26.9.22

Indústria da Guerra

Uma coisa que instiga o ser humano é o conflito. Se fossemos mensurar o comportamento humano perante a Bíblia, diríamos, que o tudo se formou, foi instaurado uma rotina e logo após ocorreu um conflito que deu cabo do paraíso.

Nas relações entre países se vê conflitos com a justificativa da Guerra e as relações de imposição de poder, soberania e submissão. 

Nesta premissa se encontramos atualmente assistindo de longe uma guerra acontecer. Onde envolve a indústria bélica, que aterroriza e assusta, afinal guerras podem ser resolvidas através de poderio bélico, leio aqui ogivas. O filme estreado por Nicolas Cage, de 2005. O Senhor das Guerras, retrata mais ou menos o meu posicionamento para a indústria da Guerra.


"Há mais de 550 milhões de armas de fogo em circulação no mundo. É uma arma para cada doze pessoas no planeta. A única questão é: Como armamos as outras onze?" 


Nossa cultura é esta e um tanto bizarra o que é instaurado no nosso cotidiano.


Jogo outra hipótese, bem ficção científica. Em um lugar longínquo do universo. Há vida, e estes descobrem a Terra, e veem para cá. E a pergunta do alienígena seria esta. Por qual razão estes terráqueos matam os seus semelhantes? Possuem armas para tal proeza. Em nome de instituições e governo matam! Tal informação bugaria o alienígena. 


A indústria da Guerra é cruel, alguém lucra com a morte e precisa-se incitar a violência. Para gastar tecnologia e criar novas. A Guerra, pode ser algo macro, entre países diferentes, ou algo pontual. 

Já é instaurada nas crianças, e a ordem precisa dela, até certo modo. Afinal, quem mantem a ordem e decência pode tirar a vida de outra pessoa que esteja ocasionando perigo para os demais.


Um exemplificar em um caso micro, foi o caso Eloá.  Para exemplificar uma vítima, seria ela a ideal. De um lado a sociedade que protege armada. E de outro lado o hostil agressor, ambos em punho de armas, que podem ceifar vida.

O conflito.

A morte e por fim a repercussão.

Num caso macro posso lembrar das duas bombas atômicas lançadas afim de intimidar o Japão. Houve morte de pessoas que não tinham nada haver com o conflito, todavia pagaram com a vida certa irresponsabilidade.

Com certeza o ser alienígena voltaria correndo para o seu mundo. Que se existisse mesmo, lerros daqui. Deve ou necessita ser pacifico, eu preciso desta ficção, para manter-me de pé.

10.9.22

A morte da Rainha

 Ela viveu noventa e seis anos de vida, e seu corpo já se encontrava fragilizado. A mulher mais poderosa dos nossos tempos, morre. Sucumbe perante a gravidade, afinal, a gravidade nos puxa para baixo de um modo cruel, devemos aceitar o óbvio. A cada dia que vivemos o nosso corpo sucumbe é fato. Neste universo tão grande onde as grandezas são mensuradas em tamanhos inimagináveis, somos um pequeno pó que persiste em existir, explico:

"O Sol fica a cerca de 150 milhões de km da Terra, o equivalente a 8 minutos-luz de distância (1 minuto-luz corresponde a 17 987 547 quilômetros). A massa do Sol é de 1,98892 x 10³⁰ kg, o equivalente a “apenas” 330.000 vezes a massa da Terra."


O Sol é somente uma estrela perante as tantas que existem no universo. E nós no nosso exoplaneta circuncidamos esta estrela diariamente a fim de buscar o calor tão importante para a nossa existência. Existir deste modo é um complexo de determinantes que faz a possibilidade de vida. Afinal não é só o Sol que nos traz vida. Também posso citar a atmosfera e nosso satélite natural que demonstra diariamente a força da maré, onde a gravidade da Terra puxa a gravidade da lua, num ímã imenso, sendo este empuxo importante para a vida.


Ela é uma mulher memorável, seria então possível replicar através de um clone? Ou congelar o seu corpo para num futuro onde a tecnologia estaria evoluída a ponto de poder retornar a vida... A criogenia


"Sim. Cerca de 250 pessoas estão preservadas em tubos de nitrogênio a temperaturas baixíssimas, e mais de 2 mil pessoas vivas aguardam a vez de serem congeladas após a morte para despertarem no futuro… "


As afirmações que eu te faço são:


A mulher mais importante e poderosa da nossa história morreu. Poderiam fazer com ela este ritual criogênico?


O tempo é crucial na criogenia. Veja como é o processo.


Depois que o coração para de bater, um médico atesta a morte legal do paciente e o processo de criogenia começa. Um líquido anticoagulante é injetado no corpo e uma máquina continua bombeando sangue e oxigênio artificialmente para evitar a morte dos tecidos. O ideal é que tudo isso aconteça em, no máximo, 15 minutos. 


No transporte até a clínica, o corpo é colocado em uma manta térmica especial e imerso em um tanque de gelo até chegar à instituição. A ideia é manter o corpo na temperatura mais baixa possível para mais baixa possível para minimizar a atividade cerebral restante e manter os tecidos preservados por mais tempo. 


Na clínica, o sangue do paciente é retirado e, em seu lugar, é inserido um líquido à base de glicerina, evitando que cristais de gelo se formem no interior das células e rompam as membranas. Esse processo é chamado de vitrificação e permite que o corpo fique em animação suspensa por longos períodos.


Em seguida, o corpo, envolto em um saco plástico protetor, é mergulhado em um grande cilindro de nitrogênio líquido circulante a 196 graus negativos. A cabeça, presa ao corpo ou avulsa (sim, é possível congelar só a cabeça), fica no fundo do cilindro, para que, em caso de vazamento, demore mais a descongelar. 


[https://super.abril.com.br/mundo-estranho/existem-mesmo-pessoas-congeladas-para-ressuscitar-no-futuro/]


8.9.22

O meu pentear

Ela acordou, e penteou o cabelo. O meu pentear é algo que me faz bem e preciso de todos os modos fazê-lo de modo adequado, com tempo. Cada fio que caia era succionado, seria reaproveitado. Era bastante estranho o buscar no chão daquele banheiro. Também trazia uma sensação tão estranha a redoma que demonstrava as nuvens abaixo. Estava no alto.

Após o pentear do cabelo, grandes volumosos e negros. Ela iria voar. 

Sim, uma piloto experiente precisava estar a posto para seus momentos de prazer. Ela colocou a cabeça em um invólucro e clicou na opção restituição. Os fios outrora perdidos estavam sendo reconstituídos. Um aparato novo que ela não abriu mão ao comprar aquele kit.

A casa estava no alto, a sua doca também era próxima, nunca soube o que era andar na terra, pois a Terra já não existia. Buscou um copo de água proveniente da destilação. Teve que potencializar aquela água sem gosto com os minerais necessários para o seu dia, deixava-a um pouquinho salgada. Sempre tomava fechando os olhos. Era necessário.

Após tomou sua pílula diária que lhe supriria todos déficit. Também a suplementação para encarar mais um dia de trabalho nas alturas. Precisaria fazer buscas em outro condado, e sentir os impactos que a gravidade alternada poderiam acarretar.



Como nasce um conto

 Olá, vim passear aqui rapidamente e deixar uma ideia de conto que me veio esses dias: Projeto EVA. 


Em um futuro distópico, todas as mulheres foram dizimadas através de um vírus mortal celetista. Os seres humanos eram frutos de embriões gerados em laboratório. Todavia uma nova solução para a situação se dispôs. 


A replicancia de Gene.


Cada homem jovem quando chegasse aos 25 anos poderiam coletar uma pequena amostra para criar a sua réplica mulher. Esta feita em laboratório, por um processo de criação que envolveria a biorobótica, os Genes seriam tratados e a cópia perfeita entregue em vinte e quatro horas. Todas com o nome EVA.


Apesar de a forma orgânica ser disponível de modo quase que perfeito. A máquina aqui dominaria, afinal, o controle total desta marionete seria do seu dono, sendo ela uma extensão dele.


Cada ser humano aos 25 anos poderia ter a oportunidade de ter uma EVA e esta através de melhorias genéticas teria a função de suprir as necessidades do seu dono.


Ainda pensando... Pra você que lê entender: Como nasce um conto...

Minha vida

 Acordo todos os dias e de todos os dias da minha vida. O meu hoje é necessário. Meu cenário diário é um laboratório, sei, pois aprendi ao observar que é um laboratório, afinal vivo num laboratório, logo, sou um objeto de um laboratório.

Entre um e outro que entram me veem e eu vejo eles é um observar. A mim, não é permitido comunicar, me tiraram esta possibilidade, todavia, posso me comunicar. 


Sei que a minha existência tem um motivo nobre. Mas existo e quero existir enquanto puder. Como posso ser inato a isto?


A colheita.


Me apavora a possibilidade de ser colhido e aproveitável. Eu não queria um fim assim! Consigo olhar ao lado tal como eu, conservados e esperando o momento da colheita. Mas eu tenho consciência! Não quero que seja assim! Neste invólucro, neste espaço vivo. E estou desesperadamente sabendo. Meu fim esta próximo.


***


Doutor, nós tivemos umas atividades cerebrais interessante no invólucro 64. Observe: – Eram taxas que não condiziam com uma amostra genética, afim de reposição. Precisava observar de perto. Ao passear pelo laboratório, as peças aguardando o grande momento. E eu precisava dar aquele confere na minha peça. As condições físicas estavam adequada, e o meu novo corpo estaria na minha frente. O invólucro 64 era o meu. A troca seria feita.



O ovo

 Nesta cápsula onde estou é permitido pensar, e refletir, entretanto, todas as outras coisas não.


Viver se resume a estar dentro de uma cápsula, trato isto como um ovo. E um dia vou poder sair desta casca. Quando chegar no meu novo lar. Quando volto para a minha realidade, não posso mexer o meu corpo e também não consigo, somente é permitido abrir e fechar os olhos por um curto espaço de tempo.


O espaço...


Meu novo lar é o espaço e como posso esperar algo maior, ou melhor, do que isto? Acordei num pesadelo e assim vivo dês de então. Pesadelo? Seria isto um pesadelo?


Céu...


Passo o meu precioso tempo no céu, uma realidade aumentada onde posso viver de modo normal. Todavia, sou somente um holograma e todas as pessoas aqui também são... Será que elas sabem da situação delas neste lugar cenograficamente perfeito?


A esperança...


Quando acordei e observei estar em uma situação desconfortante... Entendi, à Terra já não existe... E as coordenadas estão levando nossa vida para uma nova vida, um novo lar.


Ovo... Meu lar até então preciso resistir... Estamos numa nave já há anos e a velocidade é quebrada por barreiras aqui e ali, todavia pelas coordenadas iremos demorar e muito.


Abro o olho, fecho o olho, quero viver, quero sair desta casca e aventurar pelo desconhecido. Já não suporto mais viver encapsulado em um ovo.

Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

  No cenário da música cristã contemporânea, poucas uniões foram tão aguardadas e celebradas quanto o encontro entre Christine D’Clario e G...