11.10.21

Série Fundação

 A Série da Fundação é uma obra de ficção científica escrita por Isaac Asimov que descreve em detalhes a história de um futuro distante e de como o destino de seus habitantes é influenciado por uma instituição chamada Fundação Enciclopédica. Ao escrever em forma de uma saga científica e enfatizar a procura da sabedoria, o objetivo de Asimov no primeiro livro da série era descrever em detalhes a queda de um Império Galático - o qual, segundo a maioria dos críticos de sua obra, não é nada além do mundo em que ele viveu, um mundo cheio de contradições – e o surgimento de um mundo científico, orientado pela verdade, sem subterfúgios ou "golpes baixos". Asimov tomou como inspiração a queda do Império Romano.

O personagem central da série chama-se Hari Seldon, que, embora só apareça pessoalmente em três dos livros, influencia toda as obras da série através da Ciência que desenvolveu: a Psico-história, com a Informática e o Computador.

A Psico-história seria um misto de sociologia e matemática. Aplicando fórmulas matemáticas a acontecimentos de seu presente, Seldon conseguia calcular acontecimentos futuros e assim permitir ou tentar evitar que viessem a se confirmar.

As previsões feitas por Seldon eram todas baseadas em estatísticas e probabilidades. A Psico-história usava desses elementos matemáticos aplicados às massas. Funcionava apenas para sociedades inteiras. Para uma elaboração matemática precisa, era necessário que fosse feita a avaliação sociológica, cultural e econômica de sociedades com muitos milhões, ou bilhões de indivíduos. Era totalmente ineficaz a tentativa de aplicar a Psico-história a indivíduos, porque o indivíduo é imprevisível.


Os seguintes livros formam a série de Fundação, em ordem cronológica:

Prelúdio à Fundação

Origens da Fundação (título no Brasil. Originalmente lançado pela editora Hemus como "Crônicas da Fundação", no original chama-se Forward the Foundation)

Fundação

Fundação e Império

Segunda Fundação

Limites da Fundação (segundo título no Brasil, pela editora Hemus "Fundação II" e no original chama-se Foundation's Edge)

Fundação e Terra


Prelúdio à Fundação

Prelúdio para Fundação começa em Trantor, o planeta capital do Império Galáctico, no dia após o discurso do matemático Hari Seldon em uma conferência. Vários partidos se tornaram conscientes do conteúdo de seu discurso e artigo, a respeito do uso de técnicas matemáticas que tornariam possível uma predição do futuro da história humana, a ciência conhecida como psicohistória. Seldon é convocado pelo Imperador, onde admite que a técnica não passa de uma mera possibilidade teórica. A despeito disso, o Império pretende lhe forçar a exílio, onde trabalharia em constante vigilância para estarem sempre cientes do desenvolvimento de sua ciência. Durante o enredo, Seldon e Dors Venabili, uma companhia feminina, são levados de um lado para o outro por um ajudante, Chetter Hummin, que tenta mantê-los longe das garras do Imperador para o desenvolvimento saudável da psicohistória.

Durante as aventuras por Trantor, Seldon continuamente nega a praticidade da psicohistória. Argumenta que mesmo que fosse possível, levaria décadas para ser desenvolvida. Hummin, no entanto, está convencido de que Seldon sabe de alguma coisa e, como resultado, continua a pressioná-lo para que trabalhe em um ponto inicial para o desenvolvimento da ciência.

Após viagens e introduções a diversas culturas em Trantor, Seldon percebe que usando a Galáxia inteira como um modelo de início é uma tarefa muito complicada, e decide portanto em utilizar Trantor como seu modelo, devido a sua complexidade e variedade cultural que serviria como modelo representativo de todo o Império. Começa portanto a trabalhar na ciência, com o objetivo de usá-la para impedir o declínio e queda da civilização humana.

Origens da Fundação

Oito anos após os eventos de Prelúdio, Seldon já conseguiu desenvolver alguns pontos da ciência psicohistórica e está gradativamente aplicando-a em escala galáctica. Sua notabilidade e fama aumentam com os anos, culminando com sua promoção a Primeiro Ministro do Imperador. Conforme o livro progride, Seldon, através de várias tramas políticas, problemas com o Império e seus governos e partidos dissidentes, perde aqueles mais próximos a ele, incluindo sua própria ele, Dors Venabili. Sua saúde deteriora-se com a idade avançada. Tendo trabalhado sua vida inteira para entender a psicohistórica, ele instrui sua neta, Wanda, que possui o toque mental, à criação da Segunda Fundação.

Fundação

Chamado para responder a julgamento em Trantor por acusações de traição — por prever a queda do Império Galáctico — Seldon explica que a sua ciência de psicohistória pode ver várias alternativas, todas que terminam com a eventual queda do Império. Se a humanidade seguir naturalmente este caminho, o governo cairia e trinta mil anos de conflitos iriam afligir a espécie humana antes da criação de um Segundo Império. Entretanto, um caminho alternativo diminuiria este período de hiato em apenas mil, se Seldon fosse permitido a reunir as pessoas mais inteligentes do planeta e criar um compêndio de todo o conhecimento humano, a Enciclopédia Galáctica. A banca permite a reunião de Seldon, com a condição de que eles fossem exilados para o longínquo planeta de Terminus. Seldon concorda e reúne sua coleção de Enciclopedistas, e cria as duas Fundações em "extremos opostos" da Galáxia.

Em Terminus, os seus habitantes enfrentam calamidades. Quatro planetas recém declarados independentes estão ao seu redor, e os Enciclopedistas não tem defesas além de sua própria inteligência. O Prefeito da Cidade de Terminus, Salvor Hardin, propõe jogar os planetas uns contra os outros. O seu plano é um sucesso, e a Fundação se mantém intocada. Hardin é promovido e declarado Prefeito de toda Terminus. Enquanto isso, as mentes da Fundação continuam a desenvolver tecnologias novas e melhores do que as contrapartes imperiais. Usando sua vantagem científica, Terminus desenvolve rotas de comércio com os planetas próximos, eventualmente os conquistando quando sua tecnologia se transforma em uma comodidade essencial para a manutenção de suas vidas. Comerciantes interplanetários, mercadores, eventualmente se tornam os novos diplomatas em outros planetas. Um dos mercadores, Hober Mallow, torna-se poderoso o suficiente para desafiar e ganhar o governo, tornando-se Prefeito da Fundação. Cortando suprimentos de outros planetas de uma região, consegue ganhar cada vez mais mundos para o alcance fundacional.

Fundação e Império

O Imperador atual percebe a Fundação como uma ameaça crescente e ordena que seja atacada, utilizando a ainda grande tropa imperial. Entretanto, convencido depois que seu poder seria mais vulnerável do que o de seu general caso ele obtivesse sucesso (uma possível analogia com o Império Romano), o imperador acaba por remover sua tropa do ataque. Apesar de sua inferioridade militar a Fundação emerge portanto como a vitoriosa, e o próprio Império é derrotado.

Enquanto isso um estrangeiro desconhecido conhecido apenas como "O Mulo" começa a conquistar planetas pertencentes à Fundação em ritmo veloz. Torna-se conhecido que o Mulo é, na verdade, um mutante que mantém uma habilidade de alterar psiquicamente as emoções daqueles com quem entra em contato. Usando este poder para sua vantagem, o Mulo conquista planetas apenas visitando-os com seu próprio exército, deixando os habitantes com medo, e mais tarde lealdade para com ele. Quando a Fundação percebe que o Mulo não foi previsto pelo plano psicohistórico de Hari Seldon, e que não há um modo planejado de derrotá-lo, Torã e Bayta Darell, acompanhados por Ebling Mis — o maior psicólogo atual da Galáxia — e um palhaço chamado Magnífico (que eles concordam em proteger, como a sua vida está sob a ameaça do próprio Mulo), saem para descobrir a localização da Segunda Fundação, que poderia trazer o fim ao reinado do Mulo.

Trabalhando na ainda funcional Biblioteca Galáctica de Trantor, Mis descobre a localização da Segunda Fundação. Entretanto, descobrindo que o Mulo também está tentando descobrir esta localização, Bayta mata Mis antes que ele possa revelar a localização da Segunda Fundação. Bayta então explica que ela se arrepende de suas ações, mas o segredo deveria ser mantido longe do Mulo a qualquer custo. Descobre-se então que o palhaço Magnífico na verdade é o Mulo, confirmando as suspeitas de Bayta, e que ele estava de fato buscando o controle da Segunda Fundação assim como já mantinha o da primeira. Ele então deixa Trantor para governar os seus planetas conquistados enquanto continua a sua própria busca.

Segunda Fundação

Conforme o Mulo chega perto de descobri-la, a Segunda Fundação sai brevemente de seu esconderijo para encarar a ameaça diretamente. É revelado que a Segunda Fundação é uma coleção dos seres humanos mais inteligentes da galáxia. Enquanto a primeira Fundação desenvolveu-se com base nas ciências físicas, a Segunda Fundação vinha desenvolvendo as ciências mentais. Usando o poder de suas fortes mentes, a Segunda Fundação eventualmente derrota o Mulo. Sua atitude destrutiva é ajustada para uma benevolente. Ele retorna para governar o seu reino pacificamente pelo resto de sua vida, com nenhum pensamento subsequene de derrotar a Segunda Fundação.

A Primeira Fundação, entendendo as implicações de uma Segunda que será a real herdeira do futuro Império prometido por Seldon, ressente-a fortemente e busca destruí-la, acreditando que podem sobreviver sem ela. Após algumas tentativas para decifrar a única pista que Seldon deu a respeito de sua localização ("no outro extremo da Galáxia"), a Fundação é levada a acreditar por saltos de lógica que a Segunda Fundação é localizada em Terminus. Desenvolvendo uma tecnologia que causa grande dor a telepatas, a Fundação descobre um grupo de aproximadamente cinquenta segundo-fundacionistas e os executa, acreditando que tinham vencido. Apesar de tudo, a Segunda Fundação havia planejado esta eventualidade e mandado cinquenta de seus membros para suas mortes como mártires em ordem de reconquistar sua anonimidade.

Limites da Fundação (Fundação II)

Ao contrário dos anteriores, Limites da Fundação não se trata de uma série de histórias, mas uma única.

Aos quinhentos anos da Fundação, Golan Trevize, um conselheiro de Terminus, cai em desgraça e é exilado pela Prefeita. É exilado por um suposto discurso subversivo de acreditar ainda na existência e sobrevivência da Segunda Fundação. Dão-lhe uma nave e uma missão: procurar pela tal Segunda Fundação, só podendo voltar caso a encontrasse. Como disfarce, leva um historiador, Janov Pelorat, obcecado pela procura do planeta original da humanidade, a Terra, que desde o final do império não se sabe a localização. Oficialmente, Trevize e Pelorat saem à procura da Terra, e no seu caminho passam em muitos planetas, inclusive Trantor e Comporellon.

Ao mesmo tempo, é contada a história de Stor Gendibal, um membro proeminente da Segunda Fundação, que descobre uma nativa do planeta que sofreu uma pequena alteração mental. A alteração em sua mente é mais delicada do que qualquer toque possível pela Segunda Fundação, de forma que se cria a suspeita que algum tipo de mentálicos mais poderosos está agindo através da galáxia. Suspeitando das ações tomadas por Trevize até então, é enviado si mesmo em uma missão de observar suas ações, em busca de encontrar seja lá que força superior está interferindo com mentes na galáxia.

Trevize e Pelorat acabam encontrando Gaia, o planeta vivo, onde todos os seres vivos e até os inanimados compartilham uma consciência, com poderes suficientes para alterar a mente de qualquer ser humano. No clímax do livro, Trevize, encurralado pela Prefeita da Fundação e Gendibal, é chamado a escolher entre a Fundação, a Segunda Fundação e Gaia, como modelos para o futuro da humanidade.

Fundação e Terra

Ainda incerto sobre a decisão que tomou, Trevize continua por sua busca à Terra com Pelorat e uma habitante de Gaia, acreditando que encontrará no planeta de origem a resposta que buscava. Eventualmente eles acham uma lista de planetas que poderiam se tratar do planeta lendário, e descobrem Aurora, Solaria e Melpomenia, planetas fora dos mapas, mas não encontra a resposta para seus dilemas em nenhum deles.

Aurora e Melpomenia estavam desertos há muito tempo, mas Solaria contém uma pequena população extremamente avançada na área de mentálica. Quando sua vida é ameaçada, Bliss — a mulher de Gaia — usa suas habilidades para destruir um solariano prestes a matá-los. Descobrindo que ele havia deixado para trás uma criança pequena que seria exterminada caso deixada sozinha, Bliss convence os outros a levá-la consigo.

Eventualmente Trevize descobre a Terra mas, de novo, não há nenhuma satisfação para seu dilema. Apesar disso, Trevize percebe que a resposta pode não estar na Terra, mas em seu satélite: a Lua. Ao chegar no astro, eles são recebidos em seu núcleo por um robô conhecido como R. Daneel Olivaw. Olivaw explica que ele vem guiando a história humana por milhares de anos, e que esta é a razão que o plano de Seldon vem mantendo-se em curso, apesar das intervenções feitas pelo Mulo. Olivaw também afirma que ele está no fim de sua vida e que, apesar de ter reposto suas partes e seu cérebro cada vez mais complexo — que contém vinte mil anos de memórias — ele está para morrer brevemente. Também explica que nenhum cérebro robótico desenvolvido é complexo o bastante para substituir o seu atual e que para continuar guiando os passos da humanidade — que pode acabar sob ataque de outros seres de além da galáxia — ele precisa fundir sua mente com a de um intelecto orgânico.

Mais uma vez, Trevize é colocado na escolha de deixar Olivaw fundir seu cérebro com o da mente superior da criança solariana, e se isso seria o melhor para o bem estar da Galáxia.


Personagens

Hari Seldon



Salvor Hardin


Hober Malow



Bel Riose

Cleon II

Lathan Devers

Mulo

Ebling Mis

Bayta Darell

Han Pritcher

Toran

Bail Channis

Arcádia Darell

Pelleas Anthor

Dr. Toran Darell

Lorde Stettin

Homir Munn

Preem Palver

8.10.21

Pessoas nojentas

Estes dias preciso tratar
Coisas que me magoam
Pessoas nojentas que querem
De todos os modos me desestabilizar 

Vivemos num mundo onde as pessoas 
Utilizam do outro e o descarta

E o pior, aprende com você 
E logo após, se achar necessário,
Passa um caminhão em cima de você 

Você quero dizer eu,
Não se inclua nessa.

O pior é ter que conviver com pessoas
Que além de gastar o seu precioso tempo
Fica a causar.

Cansado estou
De tentar matutar uma defesa.

Pois, por vezes. Infelizmente a maior defesa é o ataque.

E quando somos atacados de modo discarado?
E quando precisamos engolir calado coisas que nos magoa?

Isto causa repulsa. Escrever sobre isto é terapêutico, porém também é um ato de covardia. Afinal, romântizar não é algo usual. Se se torna usual você é um fraco.

7.10.21

Nego do Borel

O Senhor Nego do Borel não é novela antiga: O Clone, mas diga-se de passagem. 
— Cada mergulho do rapaz é um flash...
Continuando falando do dito. ( Já escrevi sobre ele esses dias)...

Ele foi expulso do reality da Record, fez um vídeo se vitimizando e sugeriu tirar a vida.

O causo atual foi assim, ele saiu de modo ríspido da casa e deixou a mãe preocupada.

—  Foi para onde? A um motel dormir grogado.
É claro que virou notícia, diz as más línguas ( A minha aqui em questão) que o mesmo estava com duas mulheres 🙊

Na verdade o Borel tomou um diazepam e apagou legal.

Um jovem cheio de problemas emocionais, onde tudo que toca vira escândalo. Ame ou odeiem mas falem do Nego.

Nossa sociedade midiática faz mal para as pessoas, mas as pessoas também querem surfar na mídia... 

Um caso famoso e que exemplifica isto, é a da princesa Diana, que ao fugir da mídia, morreu acidentada.

Daí ontem li, sobre o nego do Borel, logo pensei o pior, parece que a vida alheia ( A dele em questao) é tão interessante e importante que preciso acompanhar ( risos).. 
Também é um exercício macabro ficar observando a degradação humana.

Vou ficar observando pra dizer: — Nego do Borel, vc foi longe de mais.

Mas qual é o limite para a fama? A fama é sem limites, o importante é estar na mídia....😊😊😊🤫🤫🤫😉

Fundação, Isaac Asimov

Estou assistindo a Série: Fundação. 

Isaac Asimov enquanto vivo escreveu 150 livros. Os mais famosos tornaram se sucesso do cinema. Eu robô e o homem bicentenário. São exemplo disto.
Ele explorou o futuro e a robótica. E para complementar sua busca, criou uma série de livros sobre um futuro, 12000 anos a nossa frente. Fundação. 

A série estava sendo aguardada pelo mundo nerd, afinal, star wars, duna e tantas outras beberam desta água.
Fundação é a matéria prima de séries onde há conceitos de exploração espacial e sociedade.

No futuro desenhado na série, o império é galáctico, os confins já foram explorados e mapeados. E a ordem se da através de uma dinastia onde os sucessores são clonados. No terceiro episódio demonstra bem isto está sucessão.

Um professor e matemático através da psico-historia, prevê a queda deste império e propõe a criação de uma enciclopédia de conhecimento. A fundação. 

Mas tais constatações não são vista com bons olhos pelo império que o exila no planeta mais distante da ordem, porém, autoriza o de continuar seus estudos.

O professor morre e o seu legado continua. 

Vamos acompanhando para ver a representação artística deste clássico. Conceitos de viagem no espaço. Projeções do futuro, e consequências que a tecnologia pode acarretar ao ser vivo. São exploradas nesta série.

Lembrando que: Muito do que um telespetador desatento possa ver na série e apontar: Eu já vi isto, vale lembrar que fundação veio primeiro, logo, Ele a viram lá e agora você vê de onde viram. Risos, confuso? Só assistindo a Série pra tirar suas próprias conclusões. 

Um abraço do Wal.

2.10.21

Nego do Borel

Ao chegar em casa e ver o celular, vi essa notícia, Nego do Borel expulso por estupro de vulnerável. Eu curioso, vi o depoimento dele, vi também o depoimento dela e observei todos os comunicados dos patrocinadores repudiando o ocorrido.

O ocorrido?  Alcoolizados dois adultos se acariciando. Uma mulher que parecia não se lembrar das coisas e um homem que não consegue conter seu libido.

Não sei se digo que ela é vítima, ou ele o vilão.

Sei que é muito oportunismo da Record pegar uma pessoa que possui um histórico problemático e botar num reality

Claro que o fato a pimenta o fato.

Mas convenhamos. O que os patrocinadores fizeram foi o reflexo das redes sociais. E um programa assim, precisa ser levado, tal como teatro coreografado.

Mas em defesa do Nego do Borel eu digo; Nosso Brasil, admoestado pela rede Globo dita as regras. No caso do Nego, foi acusado expulso e agora será linchado moralmente.

O passado dele lhe faz uma pessoa vilã e leia criminosa. Pelo simples fato da reincidência deu no que Deu.

Do mesmo modo somos taxado na vida, e os que não concordam seguem o banhado feito gado. Vivemos num mundo bem diferente.

Se você errou, e de algum modo pagou. Será o errado, sempre.

Se você foi acusado e provou a inocência, será culpado também.

A mídia taxa a opinião. E nós gados comemos o pasto que nos servem. Só pra constar nunca mais assisti reality, o único foi da Grazi acho que foi o bbb5 e quem ganhou foi um japonês.

Abraços.

Ps; Meu espaço aqui falo de tudo, senti uma pessoa incomodada deu agir de modo relativo. Morro verdadeiro, se meu momento é destróid sigo meu instinto, se for de amor fluflu também o faço, o que não me permito é ser travado e não poder ser o Wal. ( que é um personagem) Em casa sou pai de família um amor 🤫 Não conta pra ninguém, pois vou botar terror nos meus versos.

Ligeiramente Grávida

Ela o conheceu, foi namoro de olho. Os olhos dela reivindicavam  ele, porém ele tinha outra.
Todavia, os olhares quando se cruzavam não respeitavam convenções. Eram olhares libidinosos envolto ao pecado.

Não deu outra, ela tornou-se amante daquele senhor. A idade madura sempre lhe instigou o desejo.

A figura paterna lhe faltou na infância. Daí o desvio por homens mais velhos,  já passará dos vinte, não era boa coisa ficar solteira, entretanto era ele quem ela tanto queria e quis.

Tornou-se amiga da galhofa, era o modo mais conveniente de estar sempre com ele.

A mãe e o pai arranjaram lhe um pretendente. Moço novo. Moça nova não pode passar dos vinte, sem casar, era de lei na cidadezinha.

Sem outra opção aceitou. O noivo agora era pacato e acreditava na santidade da moça.

No entanto, era ele o que deixava na lascívia do pecado.  O senhor homem casado. O circo estava formado.

A melhor amiga, a galhofa.
O noivo, o pacato.
O pai e a mãe, não sabem de nada para eles a filha era inocente.

Ele e ela num fim de tarde qualquer, rolando na cama, afinal, bom de cama os dois eram.
Após terminar o sexo, ele como de costume nú, peito cheio de pelos, ascende um cigarro e fica a contemplar o teto daquele hotel barato.

Ela morde os lábios, precisava lhe contar.
Ele puxa ela para o seu peito e disse de modo mentiroso um: Eu te amo. Na verdade estava com desejo de um segundo round.

Ela chora.

Ele pergunta o que foi.
Ela diz:

— Fiz o teste, pensei que era alarme falso mas não foi. Estou grávida.


1.10.21

O Tronco

    Ele apareceu. Estava eu sentado a observar o final de tarde, quase noite, o melhor horário. Precisava bater asas e voar, mas quis ficar mais um pouco.

Não tinha nada na minha frente, o frio deixava o local árido,  o dia a temperatura foi escaldante. A madrugada seria um frio intenso. O frio do deserto.

De repente, o céu se abre e um vulto branco dele sai. Meus olhos vermelhos vibraram, de medo e de curiosidade. 

Eu tentei mexer meus pequenos ossos, voar sair dali. Não consegui. Sentia a vermelhidão do fim da tarde, aquele clarão tinha formato. Dois pés e duas mãos, mas não era humano. O tronco onde eu estava, começou a esquentar.

Ele veio e me olhou. Não consigo precisar, pois era somente um vulto branco. Ele segurou a minha pena. Não consegui fazer nada. Ele puxou retirando uma delas. Meu desespero de corvo assustado não me ajudou. Ele sumiu. Eu voei e nunca mas coloquei-me naquele tronco. O tronco do vulto branco.

Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

  No cenário da música cristã contemporânea, poucas uniões foram tão aguardadas e celebradas quanto o encontro entre Christine D’Clario e G...