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Série Fundação

 A Série da Fundação é uma obra de ficção científica escrita por Isaac Asimov que descreve em detalhes a história de um futuro distante e de como o destino de seus habitantes é influenciado por uma instituição chamada Fundação Enciclopédica. Ao escrever em forma de uma saga científica e enfatizar a procura da sabedoria, o objetivo de Asimov no primeiro livro da série era descrever em detalhes a queda de um Império Galático - o qual, segundo a maioria dos críticos de sua obra, não é nada além do mundo em que ele viveu, um mundo cheio de contradições – e o surgimento de um mundo científico, orientado pela verdade, sem subterfúgios ou "golpes baixos". Asimov tomou como inspiração a queda do Império Romano.

O personagem central da série chama-se Hari Seldon, que, embora só apareça pessoalmente em três dos livros, influencia toda as obras da série através da Ciência que desenvolveu: a Psico-história, com a Informática e o Computador.

A Psico-história seria um misto de sociologia e matemática. Aplicando fórmulas matemáticas a acontecimentos de seu presente, Seldon conseguia calcular acontecimentos futuros e assim permitir ou tentar evitar que viessem a se confirmar.

As previsões feitas por Seldon eram todas baseadas em estatísticas e probabilidades. A Psico-história usava desses elementos matemáticos aplicados às massas. Funcionava apenas para sociedades inteiras. Para uma elaboração matemática precisa, era necessário que fosse feita a avaliação sociológica, cultural e econômica de sociedades com muitos milhões, ou bilhões de indivíduos. Era totalmente ineficaz a tentativa de aplicar a Psico-história a indivíduos, porque o indivíduo é imprevisível.


Os seguintes livros formam a série de Fundação, em ordem cronológica:

Prelúdio à Fundação

Origens da Fundação (título no Brasil. Originalmente lançado pela editora Hemus como "Crônicas da Fundação", no original chama-se Forward the Foundation)

Fundação

Fundação e Império

Segunda Fundação

Limites da Fundação (segundo título no Brasil, pela editora Hemus "Fundação II" e no original chama-se Foundation's Edge)

Fundação e Terra


Prelúdio à Fundação

Prelúdio para Fundação começa em Trantor, o planeta capital do Império Galáctico, no dia após o discurso do matemático Hari Seldon em uma conferência. Vários partidos se tornaram conscientes do conteúdo de seu discurso e artigo, a respeito do uso de técnicas matemáticas que tornariam possível uma predição do futuro da história humana, a ciência conhecida como psicohistória. Seldon é convocado pelo Imperador, onde admite que a técnica não passa de uma mera possibilidade teórica. A despeito disso, o Império pretende lhe forçar a exílio, onde trabalharia em constante vigilância para estarem sempre cientes do desenvolvimento de sua ciência. Durante o enredo, Seldon e Dors Venabili, uma companhia feminina, são levados de um lado para o outro por um ajudante, Chetter Hummin, que tenta mantê-los longe das garras do Imperador para o desenvolvimento saudável da psicohistória.

Durante as aventuras por Trantor, Seldon continuamente nega a praticidade da psicohistória. Argumenta que mesmo que fosse possível, levaria décadas para ser desenvolvida. Hummin, no entanto, está convencido de que Seldon sabe de alguma coisa e, como resultado, continua a pressioná-lo para que trabalhe em um ponto inicial para o desenvolvimento da ciência.

Após viagens e introduções a diversas culturas em Trantor, Seldon percebe que usando a Galáxia inteira como um modelo de início é uma tarefa muito complicada, e decide portanto em utilizar Trantor como seu modelo, devido a sua complexidade e variedade cultural que serviria como modelo representativo de todo o Império. Começa portanto a trabalhar na ciência, com o objetivo de usá-la para impedir o declínio e queda da civilização humana.

Origens da Fundação

Oito anos após os eventos de Prelúdio, Seldon já conseguiu desenvolver alguns pontos da ciência psicohistórica e está gradativamente aplicando-a em escala galáctica. Sua notabilidade e fama aumentam com os anos, culminando com sua promoção a Primeiro Ministro do Imperador. Conforme o livro progride, Seldon, através de várias tramas políticas, problemas com o Império e seus governos e partidos dissidentes, perde aqueles mais próximos a ele, incluindo sua própria ele, Dors Venabili. Sua saúde deteriora-se com a idade avançada. Tendo trabalhado sua vida inteira para entender a psicohistórica, ele instrui sua neta, Wanda, que possui o toque mental, à criação da Segunda Fundação.

Fundação

Chamado para responder a julgamento em Trantor por acusações de traição — por prever a queda do Império Galáctico — Seldon explica que a sua ciência de psicohistória pode ver várias alternativas, todas que terminam com a eventual queda do Império. Se a humanidade seguir naturalmente este caminho, o governo cairia e trinta mil anos de conflitos iriam afligir a espécie humana antes da criação de um Segundo Império. Entretanto, um caminho alternativo diminuiria este período de hiato em apenas mil, se Seldon fosse permitido a reunir as pessoas mais inteligentes do planeta e criar um compêndio de todo o conhecimento humano, a Enciclopédia Galáctica. A banca permite a reunião de Seldon, com a condição de que eles fossem exilados para o longínquo planeta de Terminus. Seldon concorda e reúne sua coleção de Enciclopedistas, e cria as duas Fundações em "extremos opostos" da Galáxia.

Em Terminus, os seus habitantes enfrentam calamidades. Quatro planetas recém declarados independentes estão ao seu redor, e os Enciclopedistas não tem defesas além de sua própria inteligência. O Prefeito da Cidade de Terminus, Salvor Hardin, propõe jogar os planetas uns contra os outros. O seu plano é um sucesso, e a Fundação se mantém intocada. Hardin é promovido e declarado Prefeito de toda Terminus. Enquanto isso, as mentes da Fundação continuam a desenvolver tecnologias novas e melhores do que as contrapartes imperiais. Usando sua vantagem científica, Terminus desenvolve rotas de comércio com os planetas próximos, eventualmente os conquistando quando sua tecnologia se transforma em uma comodidade essencial para a manutenção de suas vidas. Comerciantes interplanetários, mercadores, eventualmente se tornam os novos diplomatas em outros planetas. Um dos mercadores, Hober Mallow, torna-se poderoso o suficiente para desafiar e ganhar o governo, tornando-se Prefeito da Fundação. Cortando suprimentos de outros planetas de uma região, consegue ganhar cada vez mais mundos para o alcance fundacional.

Fundação e Império

O Imperador atual percebe a Fundação como uma ameaça crescente e ordena que seja atacada, utilizando a ainda grande tropa imperial. Entretanto, convencido depois que seu poder seria mais vulnerável do que o de seu general caso ele obtivesse sucesso (uma possível analogia com o Império Romano), o imperador acaba por remover sua tropa do ataque. Apesar de sua inferioridade militar a Fundação emerge portanto como a vitoriosa, e o próprio Império é derrotado.

Enquanto isso um estrangeiro desconhecido conhecido apenas como "O Mulo" começa a conquistar planetas pertencentes à Fundação em ritmo veloz. Torna-se conhecido que o Mulo é, na verdade, um mutante que mantém uma habilidade de alterar psiquicamente as emoções daqueles com quem entra em contato. Usando este poder para sua vantagem, o Mulo conquista planetas apenas visitando-os com seu próprio exército, deixando os habitantes com medo, e mais tarde lealdade para com ele. Quando a Fundação percebe que o Mulo não foi previsto pelo plano psicohistórico de Hari Seldon, e que não há um modo planejado de derrotá-lo, Torã e Bayta Darell, acompanhados por Ebling Mis — o maior psicólogo atual da Galáxia — e um palhaço chamado Magnífico (que eles concordam em proteger, como a sua vida está sob a ameaça do próprio Mulo), saem para descobrir a localização da Segunda Fundação, que poderia trazer o fim ao reinado do Mulo.

Trabalhando na ainda funcional Biblioteca Galáctica de Trantor, Mis descobre a localização da Segunda Fundação. Entretanto, descobrindo que o Mulo também está tentando descobrir esta localização, Bayta mata Mis antes que ele possa revelar a localização da Segunda Fundação. Bayta então explica que ela se arrepende de suas ações, mas o segredo deveria ser mantido longe do Mulo a qualquer custo. Descobre-se então que o palhaço Magnífico na verdade é o Mulo, confirmando as suspeitas de Bayta, e que ele estava de fato buscando o controle da Segunda Fundação assim como já mantinha o da primeira. Ele então deixa Trantor para governar os seus planetas conquistados enquanto continua a sua própria busca.

Segunda Fundação

Conforme o Mulo chega perto de descobri-la, a Segunda Fundação sai brevemente de seu esconderijo para encarar a ameaça diretamente. É revelado que a Segunda Fundação é uma coleção dos seres humanos mais inteligentes da galáxia. Enquanto a primeira Fundação desenvolveu-se com base nas ciências físicas, a Segunda Fundação vinha desenvolvendo as ciências mentais. Usando o poder de suas fortes mentes, a Segunda Fundação eventualmente derrota o Mulo. Sua atitude destrutiva é ajustada para uma benevolente. Ele retorna para governar o seu reino pacificamente pelo resto de sua vida, com nenhum pensamento subsequene de derrotar a Segunda Fundação.

A Primeira Fundação, entendendo as implicações de uma Segunda que será a real herdeira do futuro Império prometido por Seldon, ressente-a fortemente e busca destruí-la, acreditando que podem sobreviver sem ela. Após algumas tentativas para decifrar a única pista que Seldon deu a respeito de sua localização ("no outro extremo da Galáxia"), a Fundação é levada a acreditar por saltos de lógica que a Segunda Fundação é localizada em Terminus. Desenvolvendo uma tecnologia que causa grande dor a telepatas, a Fundação descobre um grupo de aproximadamente cinquenta segundo-fundacionistas e os executa, acreditando que tinham vencido. Apesar de tudo, a Segunda Fundação havia planejado esta eventualidade e mandado cinquenta de seus membros para suas mortes como mártires em ordem de reconquistar sua anonimidade.

Limites da Fundação (Fundação II)

Ao contrário dos anteriores, Limites da Fundação não se trata de uma série de histórias, mas uma única.

Aos quinhentos anos da Fundação, Golan Trevize, um conselheiro de Terminus, cai em desgraça e é exilado pela Prefeita. É exilado por um suposto discurso subversivo de acreditar ainda na existência e sobrevivência da Segunda Fundação. Dão-lhe uma nave e uma missão: procurar pela tal Segunda Fundação, só podendo voltar caso a encontrasse. Como disfarce, leva um historiador, Janov Pelorat, obcecado pela procura do planeta original da humanidade, a Terra, que desde o final do império não se sabe a localização. Oficialmente, Trevize e Pelorat saem à procura da Terra, e no seu caminho passam em muitos planetas, inclusive Trantor e Comporellon.

Ao mesmo tempo, é contada a história de Stor Gendibal, um membro proeminente da Segunda Fundação, que descobre uma nativa do planeta que sofreu uma pequena alteração mental. A alteração em sua mente é mais delicada do que qualquer toque possível pela Segunda Fundação, de forma que se cria a suspeita que algum tipo de mentálicos mais poderosos está agindo através da galáxia. Suspeitando das ações tomadas por Trevize até então, é enviado si mesmo em uma missão de observar suas ações, em busca de encontrar seja lá que força superior está interferindo com mentes na galáxia.

Trevize e Pelorat acabam encontrando Gaia, o planeta vivo, onde todos os seres vivos e até os inanimados compartilham uma consciência, com poderes suficientes para alterar a mente de qualquer ser humano. No clímax do livro, Trevize, encurralado pela Prefeita da Fundação e Gendibal, é chamado a escolher entre a Fundação, a Segunda Fundação e Gaia, como modelos para o futuro da humanidade.

Fundação e Terra

Ainda incerto sobre a decisão que tomou, Trevize continua por sua busca à Terra com Pelorat e uma habitante de Gaia, acreditando que encontrará no planeta de origem a resposta que buscava. Eventualmente eles acham uma lista de planetas que poderiam se tratar do planeta lendário, e descobrem Aurora, Solaria e Melpomenia, planetas fora dos mapas, mas não encontra a resposta para seus dilemas em nenhum deles.

Aurora e Melpomenia estavam desertos há muito tempo, mas Solaria contém uma pequena população extremamente avançada na área de mentálica. Quando sua vida é ameaçada, Bliss — a mulher de Gaia — usa suas habilidades para destruir um solariano prestes a matá-los. Descobrindo que ele havia deixado para trás uma criança pequena que seria exterminada caso deixada sozinha, Bliss convence os outros a levá-la consigo.

Eventualmente Trevize descobre a Terra mas, de novo, não há nenhuma satisfação para seu dilema. Apesar disso, Trevize percebe que a resposta pode não estar na Terra, mas em seu satélite: a Lua. Ao chegar no astro, eles são recebidos em seu núcleo por um robô conhecido como R. Daneel Olivaw. Olivaw explica que ele vem guiando a história humana por milhares de anos, e que esta é a razão que o plano de Seldon vem mantendo-se em curso, apesar das intervenções feitas pelo Mulo. Olivaw também afirma que ele está no fim de sua vida e que, apesar de ter reposto suas partes e seu cérebro cada vez mais complexo — que contém vinte mil anos de memórias — ele está para morrer brevemente. Também explica que nenhum cérebro robótico desenvolvido é complexo o bastante para substituir o seu atual e que para continuar guiando os passos da humanidade — que pode acabar sob ataque de outros seres de além da galáxia — ele precisa fundir sua mente com a de um intelecto orgânico.

Mais uma vez, Trevize é colocado na escolha de deixar Olivaw fundir seu cérebro com o da mente superior da criança solariana, e se isso seria o melhor para o bem estar da Galáxia.


Personagens

Hari Seldon



Salvor Hardin


Hober Malow



Bel Riose

Cleon II

Lathan Devers

Mulo

Ebling Mis

Bayta Darell

Han Pritcher

Toran

Bail Channis

Arcádia Darell

Pelleas Anthor

Dr. Toran Darell

Lorde Stettin

Homir Munn

Preem Palver

Fundação, Isaac Asimov

Estou assistindo a Série: Fundação. 

Isaac Asimov enquanto vivo escreveu 150 livros. Os mais famosos tornaram se sucesso do cinema. Eu robô e o homem bicentenário. São exemplo disto.
Ele explorou o futuro e a robótica. E para complementar sua busca, criou uma série de livros sobre um futuro, 12000 anos a nossa frente. Fundação. 

A série estava sendo aguardada pelo mundo nerd, afinal, star wars, duna e tantas outras beberam desta água.
Fundação é a matéria prima de séries onde há conceitos de exploração espacial e sociedade.

No futuro desenhado na série, o império é galáctico, os confins já foram explorados e mapeados. E a ordem se da através de uma dinastia onde os sucessores são clonados. No terceiro episódio demonstra bem isto está sucessão.

Um professor e matemático através da psico-historia, prevê a queda deste império e propõe a criação de uma enciclopédia de conhecimento. A fundação. 

Mas tais constatações não são vista com bons olhos pelo império que o exila no planeta mais distante da ordem, porém, autoriza o de continuar seus estudos.

O professor morre e o seu legado continua. 

Vamos acompanhando para ver a representação artística deste clássico. Conceitos de viagem no espaço. Projeções do futuro, e consequências que a tecnologia pode acarretar ao ser vivo. São exploradas nesta série.

Lembrando que: Muito do que um telespetador desatento possa ver na série e apontar: Eu já vi isto, vale lembrar que fundação veio primeiro, logo, Ele a viram lá e agora você vê de onde viram. Risos, confuso? Só assistindo a Série pra tirar suas próprias conclusões. 

Um abraço do Wal.

Better Than us | Critíca série Netflix

Better than Us (Melhor que nós)

série russa original Netflix


( Russo : Лучше, чем люди , estrelado por :  Luchshe, chem lyudi , literalmente Better than Humans ) 

Se trata de uma série de televisão de ficção científica russa criada por Andrey Junkovsky . 
Foi produzido pela Yellow, Black and White em cooperação com a Sputnik Vostok Production  para o canal estatal russo C1R .
A série foi comprada pela Netflix , e é a primeira série russa apresentada como um Netflix Original, sob o título inglês Better than Us . 
Em 16 de agosto de 2019, a primeira temporada se tornou disponível para transmissão nos mercados da Netflix fora da Rússia e da China.
A história se passa em um futuro em que os androides servem a população em várias posições, inclusive substituindo os humanos em alguns empregos. Eles criam filhos e trabalham como motoristas e guardas de segurança. Na China, um androide android é projetado para os homens incomodados pela política do filho único, que resultou em um desequilíbrio de gênero. Arisa é programada para ser esposa de um homem e mãe para filhos adotivos, e para proteger sua família, não é programada com As três leis da robótica de Asimov, mas seu criador morre e ela é vendida fora do país.
Comprada por uma poderosa empresa de robótica, ela acaba matando um homem que tentou molestá-la sexualmente e depois foge. Ela encontra uma garotinha e uma resposta automática ocorre quando ela se torna a guardiã da criança.
A Android segue a família se integrando a ela , e vai tendo uma evolução gradual afinal ela foi projetada para aprender e a convivência com a família a ajuda nestes aspectos de aprendizagem. 
Todavia, há muitos segredos da empresa de robótica, que para garantir a seguridade dos seus negócios escusos, cria uma série de impedimentos afim de tomar novamente a androide Arisa para os seus propósitos.. (fonte Wikipédia En, traduzido)


Uma família em desintegração adquire uma robô de alta tecnologia, desejada por uma corporação, investigadores de homicídio e terroristas.


1. Episódio 51 min
Divorciado, o médico-legista Georgy Safronov luta para manter seus filhos. Victor Toropov, executivo da Cronos, compra Arisa, um avançado protótipo de robô.


2. Episódio 54 min
Vic procura Arisa, que Sonya escondeu na casa dos Safronov. O detetive Varlamov investiga um assassinato ligado aos vigilantes antirrobôs.

3. Episódio 53 min
Safronov pretende devolver a robô perdida, mas Arisa salva a vida de Sonya. Losev, o poderoso sogro de Vic, negocia um acordo que depende da devolução de Arisa.


4. Episódio 53 min
Varlamov se concentra nos dois homens da família Safronov, mas o protesto dos Liquidantes lhe dá mais indícios contra Egor. Arisa tenta proteger sua “família”.

5. Episódio 52 min
Alla volta quando a família tenta tirar Egor da prisão. Vic descobre a ligação entre Arisa e Safronov, com quem ele próprio já tinha uma história.

6. Episódio 52 min
O patrono secreto dos Liquidantes é revelado, e Egor se envolve ainda mais com eles. Vic restitui a carreira de Safronov, que descobre os crimes de seu benfeitor.

7. Episódio 51 min
Depois de tentar ir embora, Alla é ameaçada por Vic. Quando percebe que ele e sua família são cobaias, Safronov busca a ajuda de Varmalov.

8. Episódio 51 min
Safronov e Alla descobrem a verdade sobre as habilidades de Arisa. Gleb faz uma mudança nos Liquidantes. Vic descobre o plano de Svetlana.

9. Episódio 56 min
Com sua família refém dos comparsas de Vic, Safronov acompanha Arisa ao concurso de robôs. Bars e os Liquidantes se infiltram no evento.

10. Episódio 51 min
Arisa desaparece depois do concurso. A polícia, os Liquidantes e os comparsas de Vic a procuram. Safronov tenta libertar sua família.

11. Episódio 50 min
Safronov tenta salvar a vida de Jeanne e é acusado de assassinato. Svetlana ameaça arranhar a imagem de Vic.

12. Episódio 51 min
Bars planeja roubar a cópia de Arisa. Safronov descobre que é procurado, mas recebe a ajuda de Lara – que tem segundas intenções. Vic interna Svetlana.

13. Episódio 51 min
Arisa reinicia, e Lara entra em contato com os seus criadores. Bars e os Liquidantes invadem a Cronos para roubar a cópia de Arisa. Safronov corre para salvar Jeanne.

14. Episódio 53 min
Vic captura Safronov e ameaça matá-lo. Losev descobre a traição de Vic e o paradeiro de Svetlana. Arisa aprende sobre o amor e o sexo.

15. Episódio 55 min
Vic e Safronov vão a um programa de entrevistas. Maslovsky tenta libertar Svetlana da clínica. Arisa precisa fazer uma cirurgia em Lara.

16. Episódio 51 min
A Cronos consegue financiamento para produzir robôs Arisa em massa. Maslovsky apaga a memória dela. Gleb planeja explodir a fábrica e pôr a culpa nos Liquidantes.
infográfico

Crítica | Se eu não tivesse te conhecido Série Netflix

A série "Se Eu Não Tivesse Te Conhecido", nova atração da Netflix, traz uma discussão sobre o que seria de nós se pudéssemos mudar a nossa vida em uma realidade paralela. A produção em dez episódios retrata a vida de um homem que perdeu sua família em um acidente de carro, indiretamente causado por ele mesmo. Ele vive torturado pela depressão e pela culpa, até conhecer uma velha senhora que oferece a ele a chance de acessar dimensões paralelas, onde ele pode alterar a realidade e impedir a tragédia, mesmo que para isso, ele precise encarar uma escolha difícil. 

Após perder a família em um trágico acidente, Eduard viaja para universos paralelos em busca de um final melhor para o amor de sua vida, Elisa.



Estrelando:Pablo Derqui, Mercedes Sampietro, Andrea Ros



Com Pablo Derqui (A Catedral do Mar) , Mercedes Sampietro (Fugitiva) e Andrea Ros (Mar de Plástico).


1. Se eu não tivesse te conhecido

Depois de perder a família em um acidente, Eduard viaja para universos paralelos em busca de um final mais feliz para o amor de sua vida, Elisa.

2. A chave 
Eduard viaja para um universo paralelo decidido a alterar o destino de sua família, mas fica chocado com sua própria personalidade nessa outra realidade.

3. Eles não se conhecerão

A Dra. Everest faz Eduard refletir sobre as escolhas que fez pouco antes de dois momentos decisivos em sua vida: a morte do pai e o dia em que conheceu Elisa.

4. Eu não deveria conhecido ele

Ao tentar impedir que sua versão jovem se apaixone por Elisa na faculdade em 1991, Eduard acaba criando uma situação que pode deixá-lo preso no universo errado.

5. O beijo

Em 1991, Elisa faz acidentalmente uma viagem entre universos e confronta Eduard sobre sua verdadeira identidade.

6. Eu não entrarei em casa

No presente, Eduard fica sabendo de um segredo revelado por Clara e se lembra de uma briga decisiva que teve com Elisa.

7. É e não é

Eduard viaja para um universo onde Elisa é uma cantora famosa e ele não faz parte da vida dela. Nessa realidade, ele sofre outra perda difícil.

8. As asas da borboleta

A Dra. Everest diz a Eduard que até as pequenas mudanças podem ter um grande impacto, mas ele ignora o aviso pela chance de viver um momento com o filho.

9. Ciência ou arte

A fim de convencer Clara e Òscar de que não está louco, Eduard os leva para conhecer Everest. Joan tem uma conversa franca com seu genro.

10. Universo Zero

Eduard finalmente descobre mais sobre o passado misterioso e as atividades científicas da Dra. Everest quando ela compartilha sua própria tragédia familiar.

Opinião do Blogueiro sobre a série.

De cara a gente observa que não é uma série com um grande orçamento. Como Outlander e Star Trek que acompanho. Seria uma série B então?

Eu acho que não.
Quando falta orçamento precisa prevalecer o talento.
Eu vi talento. Na fotografia da série. Na atuação dos atores. Na música em sí; Pense numa série onde a música pareceu-me um personagem a parte?
E neste termo. Bifurcação.
Seria uma série onde toca com os indecisos?
Aqueles momentos onde precisamos decidir qual destino seguir.
Daí pra ter um respaldo ficcional para enredar sobre tal tema.
Veio os conceitos científicos (bem superficiais explicados na série) e os efeitos especiais (bem rudimentares devido ao orçamento apertado da série). Para enredar esta complicada decisão de decidir.
Se uma decisão sua fizesse você fazer uma grande tragédia na sua vida?
Se alguém pudesse te ajudar a mudar isto. Ou tentar mudar?
Se o final da série. Tipo o último capítulo mesmo, te explicasse muita coisa que estava bem escondido dês do principio?
Se em cada universo (conceitualmente difundido nas teorias das cordas) um futuro fosse enredado através das bifurcações da vida.
Para quem não entendeu muita coisa, aconselho assistir a série. Pra quem entendeu meu texto, e gostou é sinal que amou a série como eu. Mil vezes 10 pra série !!!!!!!!!!!!!!!


Ps; Esta série me fez assistir um filme antigo que esta no catalogo Netflix. Em algum lugar do passado. 










Blog do Wal

Star Trek: Discovery - Temporada 2 Episódio 2 Review

Bom dia, boa tarde e boa noite

Assisti a primeira temporada desta série na Netflix, Gostei, citou várias vertentes da ciência moderna, e no final teorias das cordas! Não sou muito das exatas, sou mais das humanas, mas gosto de tudo um pouquinho, e conhecer esta de universo paralelo é bastante interessante, daí pesquisando vi que nos star treks antigos já citavam isto.

Voltando, a Netflix esta lançando semanalmente a conta gotas os episódios da segunda temporada.
O primeiro episódio. Foi bastante Geek, e cheio de ganchos para a temporada, seja um meteoro que esta se desfragmentando, onde a cientista ruiva busca uma amostra para estudar.
Seria uma nova forma de energia para o propulsor de esporos e viajar mais rápido e para lugares longínquos do universo? Não... É só um gancho para o segundo episódio.
E no primeiro episódio surgiu uma silhueta de um anjo?


Então vamos para o segundo episódio.


Um conceito bem interessante. Um grupo da terra nos meados da 3º Guerra mundial, fogem para o Universo para um planeta onde poderia retomar a vida.
Vivem de modo rudimentar, parecendo bastante com seitas americanas do interior.
Vivem sem energia elétrica.
Alguém manda um sinal deste local rudimentar.
E este sinal trás os tripulantes até este local (após a viagem através das dobras de esporos voltar a funcionar).





Blog do Wal

Outlander uma série Fantástica [02]


Olá a todos, terminei de maratonar a 3º temporada no Netflix, e vim aqui no blog dar o meu parecer com Spoiler sobre esta temporada.

Se na primeira temporada, o ponto forte, foi as guerras, a ambientação e um final tortuoso para o protagonista.
Na segunda foi possível nos teleportar para a França de 1780 e interagir com o Rei da França (mesmo que a Claire teve que 'deitar-se' com o monarca, afim de, manter uma narrativa de: - O mocinho sofreu, na primeira temporada um abuso, agora a mocinha sofre também.
Na terceira temporada, a Claire em boa parte da temporada esta vencendo todos os preconceitos e dificuldades, para criar sua filha Briana. Com muito custo em seu tempo, se forma em Medicina, nutre um amigo negro, e cuida do seu casamento de fachada até a morte do seu marido.
Enquanto isto o Fraser, esta também lutando para sobreviver numa prisão. Conhece um 'amigo' que será bem útil na narrativa adiante. O menininho, ladrãozinho Francês perde a mão cortada por um soldado Inglês. 
E continuando a narrativa, Fraser, conhece uma donzela, e tem uma unica noite com ela, antes dela se casar com um velho nojento e asqueroso. Nasce deste modo o filho do Fraser (será o gancho para continuação da série?)
Isto já estamos pelas tantas do 7º episódio. 
Quando a Claire decide voltar no tempo para o seu grande amor.
Já se passaram 20 anos (Apesar de 20 anos passados os dois de físico estão intactos, ele o maromba e ela uma jovem) até mesmo a caracterização, ao meu entendimento, não tirou o ar de 30 anos dos dois.
Mas por outro lado, a química dos dois é o ponto forte das três temporadas.
E vamos para o que mais me chamou a atenção desta terceira temporada. A navegação.
Lá pelas tantas, o jovem Ian foi raptado por um navio mercantil português: o Brujas.
E começa uma boa sequência de imagens,  fotografia e de narrativa sobre as viagens em alto mar.
A Médica Claire aproveita da sua experiência (futura) para ajudar conter uma epidemia de febre tifoide que dizimava um navio.
E chegam a Jamaica onde se desenrola o último episódio desta temporada.
A propósito varias figurinhas aparecem neste episódio.
Uma amiga da Claire que era dada como morta (outra viajante do tempo) aparece, totalmente envolta a sangue de cabra. Cena muito bem feita e já deixa qualquer fã da série perplexo. O que ela esta fazendo alí?


Tal qual os livros de Agatha Christie, as coisas começam a se encaixar, muita informação dispersa na temporada tem a sua retomada.
O forte desta temporada ao meu ver sem dúvida foi em alto mar. E o final? Em meio a uma tempestade, um naufrágio e ambos agora estão na Georgia Estados Unidos, prontos pra a 4º temporada. Já lembrei e pensei no filme Gangues de Nova York. 

Agora é só sentar e esperar.

Fiquem com a minha pesquisa do penúltimo episódio 3º12 fonte Abaixo:

A um passo do final da temporada, Outlander entrega mais um ótimo episódio, marcado por reencontros de tirar o fôlego. The Bakra definitivamente cumpriu seu propósito como penúltimo capítulo do terceiro ano da série com maestria. Ele apresentou cenas importantes não apenas para o desfecho dessa temporada ser forte o suficiente para ficar na mente do telespectador, como também para o destino da série, expandindo ainda mais a possibilidade de tramas que ela pode vir a abordar futuramente. Com o destaque do retorno de personagens do passado, o décimo segundo episódio desse ano preparou o terreno para um season finale que tem tudo pra ser eletrizante e esclarecedor.



Outlander S03E12: The Bakra/Jovem Ian 
Outlander S03E12: The Bakra/Jovem Ian

The Bakra trouxe de volta o Jovem Ian às telinhas em Outlander, com uma nova e interessante abordagem. A cena introdutória dessa semana, que envolve o caminho que o personagem tomou desde seu sequestro (algo que ocorre em paralelo à trama da procura de Claire e Jamie pelo rapaz) e o encontro com Geillis, a “Bakra”, foi a cereja do bolo do penúltimo episódio desse ano. É óbvio que o momento de introduzir essa passagem tinha que ser deixado apenas para o final da temporada, com o objetivo de manter o segredo por trás do retorno de Geillis, mas isso não tirou a sua grandiosidade, algo que, aliás, poucas séries fazem hoje em dia. É raro ver esse tipo de cuidado, buscando abordar os pontos de vista de cada personagem numa narrativa, por parte da equipe de produção de uma série de TV. Mais um ponto positivo para Outlander!
De volta à análise do episódio, começo, então, pela presença de Claire e Jamie no mercado de escravos da Jamaica. É inegável que essa cena, dentre todos os acontecimentos importantes dessa temporada (tendo em vista que a despedida de Jamie do Willie, o momento mais desolador do terceiro ano, provocou-nos outro tipo de sensação), foi a mais impactante e pesada até então. Não deve ter sido fácil adaptar uma realidade como essa para a TV, de forma tão verossímil à época e o contexto da escravidão, não é verdade? Principalmente ao levarmos em conta a experiência da Claire e o seu tempo de origem como exemplo, onde a escravatura já estava abolida e o preconceito contra os negros era de um nível incomparável ao momento histórico do episódio em questão.



Outlander S03E12: The Bakra/Claire
Outlander S03E12: The Bakra/Claire

Já por outro lado, vamos analisar um momento aprazível de The Bakra, estabelecido pelo fortalecimento das relações amorosas da série. Começando pelo casal principal, sabemos que o amor de Claire e Jamie, por exemplo, é reforçado a cada episódio, com destaque para a belíssima troca de olhares deles essa semana. Esse momento deixou claro que o sentimento que um guarda pelo outro é tão forte e real, que quando não há uma fala (ou depois de anos separados) é possível ver o quanto a faísca entre eles ainda está viva. Onde até mesmo o retorno de John Grey, um personagem que ainda nutre um sentimento por Jamie (estando visível no seu reencontro com o ruivo) é capaz de abalar a relação dos pombinhos apaixonados.



Outlander S03E12: The Bakra/John Grey
Outlander S03E12: The Bakra/John Grey

E esse constante enaltecimento do “amor” em Outlander, uma tecla que a série sempre bate com maestria, também é visto em suas relações secundárias. Podemos vê-lo, por exemplo, na afeição à primeira vista de Yi Tien Cho com Margareth (será que ela fugirá com ele?), no desenvolvimento da relação de Fergus e Marsali e até mesmo, em uma das formas mais puras do amor (quando o sentimento não é encontrado em sua forma carnal, mas sim como amizade e zelo), na relação de Jamie e John Grey. Afinal, Outlander é, e sempre foi em sua essência, não apenas a história do amor transcendental que existe entre Claire e Jamie, mas também sobre uma discussão, num gênero narrativo, do que de fato é o amor, apresentando-o em todas suas formas e sensações.

Mas, Vinícius, onde Geillis se encaixa nessa sua viagem sobre Eros, Afrodite e o Cupido? Bem, a participação de Geillis não tem nada a ver com amor, mas sim até que ponto o cinismo e a crueldade de um ser humano pode chegar em vida. Afinal, venhamos e convenhamos, não existe alguém mais falsiane (Claire devia fazer esse teste, só assim estaria livre de pessoas como a Geillis) que ela, concordam? Brincadeiras à parte, o retorno de Geillis veio em boa hora, quando a série mais precisava de um antagonista, sendo apresentado (e justificado) com uma explicação simples e rápida, mas que cumpre seu propósito: tornar o caminho de Claire e Jamie para o season finale mais empolgante e conturbado. Melhor que isso impossível, não é?
Por fim, vamos ao momento enigmático do episódio dessa semana, com a revelação de uma nova (e bizarra) profecia:
“Quando 1200 luas tiverem passado duas vezes, entre o ataque do homem e a maldição da mulher… E quando o problema for eliminado, então um escocês usará a coroa.”




 Outlander S03E12: The Bakra/Geillis Duncan

Então, indo direto ao ponto, como explicado na cena de Geillis e Archie, a profecia diz que um novo rei surgirá na Escócia depois da morte de uma criança que tem 200 anos no dia de seu nascimento. E, bem, qual é a única personagem da série que se encaixa nessa descrição, senão a própria Brianna, não é verdade? A filha de Claire e Jamie foi “feita” em 1746 e nasceu em 1948, tornando-a indiretamente numa mulher com mais de 200 anos de idade. Por enquanto é difícil prever o que acontecerá no futuro (acerca do significado real da profecia para a vida dos personagens nas próximas temporadas), mas já no presente é outra história. Agora, com a profecia em mente e a iminente revelação de que Claire e Jamie tiveram uma filha que se encaixa com os dizeres ditos por Margareth Campbell, Geillis poderá tomar uma decisão, o que significa que Brianna pode virar um alvo a qualquer momento.
Será essa a trama desse season finale, com Claire e Jamie correndo contra o tempo a fim de impedir que Geillis possa viajar pelas pedras (em Abandawe) e matar Brianna? Se isso de fato acontecer, tudo indica que o Jovem Ian poderá ser usado como sacrifício, exatamente como o marido de Geillis o foi ao final da segunda temporada. Caso Abandawe tenha o mesmo poder de Craigh na Dun, qual a probabilidade de Claire viajar no tempo novamente, separando-se de Jamie mais uma vez? Que mistérios, mortes e revelações o episódio Eye of the Storm (Olho da Tempestade, em sua tradução) nos reserva? E ainda, até quando a vida de Brianna permanecerá sem ser abordada na série? Será que ela retorna ao fim dessa temporada ou apenas na próxima? E Jamie, estará ele destinado a ser salvo mais uma vez por John Grey? Qual será o papel do personagem no resgate de Jamie e daqui em diante na série?



Bem, Sassenachs, chega ao fim mais uma review. Então, qual é a expectativa de vocês para o season finale? Será que ele consegue superar a grandiosidade do último episódio da temporada anterior? E ainda, qual é a opinião de vocês, num saldo geral, sobre esse ano de Outlander? Esperavam mais da adaptação, da forma que os eventos foram apresentados até então, ou o livro baseado nessa temporada em si já é inferior (em termos de qualidade e rapidez narrativa) aos outros? Não se esqueçam de deixar seus comentários ao final do texto, prometo que dessa vez responderei todo mundo! Obrigado mais uma vez pela presença de todos até aqui, já deixo claro que sentirei a falta de vocês! Aguardo todos na semana que vem, com meu último review (esse ano, obviamente) dessa temporada no Série Maníacos!
Curiosidades:
The Bakra
Como de costume em Outlander, o título do episódio dessa semana não foi escolhido à toa, ele carrega uma interpretação bem sugestiva sobre Geillis Duncan. A palavra “bakra”, destinada à nova vilã da temporada, significa “mestre de escravos”, ou literalmente, na linguagem jamaicana, diabo ou uma pessoa enganosa. Ou seja, o diabo em corpo de mulher… Mais Geillis impossível, não?
Condessa Elizabeth Bathory, A Condessa de Sangue
Quem mais associou Geillis, na cena de abertura, à Elizabeth Bathory, rotulada através dos tempos como “A Condessa de Sangue”? Elizabeth Bathory foi uma das mulheres mais perversas e sanguinárias que a humanidade já conheceu. Ela tinha o mórbido prazer em ver o sofrimento alheio, conhecida por punir, torturar e matar severamente os que infringiam seus comandos. Elizabeth, assim como Geillis, se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente. Interessante a inspiração dos produtores, não? Isso não apenas valorizou a personagem, como também a tornou mais sombria, intensificando seu nível de crueldade e tornando-a uma vilã digna e memorável.

Brianna 



Outlander S03E12: The Bakra/Curiosidade 

Provavelmente todo mundo já pensou nisso, mas, mesmo assim, acho interessante discorrer sobre esse assunto. Com o incêndio da gráfica, Brianna e Roger poderiam pensar que Claire e Jamie morreram (como disse em reviews passadas), mas agora, com o certificado da compra de Temeraire, a procura pela presença da mãe na história pode se tornar mais fácil. Será que é a partir dele que Brianna encontrará o paradeiro de Claire? Ou isso é apenas uma peça de um quebra-cabeça, que junto de outras informações no passado, possibilitará a descoberta do momento exato em que Claire e Jamie se encontram?

Gostou? Leia também Parte 1
Fonte https://seriemaniacos.tv/outlander-3x12-bakra/ Escrito por Vinícius Fernandes
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