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30 filmes originais netflix para assistir

 A seleção inclui desde grandes sucessos de audiência até produções aclamadas em premiações como o Oscar.

Ação e Suspense

  1. Alerta Vermelho (Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds)

  2. Resgate 1 e 2 (Chris Evans em missões intensas)

  3. Agente Oculto (Thriller de espionagem dos irmãos Russo)

  4. O Mundo Depois de Nós (Suspense apocalíptico com Julia Roberts)

  5. Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Benoit Blanc investiga um crime na Grécia)

  6. The Old Guard (Guerreiros imortais liderados por Charlize Theron)

  7. Bagagem de Risco (Suspense tenso em um aeroporto)

  8. Triple Frontier (Ex-agentes planejam um roubo na América do Sul)

Dramas Aclamados (Oscar & Crítica)

  1. O Irlandês (Épico de máfia de Martin Scorsese)

  2. Roma (Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro)

  3. História de um Casamento (Drama sensível com Scarlett Johansson e Adam Driver)

  4. A Sociedade da Neve (Relato impactante sobre o acidente nos Andes)

  5. Nada de Novo no Front (Poderoso drama de guerra alemão)

  6. Os 7 de Chicago (Drama jurídico baseado em fatos reais)

  7. Beasts of No Nation (Impactante retrato de crianças soldados)

  8. O Tigre Branco (Drama social sobre ambição e castas na Índia)

Ficção Científica e Terror

  1. O Projeto Adam (Aventura de viagem no tempo com Ryan Reynolds)

  2. Bird Box (Terror psicológico com Sandra Bullock)

  3. O Poço (Suspense social distópico espanhol)

  4. Não Olhe para Cima (Sátira sobre o fim do mundo)

  5. Okja (Aventura de ficção científica de Bong Joon-ho)

  6. I Am Mother (Ficção científica sobre IA e o futuro da humanidade)

Comédia e Romance

  1. Para Todos os Garotos que Já Amei (Romance teen de grande sucesso)

  2. Meu Nome é Dolemite (Comédia biográfica com Eddie Murphy)

  3. Justiceiras (Do Revenge) (Comédia ácida inspirada em clássicos dos anos 90)

  4. Continência ao Amor (Drama romântico musical)

Animação e Família

  1. Klaus (Uma nova e emocionante origem para o Papai Noel)

  2. Pinóquio por Guillermo del Toro (Animação em stop-motion premiada)

  3. A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Aventura visualmente incrível)

  4. Leo (Comédia musical animada com Adam Sandler)




Diagnóstico, série Netflix

Diagnóstico, série Netflix
Ano de lançamento: 2019


Olá leitores, assisti a série completa e gostei, logo deixando a minha recomendação.

A ideia é: Casos raros onde não é encontrado um diagnóstico, adentra para investigar, uma jornalista e Doutora (médica) onde ela entra em contato com o caso em pauta, colhe informações e idealiza um artigo para a aclamada revista New York Times (que é um jornal famoso e cheio de credibilidade no caso aqui é a versão online do jornal)

Colhido as informações a Dra Lisa, idealiza um artigo contando ao grande público o caso e pedindo ajuda no diagnóstico.

Com isto uma rede de amigos é formada, tendo em vista que o alcance é mundial.

O público ajuda a Dra. Lisa Sanders a diagnosticar quadros clínicos raros e misteriosos. Série documental baseada em uma coluna da New York Times Magazine.
Diagnóstico Netflix

1. Trabalho de detetive

Antes uma garota atlética, Angel, de 23 anos, muitas vezes não pode se mover por conta de dores musculares. No início da carreira na enfermagem, ela precisa de respostas.

Este episódio "Trabalho de detetive" foi nos apresentado  uma jovem de 23 anos que sofria de dores sem causa raiz, que a impossibilitava de ter uma vida saudável, nos momentos de crise a Angel, até urinava algo que parecia-lhe uma borra de café. 
Feito diversas investigações, a moça conseguiu seu diagnóstico graças a uma colaboração que veio da Itália, onde fizeram o mapeamento genético e descobriram que a doença dela era uma falha em um cromossomo que herdou geneticamente dos pais, e o tratamento seria baseado na alimentação. Caso Resolvido \0/

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2. Segundas opiniões

Os pais da inteligente e adorável Sadie, de 7 anos, buscam uma alternativa à avassaladora cirurgia proposta pelos médicos para curar suas convulsões.

Neste segundo caso se tornou um pouco mais grave, pois se tratava de uma menina de 7 anos que estava sofrendo de convulsões que a estavam debilitando-a. O tratamento inicial seria bastante agressivo, teriam de mutilar parte do cérebro afetado afim de extinguir o edema que estava causando o sofrimento da jovenzinha. A mobilização foi grande, pois a comoção é bastante grande quando se trata de crianças.
O interessante que a produção do documentário, até colocou a mulher em contato com um caso concretizado. Um paciente de 23 anos que teve que passar pela intervenção cirúrgica, que resolveu-lhe o problema, todavia lhe trouxe bastante debilitações.
O público ajudou neste caso, indicando, um tratamento experimental, que um doutor, introduziu na menina uma espécie de aparelho que emitiria uma frequência de pequenos choques diretamente no cérebro dela afim de controlar as convulsões. O pequeno aparelho foi colocado no crânio da menina, de modo sutil, e resolveu a situação, sem a necessidade de mutilar, o caso pior para uma mãe e uma criança. Caso resolvido \o/

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3. Sabedoria popular

Willie, de 46 anos, enfrenta problemas com perda de memória, convulsões e humor instável. Até agora não teve diagnóstico. Será que o público poderá ajudá-lo?

Este Senhor Willie, estava passando por uma degeneração de memória, que estava lhe incapacitando de viver dignamente.
Foi retratado que o Senhor, serviu no exército do estados unidos em meados de 1990 na Guerra do Golfo, por 8 anos.
Após continuou o processo de investigação para descobrir a causa raiz da degeneração do Senhor que estava tendo uma espécie de alzheimer antecipada!
E a nossa jornalista Doutora formula seu artigo e lança na internet.
Entre diversos aspectos opinativos, chegou a informação que era necessária para resolver o caso. Ou ao menos trazer uma esperança ao desesperado homem.
A doença dele, era muito parecida com uma doença retratada como Sindrome da Guerra do Golfo tendo agora o Senhor uma expectativa de tratamento. Deixei o link do Wikipédia para você ler, linkado no titulo, mas um pequeno resumo se diz assim: O armamento bélico, explosões e coisas do tipo expeliam produtos químicos prejudiciais a saúde de veteranos. Outro caso resolvido \o/

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4. Procurando iguais

As crises de Kamiyah, de 6 anos, a deixam inerte várias vezes por dia. Começa agora a busca por outros casos iguais ao dela.
Um caso raro e peculiar caiu nas mãos da Doutora Lisa e ela foi investigar.

A menina de 6 anos por nome de Kamiyah tem uma espécie de 'apagão' que a faz ficar inconsciente por um pequeno período de tempo:
Vou citar a doença aqui numa tradução livre que fiz:


Rede de Doenças Não Diagnósticas - UDNA equipe da UDN diagnosticou recentemente Kamiyah com uma forma rara de discinesia paroxística. Sua história faz parte de uma nova série desenvolvida pelo The New York Times e Netflix. Apenas 21 pessoas são conhecidas por terem essacondição genética rara 
A Jornalista ouviu a mãe, coletou informações e lançou a pergunta ao grande público que sugeriu a mãe, sobre uma doença genética UDN. Bastante rara por sinal.E encontrou em uma rede social pessoas que possuíam parentes com a mesma doença.
Foi demarcada uma integração entre outra mãe que morava na Europa, e dado a esta batalhadora mãe. Uma esperança, encontrando uma doutora que estuda a anomalia, e uma empresa disposta a ajudar tratar a criança. Caso em andamento.
Na minha humilde opinião, achei o caso mais dramático da série, pois pareceu-me ter pouquíssimas pessoas com esta anomalia Genética e não há muita pesquisa sobre o assunto.


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5. Questão de confiança


Lashay, de 17 anos, não consegue reter alimentos nem bebidas. Mas experiências negativas com outros médicos deixam seus pais desconfiados das orientações do público.

Um caso bastante complexo e popular foi o episódio "Questão de Confiança"
Uma menina bonita de 17 anos sofrendo com regurgitação, ao extremo ponto de não conseguir se alimentar.
Destaque para a aparência da moça, bastante preocupada com a beleza, até foi abordado na série que a mesma, tem sim, preocupação em não aparecer doente para o mundo e para isto utiliza-se da maquiagem como sua boa aliada.
Todavia é um episódio 'estranho' se assim posso dizer, me lembrou bem: Enrolados, da disney, uma mãe super protetora manipuladora coisa e tal, assim senti: 
Mas relatando a você leitor do Blog o caso:
A menina fez uma viagem para um pais meridional Costa Rica e um guaxinim mordeu ela.
Desencadeando a partir daí, estes episódios de regurgitação (defino aqui não conseguir manter comida dentro do estomago, logo, vomitando).
Uma moça de 17 anos, com tal sintomas, logo, traria a ela a desconfiança de ser algo psicossomático.
E vai a Doutora do New York Times investigar.
Um caso bastante popular, rendeu, 2600 interações, e chegaram a conclusão de se tratar de um problema meio que psicológico mesmo.
A família queria que fosse um caso relacionado a mordida do guaxinim, todavia, a Doutora mesmo restringiu casos de parasitas, não sendo o caso.
No final tentou-se interagir a moça com uma pessoa que curou-se de tal patologia: 
Transtorno de ruminação (do latim ruminare), ou Mericismo é um distúrbio alimentar caracterizado pela regurgitação(retorno do alimento digerido à boca) frequente, sem esforço nem dor, involuntariamente, devido à contração involuntária dos músculos do abdômen.
Caso não resolvido, porém, foi demonstrado aos envolvidos a solução:

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6. Déjà-vu

Matt, de 20 anos, enfrenta desmaios com paradas cardíacas, acompanhados de episódios de déjà-vu. Será que o problema está mesmo no coração? Ou na cabeça?

Outro caso bastante complicado e desafiador. Um rapaz que estava tendo um sintoma bastante peculiar. O coração dele parava por segundos, com sucessivos dejavus! 
Feito uma grande investigação para descobrir como resolver tal empasse. Pois, sim a morte estava a espreita deste jovem.
E foi bem editado o episódio, no meu ver o melhor episódio da série. 
Demonstrou com cuidado o histórico do paciente, e a sua conturbada relação familiar.
No final, uma terapia, com psicologo foi a melhor solução.
O rapaz passava por tanto nervo emocional que simplesmente desenvolveu estes ataques que eram sobrepostos a dejavus da sua infância. 
Uma patologia bastante 'estranha' porém de certo modo aceitável.
Pelo histórico do rapaz, compreende-se que a vida dele era um verdadeiro 'inferno' emocional.
Houve-se a solução do problema, pois levaram para tratamento.
O interessante foi que este episódio, foi uma grande investigação que levou-se meses.
Esperaram para ver o rapaz ter seus ataques.
E o acompanharam depois de oferecerem-lhe um tratamento terapêutico.
No final, o que mais importa, a qualidade de vida do rapaz foi restabelecida, os seus conflitos familiares foram mediados e houve-se se assim posso dizer: A extinção do sintoma que quase o levaram a morte. Resolvido \o/

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7. Paralisados

O "bom paciente" Joi, de 61 anos, e a cética Ann, de 44, buscam desesperadamente o diagnóstico para a paralisia que afeta os dois, até agora sem explicações.

Um episódio sensível, pois abordou dois participantes, um Joi 61 anos com paralisia parcial, e outro Ann 44, com crises de paralisia que acometiam a parte esquerda do seu corpo.
Feito a investigação,
Repassado ao grande público, os casos e pedindo ajuda.
O Senhor, era um remédio que tomava que estava lhe causando um efeito colateral.
E o da Senhora, outro caso terapêutico de reabilitação.

Conclusão:
A grande sacada desta série é demonstrar o lado humano da medicina, muitas vezes uma palavra mal proferida de um profissional pode deixar o paciente confuso, e atrasar tratamentos que devem ser feitos o quanto antes.
Buscar sempre uma segunda opinião, e a melhor solução, e por fim, aceitar que sim, muitos problemas podem ser emocionais, sendo assim, mente e corpo, precisam trabalhar em conformidade, sendo o profissional da saúde um bom mediador de conflitos e soluções.



Vidrados | Série Netflix


Acabei de Assistir o Reality Show Vidrados, e simplesmente adorei. Uma espécie de Master Chef de fazer vidros (ou arte com o vidro).
A primeira vez que a gente vê tal proposta segue com a desconfiança: — É chato.

Mas acredite, é muito bom!
Primeiro, que são episódios rápidos e bem dinâmicos, não morreras de tédio.
Segundo, é vidro pessoal! todo o cuidado que a qualquer momento o artista por lá poderá quebrar, trincar, sei lá, a sua obra de arte. Isto por si só já é uma atração a parte.
E terceiro, é os participantes, artistas variados, de diversos guetos, que estão para confrontar a arte.
E o modo rustico de fazer vidro é vibrante. 
Pegar um pedaço de 'fragmentos de areia' colocar num fogo quente a três vezes mais quente que um forno de fogão. Modelar o que parece caramelo e o assoprar para fazer arte. É fantástico.
Maratonei num tapa. 20 minutos cada episódio de 10
Estou aqui pra recomendar. E empolgado com ela. Fuuiii....


Vidrados é um reality show de competição canadense original da Netflix, apresentado pelo youtuber Nick Uhas. Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada que estreou em 12 de julho de 2019 na Netflix. A produção tem classificação indicativa de 10 anos.


Ano de lançamento: 2019



Dez mestres artesãos se preparam para uma competição de esculturas de vidro. O campeão receberá 60 mil dólares em prêmios.





1. Foto 
Inspirados por fotos com significado emocional, os competidores fazem obras de arte em vidro para retratar quem eles são.




2. Banquete em vidro
Pensando em seus pratos favoritos, os artistas servem uma explosão de sushi em uma extravagante caixa bentô, suportes trabalhados para tacos e mais.

3. Jogos de luz
Os artistas demonstram suas habilidades utilizando cores, esculpindo com maçarico e fazendo bolhas com soda cáustica para criar luminárias incríveis.

4. Luta de robôs
Os competidores criam robôs futuristas, mas esculturas quebradas e ambições desmedidas são obstáculos no caminho da vitória.

5. Sede de vitória
Os sopradores recebem um desafio complexo: criar uma taça e um decantador que sejam atraentes e funcionais ao mesmo tempo.

6. Inspiração: Pop Art
Toalhas e tubos de pasta de dente ganham vida quando os sopradores transformam objetos de uso cotidiano em obras de pop art extravagantes.

7. Duplas com uma intenção
Os quatro finalistas recebem um desafio surpresa. Eles têm de se dividir em duplas para desenvolver peças em conjunto e explorar o tema dualidade.

8. O vidro mais verde
Os artistas exploram escalas, cores e texturas para criar peças de vidro excepcionais com o tema botânico e ir além do lugar-comum.

9. Corpo humano
Inspirados pela fluidez e precisão artística da dança, os artistas têm de criar peças que capturem o corpo humano em movimento.

10. Final
No último desafio, os dois finalistas criam uma experiência imersiva, mas só um deles vai receber o título de campeão de "Vidrados".






Better Than us | Critíca série Netflix

Better than Us (Melhor que nós)

série russa original Netflix


( Russo : Лучше, чем люди , estrelado por :  Luchshe, chem lyudi , literalmente Better than Humans ) 

Se trata de uma série de televisão de ficção científica russa criada por Andrey Junkovsky . 
Foi produzido pela Yellow, Black and White em cooperação com a Sputnik Vostok Production  para o canal estatal russo C1R .
A série foi comprada pela Netflix , e é a primeira série russa apresentada como um Netflix Original, sob o título inglês Better than Us . 
Em 16 de agosto de 2019, a primeira temporada se tornou disponível para transmissão nos mercados da Netflix fora da Rússia e da China.
A história se passa em um futuro em que os androides servem a população em várias posições, inclusive substituindo os humanos em alguns empregos. Eles criam filhos e trabalham como motoristas e guardas de segurança. Na China, um androide android é projetado para os homens incomodados pela política do filho único, que resultou em um desequilíbrio de gênero. Arisa é programada para ser esposa de um homem e mãe para filhos adotivos, e para proteger sua família, não é programada com As três leis da robótica de Asimov, mas seu criador morre e ela é vendida fora do país.
Comprada por uma poderosa empresa de robótica, ela acaba matando um homem que tentou molestá-la sexualmente e depois foge. Ela encontra uma garotinha e uma resposta automática ocorre quando ela se torna a guardiã da criança.
A Android segue a família se integrando a ela , e vai tendo uma evolução gradual afinal ela foi projetada para aprender e a convivência com a família a ajuda nestes aspectos de aprendizagem. 
Todavia, há muitos segredos da empresa de robótica, que para garantir a seguridade dos seus negócios escusos, cria uma série de impedimentos afim de tomar novamente a androide Arisa para os seus propósitos.. (fonte Wikipédia En, traduzido)


Uma família em desintegração adquire uma robô de alta tecnologia, desejada por uma corporação, investigadores de homicídio e terroristas.


1. Episódio 51 min
Divorciado, o médico-legista Georgy Safronov luta para manter seus filhos. Victor Toropov, executivo da Cronos, compra Arisa, um avançado protótipo de robô.


2. Episódio 54 min
Vic procura Arisa, que Sonya escondeu na casa dos Safronov. O detetive Varlamov investiga um assassinato ligado aos vigilantes antirrobôs.

3. Episódio 53 min
Safronov pretende devolver a robô perdida, mas Arisa salva a vida de Sonya. Losev, o poderoso sogro de Vic, negocia um acordo que depende da devolução de Arisa.


4. Episódio 53 min
Varlamov se concentra nos dois homens da família Safronov, mas o protesto dos Liquidantes lhe dá mais indícios contra Egor. Arisa tenta proteger sua “família”.

5. Episódio 52 min
Alla volta quando a família tenta tirar Egor da prisão. Vic descobre a ligação entre Arisa e Safronov, com quem ele próprio já tinha uma história.

6. Episódio 52 min
O patrono secreto dos Liquidantes é revelado, e Egor se envolve ainda mais com eles. Vic restitui a carreira de Safronov, que descobre os crimes de seu benfeitor.

7. Episódio 51 min
Depois de tentar ir embora, Alla é ameaçada por Vic. Quando percebe que ele e sua família são cobaias, Safronov busca a ajuda de Varmalov.

8. Episódio 51 min
Safronov e Alla descobrem a verdade sobre as habilidades de Arisa. Gleb faz uma mudança nos Liquidantes. Vic descobre o plano de Svetlana.

9. Episódio 56 min
Com sua família refém dos comparsas de Vic, Safronov acompanha Arisa ao concurso de robôs. Bars e os Liquidantes se infiltram no evento.

10. Episódio 51 min
Arisa desaparece depois do concurso. A polícia, os Liquidantes e os comparsas de Vic a procuram. Safronov tenta libertar sua família.

11. Episódio 50 min
Safronov tenta salvar a vida de Jeanne e é acusado de assassinato. Svetlana ameaça arranhar a imagem de Vic.

12. Episódio 51 min
Bars planeja roubar a cópia de Arisa. Safronov descobre que é procurado, mas recebe a ajuda de Lara – que tem segundas intenções. Vic interna Svetlana.

13. Episódio 51 min
Arisa reinicia, e Lara entra em contato com os seus criadores. Bars e os Liquidantes invadem a Cronos para roubar a cópia de Arisa. Safronov corre para salvar Jeanne.

14. Episódio 53 min
Vic captura Safronov e ameaça matá-lo. Losev descobre a traição de Vic e o paradeiro de Svetlana. Arisa aprende sobre o amor e o sexo.

15. Episódio 55 min
Vic e Safronov vão a um programa de entrevistas. Maslovsky tenta libertar Svetlana da clínica. Arisa precisa fazer uma cirurgia em Lara.

16. Episódio 51 min
A Cronos consegue financiamento para produzir robôs Arisa em massa. Maslovsky apaga a memória dela. Gleb planeja explodir a fábrica e pôr a culpa nos Liquidantes.
infográfico

Dark | Série Netflix

Dark Netflix 1º e 2º Temporada comentários:


Dark é uma websérie alemã de drama e suspense criada por Baran bo Odar e Jantje Friese e distribuída pela Netflix. É a primeira série original alemã do serviço de streaming, decorrente de uma tendência crescente de produções internacionais, incluindo a série mexicana Club de Cuervos de 2015 e a série brasileira 3% de 2016.
Seu lançamento mundial foi no dia 1 de dezembro de 2017.
No dia 20 de dezembro de 2017 a série foi renovada pela Netflix para uma segunda temporada com oito episódios. Em 25 de junho de 2018 as gravações iniciaram-se. As gravações terminaram em dezembro do mesmo ano.
A segunda temporada estreou em 21 de junho 2019 (data escolhida de propósito, com base no evento ocorrido no primeiro episódio).
O desaparecimento de duas crianças em uma cidade alemã traz luzes às relações fraturadas, vidas duplas e o passado de quatro famílias que vivem lá. Aborda o tema de viagens no tempo e principalmente o entrelaçamento temporal. Onde passado, presente e futuro se conectam numa cidade da Alemanha.
A primeira temporada inicialmente acontece em 2019, mas se expande para incluir histórias em 1986 e 1953, com vários personagens sendo retratados em várias idades por vários atores. A segunda temporada ocorre vários meses após a primeira, descrevendo as três histórias iniciais em 2020, 1987 e 1954, respectivamente, enquanto introduz histórias ambientadas em 2053 e 1921.

Comentários do Waldryano; Julho de 2017

Uma série inteligente, bem idealizada, fotografia de primeira e um terceiro elemento a trilha sonora, sempre bem inserida, torna a série, Cult, ou seja, mesmo o tempo passando, sempre será lembrada, pois foi diferente das demais.
Na primeira temporada senti um orçamento apertado e por isto não era inserido muitos efeitos especiais.
Já na segunda temporada pareceu-me mais ficção científica a série, havia mais elementos de computação gráfica na série.
A primeira temporada mostra um suicídio de um personagem, logo após adolescentes e crianças vão fazer uma traquinagem na floresta, e entram em uma caverna.
Um pré adolescente que entra nesta caverna e some.
Somente na segunda temporada é explicado, que em algum lugar desta caverna é depositado lixo toxico, sendo este o responsável por uma fenda no tempo que faz quem entra nesta caverna em algum lugar por lá viajar no tempo.
A viagem no tempo é quase um looping temporal, pois estes viajantes viajam em três eventos do tempo. A explicação é dada na série, que eventos da natureza ocorrem em 33 a 33 anos.
Em paralelo a isto, um professor desenvolve um livro e uma máquina do tempo vintage. Steampunk.
Então a série em si narra estas viagens dos moradores daquele vilarejo na Alemanha, com muito suspense e enredo bem encaixado.
Outro elemento que surge na Segunda temporada é um conceito físico atual, A matéria Escura, em algum lugar da série falam ser o Olho de Deus.

Conseguindo 'domar' as interferências deste fenômeno, criado em laboratório, também é possível viajar no tempo.
Porém as viagens no tempo se restringem a ciclos de 33 anos.

Se você não assistiu a segunda temporada não aconselho que leia o que vou dizer a seguir:

No final sugere-se que a terceira temporada irá narrar multiversos. Ou universos paralelos ao nosso.

Entre a primeira e a segunda temporada, senti uma boa produção, com retomadas importantes, pense que poderia ser um grande filme de suspense bem idealizado. Para seguir a narrativa com coerência, pareceu-me que se houver uma terceira temporada, nesta primeira e segunda já a estão gravando, pensando que no pressuposto, muitos acontecimentos seriam repetidos para trazer algum sentido a lógica do enredo da série.

Eu não sei precisar muito bem o conceito, mas sei que ele existe. Sobre o que entendo por certo. Dois corpos não podem habitar o mesmo espaço, e isto se vê muito na série Dark, eu configuro isto um erro de lógica.
Como uma pessoa do passado estaria no futuro e interagiria mutualmente com ela mesma?
Uma pessoa poderia evitar uma prematura morte, através de uma viagem no tempo evitando eventos que assim seria ilógico para algum interessado que viesse a acontecer?
Respondendo a estas minhas indagações que faço a mim mesmo, assisti e resenhei a série da Netflix (esta pareceu me Catalã. Catalão é uma região da Espanha) que demonstra múltiplos universos. Se eu não tivesse te conhecido. Netflix.
Nesta série o Personagem principal viaja no tempo e outras dimensões e tenta mudar o passado.
No entanto, seria em outra dimensão.
Nesta série fala-se do termo: Bifurcação. Onde na nossa vida há eventos que mudam drasticamente o nosso futuro.
Por quê estou citando ela?
Pois senti que a terceira temporada vai usar e abusar desta nova referencia para continuar a existir e explicar coisas inexplicáveis a série atualmente.
Este conceito de multiversos, vem das teorias das cordas, que esta atrelada a estes conceitos de viagem do tempo. Tempo espaço, fenda temporal, buraco de minhoca ou buraco negro. Todos estes conceitos que permeiam o universo Geek.

Somente esperar, que a série Dark ainda tem muito pano pra manga! Ah, o Jonas do futuro esta todo irradiado? De tanto viajar no tempo ficou desfigurado? Um forte Abraço!


Blog do Wal

Bandidos na TV | série Netflix Crítica


Olá leitores do Blog, terminei de assistir a série: Bandidos na TV na Netflix e venho aqui deixar as minhas considerações.
A série conta a história de caráter documental de um programa de televisão brasileiro popular de Manaus. Uma espécie de programa do Ratinho.
Alias, fortes referencias ao programa do Ratinho, lembram do primeiro programa do Ratinho? Ratinho livre? o programa desta série tem o nome de Canal livre.
O apresentador, bem populista, faz um programa afim de combater a bandidagem daquelas bandas.
Mais tarde, diante de tanta popularidade, torna-se um político famoso.
No entanto, algo errado existe neste negócio. E é através deste enredo que a série documental se alicerça.
A acusação era que o apresentador do programa, mandava matar, afim de fazer a audiência do seu programa subir.
O apresentador tornou-se um herói para a população. Mas ao observarmos a série, o apresentador, fazia situações, e matava desafetos tentando dominar o trafego de drogas na periferia de Manaus.
No entanto o documentário, mostra a acusação e a defesa no mesmo patamar, tentando ser imparcial e demonstrando ao telespectador somente os fatos concretos.

A ideia era:
A reportagem do programa tinha sempre acesso privilegiado da cena do crime.
Houve reportagens que o repórter narrava um crime que acabara de acontecer com requintes de detalhes que assustava.
O crime era um morto queimado, o repórter conseguia precisar que o tal fora queimado por gasolina e não havia perfurações de bala, somente acessando em primeira mão a cena do crime.

Eu gostei da série, demonstrou algo bem atual, bem lá no finalzinho da série. A barbárie nos presídios daquela região. Na barbárie em questão morreu um elemento chave para solucionar a veracidade dos fatos narrados da série. o Moa. Na barbárie atual morreu 120 pessoas de modo bárbaro. Nesta barbárie citada na série morreu 55 pessoas incluindo o Moa. Apesar das cenas fortes, achei bem produzido, de bom tom e demonstrar os dos lados da história deu a série a fidelidade tão importante em algo que se propõe a ser algo jornalistico investigativo.
Abaixo a minha pesquisa e a fonte no final. Boa leitura!




Trazendo um conteúdo desconcertante, mas produzida com uma qualidade técnica revigorante, Bandidos na TV é uma obra digna de atenção, ainda que exija estômago forte para ser acompanhada, além de um distanciamento saudável do espectador.

Bandidos na TV (com o título em inglês, “Killer Ratings”) é uma série documental que expõe, ao longo de seus sete longos episódios, as várias perspectivas e ramificações do Caso Wallace, uma investigação chocante que alcançou repercussão internacional. Em poucas palavras, a série explora a história de Wallace Souza, apresentador de televisão de Manaus que se tornou um símbolo da luta contra o crime para seus espectadores a ponto de ser eleito deputado com grande número de votos. O apelo tenebroso da história, no entanto, acontece quando Wallace é acusado de não só fazer parte, como comandar a rede de crimes da cidade, evidenciando uma suposta hipocrisia que supera, até mesmo, a ficção. 

A série da Netflix, com seu padrão de qualidade digno de qualquer comparação internacional, se propõe a, não apenas estruturar o desenvolvimento deste caso de forma engajante para o espectador (esteja este familiarizado com o caso, ou não), como também providenciar espaço para os vários lados desta história exibirem as suas versões, por mais contrárias que possam ser. E nesta tentativa de credibilizar seu trabalho com tamanha abrangência, também aproveita as várias perspectivas contrastantes para gerar reviravoltas impactantes em sua narrativa, ao longo da temporada. 

Primeiro, há de se notar a relevância dessa produção dentro do cenário televisivo brasileiro. Encaixando-se no gênero conhecido internacionalmente como “True Crime”, Bandidos na TV abraça o terror e o choque de sua história para capturar a atenção do espectador, e desenrola sua narrativa de forma estrategicamente estruturada para compor uma compreensão gradual da complexidade deste caso, assim como da progressão de seus indivíduos em destaque.

Por mais desconcertante que possa ser, tal produção possui um valor notável para o cenário televisivo nacional, uma vez que se propõe a expandir nossa visão, como telespectadores brasileiros, sobre um país que vai muito além dos jornais das capitais do sudeste. Em meio à sua história, Bandidos na TV constrói um retrato complexo sobre a realidade social de Manaus, e de sua política regional, buscando sempre se manter abrangente e imparcial. Tal imparcialidade é o maior trunfo da produção, pois acaba gerando um envolvimento distanciado cativante, com o espectador se sentindo munido de informações e perspectivas construtivas o suficiente para acompanhar o caso de forma relevante.

Sendo assim, a série não procura ilustrar um único discurso ao longo de seu retrato, mantendo-se aberta a encontrar argumentações e questionamentos diferentes em cada núcleo deste cenário, e estruturando seus episódios para enaltecer questões específicas a cada aspecto desta investigação. O primeiro episódio já demonstra esta abordagem com eficiência, mantendo-se focado na equipe de produção do programa “Canal Livre” (apresentado por Souza), e no impacto que este programa tinha dentro da comunidade que o assistia. Retrata-se, então, o quanto o “Canal Livre” era visto como um símbolo revigorante da luta contra o crime, e a sua relevância dentro de funções investigativas que iam muito além do que é comum na televisão. 

A série mantém-se contida neste primeiro episódio, mostrando a superfície da situação e preparando o terreno para as grandes revelações, sempre prezando a compreensão orgânica do espectador. Conforme os episódios avançam, somos apresentados a novos elementos que vão compondo toda a complexidade desta investigação, como a Força-Tarefa responsável pelo caso, o envolvimento do filho Raphael Souza, e a posição de Wallace dentro da Câmara Legislativa. Parte do envolvimento gerado pela narrativa vem justamente do quanto a discussão sobre este caso vai se tornando mais frágil e delicada conforme sua escala aumenta. 

Esta fragilidade se dá por conta da importância, tanto das repercussões nacionais e internacionais do caso, com a relevância do cenário político e da postura da imprensa, quanto do contexto nas ruas, onde uma guerra entre traficantes acaba gerando reviravoltas que serão sentidas em todos os níveis destas escalas. Um único depoimento pode alterar toda investigação, e a credibilidade destes depoimentos acaba sempre sendo questionada por algum dos lados, com argumentos que podem apontar razões vindas tanto do topo, quanto da base deste cenário. Uma situação delicada, que pode, facilmente, perder sua objetividade. 

O clima de conspiração paira por boa parte da temporada. Revelações supostamente incontestáveis, impactantes para o espectador, são questionadas logo no episódio seguinte, enquanto continua-se progredindo discussões sobre sensacionalismo, imparcialidade, disputas políticas e acima de tudo, sobre a violência em diversas formas. Não é necessário muito tempo para o espectador perceber que esta história não poderia caminhar para nenhuma resolução realmente satisfatória, e de que estamos acompanhando um retrato inevitavelmente trágico. 

Para a polícia e para a imprensa, Wallace era culpado de, se não todos, parte das sérias acusações que lhe foram atribuídas. Para sua família e uma porção da população, o apresentador e deputado era vítima de uma perseguição política. É interessante notar como, em ambos os lados, diversos depoimentos apontam atitudes como sendo, principalmente representativas, tanto das operações policiais, quanto dos discursos de Wallace. Por este lado, estaríamos acompanhando uma guerra de simbolismos e expressões que é, no entanto, marcada por uma violência aterrorizante e desenfreada. Como ser objetivo em um cenário como este? Se não há uma resposta clara para esta pergunta, só resta a tragédia. 

Bandidos na TV é empolgante, mas o retrato que constrói tão habilmente com imagens de arquivo e reconstituições, é emocionalmente desgastante e difícil de digerir. A série não está interessada em aproveitar sua eficácia estrutural para se manter no conforto do entretenimento, e aborda sua história sem medo de chocar o espectador, ou instigar o desespero perante as situações. Ao longo da temporada, até mesmo detalhes como as escolhas musicais são dignos de nota, por complementarem esta experiência de forma edificante. 

Não é uma série fácil de ser assistida, mas Bandidos na TV merece atenção por sua abordagem e por sua habilidade técnica. As discussões mais aprofundadas sobre o caso podem encontrar material de sobra para se tornarem mais fervorosas, mas para nós, como meros espectadores, o principal resultado é, inevitavelmente, a perplexidade. 





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