade pode se tornar mais uma forma de violência, alimentando exatamente o caos que se diz combater.

É preciso afirmar com clareza: defender os animais não significa abandonar o devido processo legal. Justiça não se constrói com ódio, mas com investigação séria, responsabilização correta e respeito aos limites da lei — inclusive quando os acusados são menores de idade.

Orelha não pode mais ser salvo. Mas o legado desse caso precisa ir além da comoção momentânea. Ele deve servir para reforçar que maus-tratos a animais são crimes, que coagir testemunhas também é crime, e que o silêncio imposto pelo medo corrói qualquer sociedade que se pretenda justa.

Se esse episódio terminar apenas como mais um nome esquecido na cronologia da internet, todos perdemos. Mas, se gerar reflexão, responsabilização e mudança de postura — especialmente por parte dos adultos — talvez a morte de Orelha não tenha sido em vão.

Porque uma sociedade que normaliza a crueldade, seja contra animais ou pessoas, está sempre a um passo de perder a própria humanidade.

O Algoritmo Está te Destruindo ou Apenas te Revelando?

Você já sentiu que o seu "feed" nas redes sociais parece uma armadilha? Um dia você decide que quer ter uma vida mais espiritual e focada, mas, em poucos minutos de rolagem, aparecem fofocas, polêmicas ou conteúdos que despertam o que há de pior em você.

Muitos culpam a tecnologia, dizendo: "O algoritmo não me ajuda!". Mas, em um vídeo recente e confrontador, o Pr. Lucinho Barreto inverte essa lógica e nos faz uma pergunta incômoda: E se o algoritmo for apenas um espelho do seu coração?

O Algoritmo Não Cria, Ele Entrega

A grande verdade apresentada pelo Pastor é que a inteligência artificial das redes sociais não tem o poder de corromper ninguém do zero. Ela é programada para uma única função: te dar mais do que você consome.

Se o seu Instagram está cheio de fofocas sobre a vida alheia ou conteúdos sensuais, é porque, em algum momento, você parou para assistir a isso. O algoritmo apenas "revelou a podridão" que já buscava espaço no seu interior. Ele não é o vilão; ele é o termômetro da sua disciplina visual e espiritual.

A Bíblia: O "Algoritmo" da Alma

Lucinho faz uma analogia poderosa entre a tecnologia e as Escrituras. Assim como as redes sociais monitoram nossos cliques, a Bíblia discerne as intenções do nosso coração. Ela divide juntas e medulas e expõe quem realmente somos.

A diferença fundamental é o objetivo:

  • O Algoritmo Digital pode te afundar em vícios e distrações ao alimentar seus impulsos carnais.

  • A Palavra de Deus te confronta para te restaurar. Ela revela a sua impureza não para te condenar, mas para te convidar a ser puro, humilde e alegre novamente.

É Hora de um "Reset"

Se o seu feed está "sujo", não adianta apenas reclamar da plataforma. O vídeo nos chama à responsabilidade pessoal. O Pr. Lucinho sugere que, se o controle fugiu das mãos, talvez seja a hora de um jejum de redes sociais.

Precisamos deixar de ser prisioneiros de um sistema que lucra com nossas fraquezas para nos tornarmos prisioneiros da Palavra, que nos liberta para uma vida de paz.


Conclusão: O que o seu celular diria sobre você se ele pudesse falar hoje? O algoritmo pode estar te revelando, mas a Palavra de Deus está pronta para te transformar. Que tal começar a "treinar" seus cliques para aquilo que edifica?

Texto baseado no vídeo do Pastor Lucinho

"O algoritmo está revelando você | Pr. Lucinho Barreto"

Assista ao vídeo original completo: Clique aqui



​A Queda de um Regime: Nicolás Maduro é Capturado e América Latina Amanhece em Nova Era


Por: Waldryano Data: 03 de Janeiro de 2026

​O ano de 2026 mal começou e já apresenta aquele que pode ser o evento geopolítico mais significativo da década na América do Sul. Nas primeiras horas desta manhã de sábado, 03 de janeiro, foi confirmada a captura de Nicolás Maduro. A notícia, que rapidamente tomou as manchetes globais, encerra um ciclo de décadas de poder do chavismo na Venezuela e abre um capítulo de profunda incerteza e esperança.

​A Operação e o Momento Político

​Embora os detalhes operacionais ainda estejam sendo filtrados pelas agências de inteligência, o que se sabe é que a captura ocorreu em um momento de extrema fragilidade do regime. O isolamento diplomático e o agravamento da crise interna criaram as condições para que as forças de coalizão internacional, em coordenação com elementos dissidentes locais, finalizassem a ordem de custódia que pendia há anos sobre o líder venezuelano.

Uma Barbárie Anunciada: existe solução para o Brasil?

Uma Barbárie Anunciada: existe solução para o Brasil?

Ontem, ao acompanhar o noticiário e as redes sociais, deparei-me com uma barbárie: mais de 120 suspeitos — sabe-se lá se todos realmente eram traficantes — e quatro policiais mortos em uma megaoperação contra o tráfico de drogas no Rio de Janeiro.
As imagens e relatos formam um retrato de guerra. Vi moradores transformados em resgatadores de corpos, removendo cadáveres na mata devastada pela favela e pelo morro. Vi corpos estendidos nas ruas, apenas de cueca, após terem suas roupas camufladas retiradas. Vi a Igreja Universal oferecendo ajuda humanitária em meio a um ambiente de medo, raiva e exaustão coletiva.

Do alto dos drones, a cena era clara: um grupo armado, preparado para o confronto. Rostos negros em sua maioria — uma negritude que denuncia, sem precisar de legenda, quem mais paga o preço pela desigualdade histórica do país. A operação durou horas. E eu, diante da tela, me vi compadecido.
Percebi que vivo em um Brasil que ainda não sente o tráfico de forma visceral, como sentem aqueles que puxam corpos na rua principal da favela.

De um lado, policiais que se veem obrigados a adotar a lógica do “matar primeiro, perguntar depois”, porque o entorno é hostil e imprevisível. Do outro, famílias inteiras que precisam adaptar sua rotina a uma realidade onde o crime é o único poder efetivo.
Em meio a isso, crianças sem infância e meninas de 12 anos entregues a traficantes em iniciações que mais parecem rituais de desumanização. É a barbárie dentro da barbárie.

Mas como chegamos até aqui — e como sair disso?

A resposta está nas causas que há décadas o Brasil ignora.
A pobreza, a desigualdade, a falta de educação e de senso crítico tornam crianças e adolescentes alvos fáceis da marginalidade. A superlotação urbana, a ausência do Estado e o descaso com o planejamento familiar agravam o cenário.
Enquanto isso, seguimos discutindo apenas o sintoma: o confronto armado, o número de mortos, o “bandido bom é bandido morto”, como se eliminar corpos resolvesse um problema que nasce muito antes da arma.

Vi recentemente, em um documentário da Netflix, o exemplo de El Salvador — um país que conseguiu conter a criminalidade com uma política de repressão total. As mortes despencaram, mas o preço foi alto: prisões superlotadas, abusos de autoridade e o enfraquecimento das liberdades civis.
Funciona? Em parte, sim. Mas El Salvador é pequeno; o Brasil é um continente. Exportar uma política de força bruta para cá seria repetir o erro de achar que a bala substitui a política pública.

A solução, se é que há uma, passa por um caminho árduo e múltiplo.
É preciso inteligência policial e reforma tática — operações baseadas em investigação e tecnologia, não em carnificina.
É preciso investir na educação e na primeira infância, porque sem escola que forme pensamento crítico, o crime continuará sendo o professor.
É preciso enfraquecer o dinheiro do tráfico, cortando suas rotas financeiras, combatendo lavagem de dinheiro e atingindo os verdadeiros beneficiários do sistema.
E, acima de tudo, é preciso reconstruir o pacto social: oferecer oportunidades, dignidade e perspectiva de vida a quem hoje cresce acreditando que o crime é o único meio de existência.

Nada disso se faz em um mandato, nem com uma operação. É um projeto de país.
Enquanto o Brasil insistir em enfrentar as consequências sem encarar as causas, novas “megaoperações” se sucederão, e novos números — 30, 80, 120 mortos — serão tratados como estatística.
Mas por trás de cada número há um corpo, uma história e um fracasso coletivo.

O que vimos ontem não foi apenas uma operação: foi o espelho do que nos tornamos.
E se há alguma esperança de solução, ela começa com o reconhecimento de que essa barbárie foi, de fato, anunciada — e que, a cada vez que a normalizamos, ajudamos a escrevê-la novamente.
fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/10/29/presidente-da-colombia-comenta-sobre-mortes-em-megaoperacao-no-rio-barbarie.ghtml


Relativismo na Igreja Hoje

 

Relativismo na Igreja Hoje

O relativismo está se infiltrando nas lojas contemporâneas, e isso é extremamente perigoso. A teoria da relatividade, proposta por um cientista renomado, sugere que tudo é relativo; por exemplo, no relativismo, basta ser uma boa pessoa para alcançar a salvação. Essa ideia tem sido divulgada no meio evangélico, e é essencial que os homens de Deus combatam esse veneno que ameaça a integridade da igreja.

Uma pregação que visa agradar a todos pode, na verdade, ser uma manifestação do relativismo, pois subtrai a noção de verdade absoluta. O que é uma verdade absoluta? A única salvação é através de Jesus Cristo, e isso é inquestionável. Existem pregações que se afastam completamente dessa verdade. Um exemplo extremo é uma igreja nos Estados Unidos onde o pastor prega nu, evidenciando a falta de reverência.

Um dos principais aspectos do relativismo entre os evangélicos é a desobediência à Palavra de Deus. O relativismo é uma característica inerente ao ser humano, como expressa Paulo em Romanos capítulos 1 e 2, que busca organizar uma realidade que convém a cada um, desconsiderando os valores e princípios morais e espirituais contidos na Bíblia.

Alguns argumentam que a Bíblia é antiga e que é necessário adaptá-la à realidade atual. A igreja de Laodicéia, por exemplo, era rica, mas estava distante do caminho do Senhor. Isso nos leva a refletir: como você se considera atualmente? Frio, manhã ou fervoroso na fé?

O exemplo de Abraão é ilustrativo. Deus pediu que ele sacrificasse Isaque, não para realmente fazê-lo, mas para demonstrar sua obediência. No momento certo, Deus providenciou um sacrifício substituto. Isso representa uma verdade absoluta.

É alarmante perceber que muitos irmãos estão sendo prolongados ao relativismo, o que contrariaria uma verdade incontestável. A Palavra de Deus não se flexibiliza; é uma verdade que deve ser proclamada. A narrativa de Abraão e Isaque é frequentemente descontextualizada para beneficiar certos interesses, como quando se diz que Abraão deu seu Isaque a Deus, incentivando as pessoas a fazerem o mesmo com suas ofertas à igreja. Porém, é fundamental compreender o contexto histórico: Abraão e os caldeus foram familiarizados com sacrifícios humanos, e ele mudou sua prática a partir de sua interação com Deus.

Voltando ao relativismo, muitas lojas estão cedendo seus espaços para eventos que não têm relação com o culto a Deus. A questão do conhecimento também é relevante; conforme Deuteronômio 29:29, o que conheçe é o que Deus nos permitiu saber, enquanto o que não conjugue pertence a Ele.

Um exemplo de verdade absoluta é que Deus criou o homem e a mulher para se unirem e formarem uma família. A relativização dessa verdade ocorre quando algumas igrejas afirmam que Deus criou a mulher para se unir a outra mulher, o que distorce a mensagem bíblica.

Se você está lendo esta mensagem, lembre-se das palavras de Provérbios 30:5-6 sobre a pureza da Palavra de Deus, e de Apocalipse 22:18-19, que adverte sobre a adição ou subtração das Escrituras. Retirar versículos do contexto e distorcer o evangelho é uma forma de relativizar a fé.

Nosso papel é transmitir o evangelho positivo, sem distorções, e plantar a verdadeira semente de Cristo na vida das pessoas. Essa semente é a que germina e traz o esclarecimento necessário para enraizar a fé no evangelho que salva e transforma.

Temos a sabedoria de Daniel, vivendo em um ambiente diferente, mas sempre nos pautando, na Verdade. Busque a verdade, leia a Bíblia, confronte o que ouve e busque o conhecimento que liberta. Ouvir mensagens é válida, mas é essencial ter a verdade de Deus inserida em seu coração. O evangelho não deve se tornar uma filosofia de vida moldada por interesses terrenos; ele é a verdade que nos transporta um dia ao céu.

O evangelho não muda, não envelhece e não se adapta. Essa adequação que se observa é uma forma de relativizar a mensagem. Cuidado: Deus é permissivo, e hoje Ele permite que você leia esta mensagem e comece a refletir sobre o evangelho de Cristo em sua vida. Amém.

DIGA NÃO AO RELATIVISMO, PERMANEÇA, NA VERDADE, ABSOLUTA.



Silvio Santos descanse em paz


Silvio Santos: Um ícone da TV brasileira se despede
O Brasil se despediu de um dos maiores nomes da história da televisão: Silvio Santos. 
O apresentador e empresário faleceu no dia 17 de agosto de 2024, aos 93 anos, em decorrência de complicações de uma pneumonia.
Um pouco da história
Nascido como Senor Abravanel, Silvio Santos construiu um império a partir de quase nada. Começou vendendo bilhetes de loteria nas ruas de São Paulo e, com muita determinação e talento, chegou ao topo da mídia brasileira.
Sua trajetória na televisão foi marcada por programas inovadores e uma interação única com o público. Silvio Santos era mais do que um apresentador, era um showman que cativava milhões de telespectadores com seu carisma e humor.
Legado
O legado de Silvio Santos é inegável. Ele transformou a televisão brasileira, criou um império de mídia e inspirou gerações de apresentadores e empresários. Sua morte representa uma grande perda para a cultura brasileira.

Emprego Escritor

Certo dia, assisti no, conversa com Bial onde ele entrevistava Isabel Allende. Uma pesquisa rápida descreveu que foi dia 06/12/2021. Cabe aqui dizer que ela é a escritora de língua espanhola mais lida do mundo.

Na entrevista ela conta o seguinte:

- Eu sou uma escritora, minha profissão é esta. Sendo assim, eu preciso escrever diariamente, pois assim entendo. 

Bial citou ela ter disposição e inspiração para tal. Ela respondeu fazer de modo mecânico, deste modo ela cria um hábito constante e permanente.

No dia 03 deste ano me pergunto. Quem está certo? Eu um leitor que quer escrever (escrevo aqui, logo sou escritor).

- Não deveria tomar como senso comum e escrever todo o dia?

Meu emprego não é de um escritor. E se for olhar com criticidade, meu vernáculo é falho, mas o ato de escrever se aperfeiçoa: escrevendo. Tento, assim, criar um hábito. Escrever todo o dia. Para tornar a escrita algo com relevância. Estou educando minha mente e desinstalei vários apps. Obrigado por acompanhar a minha prática.



Feliz 2023

Mais um ano que vai iniciar
E você vai fazer altas promessas

Vai caminhar mais
Cortar o café
Economizar
Ser minimalista
Emagrecer
Ser mais amoroso
Ajudar os pobres
Ser cordial
Estudar pra passar em um concurso
Povoar o mundo com mais um filho

Como diria o hino gospel

"Eu tenho promessas e sei que vão se cumprir"

Mas a grosso modo, vamos vivendo. A vida e o respirar movimenta o universo que conspira ao nosso favor

Se caminhar sentirá o cheiro de terra molhada
Se tomar café o gosto será do da vovó
Se acumular cacareco, só terá que algum dia dar seus souvenirs a uma criança
Se engordar, terá sustancia pra resistir a alguma doença.
Se lhe faltar amor, alguém te amará.
Se tiver difícil financeiramente: Relaxa, faz um emprestimo, mas se organize!

Deste modo, gratidão e vamu que vamu. 

Bolsonaro tem que capar a mula da sua casa em Brasília

 

Caminhão de mudança passa pelo portão de serviço do Palácio da Alvorada, em Brasília — Foto: Raerbeson Carvalho/TV Globo

Bolsonaro não telefonou para cumprimentar o adversário pelo resultado das eleições e nem fez qualquer menção à desocupação dos palácios da Alvorada (onde o presidente mora) e do Planalto (onde o presidente trabalha), ambos em Brasília.


O que Bolsonaro e Lula terão em comum, será a casa onde ambos moraram. Bolsonaro, deixará a casa para dar a vez para Lula.



Jesus Business

Vou começar este texto argumentativo com uma informação que me tirou o chão já há dias. Ainda estou assuntando. 

O cenário era este. Um novo líder religioso. Estava passando orientações para os seus liderados. Um cara novo cheio de liderados no total uns 15. Lá estava eu o revoltado, já explico a minha revolta, que se deu depois da declaração que o mesmo deu e eu escutei e assuntei e magoou meu coração a ponto de emburrar total. Foi assim.


- Irmãos, olhem para Jesus Cristo, tinham dele os preferidos que ficavam ao pé do Mestre, e (resumidamente não lembro os pormenores) estes se davam bem, afinal, tinham mais afinidade com o Mestre! E citou o trio parada dura. Pedro, Tiago e o João, que não é o Batista nem o outro, o João. Você leitor antenado sabe, o do Evangelho. Saiu da boca dele assim: "Quem não é visto não é lembrado."


Isto me causou muita estranheza. Pensei que as relações religiosas devem ser ponderadas pelo puxa saquismo seria isto? E a continuidade do discurso do novo líder era de descer a lenha no Judas, e ainda discriminar o Tomé. Um espetáculo...

Voltei para minha casa, meus afazeres e minha vida com esta informação. Como assim? Para me dar "bem" na igreja, almejar cargos eclesiásticos (se é que este deve ser o norte de todos os servos de Deus nesta Terra) precisaria puxar o saco de um líder religioso? Minha vida de servidão religiosa entrou em jogo. 


Daí fechei a cara, afinal, não é o meu perfil e nunca foi puxar saco, nem criar apartaite entre os discípulos do Mestre. (Pois se Jesus ficasse citando ou criando isto como natural, haveria sim uma segregação) Lucas 9:46 Como assuntei.

A logica é: Jesus Cristo, tinha seus liderados fato. Todavia, todos eles eram importantes, e não é por que um era bem disposto na narrativa, e outro não que lhe desmereceria a ser um cidadão do céu.


Fui para as minhas leituras, li dois livros de Max Lucado, li a bíblia e cheguei a uma conclusão. Jesus era o próprio Deus que se fez carne. Ele se fez homem e sentiu na pele as nossas dores. Todavia, ele compreendia o passado, o presente e o futuro de cada um dos seus liderados. Ele tinha esta informação em todo o tempo, mas ele escolheu cada um e deu a eles a oportunidade de serem servos. Na continuidade da narrativa do evangelho, aconteceu várias cenas onde todo aquela gratidão, tornou-se ingratidão e até mesmo traição. Tudo necessário. Jesus Cristo o filho de Deus, voltaria para o céu, não poderia ficar aqui na terra e ser o "rei dos judeus" e todo o enredo levou ele para sofrer o maior castigo. A morte e morte de Cruz. Elencar o bom ou o ruim, não acho adequado e nem ser sincero a certo ponto o de instruir. E uma fala em coletivo sobre como proceder para crescer na igreja. Não!


A escrita do Max que me trouxe a razão foi: Um coração igual ao de Jesus. Como poderia Jesus elencar o melhor e o menos melhor? É meio estranho. As relações claro que se dão de favorecer quem tem mais afinidade aqui e ali, todavia, não deveria ser uma norma a ser arrotada para ser seguida. Quantos Pedros, Tiagos e Joães teríamos? Todos precisam concordar e bajular para se sentir aceito? É um cenário Business, no comércio e na industrial, ou qualquer outro lugar é um fato bastante usual. Entretanto na igreja. Não acho certo. Enquanto a minha bronca? Persiste.


A culpa foi de Caim

Um questionamento bastante pertinente ao meu pensar é: A oferta de Caim e Abel. É uma história bíblica que demonstra dois irmãos, que apresentam uma oferta ao Senhor. Dos dois que ofereceram a oferta. Somente Abel foi bem sucedido. Caim por sua vez no ímpeto do descontentamento e sentindo uma inveja incontrolada. Caim matou Abel. Um fato que a gente lê e até conta para as criancinhas de modo a redarguir e dizer. "Não pode matar" "Caim é malvado, Abel um coitadinho" E todas as coisas que você como leitor esta cansado de observar.


Minha ideia aqui não é tirar este valor e nem escrever outra história. As evidências estão lá, um texto rápido que fornece as devidas  informações, e as consequências de um ato extremo.


Vários argumentadores escutam esta mensagem e logo de cara enviam a quem for escutar vários argumentos demonstrando que Caim é errado e ponto.


Vamos levantar então as hipóteses. 


Os dois estavam querendo oferecer um serviço das suas próprias mãos. Ambos ofereceram, porém uma foi aceita e outra não, não vou precisar, todavia parece-me ser o primeiro momento que oferece-se um sacrifício para de um certo modo adorar a Deus. Já a Caim, foi o seu sacrifício frugal não agradou. Não agradar a alguém é bastante complicado, a bíblia continua contando que o semblante de Caim se tornou caído por ver a sua oferta rejeitada.


No ímpeto pentecostalista observo essa mensagem com ares de redarguição. Um ato e as suas consequências. Mas nos ares da psicologia eu vejo essa mensagem com empatia. Muitas outras passagens vejo-as assim com empatia. Colocar-se no lugar do outro e tentar compreender quais foram os sentimentos que lhe fizeram correr para o erro e sofrer as consequências. Para reforçar a "minha defesa" poderia recorrer a outras partes da bíblia que sinto um pouco de injustiça para com que o ser humano pode errar. Muitas vezes na vida observo-a como uma rodovia. Muitos adentram nesta rodovia, alguns apressados, outros muito devagar, por vezes a manutenção falta. E precisamos estar atentos o tempo todo quanto ao que pode acontecer nesta estrada. Afinal, num descuido o volante pode sucumbir para o lado e uma colisão frontal acontecerá.


Para os mais conservadores esta mensagem já esta causando repulsa. Mas amplio o cenário, e para quem por algum modo já praticou o ato insano de Caím, tirar a vida de alguém, não há perdão? Não existe escapatória para o seu ato? A vida lhe condenou a uma marca para que todos que observam-o tenham-o como um separado?


Claro que é extremo o caso de Caím e Abel, e é claro que foi um erro. Faltou inteligência ao Caím aguentar o descontentamento de Deus. Foi um teste bastante severo de caráter para Caím, Caím provavelmente já estava "aprontando das dele aqui e ali" a bíblia não relata, conjecturamente penso assim. Outro fato que penso bastante é o:

"Não toque quanto ao ungido de Deus". Realmente é fato quem é levantado por Deus, diversos cenários fizeram acontecer, logo a permissão de Deus é para com o escolhido dele. Nessa premissa aceito de bom grado que não se deve tocar num ungido de Deus.



[editando]

 

O meu tributo a Marília Mendonça

 


Um fato que impactou o nosso dia a dia foi a morte da Cantora Sertaneja. Marília Mendonça, uma morte do modo trágico como aconteceu, sempre deixa uma marca no nosso imaginário, também pela importância que a cantora se fez através da sua representatividade). A rainha da sofrencia, ou a patroa como era conhecida nos deixou com seus 26 anos de idade.

O Brasil já sofre pela má administração do presidente negacionista, que atrasou de certo modo a vacinação e nisto ficamos no pico da pandemia, vendo morrer "aviões" e estes de "grande porte" quase que diariamente. Ficamos com este saldo de 600 mil mortos, parece que todos ficaram com algum conhecido nesta triste estatística.

Falando de estatística, aqui no Brasil, voltas e meia cai um avião tal como o da cantora. A ideia de precisar estar em vários lugares para representar a sua arte faz os artistas alvos de se expor aos perigos que uma viagem de avião pode oferecer. Agora estamos levantando hipoteses de como foi o acidente.

Foi erro humano? Foi defeito no equipamento? Uma torre de energia com seu para-raios foi disposto neste acidente. Muitas perguntas e com certeza por conta da vítima, A cantora com representatividade em números e visualizações faz o acidente ser esmiuçado até descobrir (se é que será possível) quais foram as causas que levaram ao acidente. Eu discordo que seja um erro humano, tendo em vista, o piloto ser experiente isto é algo que trás um certo funil de pensamento. Ocorreu um imprevisto que o piloto não pode controlar.


Mas agora deixando um pouco o acidente de lado e focando na cantora. Alvo desta crônica.

Uma jovem cantora, que pela fama e sucesso tornou-se conhecida no Brasil. Após a morte dela, assisti, o jornalista Pedro Bial, e também o programa Altas Horas, que ambos reprisaram os ultimos programas que a Marília participou. E também no dia da morte vi os stories no Instagram, ultima aparição dela.  Sendo assim meu argumento envolverá as minhas impressões  destes momentos.

Ela era uma moça que cantava na igreja, aos seus quatorze anos começou a escutar de modo escondido rock nacional, ( a mãe cristã deu-lhe um mp3 que ela relatou ter pago em 12 vezes de R$12,60). Ela escutava e gravava as canções no aparelho. Logo depois reproduzia, num primeiro momento as letras, Como ela relatou no Bial, fã da cantora Pitty e da Banda Nx zero sendo a primeira canção que ela tocou no violão deles: cartas pra você.


Daí, passou-se o tempo e a menina de 16 anos começa a cantar sertanejo, musica que não era o que escutava. Mas as letras da cantora, junto com um timbre empoderado. O que achei interessante em tudo o que vi dela. Foi o posicionamento quando entrevistada. Sempre de bom humor, e com personalidade forte. As mulheres se viam representadas nelas isto é. Antes existia sim a cantora Roberta Miranda, que considero bastante parecida com ela. Mas a vibração no cantar, que a mim parecia quase que uma confissão de situações pessoais, fez dela um laço inigualável com as mulheres do Brasil. Ela fez uma "nova escola" de cantoras. E transformou um genero musical. Pena que sua morte prematura fez deste gênero. A sofrencia sertaneja, uma real Sofrencia.

Dai digo:

Poxa, um Brasil que já sofre resquicios de uma pandemia, um Brasil com poucos nomes onde se possa espelhar e dizer: Penso igual... Este mesmo Brasil se vê orfão de bons artistas.

A Marília Mendonça me mostrou verdade, estava sim tentando se "enquadrar" nas convenções de "magreza", mas não me pareceu por imposição e sim por querer dizer a si mesmo. Eu posso ser o que eu quiser ser... 

Fecho este texto com uma virgula, afinal, Marília Mendonça, me trouxe tantas reflexões, que precisarei retornar aqui e escrever um pouco mais sobre ela. Um abraço.

Deixo um texto no formato poético que escrevi dela no dia da sua morte:

Uma coisa sempre soube
A Marília era poeta
A musicalidade gostosa
De ouvir
A fossa tão difícil de suportar

Era ela,
A mulher que ensinou
As mulheres se empoderar

Tristeza que até então
Não era tão nítida, palpável.

As mulheres não tinham
Representatividade

Quem contaria o que acontece
Com a mulher contemporânea?

Ah tá, outras cantaram e cantam

Mas não com a musicalidade poética
De uma mulher escritora...

Confesso que ao assistir o Pedro Bial
Agora reprisando ela.

Poxa!
Ela cuidando da saúde
Ela fazendo terapia
Ela querendo viver

Poxa!

Uma mulher, que sentava e escrevia as suas verdades, tocava o seu violão, que abriu a porteira para as mulheres dizerem de verdade
As suas verdades

Descanse em paz.

Waldryano 🖤
(escrito no dia da morte dela)



Nego do Borel

O Senhor Nego do Borel não é novela antiga: O Clone, mas diga-se de passagem. 
— Cada mergulho do rapaz é um flash...
Continuando falando do dito. ( Já escrevi sobre ele esses dias)...

Ele foi expulso do reality da Record, fez um vídeo se vitimizando e sugeriu tirar a vida.

O causo atual foi assim, ele saiu de modo ríspido da casa e deixou a mãe preocupada.

—  Foi para onde? A um motel dormir grogado.
É claro que virou notícia, diz as más línguas ( A minha aqui em questão) que o mesmo estava com duas mulheres 🙊

Na verdade o Borel tomou um diazepam e apagou legal.

Um jovem cheio de problemas emocionais, onde tudo que toca vira escândalo. Ame ou odeiem mas falem do Nego.

Nossa sociedade midiática faz mal para as pessoas, mas as pessoas também querem surfar na mídia... 

Um caso famoso e que exemplifica isto, é a da princesa Diana, que ao fugir da mídia, morreu acidentada.

Daí ontem li, sobre o nego do Borel, logo pensei o pior, parece que a vida alheia ( A dele em questao) é tão interessante e importante que preciso acompanhar ( risos).. 
Também é um exercício macabro ficar observando a degradação humana.

Vou ficar observando pra dizer: — Nego do Borel, vc foi longe de mais.

Mas qual é o limite para a fama? A fama é sem limites, o importante é estar na mídia....😊😊😊🤫🤫🤫😉

Nego do Borel

Ao chegar em casa e ver o celular, vi essa notícia, Nego do Borel expulso por estupro de vulnerável. Eu curioso, vi o depoimento dele, vi também o depoimento dela e observei todos os comunicados dos patrocinadores repudiando o ocorrido.

O ocorrido?  Alcoolizados dois adultos se acariciando. Uma mulher que parecia não se lembrar das coisas e um homem que não consegue conter seu libido.

Não sei se digo que ela é vítima, ou ele o vilão.

Sei que é muito oportunismo da Record pegar uma pessoa que possui um histórico problemático e botar num reality

Claro que o fato a pimenta o fato.

Mas convenhamos. O que os patrocinadores fizeram foi o reflexo das redes sociais. E um programa assim, precisa ser levado, tal como teatro coreografado.

Mas em defesa do Nego do Borel eu digo; Nosso Brasil, admoestado pela rede Globo dita as regras. No caso do Nego, foi acusado expulso e agora será linchado moralmente.

O passado dele lhe faz uma pessoa vilã e leia criminosa. Pelo simples fato da reincidência deu no que Deu.

Do mesmo modo somos taxado na vida, e os que não concordam seguem o banhado feito gado. Vivemos num mundo bem diferente.

Se você errou, e de algum modo pagou. Será o errado, sempre.

Se você foi acusado e provou a inocência, será culpado também.

A mídia taxa a opinião. E nós gados comemos o pasto que nos servem. Só pra constar nunca mais assisti reality, o único foi da Grazi acho que foi o bbb5 e quem ganhou foi um japonês.

Abraços.

Ps; Meu espaço aqui falo de tudo, senti uma pessoa incomodada deu agir de modo relativo. Morro verdadeiro, se meu momento é destróid sigo meu instinto, se for de amor fluflu também o faço, o que não me permito é ser travado e não poder ser o Wal. ( que é um personagem) Em casa sou pai de família um amor 🤫 Não conta pra ninguém, pois vou botar terror nos meus versos.

Eu vi


Eu vi na televisão
Um Presidente em meio ao Caos com seus Ministros, a minha leitura daquele cenário era...
Primeiro, 
cadê a máscara? 
O bom exemplo civil cadê?

Como se no mundo de faz de conta
Corona, vírus é uma gripinha
E as mortes, somente coincidência

E continuei a ver
Uma defesa

Uma visão de totalitarismo
E aqueles bajuladores faziam
Eu constar no estado teocrático de direito

Vi tantas coisas

Por outro lado

Vi um excelente
Juiz se dar mal como Ministro

Eu vi também
Que ele entrou no esquema
Mas não entrou no esquema

Ele tentou fazer valer seus ideais
Para o Brasil
E foi barrado e vetado

Um juiz, que era um ótimo juiz
E agora, terá de se reinventar

Pois, não entendeu

Que bajular é o certo
No nosso país errado

Que o Presidente
Do seu modo pode ser
Onisciente, onipotente e onipresente
Nos assuntos que lhe convém

Ou seja, para os bajuladores
Um Deus

Eu vi lá atrás, uma ministra somente
Mulher, com a cara lavada
Defendendo as mulheres?
Por certo que sim

Um ministro da Saúde, que vê a curva crescer
Amazonense morrer
E por conveniência "nada fazer"

Eu só sei de uma coisa
Por alguns dias
Voltarei a ver televisão
A pauta se estendeu

O corona vírus
Não morreu está circulando
A corrupção
Não morre na nunca

Só muda os métodos
E sempre continua

Moro, não foi eficaz
Para imunizar o Brasil
Pois, são tantos
Pensantes omissos
Um cargo, um nome é de mais valia
Que a ética e o bom senso

Agora fazer me ei
Advogado do Bolsonaro:

Que criancisse Moro,
Correu mostrar prints do celular
Falou pelos cotovelos
Por certo, tu que é juiz
Sabe que discurso precisa de evidências
Tens?

E quando aceita se macuniar com alguém
Moro, querido, precisa aceitar
A sambar conforme o enredo.

Fui ver uns pensantes bolsominios
E disseram assim:

O Moro não estava alinhado com
O método Bolsonaro
O Moro estava um peso morto em Brasília

E o Presidente se quer ser Presidente
Precisa botar ordem naquilo lá.


Cheira-me golpe
🤫
Totalmente líder
Aos bajuladores um deus
💚💛⚰️💣⏲️🔮

A Dona do Pedaço, análise final

Mais uma novela das nove acaba. E ela foi um grande sucesso. de autoria Walcir Carrasco.
A novela em si, foi digamos um 'apaga a tragédias' dês de que aquela chata novela do Aguinaldo Silva finalizava.
Walcir Carrasco possui uma boa recuperação nos seus trabalhos, sempre consegue transformar-se caso necessário.
E não se importa em ser clichê ou até mesmo repetir fórmulas para manter-se com a audiência intacta.
Aquele núcleo de Cortiço que foi observado na novela das seis Alma Gêmea, aqui foi visto também, um núcleo de humor onde vários atores interagem é sucesso nos moldes dramatúrgicos, e parece até um dejavu nas novelas do Walcir.
Uma mãe coitadinha e uma filha inescrupulosa também é um clichê que sempre funciona. Afinal, as donas de casa que esticam as pernas para assistir novela. São mães, e muitas se sentem injustiçadas com filhas mal criadas. É só colocar o conceito elevado a décima potência e logo. Sucesso. Bem parecido com Verdades Secretas, outra novela do Walcir.
Nesta novela ficará como destaque as personagens: Vivi e a Kim, duas personagens bem atuais, uma fútil que quer aparecer e é um amorzinho. Outra manipuladora que aproveita e faz comércio com tal interesse. Todavia a Kim demonstrou de modo geral o posicionamento esquerdista implícito da Globo (opinião do autor desta análise).
Também teve a atuação de uma trans e um casalzinho Gay. Tudo bem inserido tornando tais assuntos de certo modo natural.
O diferencial desta novela é ser bem leve, sem se exceder nem para lá, nem para cá. Pensavam somente em entreter o público. Nada de ser brilhante, a ideia era resgatar o público.
O público? A emissora Globo sempre faz lá suas pesquisas, e chegou na ideia de uma mulher empreendedora que vence, perde e vence no final. É tudo que o público quer ver. Quem não quer vencer? E tem medo de perder tudo? Um bom enredo que vai de encontro ao povão!
A minha crítica seria a uma certa 'barriga' que se estendeu na novela para a vilã: Josiane e para a caricata ex freira.
Ambas personagens bem representadas por Agatha e Nathalia, que não me convenceram nas suas motivações.
No caso da Josiane, foi presa e esta passando por um processo de redenção colocando religião no enredo. Para no final. (Estou compondo escutando o final que minha esposa esta assistindo, outros canais passam a morte do Gugu).
Seria um modo preguiçoso de inserir uma barriga na trama. E de quebra, mais uma vez a Globo atacar de certo modo valores éticos criando uma igreja evangélica dos moldes neo-pentecostais. E deste modo demonstrando desordem e 'fantasia' para quem se apega na religião afim de um certo modo se redimir. Ou seja, nesta esfera de pensamento. Erro é erro não se tem correção. Vilão é vilão e ponto.
Já a caricata propositalmente ex freira. Torna a história mais longe de uma realidade, tão importante neste tipo de abordagem, afinal, o telespectador gosta de viajar e não se encontrar em certos aspectos. Então uma personagem vilã sem muitas explicações ajudam neste distanciamento.
Num todo digo. Para se manter por seis meses, precisa-se de um enredo genérico onde se sabe que dará certo. E para isto a Globo até mesmo pode trazer o Walcir apagar fogos de certas novelas inovadoras e mirabolantes que queiram colocar para apreciação dos telespectadores.
Pois, por certo o importante mesmo é manter os telespectadores cativos nos seus sofás assistindo a Globo.

Voltei no dia 23 fazer mais algumas considerações:



No último capítulo. Tivemos uma religiosa assassina que após matar rezava o terço.
E nos minutos finais. O tão esperado desfecho de Josiane.
Ela sai da prisão, depois de 6 anos mais ou menos. Crente, arrependida e com um ideal. Ser missionária.
Encontra-se com Regis, que também irá com ela fazer missão na Amazônia. E surge um novo personagem. Rico que também ficará 1 ano no campo missionário.
O desfecho, foi Josiane matando Regis do modo mais Josi de ser, empurrando-o a morte.
E ela dissimulando para o novo alvo.
A equipe de arte teve um trabalho na cena final. Fizeram uma espécie de demônio. Finalizando a novela com esta imagem que postei.

Quais seriam as mensagens implícitas da Globo.
Ser religioso é hipocrisia?
Valores morais e éticos, devem ser combatidos através da arte?
Achei ser desnecessário tais abordagens ofendendo duas religiões. A católica e a evangélica. Globo sendo Globo. Desculpem meu descontentamento, neste prologo.

As prioridades que não são prioridades

Olá, Não tenho muitos conhecimentos sobre o assunto, todavia sempre pensei em algo digamos lógico, que é ignorado pelos grandes governos. Saúde e Ecologia. 
Penso, que se todos os recursos fossem disponibilizados para avanços científicos para a melhora da vida, e para a sustentabilidade, o mundo seria bem melhor.
Os grandes governos, nutrem por exemplo uma industria bélica, e até mesmo, inspiram temores de guerra, para que esta grande engrenagem continue a funcionar e render.
Outro fato interessante é a industria. A economia mundial pede que esta sempre funcione em ascensão, dai vem a poluição e a degradação da natureza.
Ou seja, neste meu pensamento os governos tem interesses imediatistas e não de planejamento. Se todo o dinheiro que gastaram com as belicidades fossem gastos com a longevidade, o ser humano já estaria vivendo os seus 150 anos.

O pecado do Bolsonaro, ou eu sou você amanhã


Autor : João Anatalino Comum Creative
 
Presidente

Como diz o ditado popular, o pecado fica mais grave quando o pecador é o padre ou o pastor. Isso é o que está matando o governo  Bolsonaro. Ele criticou tanto a corrupção dos outros que agora ninguém quer entender que na família dele também possa haver alguma. Não dá para esquecer que os Bolsonaros se apresentaram ao povo brasileiro como paladinos da moral e dos bons costumes para renovar o cenário pestilento da política brasileira, que vem se agravando desde a blenorrágica era Sarney, e que o PT liberou geral .
Os Bolsonaros estão começando a pagar pela língua viperina. Sua base de apoio está diminuindo que nem as águas da Cantareira em época de estiagem. Diz uma fábula que as cobras têm línguas bífidas (partidas) para evitar mordê-las e morrer do próprio veneno. As cobras bolsonaristas não estão dando bola para essa lição e poderão se envenenar pela própria peçonha. Depois que se perde a virgindade não dá recuperar o irrecuperável.
Bolsonaro precisa parar o com o cediço discurso do “nós” contra “eles”. Isso era o que fazia Lula e o PT. Quem são o “nós” e quem são o “eles”? O povo brasileiro não pode ser dividido em “gangs” que lutam entre si pelo controle de um território, como fazem esses imbecis das torcidas organizadas dos clubes de futebol que estão destruindo o nosso mais prestigiado esporte.
Talvez os ideólogos e os marqueteiros do Presidente não saibam que certas palavras são âncoras que instalam crenças em nosso sistema neurológico pela simples ação de pronunciá-las continuamente. A palavra “ódio” é uma delas. Ódio é uma palavra processual que resume um estado interno de intensa emoção destrutiva. Quem tem “ódio” tem uma doença que o leva a desejar a destruição de tudo que se conecta com o objeto do seu sentimento. Quando os bolsonaristas dizem que odeiam “o que vem das esquerdas”, eles estão ancorando esse sentimento com mais força ainda em qualquer pessoa que hoje esteja pensando que tem motivo para não gostar de quem pensa o contrário deles.  .
Mas não gostar de um partido político ou não concordar com suas ideias e propostas não significa odiá-lo. Significa não ter motivos para votar nele.  A estratégia petista era própria da virulência marxista que prega a luta de classes e incentiva a luta armada. Eles ganharam o poder usando as regras democráticas e o perderam por conta de seus próprios pecados. A estratégia bolsonarista segue o mesmo caminho. É a da ditadura da direita. Nada que venha do outro lado presta. “Nós somos os mocinhos e eles são os bandidos”. Maniqueísmo puro que tem seu centro de gravidade no próprio umbigo.
No fundo não existe diferença entre uma e outra ideologia. Ambos botam a culpa pelo errado em todo mundo menos em si mesmos. Ninguém sabe fazer “mea culpa”. Quando perdem o jogo foi o juiz que roubou, a mídia que está contra, a imprensa que forja fatos e quer destruí-los, etc. Tudo igualzinho, igualzinho. Parece aquela propaganda de vodka: "Eu  sou você amanhã".
Bolsonaro era fã da Lava a Jato porque ela dava votos a quem a defendesse. Por isso escolheu Sérgio Moro para seu Ministro da Justiça, pois ele era o símbolo dessa operação profilática que a nação estava assistindo. Agora está fritando o Ministro e procurando estancar o fluxo dessa operação porque um de seus filhos foi apanhado na torrente de  lama que ela levantou. Até pouco tempo atrás queria mudar a composição do STF porque achava que alguns de seus membros (com razão) eram esquerdistas demais para o seu gosto. Mas bastou o Toffoli (um dos esquerdistas) conceder uma benesse ao seu filho para que ele passasse a defender tudo que o Supremo faz. E aos parceiros tudo, aos adversários a lei, desde que interpretada a nosso favor.
Como diz a frase no início desta crônica, o pecado é mais grave se é o padre ou o pastor que o comete. Bolsonaro está se envenenando com o mesmo veneno que destilou contra os seus adversários. Ainda tem tempo para se curar. Basta deixar o Guedes e o Moro trabalharem sem as suas nocivas interferências. Precisa refrear o seu espírito de ditador e ser um pouco mais comedido em sua ideologia reacionária de lider castrense. Seu programa de reformas do estado brasileiro é bom e pode ajudar o país a corrigir o estrago que os petistas fizeram. Mas se persistir nesse egocentrismo exagerado que o leva a exercer um protagonismo suicida, vai acabar estragando ainda mais...

Monalisa Perrone é a nova contratada da CNN Brasil

Mais uma jornalista é contratada pela CNN Brasil
Trata-se da simpática Monalisa Perrone, a jornalista que foi ancora de um telejornal, bastante jovial que passava pela madrugada da Globo, sempre se portou com carisma e credibilidade.
Agora a CNN tem mais um global no seu time, que será inaugurado em outubro de 2019

Monalisa Gomes Perrone, mais conhecida como Monalisa Perrone (São Paulo, 12 de novembro de 1969) é uma jornalista brasileira. Atualmente é apresentadora, do canal CNN Brasil.

De família de professores, Monalisa formou-se em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e, ainda durante a faculdade, chegou a trabalhar em uma locadora de veículos. Mesmo na faculdade, começou sua carreira na Rádio Jovem Pan de São Paulo, como repórter e trabalhou também por um período na Rádio Bandeirantes, lá apresentou o programa Manhã Bandeirantes e também foi repórter.
Após um período, transferiu-se para a TV Globo São Paulo, inicialmente foi gerente de operações e de jornalismo e após um certo tempo fez por mais de uma década, reportagens especiais para todos os telejornais da emissora, sempre baseada em São Paulo. Neste período foi também apresentadora eventual do jornais locais SPTV, Bom Dia São Paulo e do Bom Dia Brasil (na participação de São Paulo). No último sábado de janeiro de 2015, passou a fazer parte do rodízio de apresentadores do Jornal Hoje.
Em 19 de março de 2016, fez sua estreia na equipe de apresentadores de sábado do Jornal Nacional e em setembro do mesmo ano, fazendo parte da equipe de apresentadores eventuais do Bom Dia Brasil.

Agressão
No dia 31 de outubro de 2011, em um link ao vivo que fazia para o Jornal Hoje no Hospital Sírio-Libanês noticiando sobre o tumor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi empurrada por membros do grupo Merd TV. a Rede Globo prometeu acionar o grupo Merd TV judicialmente e passou, como medida de precaução, a utilizar durante as reportagens seguintes fitas de isolamento em volta das equipes de jornalismo.

Hora Um da Notícia
A partir de 1º de dezembro de 2014, Monalisa se torna a apresentadora titular do jornal Hora Um da Notícia, novo telejornal da Rede Globo, exibido das 4h às 6h da manhã com o objetivo de atender aos trabalhadores que saem cada vez mais cedo de casa direto da filial paulistana.
Na madrugada do dia 29 de novembro de 2016, Monalisa entrou no ar às 4h10 da madrugada (horário brasileiro de Verão) pelo Plantão da Globo, informando sobre a queda do avião que levava a delegação da Chapecoense para a Colômbia, onde o time catarinense jogaria a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, em Medellín. Em 3 de setembro de 2019, Monalisa Perrone deixou o comando após receber uma proposta da CNN Brasil.

Monalisa Perrone


Fonte: Wikipédia