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Salmos messiânicos

Os Salmos Messiânicos são um grupo de salmos na Bíblia interpretados como referências proféticas ao Messias, que é Jesus Cristo para os cristãos. Esses salmos descrevem várias características e eventos associados ao Messias, incluindo sua linhagem, sua vida, sua morte e ressurreição, seu reinado e julgamento final.

Entre os Salmos Messiânicos mais conhecidos estão o Salmo 22, que descreve a agonia do Messias na cruz, o Salmo 2, que fala do reinado universal do Messias, e o Salmo 110, que descreve o Messias como um sacerdote eterno.

Esses salmos são considerados pelos cristãos como cumprimentos proféticos da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, e são frequentemente citados no Novo Testamento como prova da divindade e messianidade de Jesus.

Salmo 22: Este salmo é um dos mais claros exemplos de um salmo messiânico. Ele começa com as palavras "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?", que foram proferidas por Jesus enquanto estava na cruz. O salmo descreve a agonia do Messias, incluindo a sua humilhação, escárnio, e a sua morte. No entanto, também fala da vitória do Messias e da sua ressurreição, quando afirma: "Pois ele não desprezou nem repudiou a aflição do aflito; não escondeu dele o seu rosto, mas ouviu o seu clamor por socorro" (versículo 24).

Salmo 2: Este salmo fala do reinado universal do Messias e descreve como Deus estabelecerá o seu filho como rei sobre todas as nações. O salmo afirma que os reis da terra se levantarão contra o Messias, mas Deus os derrotará e dará a ele a vitória. O salmo termina com uma advertência aos governantes da terra, para que sirvam ao Senhor com temor e se alegrem com tremor.

Salmo 110: Este salmo é citado com frequência no Novo Testamento, e é considerado um dos mais importantes salmos messiânicos. Ele descreve o Messias como um sacerdote eterno, que está sentado à direita de Deus e que irá governar sobre as nações. O salmo afirma que o Messias esmagará os seus inimigos e julgará as nações.



O sofrimento de Jesus foi predito neste Salmos

 O sofrimento de Jesus foi predito neste Salmos



Waldryano

Um estudo bíblico sobre o salmos 22


O Salmo 22 é um dos Salmos mais conhecidos e citados na Bíblia. Ele foi escrito por Davi, o rei de Israel, e contém uma descrição profética do sofrimento de Jesus Cristo na cruz. Neste estudo bíblico, vamos explorar o significado do Salmo 22 e como ele se relaciona com a vida de Jesus.

Versículo 1-2: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido? Deus meu, eu clamo de dia, e tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego."

O Salmo começa com Davi clamando a Deus em angústia e dor. Ele se sente abandonado e sem esperança, triste por que Deus o deixou sofrer. Esses versos antecipam o sofrimento de Jesus na cruz, quando Ele clamou a Deus, "Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?" (Mateus 27:46). Jesus sentiu a dor do abandono de Deus enquanto carregava o peso dos pecados do mundo em seus ombros.

Versículo 3: "Mas tu és santo, tu que habitas entre os louvores de Israel."

Mesmo no meio à sua dor, Davi reconhece a santidade de Deus. Ele sabe que Deus é fiel e justo, e confia em sua bondade. Essa é uma lição importante para nós também: quando passamos por momentos difíceis, devemos nos lembrar da fidelidade de Deus e confiar em sua bondade.

Versículo 6: "Mas eu sou verme, e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo."

Davi se sente como um verme diante dos homens, desprezado e humilhado. Jesus também foi humilhado e desprezado pelos homens enquanto estava na cruz. Ele se tornou a nossa vergonha, sendo ridicularizado pelos homens, enquanto carregava a culpa dos nossos pecados.

Versículo 8: "Todos os que me veem zombam de mim, arqueiam os beiços e meneiam a cabeça."

Os homens zombaram de Jesus enquanto Ele estava na cruz. Eles riram e zombaram Dele, zombando de sua reivindicação de ser o Filho de Deus. Eles não entenderam o propósito de seu sofrimento e o ridicularizaram por isso.

Versículo 14: "Sou derramado como água, e todos os meus ossos se desconjuntam; o meu coração é como cera, derrete-se dentro de mim."

Esses versos descrevem a intensidade do sofrimento de Jesus na cruz. Seu corpo foi dilacerado pelos açoites e pelos cravos, e Ele sentiu a dor física e emocional mais profunda. Seu coração se derreteu diante do peso dos nossos pecados.

Versículo 18: "Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sortes sobre a minha túnica."

Este versículo é uma profecia do que aconteceu com Jesus na cruz. Os soldados romanos dividiram as roupas de Jesus e lançaram sortes sobre sua túnica (João 19

Este verso do Salmo 22 foi cumprido literalmente pelos soldados romanos que crucificaram Jesus. Como descrito nos evangelhos, eles tiraram as vestes de Jesus e as dividiram entre si, e lançaram sortes sobre sua túnica, cumprindo assim esta profecia do Salmo.

Versículo 22: "Proclamarei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação."

Este versículo do Salmo 22 aponta para a vitória final de Jesus sobre a morte e o pecado. Depois de sua ressurreição, Jesus apareceu a seus discípulos e proclamou o nome de Deus a eles, e mais tarde a todos os povos da terra. Ele é agora louvado em todo o mundo como o Salvador e o Filho de Deus.

Versículo 27: "Todos os confins da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face."

Este versículo do Salmo 22 aponta para a universalidade do evangelho de Jesus Cristo. Por causa de sua morte e ressurreição, todas as nações da terra podem agora ser salvas e adorar a Deus. Este é um cumprimento da promessa feita a Abraão de que em sua descendência todas as nações da terra seriam abençoadas (Gênesis 12:3).

Conclusão: O Salmo 22 é uma poderosa profecia do sofrimento de Jesus Cristo na cruz. Ele descreve a dor física e emocional que Jesus suportou, bem como a humilhação e o ridículo que Ele enfrentou. No entanto, o Salmo também aponta para a vitória final de Jesus sobre a morte e o pecado, e a universalidade do evangelho que Ele trouxe ao mundo. Como cristãos, devemos nos lembrar do sacrifício de Jesus na cruz e louvar a Deus por sua fidelidade e bondade.



Estudo sobre o livro de salmos

 


Estudo Sobre o Livro de Salmos

O livro de Salmos é uma coletânea de cânticos presente na Bíblia hebraica e no Antigo Testamento da Bíblia cristã. O estudo bíblico de Salmos revela a variedade de características, temas, gêneros e autores que há no livro. Dessa forma, seus cânticos fornecem um modelo de adoração adequado à diversas situações.

O título Salmos significa “cânticos”. Esse título vem da Septuaginta, a antiga tradução grega da Bíblia hebraica (Antigo Testamento). O Novo Testamento também usa esse mesmo nome para se referir aos cânticos hebraicos (cf. Lucas 20:42; 24:44; Aos 1:20). A palavra Salmos corresponde ao termo hebraico mizmor que ocorre com frequência no livro e expressa a ideia de um cântico vocal ou instrumental. O título do livro no original hebraico é “Livro de Louvores”.

Autoria e data do livro de Salmos

O livro de Salmos foi escrito por diversos autores durante um longo período de tempo. O próprio livro de Salmos indica alguns de seus autores através dos títulos de autoria que aparecem em certos salmos.

Com base nesses títulos, o rei Davi é o maior autor dos Salmos. Apesar de alguns críticos já terem tentado discutir a autoria de Davi, a tradição a seu favor é indiscutível (cf. 1 Samuel 16:14-23; 2 Samuel 1:17-27; 23:1; 2 Crônicas 6:31; 15:16; 16:7; Amós 6:5; etc.).

Além de Davi, os títulos de alguns salmos também indicam outros autores. São eles: Moisés (Salmo 90); Salomão (Salmo 72); os filhos de Corá (Salmos 42-49; 84; 85; 87; 88); os filhos de Asafe (Salmos 50; 73-83); e Etã (Salmo 89). Mas muitos salmos não informam o nome de seus autores. Saiba mais sobre quem escreveu Salmos.

A variedade de autores que viveram em diferentes épocas implica no fato de o livro ter sido composto durante um espaço de tempo considerável. Os estudiosos afirmam que os primeiros salmos foram escritos por volta de 1440 a.C., no tempo de Moisés. Já os salmos mais recentes foram escritos aproximadamente em 400 a.C., depois do cativeiro judeu na Babilônia.

Esboço, estrutura e características do livro de Salmos

O livro de Salmos é dividido tradicionalmente em cinco livros, e cada qual termina com uma doxologia. Essa divisão estrutural forma o esboço do livro de Salmos que geralmente é adotado pelos eruditos:

  • Livro 1: Salmos 1-41.
  • Livro 2: Salmos 42-72.
  • Livro 3: Salmos 73-89.
  • Livro 4: Salmos 90-106.
  • Livro 5: Salmos 107-150.

Segundo a tradição judaica, essa divisão do livro de Salmos em cinco livros teria sido adotada de modo a corresponder ao Pentateuco – os cinco livros de Moisés. Além dessa divisão principal, o livro de Salmos também pode ser organizado em subdivisões com base na autoria comum, no uso comum ou no tema e gênero comuns.

Os títulos dos salmos são parte muito importante na organização das características do livro de Salmos. Esses títulos são tão essenciais que geralmente aparecem como sendo o primeiro verso dos salmos no texto original hebraico e também em sua tradução grega na Septuaginta. Isso significa que ou os títulos fazem parte do texto original inspirado ou tiveram origem numa tradição realmente muito antiga.

Os títulos podem ser divididos em cinco categorias básicas. São elas:

  1. Títulos de autoria: indicam quem foi o autor do salmo, ou sobre quem o salmo fala (assunto), ou mesmo a quem o salmo é dedicado.
  2. Títulos históricos: lançam alguma luz acerca do contexto histórico em que determinado salmo foi escrito.
  3. Títulos de gênero: indicam os diferentes tipos literários da poesia hebraica.
  4. Títulos de notações musicais: aparentemente dão alguma instrução quanto à execução musical de determinado salmo.
  5. Títulos de instruções para o culto: são títulos que indicam a aplicação de um salmo na liturgia do culto formal de Israel.

O agrupamento dos salmos em diferentes gêneros também é algo que merece atenção. Embora cada salmo tenha sua particularidade e beleza únicas, eles também compartilham algumas características em comum. Daí surge a classificação dos salmos em gêneros, como: cânticos de louvor; salmos de lamentos; salmos de ação de graças; cânticos de confiança; salmos reais; salmos de sabedoria; salmos imprecatórios. Saiba mais sobre os diferentes tipos de Salmos.

Os paralelismos da poesia hebraica nos Salmos

Quando se estuda o livro de Salmos, também é interessante saber que a poesia hebraica é muito diferente da poesia mais comum que estamos acostumados na atualidade. Nossas poesias são marcadas por rimas e métricas; enquanto que a poesia hebraica é caracterizada pelos paralelismos. Dentre todos os tipos de paralelismo da poesia hebraica, os mais comuns nos salmos são:

  • Sinonímico: a ideia da primeira linha é repetida de forma similar na segunda linha.
  • Antitético: a ideia da primeira linha é reafirmada na segunda linha, mas por oposição; ou seja, a ideia da primeira linha é contrastada com a ideia da segunda linha para reforçar um conceito central.
  • Sintético: a segunda linha aprofunda ou desenvolve o conceito apresentado na primeira linha.
  • Climático: possui semelhanças com o paralelismo sintético. No paralelismo climático a ideia principal é introduzida na primeira linha e cada linha subsequente aprimora o desenvolvimento dessa ideia adicionando elementos novos ao conceito apresentado.
  • Quiástico: as ideias são apresentadas em unidades lógicas que são desenvolvidas de acordo com um padrão cruzado.
  • Emblemático: a primeira linha expressa a ideia através de uma figura de linguagem. Então a segunda linha trata da mesma ideia, mas de forma literal de modo a explicar a figura da linha anterior.

O contexto histórico do livro de Salmos

Como foi dito, o livro de Salmos foi escrito durante um período de aproximadamente mil anos. Isso significa que são 150 cânticos escritos por diferentes autores que viveram em diferentes épocas. O resultado disso é que há uma enorme dificuldade em determinar o contexto histórico dos salmos, ou seja, quando um salmo em particular teve origem. Na verdade para a grande maioria dos salmos isso é realmente impossível.

As melhores indicações que temos nesse sentido são provenientes dos títulos históricos. De acordo com o título histórico do Salmo 3, por exemplo, Davi escreveu esse salmo quando fugia de Absalão. Outro exemplo é o Salmo 51, escrito por Davi ao ser repreendido por Deus através do profeta Natã após ter pecado com Bate-Seba.

Contudo, nem todos os salmos possuem títulos históricos. Além disso, mesmo nos salmos que possuem um título histórico, seu autor jamais é específico no corpo do cântico quanto ao que motivou sua composição.

Isso provavelmente acontece porque os salmos eram usados no culto formal em Israel. Então era importante que os salmos apenas expressassem um sentimento geral que poderia ser compartilhado com toda congregação de Israel. Isso continua sendo verdade para a Igreja Cristã. Não precisamos saber o que deu origem a um determinado salmo para podermos usá-lo e aplicá-lo de forma prática em nossas vidas.


A mensagem do livro de Salmos

A mensagem do livro de Salmos é muito abrangente. Martinho Lutero diz que o livro de Salmos é como uma pequena Bíblia e o sumário do Antigo Testamento. Isso faz muito sentido, visto que o livro de Salmos foi escrito ao longo de todo o período de composição do Antigo Testamento. O livro mostra quadros que vão desde a reflexão acerca dos atos de Deus na criação e seu governo da História, até eventos específicos da vida da nação de Israel.

Por causa de suas características – uma coletânea de cânticos – o livro de Salmos não apresenta um desenvolvimento teológico de modo sistemático, mas faz uma aplicação teológica extremamente prática para a vida diária do crente.

Nesse sentido, numa vista geral, os salmos falam sobre como Deus deve ser adorado e louvado sobre tudo e todos; sobre como Deus cuida providencialmente dos justos dando-lhes proteção e livramento e se atentando às suas necessidades; e sobre como Deus abençoa aquele que é fiel e obediente à sua vontade, mas julga o desobediente. O livro de Salmos também expressa como a verdadeira adoração a Deus deve caracterizar as experiências de vida do seu povo fiel.

A pecaminosidade humana é registrada no livro de Salmos, seja no comportamento dos ímpios, seja nos erros dos justos. O livro também destaca a soberania de Deus sobre todas as coisas, mas não isenta o homem de sua responsabilidade moral. Além disso, vários salmos trazem uma visão escatológica ao enfatizar a consumação da História no Dia do Senhor.

Cristo no livro de Salmos

Sem dúvida parte importante da mensagem do livro de Salmos aponta para Cristo. Assim como no restante do Antigo Testamento, a obra e o reino do Messias são revelados ao longo de todo o Saltério.

A prova disso é que o livro de Salmos é o livro do Antigo Testamento mais citado no Novo Testamento. Nesse sentido, à luz do Novo Testamento, os salmos falam sobre a primeira vinda de Cristo – enfatizando seu sofrimento ao receber sobre si o juízo de Deus; bem como a segunda vinda de Cristo – enfatizando sua glorificação, o derramamento da ira de Deus sobre os ímpios e a bem-aventurança dos crentes no reino eterno do Senhor.

Curiosidades sobre o livro de Salmos

O livro de Salmos possui algumas curiosidades, por exemplo:

  • O livro de Salmos é o livro bíblico que possui mais autores.
  • O livro de Salmos é o maior livro da Bíblia.
  • O livro de Salmos é o livro bíblico que demorou mais tempo para ser completado.
  • Considerando cada salmo um capítulo, o Salmo 117 é o capítulo que está exatamente no meio da Bíblia. Saiba quantos capítulos tem a Bíblia.
  • No livro de Salmos também está o menor e o maior capítulo bíblico: o Salmo 117 e o Salmo 119, respectivamente.

Segredos do Salmos 23


Olha que lindo sobre o SALMO 23:
Não tinha observado desta maneira, falou muito ao meu coração. Para nossa Reflexão:

O Senhor é o Meu Pastor...
Isso é Relacionamento!!
------------------
Nada Me Faltará...
Isto é Suprimento!!
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Caminhar-me faz por verdes pastos...
Isto é Descanso!!
-----------------------
Guia-me Mansamente A Águas Tranquilas...
Isto é Cuidado!!
-----------------------
Refrigera Minha Alma...
Isto é Cura!!
-----------------------
Guia-Me Pelas Veredas Da Justiça...
Isto é Direção!!
-----------------------
Por Amor Do Seu Nome...
Isto é Propósito!!
-----------------------
Ainda Que Eu Andasse Pelo Vale Da Sombra Da Morte...
Isto é Provação!!
-----------------------
Eu Não Temeria Mal Algum...
Isto é Fé!!
-----------------------
Porque Tu Estás Comigo...
Isto é Fidelidade!!
-----------------------
A Tua Vara e o Teu Cajado Me Consolam...
Isto é Esperança!!
-----------------------
Unge a Minha Cabeça Com Óleo...
Isto é Consagração!!
-----------------------
E o Meu Cálice Transborda...
Isto é Abundância!!
-----------------------
Certamente Que a Bondade e a Misericórdia Me Seguirão Todos Os Dias Da Minha Vida...
Isto é Benção!!
-----------------------
E Eu Habitarei Seguro Na Casa Do Senhor...
Isto é Promessa!!
-----------------------
Por Longos Dias...
Isto é Eternidade!!!

Passe essa BÊNCÃO adiante!!
Te passo a bênção de Deus, passe-a também a todas as pessoas que puder. Não fique com esta benção só para você; passe-a adiante.


Crônicas de um Velho Jovem

Salmos 91



Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.
Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.

Salmos 23


O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.

Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.

Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.





📖 Estudo Bíblico de Salmos 23

6

O Salmo 23 é um dos textos mais conhecidos da Bíblia, tradicionalmente atribuído a Rei Davi. Ele apresenta Deus como um pastor cuidadoso e fiel, que guia, protege e sustenta seu povo em todas as circunstâncias.


🧠 Contexto Histórico e Espiritual

Davi foi pastor de ovelhas antes de se tornar rei, então ele usa uma linguagem que conhecia profundamente. O cuidado do pastor com suas ovelhas representa a relação íntima entre Deus e aqueles que confiam nele.


✍️ Verso a Verso (com explicação)

1. “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.”

  • Deus é apresentado como provedor.
  • Não significa ausência de problemas, mas presença de cuidado constante.

2. “Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.”

  • “Pastos verdes” → alimento espiritual e descanso.
  • “Águas tranquilas” → paz interior, refrigério da alma.

3. “Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.”

  • Deus restaura o interior do ser humano.
  • Ele guia por caminhos corretos, não por mérito humano, mas por sua fidelidade.

4. “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo...”

  • Um dos versículos mais fortes.
  • Mesmo nos momentos mais sombrios, Deus está presente.
  • “Vara e cajado” → disciplina e proteção.

5. “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos...”

  • Deus honra e sustenta mesmo diante da adversidade.
  • A bênção não depende das circunstâncias externas.

6. “Unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.”

  • “Óleo” → consagração, cuidado, honra.
  • “Cálice transbordante” → abundância espiritual.

7. “Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida...”

  • A presença de Deus não é temporária, é constante.
  • “Habitarei na casa do Senhor” → comunhão eterna.

🔎 Temas Principais

  • Deus como Pastor → cuidado, liderança, proteção
  • Confiança → mesmo em tempos difíceis
  • Provisão → física, emocional e espiritual
  • Presença de Deus → constante, inclusive no sofrimento
  • Esperança eterna → vida com Deus além desta vida

🪶 Aplicação Prática

  • Confie em Deus mesmo quando não entender o caminho
  • Busque momentos de “águas tranquilas” (oração, reflexão)
  • Lembre-se: dificuldades não significam abandono
  • Reconheça as bênçãos, mesmo em meio aos desafios

💬 Reflexão Final

O Salmo 23 não promete uma vida sem problemas, mas garante algo mais profundo: a presença constante de Deus em cada etapa da jornada.


Feito revisão em 04/05/2026

Refletindo o Salmos 23


Por Waldryano 
Para o Blog Refletindo o Evangelho





Hoje proponho a leitura deste Salmos:


1 O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará.

2 Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso;

3 refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.

4 Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.
5 Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.

6 Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre.


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Para escrever minhas mensagens, sempre que necessário, consulto Bíblia, pentecostal, expositor, plenitude e da mulher sbb, utilizo também o comentário da Cpad Beacon, sou estudante da CETADEB, e leitor assíduo da blogosfera Cristã, logo meus textos possuem forte influencia destes blogueiros sou estudante de letras espanhol. Enfim, meus textos são protegidos e autênticos.

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Refletindo o Salmos 101

Por Waldryano 
Para o Blog Refletindo o Evangelho


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Hoje proponho a leitura deste Salmos:

1 Cantarei a bondade e a justiça; a ti, SENHOR, cantarei.
2 Atentarei sabiamente ao caminho da perfeição. Oh! Quando virás ter comigo? Portas a dentro, em minha casa, terei coração sincero.
3 Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará.
4 Longe de mim o coração perverso; não quero conhecer o mal.
5 Ao que às ocultas calunia o próximo, a esse destruirei; o que tem olhar altivo e coração soberbo, não o suportarei.
6 Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá.
7 Não há de ficar em minha casa o que usa de fraude; o que profere mentiras não permanecerá ante os meus olhos.
8 Manhã após manhã, destruirei todos os ímpios da terra, para limpar a cidade do SENHOR dos que praticam a iniqüidade.
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Salmos 73


Salmos 73

1 Certamente Deus é bom para Israel, para os puros de coração.
2 Quanto a mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei.
3 Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios.
4 Eles não passam por sofrimento e têm o corpo saudável e forte.
5 Estão livres dos fardos de todos; não são atingidos por doenças como os outros homens.
6 Por isso o orgulho lhes serve de colar, e se vestem de violência.
7 Do seu íntimo brota a maldade; da sua mente transbordam maquinações.
8 Eles zombam e falam com más intenções; em sua arrogância ameaçam com opressão.
9 Com a boca arrogam a si os céus, e com a língua se apossam da terra.
10 Por isso o seu povo se volta para eles e bebem suas palavras até saciar-se.
11 Eles dizem: "Como saberá Deus? Terá conhecimento o Altíssimo? "
12 Assim são os ímpios; sempre despreocupados, aumentam suas riquezas.
13 Certamente foi-me inútil manter puro o coração e lavar as mãos na inocência,
14 pois o dia inteiro sou afligido, e todas as manhãs sou castigado.
15 Se eu tivesse dito "falarei com eles", teria traído os teus filhos.
16 Quando tentei entender tudo isso, achei muito difícil para mim,
17 até que entrei no santuário de Deus, e então compreendi o destino dos ímpios.
18 Certamente os pões em terreno escorregadio e os fazes cair na ruína.
19 Como são destruídos de repente, completamente tomados de pavor!
20 São como um sonho que se vai quando a gente acorda; quando te levantares, Senhor, tu os farás desaparecer.
21 Quando o meu coração estava amargurado e no íntimo eu sentia inveja,
22 agi como insensato e ignorante; minha atitude para contigo era a de um animal irracional.
23 Contudo, sempre estou contigo; tomas a minha mão direita e me susténs.
24 Tu me diriges com o teu conselho, e depois me receberás com honras.
25 A quem tenho nos céus senão a ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti.
26 O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre.
27 Os que te abandonam sem dúvida perecerão; tu destróis todos os infiéis.
28 Mas, para mim, bom é estar perto de Deus; fiz do Soberano Senhor o meu refúgio; proclamarei todos os teus feitos.

SALMO 73

TÍTULO
Um salmo de Asafe. Este é o segundo salmo atribuído a Asafe, e é o primeiro de onze salmos consecutivos que levam o nome desse célebre cantor. Alguns escritores não têm certeza de que Asafe os tenha escrito; tendem a crer que Davi seja o autor, e Asafe a pessoa a quem foram dedicados, para que ele os pudesse cantar quando se tornou o mestre dos músicos. Mas, embora, nós também nos inclinemos nessa direção, os fatos devem ser ouvidos, e descobrimos em 2Cr 29.30 que Ezequias ordenou aos levitas que cantassem "com as palavras de Davi e do vidente Asafe"; e, além disso, em Ne 12.46, Davi e Asafe são mencionados como distintos dos "dirigentes dos cantores", e, conforme parece, como co-autores de salmodia. Podemos, portanto, admitir que Asafe seja o autor de alguns dos salmos, se não dos doze salmos que lhe são atribuídos. Muitas vezes, um grande astro que parece ser apenas um aos olhos de observadores comuns, quando estudado mais de perto, se revela dono de uma personalidade binária; então, neste caso, os salmos de Davi são os de Asafe também. O grande sol de Davi tem um satélite na lua de Asafe, este homem de Deus.

ASSUNTO
Curiosamente, o salmo 73 corresponde, no que diz respeito ao tema, com o salmo 37: ajudará a memória dos mais novos observar a inversão dos números. O tema é a pedra de tropeço de bons homens, que os amigos de Jó não conseguiam transpor; isto é, a prosperidade atual de homens maus e as tristezas dos piedosos. Filósofos pagãos já quebraram a cabeça sobre isso, enquanto que para crentes isso tem sido com freqüência uma tentação.

DIVISÃO
Em Sl 73.1, o salmista declara sua confiança em Deus, e como que põe seu pé sobre uma rocha enquanto relata seu conflito interior. Em Sl 73:2-14, ele declara sua tentação; depois, em Sl 73.15-17, sente-se confuso para descobrir como agir, mas, por fim, encontra livramento para o seu dilema. Descreve com temor a sorte dos ímpios em Sl 73.18-20, condena sua própria tolice e adora a graça de Deus em Sl 73.21-24, e conclui renovando sua lealdade a seu Deus, que ele toma novamente como sendo sua porção e deleite.



DICAS PARA O PREGADOR
Salmo inteiro. Contém a provação do homem piedoso na primeira parte, e seu triunfo na parte final. Temos:
1. O conflito aflitivo entre a carne e o espírito, até o versículo 15.
2. A gloriosa vitória do espírito sobre a carne, até o final (G. Swinnock).
Salmo inteiro. 
1. A causa de sua perturbação.
2. A sua cura. 
3. A postura do salmista após isso (G. Swinnock).



VERS. 1. O verdadeiro Israel, a grande bênção, e a certeza dela: ou, a proposição do texto apresentado, reforçado e aplicado.
VERS. 1 (primeira cláusula). Os haveres que Israel já recebeu de Deus são:
1. Pela quantidade, os maiores;
2. Pela variedade, os mais seletos;
3. Pela qualidade, os mais doces;
4. Pela segurança, os mais garantidos.
5. Pela duração, os mais duradouros (Simeon Ash).



VERS. 2. 
1. Até onde um crente pode cair?
2. Até onde ele não cairá.
3. Quais temores são e quais não são permissíveis?
VERS. 2. Um retrospecto de nossas escorregadelas; prospectos de perigo futuro; preparação no presente para isso.



VERS. 4. Morte quieta; os casos dos piedosos e ímpios distinguidos pelas causas da quietude, e a insegurança de meras emoções.



VERS. 5. A porção do bastardo contrastada com aquela do filho verdadeiro.



VERS. 7. Os perigos da opulência e da luxúria.



VERS. 8. A ligação entre um coração corrupto e uma língua soberba.



VERS. 10.
1. O copo do crente é amargo.
2. Está cheio.
3. Seu conteúdo são águas variadas.
4. É apenas um copo, medido e limitado.
5. É o copo de seu povo, e, em conseqüência, opera o bem no mais alto grau.



VERS. 11. A pergunta aberta do ateu; a pergunta prática do opressor; a pergunta tímida do santo receoso. As razões pelas quais nunca é feita, e os motivos conclusivos que põem a questão fora de dúvida.



VERS. 12. Este versículo sugere solenes investigações para pessoas que estão ficando ricas.



VERS. 14. O castigo freqüente e até constante dos justos; sua necessidade e seu projeto, e as consolações ligadas a isso.



VERS. 15. Como nós podemos causar prejuízos para os santos; por que devemos evitar isso e de que maneira.



VERS. 17.
1. Entrada no lugar de comunhão com Deus, seus privilégios e o caminho para isso.
2. Lições aprendidas nesse lugar santo; o texto menciona uma.
3. A influência prática da comunhão e da instrução.



VERS. 17-18. O fim para o pecador; sermão de Spurgeon.



VERS. 18. Certamente tu os pões em terreno escorregadio.
1. Isso significa que eles estavam sempre expostos a destruição súbita, inesperada. Como aquele que anda em lugares escorregadios está a todo momento sujeito a cair, ele não pode prever num momento se ficará de pé ou se cairá no próximo instante; e, quando cai, cai de vez sem aviso prévio.
2. São capazes de cair sozinhos, sem serem derrubados pela mão de outro; como aquele que fica de pé ou caminha em lugar escorregadio nada precisa senão seu próprio peso para o jogar no chão.
3. Nada há que segura homens maus em algum momento fora do inferno senão a vontade de Deus (Jonathan Edwards).



VERS. 18-20. O fim dos maus é/está:
1. Perto: Certamente os pões. Pode acontecer a qualquer hora.
2. Judicial. (Tu) os fazes cair.
3. Repentino: São destruídos de repente.
4. Atormentado: Tomados de pavor ... Tu os farás desaparecer.
5. Eterno: Deixados sós; desaparecidos da mente de Deus; e menos-prezado como um sonho quando a pessoa acorda. Nenhum ato posterior com respeito a eles, nem por livramento nem por aniquilação.



VERS. 19. O primeiro olhar e a primeira sensação do inferno de um pecador orgulhoso e rico, que acaba de morrer em paz.



VERS. 20. O objeto desprezível: um pecador que se considera virtuoso, ou que se gaba, ou que é perseguidor ou caviloso, ou avaro quando sua alma é chamada à presença de Deus.



VERS. 22. Nossa insensatez, ignorância e insensibilidade. Quando demonstrada. Que efeito o fato deve ter sobre nós; e o quanto isso ilustra a graça divina.



VERS. 22-25. 
1. A confissão do salmista com respeito à carne.
2. As expressões fiéis do espírito.
3. A conclusão de todo o assunto.



VERS. 25. Deus é a melhor porção do Cristão; sermão de Spurgeon.
VERS. 25. O céu e a terra revistados para se encontrar uma alegria que iguale ao Senhor. Que o pregador pegue várias alegrias e mostre sua inferioridade.



VERS. 26. 
1. A queixa do salmista: O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar. 
2. Seu consolo: Mas Deus. Ou então podemos tomar nota (a) da fragilidade de sua carne; (b) do florescimento de sua fé.
DOUTRINA NÚMERO 1. 
Que a carne do homem lhe será insuficiente. O coração do homem por mais elevado, mais santo que seja, nem sempre agüenta. O profeta foi um grande e gracioso homem, contudo, sua carne falhou.
DOUTRINA NÚMERO 2. 
Esse é o consolo de um cristão, em sua condição mais triste, que Deus é sua porção (G. Swinnock).
VERS. 26. "The Fading of the Flesh" (A debilidade da carne). Título de Swinnock. Tratado. 
VERS. 26. Onde falhamos e onde não podemos falhar.



VERS. 27. 
1. As tristes condições.
2. As terríveis punições.
3. As consolações implícitas.




VERS. 28. Aproximar-nos de Deus é nossa sabedoria, nossa honra, nossa segurança, nossa paz, nossas riquezas [Sermão de Thomas Watson: "The Happiness of Drawing Near to God". (A Felicidade de Aproximarmo-nos de Deus), 1669]. 
VERS. 28. A conclusão de Davi; ou, a conclusão do santo (R. Sibbes).
VERS. 28. 
1. A linguagem da oração: Bom é estar.
2. Da fé: Fiz do Soberano Senhor.
3. Do louvor: Proclamarei todos os teus feitos (G. R.).




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