28.3.23

Um minuto seu

Adentre-se ao meu ser 
E entenda o meu pensamento 
Tens um minuto 
Um simples minuto 
Um único minuto?  

Neste minuto estou nu 
Disponível ao seu amor 
Usufrua de mim 
 Do modo que você quiser 
Sou teu escravo 

O minuto está passando 
E a cada passada 
Eu vou te amando 
 O perfume? 
É o suor do amor 
Você sabe extrair o melhor de mim Pesadelo, O minuto acaba 
Te amei, me amou 
Neste minuto que passou... 

Bora cronometrar os minutos comigo?

Em um futuro não muito distante, onde as relações humanas foram substituídas por conexões virtuais, o protagonista deste conto, um jovem solitário, encontra-se imerso em sua rotina diária de trabalho e tecnologia.

Em um dia comum, ele recebe uma mensagem em seu computador de uma desconhecida que se identifica como "T". Intrigado, ele decide responder e descobre que T é uma mulher atraente que deseja encontrar-se com ele pessoalmente.

Desconfiado, mas curioso, ele decide marcar um encontro em um bar virtual. Lá, T revela que é uma hacker e oferece ao protagonista uma oportunidade de se libertar da rotina e das limitações impostas pela tecnologia.

Ela o desafia a cronometrar um minuto, durante o qual ele deve se despir emocionalmente e se entregar ao momento, sem medo ou preocupações. Com relutância, ele concorda e é transportado para uma sala virtual, onde se encontra nú e vulnerável.

T controla a sala virtual e comanda cada ação e movimento do protagonista, explorando cada parte de seu corpo e mente. O minuto passa voando, mas o protagonista sente-se vivo e conectado com T de uma forma que nunca havia experimentado antes.

Mas, como em todo conto cyberpunk, a felicidade é efêmera e logo o protagonista é acordado de seu sonho virtual. Ele se encontra sozinho, em seu quarto escuro e vazio, lamentando o fato de que a tecnologia não pode substituir o toque humano e a conexão real.

Assim como o minuto, a experiência acaba, mas o protagonista percebe que a memória daquele momento permanecerá com ele para sempre, e talvez seja o suficiente para fazê-lo questionar sua vida e suas escolhas.

O Bom Pastor oscar em 1945

 O filme que ganhou o Oscar de melhor filme após Casablanca foi **"O Bom Pastor"** (Going My Way) na 17ª edição do Oscar, realizada em 15 de março de 1945 ¹.

"O Bom Pastor" é um filme americano de 1944 dirigido por Leo McCarey e estrelado por Bing Crosby e Barry Fitzgerald. O filme conta a história do jovem padre Chuck O'Malley (Bing Crosby), que é enviado para a paróquia de St. Dominic em Nova York para ajudar o velho padre Fitzgibbon (Barry Fitzgerald) a lidar com problemas financeiros e administrativos ¹.

O filme foi um grande sucesso de bilheteria e crítica, recebendo dez indicações ao Oscar e vencendo sete, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Leo McCarey), Melhor Ator (Bing Crosby) e Melhor Ator Coadjuvante (Barry Fitzgerald) ¹.

O contexto histórico em que o filme foi lançado é importante para entender seu sucesso. Em 1944, os Estados Unidos estavam envolvidos na Segunda Guerra Mundial e muitos americanos buscavam conforto e esperança no cinema. "O Bom Pastor" ofereceu uma história edificante e inspiradora sobre fé, amizade e comunidade em tempos difíceis ¹.


Já em 1942

Rosa de Esperança (Mrs. Miniver, 1942) é um filme dirigido por William Wyler e estrelado por Greer Garson como a personagem principal. O filme ganhou seis prêmios Oscar, incluindo o de Melhor Filme. 

O filme se passa no sul da Inglaterra e gira em torno da amável e gentil Mrs. Miniver e sua família de classe média. A história começa quando o filho mais velho da família, Vincent (Richard Ney), volta para casa depois de seu primeiro ano de faculdade em Oxford .

Rosa de Esperança é um filme de guerra diferente do modelo tradicional do gênero. Enquanto a maioria dos filmes retrata o conflito e o combate armado, Wyler preferiu mostrar o cotidiano de quem não está no exército .

O filme tem alguns momentos emocionantes, como a sequência em que um piloto alemão foragido entra na residência da família quando apenas Mrs. Miniver e as crianças estão presentes. Ela lida com a situação de forma exemplar e conta com um pouco de sorte para se safar .

Rosa de Esperança é um clássico que talvez não tenha o reconhecimento que merece, mas é uma obra importante para entender as condições em que foi realizada e o contexto histórico em que foi produzida .

Fonte consultada:

https://brasil.elpais.com/cultura/2021-04-25/qual-longa-ganhou-o-oscar-de-melhor-filme-no-ano-que-voce-nasceu.html Acessado 28/03/2023.

(2) Oscar de melhor filme – Wikipédia, a enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_de_melhor_filme Acessado 28/03/2023.

(3) Os 10 filmes vencedores do Oscar mais elogiados pela crítica. https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana/os-10-filmes-vencedores-do-oscar-mais-elogiados-pela-critica/ Acessado 28/03/2023.

27.3.23

Universo Paralelo

 Havia uma civilização avançada que descobriu a teoria das cordas, uma teoria que sugere que todas as partículas elementares são, na verdade minúsculas cordas vibrantes. Eles estudaram essa teoria por anos e finalmente conseguiram criar um dispositivo que permitia que eles manipulassem essas cordas.

Usando esse dispositivo, eles criaram um portal que permitia que eles viajassem através de dimensões paralelas. Eles decidiram testar o portal indo para um universo alternativo onde o filme "Como Era Verde o Meu Vale" nunca foi feito.

Ao chegarem nesse universo alternativo, eles ficaram chocados ao descobrir que a história da família Morgan nunca existiu. Sem a história para inspirar as pessoas, a comunidade de mineradores de carvão no País de Gales nunca se uniu para lutar pelos seus direitos. Sem essa união, eles nunca conseguiram melhorar suas condições de trabalho, o que resultou em mais acidentes nas minas e uma taxa de mortalidade muito alta.

Percebendo o impacto que a história do filme teve em sua própria civilização, eles decidiram voltar para casa e compartilhar essa descoberta com todos. Quando eles chegaram de volta em sua própria dimensão, eles descobriram que havia um portal aberto em sua própria realidade, levando para um universo alternativo.

Eles perceberam que, enquanto eles estavam fora, outra civilização tinha descoberto a teoria das cordas e criado um portal para sua dimensão. Essa civilização tinha encontrado um universo alternativo onde "Como Era Verde o Meu Vale" foi lançado, mas em vez de ser um filme inspirador, foi considerado um fracasso de bilheteria.

Essa civilização ficou tão chocada com o fracasso do filme que eles decidiram não seguir a teoria das cordas. Eles nunca criaram o dispositivo para manipular as cordas e, portanto, nunca tiveram a chance de viajar entre dimensões.

Assim, a civilização dos viajantes interdimensionais percebeu que eles haviam iniciado um ciclo infinito de descoberta e que as descobertas de uma civilização poderiam inspirar outra a fazer a mesma descoberta. Eles decidiram que era sua responsabilidade usar seu conhecimento para inspirar as gerações futuras a continuar explorando o universo e desvendando seus segredos, para que pudessem continuar evoluindo como seres inteligentes e alcançar novos patamares de conhecimento e compreensão.


Sobre a Teoria das cordas:

Teoria das cordas é um modelo físico matemático onde os blocos fundamentais são objetos extensos unidimensionais, semelhantes a uma corda, e não pontos sem dimensão (partículas), que são a base da física tradicional. Por essa razão, as teorias baseadas na teoria das cordas podem evitar os problemas associados à presença de partículas pontuais (entenda-se de dimensão zero ou nula) em uma teoria física tradicional, sem necessidade de outros objetos que não são propriamente cordas - incluindo pontos, membranas e outros objetos de dimensões mais altas.

Casa Blanca um filme atemporal 1943


"Casablanca" é um filme clássico da era de ouro de Hollywood, lançado em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. O longa-metragem, dirigido por Michael Curtiz e estrelado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, conta a história de um exilado americano que administra um bar em Casablanca, no Marrocos francês, durante a ocupação nazista na França. O filme tem um tom romântico, mas também aborda temas como patriotismo, lealdade, traição e sacrifício pessoal em tempos de guerra.

A trama do filme se desenrola em um momento crucial da história mundial, em que o conflito global estava em curso e o destino de muitas pessoas estava em jogo. Casablanca era um lugar de transição e passagem para aqueles que tentavam fugir da Europa para se salvar dos horrores da guerra. O filme reflete essa realidade, mostrando personagens de diversas nacionalidades em busca de um lugar seguro para viver.

O personagem de Bogart, Rick Blaine, é um americano cínico e amargurado, que se isola em Casablanca após ser traído por sua amada Ilsa Lund (Ingrid Bergman) na França ocupada pelos nazistas. No entanto, sua vida muda quando Ilsa entra em seu bar com seu novo marido, um líder da Resistência Tcheca, e lhe pede ajuda para fugir do país. Rick precisa decidir se vai ajudá-los ou se deixará a oportunidade de reacender sua paixão por Ilsa passar.

O filme apresenta um forte contraste entre a liberdade americana e o controle nazista, além de mostrar a solidariedade e o sacrifício que muitos indivíduos estavam dispostos a fazer para lutar contra a tirania. A mensagem de que, mesmo nas piores circunstâncias, é possível encontrar coragem e redenção, é um tema presente em todo o filme.

"Casablanca" é um filme atemporal, que continua a cativar audiências até hoje. Ele apresenta uma visão única sobre um momento importante da história mundial, enquanto oferece um romance inesquecível e personagens cativantes. É um exemplo clássico do melhor que o cinema pode oferecer.


Curiosidades:

Considerado um dos maiores filmes da história do cinema americano, ganhou vários, Oscar da Academia, incluindo o de melhor filme em 1943.

Em 2005 foi nomeado um dos 100 melhores filmes dos últimos 80 anos pela Time.

Em 2006, o Writers Guild of America, West escolheram o roteiro de Casablanca o melhor de todos os tempos na sua lista dos "101 Greatest Screenplays".

O filme é considerado o terceiro melhor filme americano de todos os tempos pela American Film Institute (AFI).

Em 1989, o filme foi selecionado para preservação no Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos sendo considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo".


Casablanca (bra/prt: Casablanca) é um filme norte-americano de 1942, do gênero drama românticodirigido por Michael Curtiz, com roteiro de Julius J. EpsteinPhilip G. EpsteinHoward Koch e Casey Robinson baseado na peça teatral Everybody Comes to Rick's, de Murray Burnett e Joan Alison.

O filme conta um drama romântico na cidade marroquina de Casablanca sob o controle da França de VichyCasablanca é considerado como um dos maiores filmes da história do cinema americano.

Enredo

Durante a Segunda Guerra Mundial, Rick Blaine (Humphrey Bogart), um norte-americano amargo e cínico, expatriado de causas desconhecidas, administra a casa noturna mais popular em Casablanca (Marrocos), o "Café de Rick". Esta também é uma casa de apostas que atrai uma clientela diversificada: as pessoas da França de Vichy, militares da Alemanha Nazista, refugiados, políticos e ladrões.

Uma noite, um pequeno criminoso chega ao clube de Rick portando umas tais letters of transit ("cartas de trânsito"). Essas cartas são uma espécie de passe que permite o trânsito livre através do titular pela Europa controlada pelos Nazistas e chegará até a cidade neutra de Lisboa (Portugal), onde poderia chegar nos Estados Unidos. Assim, os documentos são de valor inestimável para qualquer um dos refugiados à espera de sua chance de escapar de Casablanca.

Sua ex-amante, Ilsa Lund (Ingrid Bergman), que havia deixado Paris sem explicação e que com seu marido Victor Laszlo (Paul Henreid), entra no Café naquela noite com objetivo de comprar os passes. Laszlo é um renomado líder da resistência tcheca que enfrentava os nazistas. O casal precisava das cartas para deixar Casablanca e ir para os Estados Unidos, onde ele poderia continuar seu trabalho.

Produção

Casablanca é baseada em Everybody comes to Rick's (Todo mundo vem para o café de Rick) por Murray Burnett e Joan Alison, uma obra que nunca foi encenada.[5] Quando o especialista em análise literária da Warner Bros., Stephen Karnot, leu o trabalho, e chamou-lhe de uma "loucura sofisticada",[6] no entanto, lhe deu o aval. Em seguida, a editora responsável pelo script Irene Diamante, convenceu o produtor Hal B. Wallis a comprar os direitos por US$ 20 000,[7] o preço mais alto já pago por uma peça que não havia sido encenada.[8] O filme do projeto foi rebatizado de Casablanca, talvez tentando imitar o sucesso do filme de 1938 Argel.[9] Assim, as filmagens começou em 25 de maio de 1942 e terminou em 03 de agosto daquele ano atingindo um custo de produção de US$ 1 039 000 milhões (75 mil dólares acima do orçamento). O custo não foi excepcionalmente elevado, mas acima da média do seu tempo.[10]

O filme foi rodado inteiramente em estúdios com exceção de uma sequência que mostra a chegada do Major Strasser, que foi realizada no Aeroporto Van Nuys. O cenário da rua que foi usada para cenas externas tinha sido recentemente construída para outro filme, The Desert Song,[11] e teve de ser redecorado para a flashbacks em Paris. Por sua parte, o Café de Rick foi construído em três partes desconexas, por isso não pôde ser determinado em um caminho que seria o seu plano. De fato, em uma cena a câmera passou por uma parede da área do café no escritório de Rick. O fundo da cena final, que mostra um pequeno modelo de avião pessoal o L-12 Electra Júnior da empresa Lockheed andando, foi montado utilizando extras anões e um avião de papelão em escala. Fumaça foi usada para simular neblina, para cobrir a aparência frágil do modelo.[12][13]

Roteiro

O filme teve alguns problemas quando Joseph Breen, um membro do corpo de autocensura da indústria de Hollywood, expressou sua oposição ao personagem do capitão Renault que pedia favores sexuais em troca de vistos.[14]

Elenco

Humphrey Bogart … Richard Blane
Ingrid Bergman … Ilsa Lund Laszlo
Paul Henreid … Victor Laszlo
Claude Rains … capitão Louis Renault
Conrad Veidt … major Heinrich Strasser
Sydney Greenstreet … Senor Ferrari
Peter Lorre … Ugarte
Madeleine LeBeau … Yvonne
Dooley Wilson … Sam

Mulheres livres

Um conto de ficção-científica onde mulheres após serem agredidas podem passar por um tratamento a fim de retornarem a serem belas.O gênero textual é ficção científica hard subgênero, distopia. Utilizado os contos de aia como referência. O tom é de ironia. Ao final há  leis contra violência a mulher vigente no Brasil. 

Em um futuro distópico não muito distante, a violência contra as mulheres alcançou níveis alarmantes. Não havia um único dia em que não se ouvisse falar de uma mulher que havia sido agredida ou abusada. Mas havia uma solução, uma forma de tornar tudo isso menos doloroso. As mulheres agora tinham a opção de passar por um tratamento que as faria voltar a ser belas após serem agredidas.

A tecnologia era avançada e o processo era simples. Uma mulher poderia ser agredida, machucada e até mesmo desfigurada, mas bastava que ela passasse pelo tratamento e voltaria a ser a bela jovem que era antes. Aparentemente, as marcas da violência não seriam mais um problema.

No entanto, a verdade era muito mais sombria. O tratamento não apenas "consertava" as mulheres, mas também as transformava em robôs sem alma. Tudo o que elas conheciam e amavam era apagado, deixando para trás uma mera casca vazia e sem personalidade. As mulheres que passavam por esse processo eram agora meros objetos de decoração, um adereço para os homens que as possuíam.

Era uma sociedade horrível, mas a ironia era que muitos homens realmente acreditavam que esse tratamento era uma boa solução para a violência contra as mulheres. Afinal, eles poderiam agora ter uma mulher bonita em sua casa sem ter que lidar com as consequências da violência que haviam cometido.

As mulheres que se opunham a essa "solução" eram rapidamente silenciadas e consideradas "histéricas". Mas havia uma pequena resistência, um grupo de mulheres que ainda lutava por sua liberdade e por um mundo onde a violência não fosse a resposta.

No Brasil, as leis contra a violência contra as mulheres eram muito claras e severas. A Lei Maria da Penha, por exemplo, prevê a prisão em flagrante do agressor, além de penas de até 3 anos de reclusão. Ainda assim, a violência contra as mulheres continuava a ser um problema, mesmo em um mundo com avanços tecnológicos incríveis.

Essa história é uma lembrança de que a beleza não é tudo, e que as mulheres merecem mais do que serem objetos vazios nas mãos de homens violentos. A luta contra a violência às mulheres é um problema real e presente, mas a resistência e a luta ainda são possíveis. 



Maria da Penha Maia Fernandes (Fortaleza, 1 de fevereiro de 1945) é uma ativista do direito das mulheres e farmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Maria da Penha tem três filhas e hoje é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica.

Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a lei que leva seu nome: a Lei Maria da Penha, importante ferramenta legislativa no combate à violência doméstica e familiar contra mulheres no Brasil.

É fundadora do Instituto Maria da Penha, uma ONG sem fins lucrativos que luta contra a violência doméstica contra a mulher.

Maria da Penha foi privilegiada com a indicação no programa "Os Cem Maiores Brasileiros de Todos os Tempos"



Em 1983, seu marido, o economista e professor universitário colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez, atirou simulando um assalto; na segunda, tentou eletrocutá-la enquanto ela tomava banho. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica. Dezenove anos depois, no mês de outubro de 2002, quando faltavam apenas seis meses para a prescrição do crime, seu agressor foi condenado:Heredia foi preso e cumpriu apenas dois anos (um terço) da pena a que fora condenado; foi solto em 2004, estando hoje livre.

O episódio chegou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. Hoje, Penha é coordenadora de estudos da Associação de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV), no Ceará.

A lei reconhece a gravidade dos casos de violência doméstica e retira dos juizados especiais criminais (que julgam crimes de menor potencial ofensivo) a competência para julgá-los. Em artigo publicado em 2003, a advogada Carmem Campos apontava os vários déficits desta prática jurídica, que, na maioria dos casos, gerava arquivamento massivo dos processos, insatisfação das vítimas e banalização da violência doméstica.

Em setembro de 2016, Maria da Penha foi indicada para concorrer ao Prêmio Nobel da Paz.


25.3.23

Como Era Verde o Meu Vale filme ganhador do Óscar


Após o sucesso de "Rebecca", a produção vencedora do Oscar de 1941 foi "Como Era Verde o Meu Vale", dirigida por John Ford e baseada no romance de Richard Llewellyn. Situada no início do século XX, em uma pequena cidade mineradora de carvão no País de Gales, a trama conta a história da família Morgan, cujas lutas para sobreviver em uma época de mudança são narradas por Huws Morgan, o filho mais novo.

A comunidade local é afetada por uma greve dos mineiros, enquanto a vida dos Morgan é constantemente desafiada por conflitos familiares, inveja, amor e transformações econômicas. O enredo de "Como Era Verde o Meu Vale" explora as tensões entre a tradição e a modernidade, com a chegada de novas tecnologias e ideologias.
Considerado um clássico do cinema, o longa-metragem é um exemplo da excelência do diretor John Ford. Ele foi lançado em um momento de grande turbulência política e social nos Estados Unidos, que enfrentava a Grande Depressão e o aumento da tensão mundial antes da Segunda Guerra Mundial. A produção representou uma espécie de resposta ao clima de incerteza e mudança da época, mostrando que as tradições e valores familiares podem ser fonte de força e resistência em tempos difíceis.

Com cinco Oscars no currículo, incluindo Melhor Diretor, Melhor Fotografia em preto e branco e Melhor Filme, "Como Era Verde o Meu Vale" foi um grande sucesso de bilheteria e ajudou a consolidar o estúdio 20th Century Fox como um dos principais do cinema americano.

No entanto, a produção tem sido criticada por alguns por sua representação idealizada da vida em uma comunidade mineradora de carvão no País de Gales. Alguns argumentam que o filme apresenta uma visão romantizada e estereotipada do País de Gales e de seus habitantes, retratando-os como um povo simples e ingênuo, em contraste com a suposta modernidade e sofisticação do mundo exterior. Apesar disso, "Como Era Verde o Meu Vale" continua sendo amplamente reconhecido como uma obra-prima do cinema e um marco na filmografia de John Ford.

Como era a década de 1940?

A década de 1940 foi uma época marcada por grandes mudanças em todo o mundo, especialmente devido à Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945. Aqui estão alguns aspectos da vida durante essa década:

Guerra: A Segunda Guerra Mundial foi o evento mais significativo da década de 1940 e teve um impacto significativo na vida das pessoas em todo o mundo. A guerra afetou a vida cotidiana das pessoas de várias maneiras, desde a escassez de alimentos e materiais básicos até o racionamento de combustível.

Tecnologia: A década de 1940 foi uma época de grandes avanços tecnológicos, especialmente na aviação. A aviação comercial tornou-se mais acessível e começou a mudar a forma como as pessoas viajavam.

Moda: A moda na década de 1940 foi fortemente influenciada pela guerra, com roupas mais práticas e funcionais em vez de roupas extravagantes e frívolas.

Cultura: A cultura na década de 1940 foi marcada pela música jazz, cinema clássico e a ascensão da televisão. A cultura popular refletia as mudanças na sociedade e a luta pela igualdade de direitos.

Economia: A economia na década de 1940 foi fortemente influenciada pela guerra. A produção industrial foi redirecionada para a produção de materiais de guerra, o que resultou em empregos e crescimento econômico.

Política: A política na década de 1940 foi dominada pela Segunda Guerra Mundial e a luta contra o fascismo e o nazismo. O mundo estava dividido em dois blocos: os Aliados e as Potências do Eixo.

Sociedade: A sociedade na década de 1940 foi marcada pela segregação racial e de gênero em muitos países. As mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho devido à escassez de mão-de-obra causada pela guerra, mas enfrentaram discriminação e desigualdade salarial.

Como era o Brasil na década de 1940?

No Brasil, a década de 1940 foi marcada por um período de intensas mudanças sociais, políticas e econômicas. Aqui estão alguns aspectos da vida no país durante essa década:

Estado Novo: O governo de Getúlio Vargas implementou o Estado Novo em 1937, que durou até 1945. Foi um período de autoritarismo, censura e repressão política, mas também de modernização e industrialização do país.

Economia: A economia brasileira cresceu significativamente durante a década de 1940, com um aumento na produção industrial e na exportação de matérias-primas. A construção de rodovias e a expansão do setor de energia também impulsionaram o desenvolvimento econômico.

Cultura: A cultura brasileira na década de 1940 foi marcada pelo surgimento do movimento modernista, que teve um impacto significativo na arte, literatura e música do país. O samba e o carnaval também se tornaram símbolos da cultura brasileira nessa época.

Segunda Guerra Mundial: O Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial em 1942 ao lado dos Aliados. A participação na guerra teve um grande impacto na vida do país, incluindo a produção de material de guerra, a construção de bases militares e a formação de uma força expedicionária brasileira para lutar na Europa.

Política: A década de 1940 foi marcada por mudanças políticas significativas no Brasil, incluindo a promulgação da Constituição de 1946, que restaurou a democracia e as liberdades civis. O país também se tornou um líder regional na América do Sul, ajudando a criar a Organização dos Estados Americanos (OEA) em 1948.

Sociedade: A sociedade brasileira na década de 1940 foi marcada pela segregação racial e de classe. A urbanização do país levou a um aumento da migração do campo para as cidades, criando novas oportunidades de emprego, mas também aumentando a desigualdade social e a pobreza. A posição das mulheres na sociedade também começou a mudar nessa época, com a ampliação do acesso à educação e à participação na vida política.

24.3.23

Alice precisa Morrer ( baseado na obra de Alfred Hitchcock)

Há muito tempo, a jovem escritora Alice aceitou um emprego como governanta na mansão de Manderley, propriedade do misterioso e rico Maxim de Winter. No entanto, logo ela se vê em uma luta constante com a governanta anterior, Rebecca, que morreu em um acidente de barco misterioso há um ano.

Alice começa a se sentir cada vez mais intimidada por Rebecca, que parece ter deixado sua marca em todos os cantos da mansão. Ela encontra suas roupas, seus perfumes e até mesmo sua escrita no quarto de Rebecca, que permanece inalterado.

As coisas se tornam ainda mais sinistras quando Alice começa a receber cartas ameaçadoras, aparentemente escritas por Rebecca, que a alertam para sair da mansão antes que seja tarde demais. Ela também começa a perceber a presença de alguém que parece segui-la, que pode ser o próprio Maxim ou a governanta anterior.

Enquanto isso, o filme "Psicose" de Alfred Hitchcock está sendo exibido na cidade, e Alice decide ir assistir. Ela se vê imersa na trama tensa e assustadora do filme, e começa a questionar se sua própria vida está seguindo um caminho semelhante.

O que acontecerá com Alice? Ela descobrirá a verdadeira identidade do autor das cartas ameaçadoras? Ela conseguirá escapar da mansão de Manderley viva? O final deste conto de suspense baseado em "Rebecca" é deixado em aberto, deixando o leitor para decidir o que acontece a seguir.

Durante todo o conto, referências são feitas a outros filmes de Alfred Hitchcock, como "Psicose" e "Janela Indiscreta", que aumentam o clima de suspense e tensão.

Alice continuou vivendo em Manderley, sempre temendo a presença de Rebecca e do possível assassino. As cartas ameaçadoras pararam de chegar, mas a tensão nunca diminuiu. Ela tentou falar com Maxim sobre suas suspeitas, mas ele sempre parecia relutante em discutir o assunto.

Uma noite, Alice acordou com um barulho estranho vindo do andar de cima. Ela pegou uma lanterna e subiu as escadas, ouvindo seus próprios batimentos cardíacos em seus ouvidos.

Quando chegou ao topo das escadas, ela viu um vulto de uma figura se movendo na escuridão. Alice congelou, incapaz de se mover ou falar. Então, a figura desapareceu no corredor e Alice caiu no chão, tremendo de medo.

Ela não conseguiu dormir naquela noite, tentando entender o que havia acontecido. No dia seguinte, ela percebeu que uma das portas trancadas do quarto de Rebecca estava agora aberta. Alice entrou no quarto e encontrou uma carta deixada por Rebecca, confirmando todas as suas suspeitas sobre o assassinato.

Alice percebeu que ela agora corria perigo, e precisava fugir de Manderley antes que fosse tarde demais. Ela foi para a estação de trem, mas enquanto esperava pelo trem, ela percebeu que estava sendo seguida. Ela se virou e viu a figura se aproximando dela, mas a história termina sem revelar se Alice sobrevive ou se ela é capturada.

O final aberto mantém o suspense e o mistério do conto, deixando o leitor imaginando o que aconteceu com Alice e se ela conseguiu escapar do perigo que a cercava.



Rebeca, o primeiro filme de suspense a ganhar o Oscar 1940

O filme que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1940 foi "Rebecca", dirigido por Alfred Hitchcock. Este é um filme de suspense psicológico baseado no romance de mesmo nome da escritora Daphne du Maurier.

"Rebecca" conta a história de uma jovem e ingênua dama de companhia (interpretada por Joan Fontaine) que se casa com um rico viúvo, Maxim de Winter (interpretado por Laurence Olivier). Ela se muda para a imponente mansão de Manderley, onde viveu a primeira esposa de Maxim, Rebecca, cuja presença parece ainda estar presente em cada canto da casa. A nova Sra. De Winter luta para se adaptar a sua nova vida, e logo descobre que há muito mais segredos em Manderley do que ela jamais poderia ter imaginado.

O filme é notável por sua cinematografia e direção de arte impressionantes, que ajudam a criar uma atmosfera sombria e opressiva. O desempenho de Joan Fontaine como a protagonista é excelente, transmitindo com sucesso sua fragilidade e medo em relação à sua nova vida.

Embora seja uma adaptação livre do romance de du Maurier, "Rebecca" é um filme de suspense psicológico elegante e convincente que mantém o espectador em suspense até o final. É um clássico do cinema e um dos melhores filmes de Alfred Hitchcock.


Sobre Alfred Hitchcock:


Alfred Hitchcock foi um dos mais influentes diretores de cinema de todos os tempos. Nascido em Londres em 1899, Hitchcock começou a trabalhar na indústria do cinema mudo na década de 1920 como designer de títulos e roteirista antes de se tornar diretor.

Hitchcock ficou conhecido por seus filmes de suspense psicológico, que muitas vezes apresentavam personagens que eram colocados em situações de tensão e perigo. Suas habilidades em criar suspense e reviravoltas em suas tramas são lendárias.

Algumas de suas obras mais conhecidas incluem "Rebecca" (1940), "Janela Indiscreta" (1954), "Um Corpo que Cai" (1958), "Psicose" (1960) e "Os Pássaros" (1963).

"Rebecca" é um drama romântico com elementos de suspense, que se concentra em uma mulher que se casa com um homem viúvo e se vê em uma mansão que parece ser dominada pela presença da ex-esposa dele. O filme é um exemplo do estilo visual distintivo de Hitchcock, com cenas impressionantes de sombras e luzes.

"Janela Indiscreta" é outro exemplo do talento de Hitchcock para criar tensão. O filme se passa inteiramente em um apartamento, onde um fotógrafo quebrado de perna (interpretado por James Stewart) espia seus vizinhos, apenas para suspeitar que um deles possa ser um assassino.

"Um Corpo que Cai" é um drama romântico com elementos de suspense que segue um detetive (interpretado novamente por James Stewart) que sofre de vertigem e acrofobia, enquanto investiga uma mulher (interpretada por Kim Novak) que ele começa a se apaixonar, mas que logo se encontra em uma situação perigosa.

"Psicose" é talvez o trabalho mais conhecido de Hitchcock, que conta a história de uma mulher (interpretada por Janet Leigh) que rouba dinheiro e foge para um motel isolado, gerenciado por um jovem perturbado, Norman Bates (interpretado por Anthony Perkins).

Em todos os seus filmes, Hitchcock utilizou uma variedade de técnicas cinematográficas para criar suspense, incluindo uso de som, edição rápida, close-ups e cenas de perseguição. Ele é considerado um mestre do cinema e sua obra continua a influenciar cineastas até hoje.

rebeca

Laurence Olivier e Joan Fontaine em Rebeca, a mulher inesquecível ("Rebecca", 1940), filme que marcou a estreia de Hitchcock no cinema americano e o único dirigido por Hitchcock a ter recebido o Oscar de melhor filme.

Fontes consultadas:

Algumas fontes confiáveis que podem ser usadas como referência para consulta de informações incluem:


Encyclopédia Britannica (https://www.britannica.com/)

IMDb (https://www.imdb.com/)

Rotten Tomatoes (https://www.rottentomatoes.com/)

AllMovie (https://www.allmovie.com/)

The Guardian (https://www.theguardian.com/)

The New York Times (https://www.nytimes.com/)

Variety (https://variety.com/)

Screen Rant (https://screenrant.com/)


Essas são apenas algumas das muitas fontes confiáveis disponíveis na internet. É importante sempre verificar a fonte de qualquer informação e confirmar sua precisão antes de usá-la.


23.3.23

Salmos messiânicos

Os Salmos Messiânicos são um grupo de salmos na Bíblia interpretados como referências proféticas ao Messias, que é Jesus Cristo para os cristãos. Esses salmos descrevem várias características e eventos associados ao Messias, incluindo sua linhagem, sua vida, sua morte e ressurreição, seu reinado e julgamento final.

Entre os Salmos Messiânicos mais conhecidos estão o Salmo 22, que descreve a agonia do Messias na cruz, o Salmo 2, que fala do reinado universal do Messias, e o Salmo 110, que descreve o Messias como um sacerdote eterno.

Esses salmos são considerados pelos cristãos como cumprimentos proféticos da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, e são frequentemente citados no Novo Testamento como prova da divindade e messianidade de Jesus.

Salmo 22: Este salmo é um dos mais claros exemplos de um salmo messiânico. Ele começa com as palavras "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?", que foram proferidas por Jesus enquanto estava na cruz. O salmo descreve a agonia do Messias, incluindo a sua humilhação, escárnio, e a sua morte. No entanto, também fala da vitória do Messias e da sua ressurreição, quando afirma: "Pois ele não desprezou nem repudiou a aflição do aflito; não escondeu dele o seu rosto, mas ouviu o seu clamor por socorro" (versículo 24).

Salmo 2: Este salmo fala do reinado universal do Messias e descreve como Deus estabelecerá o seu filho como rei sobre todas as nações. O salmo afirma que os reis da terra se levantarão contra o Messias, mas Deus os derrotará e dará a ele a vitória. O salmo termina com uma advertência aos governantes da terra, para que sirvam ao Senhor com temor e se alegrem com tremor.

Salmo 110: Este salmo é citado com frequência no Novo Testamento, e é considerado um dos mais importantes salmos messiânicos. Ele descreve o Messias como um sacerdote eterno, que está sentado à direita de Deus e que irá governar sobre as nações. O salmo afirma que o Messias esmagará os seus inimigos e julgará as nações.



E o vento levou (conto futurista inspirado no filme)

Um conto de amor futurista, baseado no enredo do filme: E o vento levou. Num mundo distopico, de ficção-científica. 


Era o ano de 2050 e a humanidade havia mudado muito desde os tempos de E o Vento Levou. O mundo tinha se tornado um lugar distópico, com arranha-céus e prédios metálicos que se estendiam até o céu, mas também com problemas ambientais e sociais que pareciam impossíveis de resolver.

Foi em meio a esse cenário sombrio que se encontraram Ash e Luna. Ash era um jovem cientista, que trabalhava arduamente em seu laboratório para tentar encontrar uma maneira de resolver a crise ambiental que assolava o planeta. Luna, por sua vez, era uma artista talentosa, que lutava para manter sua criatividade e sua voz em um mundo onde a arte era vista como algo supérfluo.

Quando eles se conheceram, em um evento de caridade para as vítimas de um desastre natural, foi como se o universo tivesse conspirado para uni-los. Ash ficou encantado com a beleza e a força de Luna, enquanto ela se sentiu atraída pela inteligência e pela paixão de Ash.

Eles começaram a se encontrar regularmente, apesar de suas vidas tão diferentes. Ash tentava explicar para Luna suas teorias científicas e as descobertas que vinha fazendo, enquanto Luna mostrava a ele sua arte e suas reflexões sobre a vida. Mesmo em um mundo em que as pessoas eram tão diferentes e pareciam ter tão pouco em comum, eles encontraram uma conexão única e poderosa.

Mas o tempo era um inimigo implacável. A crise ambiental só piorava, e Ash se via cada vez mais envolvido em seu trabalho, deixando Luna para trás. Luna, por sua vez, lutava para manter sua arte em meio a uma sociedade que parecia ter esquecido sua importância.

E foi em meio a esse turbilhão de emoções que Ash percebeu o quanto Luna era importante para ele. Ele sabia que precisava agir rápido, antes que fosse tarde demais. Ele decidiu deixar de lado o trabalho e se dedicar a Luna, a sua musa inspiradora.

Juntos, eles lutaram contra o mundo, e contra seus próprios medos e inseguranças. E, mesmo em meio a tantas dificuldades, eles descobriram que o amor era a única coisa que poderia fazer a diferença em um mundo tão distópico e sombrio.

E assim, como Rhett Butler e Scarlett O'Hara, Ash e Luna viveram um amor intenso e arrebatador em um mundo que parecia não ter mais espaço para o amor. Mas eles mostraram que, mesmo em um futuro distópico e incerto, o amor ainda era possível, e que era a única coisa que poderia nos manter unidos e fortes diante das adversidades.



Filme que ganhou o oscar em1939


O filme que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1939 foi "E o Vento Levou" (Gone with the Wind), dirigido por Victor Fleming. O filme também ganhou outros 9 Oscars naquele ano, incluindo Melhor Atriz para Vivien Leigh, que interpretou a protagonista Scarlett O'Hara.

"E o Vento Levou" é um filme épico e grandioso que retrata a história da Guerra Civil Americana e seus impactos na vida dos personagens. A história se passa no sul dos Estados Unidos e segue a vida de Scarlett O'Hara, uma jovem mulher mimada e egoísta que vive em uma plantação de algodão.

O filme é marcado pela atuação icônica de Vivien Leigh como Scarlett, que passa por diversas reviravoltas e mudanças ao longo da trama. Além disso, o elenco é composto por grandes nomes como Clark Gable, Olivia de Havilland e Hattie McDaniel, que se destacam em seus papéis.

A produção do filme é de alta qualidade, com belos cenários e figurinos, que transportam o espectador para a época retratada. A trilha sonora também é marcante e ajuda a criar a atmosfera emocionante e dramática do filme.

No entanto, é importante destacar que o filme é produto de sua época e retrata visões e valores que podem ser considerados ultrapassados e ofensivos hoje em dia. O filme é criticado por muitos por sua representação da escravidão e dos personagens negros, que são retratados de forma estereotipada e inferiorizada.

Em resumo, "E o Vento Levou" é um filme clássico que marcou a história do cinema, com uma história emocionante e atuações marcantes. Apesar de suas falhas, ainda é uma obra de grande valor e relevância para entender o cinema e a cultura americana da época.

22.3.23

A metamorfose uma releitura

 Um conto curto baseado em

 "A Metamorfose" de Franz Kafka:



Um dia, ao acordar de sonhos inquietos, João se viu transformado em um inseto gigante. Ele olhou para seus muitos pés e tentou se mover, mas tudo parecia estranho e desconfortável. Ele se perguntou como seria sua vida agora, como ele seria capaz de enfrentar sua família e a sociedade.

Sua família ficou horrorizada com sua aparência e o trancou em seu quarto. João tentou se comunicar com eles, mas tudo o que saía de sua boca eram sons estranhos e incompreensíveis. Ele se sentiu sozinho e abandonado, incapaz de compreender como seus entes queridos não podiam ver além de sua aparência.


Com o tempo, João começou a se adaptar à sua nova forma. Ele aprendeu a se mover com mais facilidade e até mesmo a apreciar algumas das coisas que antes lhe causavam repulsa. Ele descobriu que agora podia escalar paredes e ver o mundo de uma perspectiva diferente, o que o tornava capaz de ver beleza onde antes não via.

Mas sua família nunca conseguiu aceitá-lo como ele era agora. Eles o mantiveram trancado em seu quarto e eventualmente pararam de lhe trazer comida. João sentiu a tristeza e a solidão o envolverem mais uma vez. Ele se perguntou se algum dia seria aceito novamente, se sua aparência o tornaria sempre um monstro para aqueles que o conheciam antes.

João morreu sozinho em seu quarto, esquecido por aqueles que ele mais amava. Mas mesmo em seus momentos finais, ele se recusou a odiar ou culpar aqueles que o rejeitaram. Em vez disso, ele escolheu amá-los e perdoá-los, sabendo que a verdadeira transformação estava em sua atitude e não em sua aparência.


----------Interpretação deste conto-----------


O conto é baseado na obra "A Metamorfose" de Franz Kafka e apresenta uma narrativa sobre a transformação de João em um inseto gigante. A metamorfose pode ser vista como uma metáfora para a alienação e a desumanização da sociedade moderna.

João representa o indivíduo que se sente excluído e incompreendido em sua própria família e sociedade. Quando ele se transforma em um inseto, sua aparência torna-se estranha e desconfortável para aqueles que o cercam, o que pode ser interpretado como a alienação social que as pessoas enfrentam quando não se enquadram nas normas da sociedade.

A família de João, ao invés de tentar entendê-lo e ajudá-lo, o trancou em seu quarto e o abandonou, mostrando a falta de empatia e compaixão que muitas vezes vemos nas relações humanas. Ao longo do conto, João tenta se adaptar à sua nova forma e até aprende a apreciar algumas das coisas que antes lhe causavam repulsa, mostrando a capacidade do ser humano em se adaptar e encontrar beleza nas situações mais inesperadas.

No entanto, a falta de aceitação de sua família e a sociedade o leva a um trágico fim, morrendo sozinho em seu quarto, esquecido por aqueles que ele mais amava. Isso pode ser interpretado como a consequência da falta de empatia e compaixão em nossas relações humanas, e a necessidade de aceitar e entender as diferenças dos outros, para construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

Em resumo, a metamorfose de João é uma metáfora para a alienação e a desumanização da sociedade moderna, que muitas vezes exclui aqueles que não se enquadram nas normas estabelecidas, mostrando a importância da empatia, compaixão e aceitação para construir uma sociedade mais justa e inclusiva.


-------Gramática--------


 5 questões gramaticais com respostas retiradas do conto 


1.Qual é a pessoa gramatical predominante no conto "A Metamorfose"?

Resposta: A pessoa gramatical predominante no conto "A Metamorfose" é a terceira pessoa do singular.


2.Qual é o tempo verbal predominante no conto "A Metamorfose"?

Resposta: O tempo verbal predominante no conto "A Metamorfose" é o pretérito perfeito simples.


3.Qual é o sujeito da frase "João tentou se comunicar com eles, mas tudo o que saía de sua boca eram sons estranhos e incompreensíveis."?

Resposta: O sujeito da frase é "João".


4.Qual é o objeto direto da frase "Sua família ficou horrorizada com sua aparência e o trancou em seu quarto."?

Resposta: O objeto direto da frase é "ele".


5.Qual é a função gramatical da palavra "em" na frase "João morreu sozinho em seu quarto."?

Resposta: A palavra "em" é uma preposição que indica lugar, indicando o local onde João morreu.


Julieta Lantéri um conto viagem no tempo



Julieta Lantéri era uma cientista brilhante, conhecida por suas pesquisas revolucionárias em biotecnologia. Certa tarde, enquanto trabalhava em seu laboratório, ela foi pega de surpresa por um raio que atingiu sua máquina do tempo. Quando abriu os olhos, ela se viu em um mundo completamente diferente.

As luzes eram mais brilhantes, os carros voavam e as pessoas pareciam mais seguras e felizes. Julieta ficou maravilhada e um pouco assustada ao mesmo tempo. Ela se perguntou onde estava e como havia chegado ali.

Foi então que ela conheceu uma mulher chamada Kira, que explicou que Julieta havia viajado quase um século no futuro. Kira era uma líder política e ativista dos direitos das mulheres e foi ela quem apresentou a Julieta a nova realidade.

O mundo em que Julieta agora vivia era muito diferente do que ela conhecia. As mulheres haviam conquistado igualdade de direitos em todas as áreas da vida. Elas ocupavam cargos de liderança em empresas e governos, tinham acesso a educação e saúde de qualidade e eram respeitadas e valorizadas pela sociedade.

Julieta ficou impressionada com o progresso alcançado pelas mulheres nesse novo mundo e decidiu explorar mais sobre ele.

Julieta passou algum tempo explorando o novo mundo e aprendendo sobre os avanços tecnológicos e sociais que haviam sido alcançados. Ela ficou impressionada com o progresso que a humanidade havia feito em tão pouco tempo.

No entanto, ela também sentia falta de sua própria época e das pessoas que deixara para trás. Depois de muita reflexão, Julieta decidiu que era hora de voltar para casa.

Com a ajuda de Kira e outros cientistas brilhantes do futuro, Julieta conseguiu reparar sua máquina do tempo e voltar para sua própria época. Quando chegou em casa, ela foi recebida com alegria por seus amigos e colegas.

Julieta compartilhou suas experiências com eles e usou o conhecimento que adquiriu no futuro para ajudar a impulsionar ainda mais o progresso em sua própria época. Ela se tornou uma defensora dos direitos das mulheres e trabalhou incansavelmente para promover a igualdade de gênero em todas as áreas da vida.


Posfácio: A história de Julieta Lantéri é uma inspiração para todos nós. Ela nos mostra como uma pessoa pode fazer a diferença ao lutar pelo que acredita. Sua jornada no tempo nos lembra da importância de sempre olhar para o futuro com esperança e trabalhar juntos para construir um mundo melhor.



A Vida de Emile Zola Oscar Melhor filme 1938

 "The Life of Emile Zola" é um filme biográfico que narra a ascensão do escritor francês Émile Zola e seu envolvimento na defesa do capitão Alfred Dreyfus, um militar condenado injustamente sob a acusação de traição apenas por ser judeu.

O filme começa com Zola como um jovem lutando para ganhar a vida enquanto se mantém fiel à sua arte. Ele divide um apartamento em Paris com o pintor Paul Cézanne quando finalmente escreve um best-seller, "Nana".

A história segue a vida de Zola enquanto ele se torna um escritor famoso e respeitado e eventualmente se envolve na luta contra a injustiça do caso Dreyfus. 


Sobre:

"A Vida de Emile Zola" é um filme de drama histórico lançado em 1937, dirigido por William Dieterle e estrelado por Paul Muni como o famoso escritor francês, Emile Zola. O filme é uma adaptação da biografia de Zola, escrita por Matthew Josephson, e conta a história de sua vida desde sua juventude até sua morte em 1902.

O filme começa mostrando Zola como um jovem escritor em Paris, lutando para sobreviver e publicar seus trabalhos. Ele é apresentado a Paul Cezanne, um amigo de infância, que o ajuda a conseguir um emprego em uma editora e o apresenta a outros artistas e escritores. A partir daí, Zola começa a escrever romances e artigos que criticam a sociedade francesa da época, expondo a corrupção e a injustiça.

O foco principal do filme é o caso Dreyfus, um escândalo político que abalou a França no final do século XIX. O capitão Alfred Dreyfus, um judeu, foi acusado de traição e condenado à prisão perpétua em uma ilha remota. Zola, que acreditava na inocência de Dreyfus, escreveu um famoso artigo intitulado "J'accuse" ("Eu acuso"), que denunciou o governo francês e o exército por falsificar provas e condenar um homem inocente.

O filme retrata Zola como um herói que arriscou sua vida e sua carreira para lutar pela verdade e pela justiça.



Consulta:

The Life of Emile Zola – Wikipédia, a enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Life_of_Emile_Zola Acessado 22/03/2023.

20.3.23

O sofrimento de Jesus foi predito neste Salmos

 O sofrimento de Jesus foi predito neste Salmos



Waldryano

Um estudo bíblico sobre o salmos 22


O Salmo 22 é um dos Salmos mais conhecidos e citados na Bíblia. Ele foi escrito por Davi, o rei de Israel, e contém uma descrição profética do sofrimento de Jesus Cristo na cruz. Neste estudo bíblico, vamos explorar o significado do Salmo 22 e como ele se relaciona com a vida de Jesus.

Versículo 1-2: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido? Deus meu, eu clamo de dia, e tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego."

O Salmo começa com Davi clamando a Deus em angústia e dor. Ele se sente abandonado e sem esperança, triste por que Deus o deixou sofrer. Esses versos antecipam o sofrimento de Jesus na cruz, quando Ele clamou a Deus, "Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?" (Mateus 27:46). Jesus sentiu a dor do abandono de Deus enquanto carregava o peso dos pecados do mundo em seus ombros.

Versículo 3: "Mas tu és santo, tu que habitas entre os louvores de Israel."

Mesmo no meio à sua dor, Davi reconhece a santidade de Deus. Ele sabe que Deus é fiel e justo, e confia em sua bondade. Essa é uma lição importante para nós também: quando passamos por momentos difíceis, devemos nos lembrar da fidelidade de Deus e confiar em sua bondade.

Versículo 6: "Mas eu sou verme, e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo."

Davi se sente como um verme diante dos homens, desprezado e humilhado. Jesus também foi humilhado e desprezado pelos homens enquanto estava na cruz. Ele se tornou a nossa vergonha, sendo ridicularizado pelos homens, enquanto carregava a culpa dos nossos pecados.

Versículo 8: "Todos os que me veem zombam de mim, arqueiam os beiços e meneiam a cabeça."

Os homens zombaram de Jesus enquanto Ele estava na cruz. Eles riram e zombaram Dele, zombando de sua reivindicação de ser o Filho de Deus. Eles não entenderam o propósito de seu sofrimento e o ridicularizaram por isso.

Versículo 14: "Sou derramado como água, e todos os meus ossos se desconjuntam; o meu coração é como cera, derrete-se dentro de mim."

Esses versos descrevem a intensidade do sofrimento de Jesus na cruz. Seu corpo foi dilacerado pelos açoites e pelos cravos, e Ele sentiu a dor física e emocional mais profunda. Seu coração se derreteu diante do peso dos nossos pecados.

Versículo 18: "Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sortes sobre a minha túnica."

Este versículo é uma profecia do que aconteceu com Jesus na cruz. Os soldados romanos dividiram as roupas de Jesus e lançaram sortes sobre sua túnica (João 19

Este verso do Salmo 22 foi cumprido literalmente pelos soldados romanos que crucificaram Jesus. Como descrito nos evangelhos, eles tiraram as vestes de Jesus e as dividiram entre si, e lançaram sortes sobre sua túnica, cumprindo assim esta profecia do Salmo.

Versículo 22: "Proclamarei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação."

Este versículo do Salmo 22 aponta para a vitória final de Jesus sobre a morte e o pecado. Depois de sua ressurreição, Jesus apareceu a seus discípulos e proclamou o nome de Deus a eles, e mais tarde a todos os povos da terra. Ele é agora louvado em todo o mundo como o Salvador e o Filho de Deus.

Versículo 27: "Todos os confins da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face."

Este versículo do Salmo 22 aponta para a universalidade do evangelho de Jesus Cristo. Por causa de sua morte e ressurreição, todas as nações da terra podem agora ser salvas e adorar a Deus. Este é um cumprimento da promessa feita a Abraão de que em sua descendência todas as nações da terra seriam abençoadas (Gênesis 12:3).

Conclusão: O Salmo 22 é uma poderosa profecia do sofrimento de Jesus Cristo na cruz. Ele descreve a dor física e emocional que Jesus suportou, bem como a humilhação e o ridículo que Ele enfrentou. No entanto, o Salmo também aponta para a vitória final de Jesus sobre a morte e o pecado, e a universalidade do evangelho que Ele trouxe ao mundo. Como cristãos, devemos nos lembrar do sacrifício de Jesus na cruz e louvar a Deus por sua fidelidade e bondade.



Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

  No cenário da música cristã contemporânea, poucas uniões foram tão aguardadas e celebradas quanto o encontro entre Christine D’Clario e G...