31.3.20

O Pangolim e o Corona Vírus

Pangolins (Manis spp.) são mamíferos da ordem Pholidota que vivem em zonas tropicais da Ásia e da África. Há oito espécies diferentes de pangolim: pangolim chinês, pangolim malaio, pangolim do cabo, pangolim filipino, pangolim-da-barriga-branca, pangolim indiano, pangolim-gigante-terrestre e o pangolim da barriga preta. 

São as únicas representantes da família Manidae e da ordem Pholidota. A ordem é muito antiga, com representantes fósseis datando do Eoceno na Europa (Eomanis, do Eoceno Médio alemão, em Messel), América do Norte (Patriomanis) e Ásia (Cryptomanis gobiensis, do Eoceno superior da Mongólia). A relação dos folídotos com outras ordens de mamíferos ainda é motivo de muitas controvérsias, mas estudos recentes incluíram-na num táxon chamado de Pegasoferae, junto com os carnívoros, os quirópteros e os perissodáctilos.


Este animal tem o corpo coberto de escamas. Adota uma forma enrolada, semelhante à do ouriço-cacheiro, quando ameaçado.

Não possui dentes e alimenta-se, sobretudo, de formigas, que captura dentro dos formigueiros com a sua longa língua viscosa. Apesar de sua semelhança comportamental e anatômica com os tamanduás sul-americanos, o pangolim está, filogeneticamente, mais próximo dos carnívoros. Trata-se de um caso de evolução convergente, ou seja, quando espécies de grupos distintos evoluem para morfologias semelhantes.

É caçado e utilizado como especialidade gastronômica pelas populações das zonas onde habita. As suas escamas são traficadas para serem utilizadas como afrodisíaco.

Recentemente, o pangolim tem sido personagem de várias atrações de TV, como a série Pokémon (através dos personagens Pokémon Sandslash e Sandshrew) e o comercial do canal Animal Planet, no bloco "Fato ou Ficção" do programa "Criaturas Esquisitas", no qual um pangolim aparece produzindo um filme ao lado da toupeira-nariz-de-estrela, além do anime "Killing Bites" onde o personagem Kido é mistura de humano e pangolim, e também há um herói do Jogo de computadores Dota 2 baseado no Pangolim, o Pangolier.

O pangolim é até o momento, o principal suspeito, mas não o único, de ter sido o hospedeiro intermediário na transmissão do vírus SARS-CoV-2 para humanos na província de Wuhan, China originando a pandemia do COVID-19. A hipótese inicial perdeu momentum com a constatação de que o sequenciamento genético do vírus presente nos pangolins demonstrou uma similaridade de apenas 90.3% do DNA em comparação ao vírus observado em humanos, sendo essa porcentagem insuficiente (um valor de 99.8% é necessário para estabelecer um vínculo definitivo entre as mutações).


30.3.20

O que é o Coronavírus (Covid-19)?


CORONAVÍRUS: SAIBA TUDO SOBRE O COVID-19 QUE AFETA O MUNDO!


Nos últimos meses o assunto do Coronavírus, ou Covid-19, tem sido muito comentado em todo o mundo. Comunicação social, Redes Sociais, e todos os meios de comunicação se enchem com novos casos de Covid-19, mais e mais informações que podem ser úteis, ou não.
A verdade é que, com a Internet, nós temos um acesso à informação que antes não tínhamos. Se isso é algo positivo, pois temos mais conhecimentos, também é verdade que dá aso a muita informação errada.
Temos assistido a uma campanha de desinformação no que diz respeito ao novo coronavírus, o que está gerando pânico na população, além de desprotegê-la, tendo em conta que se referem informações de proteção erradas.
Como tal, aqui vamos expor toda a informação científica e comprovada até ao momento pelas autoridades de saúde nacionais e internacionais.
Lembramos que estas são as informações que temos conhecimento até ao momento. Estão sendo feitos estudos científicos diários para percebermos melhor como este vírus se propaga e sobrevive, assim como as melhores formas de erradicá-lo.
Sendo assim, esteja atento aos meios de comunicação para ter acesso a informações recentes e não acredite em tudo o que lê nas redes sociais ou informações enviadas pelo WhatsApp.

Sobre o Coronavírus


O Coronavírus é um tipo de vírus que se caracteriza por ter uma coroa, por isso ele tem esse nome. Existem vários coronavírus, e eles são capazes de causar infecções em pessoas.
Via de regra, as infecções por coronavírus atingem o sistema respiratório, por isso podem ser confundidas com uma simples gripe, pois os sintomas são semelhantes.
No entanto, quando estas infecções progridem, elas podem originar doenças mais severas, como a pneumonia.
O vírus é designado de SARS-CoV-2, o qual provoca a doença Covid-19. Ele foi identificado pela primeira vez na China, em dezembro de 2019. Ainda é desconhecida a fonte de infecção.
Este vírus transmite-se de pessoa para pessoa, tendo já infectado milhares de pessoas em vários países de todo o mundo.
Os sintomas são semelhantes a uma gripe e o quadro pode ser leve, moderado ou grave. Geralmente, os casos mais severos da doença são vistos em pessoas com doenças preexistentes, como doenças coronárias, diabetes, hipertensão arterial e doenças crônicas.
Nestes casos, pode desenvolver-se a síndrome respiratória aguda grave e, infelizmente, poderá causar a morte.
O vírus pode ficar incubado, sem sintomas, entre 2 a 14 dias e ainda está em curso a investigação da transmissão por pessoas assintomáticas.
No Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo são os Estados mais afetados, embora todo o país esteja em estado de alerta para esta pandemia, já decretada pela Organização Mundial de Saúde.

O que é o Coronavírus (Covid-19)?


O coronavírus é um tipo de vírus que causa Síndrome Respiratória Aguda Grave. Atualmente falamos de SARS-CoV-2, ou novo coronavírus, por ser um outro coronavírus. O primeiro apareceu em 2002.
Covid-19 é o nome que damos à doença causada pelo coronavírus, adicionando o 19, referente ao ano em que surgiu.
Anteriormente já haviam sido identificados outros coronavírus, e alguns provocaram infecções respiratórias graves em humanos, e surtos nas populações.
Entre 2002 e 2003 assistimos à infecção por coronavírus SARS-CoV, que causava, tal como o SARS-CoV-2, Síndrome Respiratória Aguda Grave.
Em 2012 surgiu uma infecção pelo coronavírus MERS-CoV, causando a Síndrome Respiratória do Médio Oriente.
No que diz respeito ao SARS-CoV-2, ele se demarca pelo alto grau de transmissão, muito maior que uma simples gripe.
É transmitido pelas gotículas de saliva, através de espirros, tosse, mãos e objetos contaminados.

Sintomas e Tratamentos


A maior parte das pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2, ou novo coronavírus, apresenta sintomas de infecção respiratória leves ou moderados.
Tosse e falta de ar, ou dificuldade respiratória são comuns, assim como febre (acima dos 37,5ºC).
Quando a Covid-19 se desenvolve, poderá causar pneumonia grave, falência renal, insuficiência respiratória aguda, falência de outros órgãos e, se o quadro não reverter, pode levar a óbito.
Não havendo ainda uma vacina ou um antivírico dirigido ao SARS-CoV-2, o tratamento se restringe aos sintomas.
Como falamos de um vírus, não são adequados antibióticos. Estes são usados para eliminar e combater bactérias, não vírus.
O uso de antibióticos pode, até, ser contraproducente, pois pode aumentar a resistência aos medicamentos.


Como se prevenir:


Tendo em conta que a transmissão da Covid-19 se dá por contato próximo a pessoas infectadas, ou objetos e superfícies contaminados, a melhor forma de se prevenir é evitar locais com grande número de pessoas.
Além disso, é fundamental adotar medidas de higiene e etiqueta respiratória.

  1. Tape o nariz e boca sempre que espirrar ou tossir com o antebraço ou com um lenço (de uso único), mas nunca use as mãos.
  2. Lave as mãos com frequência, com sabão e água, durante 20 segundos, pelo menos. Poderá também usar uma solução à base de álcool, preferencialmente com concentração acima dos 96%.
  3. Evite o contato com a cara, especialmente boca, nariz e olhos.
  4. Não partilhe objetos pessoais.
  5. Evite o contato próximo com pessoas que tenham infecção respiratória.
  6. O uso da máscara de proteção não está aconselhado, destinando-se apenas a pessoas que estejam contaminadas, ou que tenham suspeita de contaminação de Covid-19.
  7. Isso porque o uso incorreto da máscara pode agravar o contágio, facilitando que o vírus se instale e se desenvolva.

Esperamos que estas informações tenham sido úteis. Mantenha-se informado pelos meios de comunicação oficiais e, lembre-se, não acredite em tudo o que lê por aí! Confie nas informações dadas pelos organismos competentes!
Se cuide e proteja a sua família!

Fique em casa sempre que possível e se afaste de multidões!

19.3.20

Corona vírus e a sua evolução na história


Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonómica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida. Eles são uma causa comum de infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração. Entre os coronavírus encontra-se também o vírus causador da forma de pneumonia atípica grave conhecida por SARS
Nome da cepaDescobertaOrigem evolutiva
HCoV-229E1960O coronavírus humano 229E divergiu do coronavírus da alpaca antes de 1960
SARS-CoV2002O coronavírus humano SARS divergiu do coronavírus de morcego em 1986[
HCoV-OC432004O coronavírus humano OC43 divergiu do coronavírus bovino em 1890
HCoV-NL632004[O coronavírus humano NL63 divergiu do coronavírus de morcego 822 anos atrás[
HCoV-HKU12005[O coronavírus humano HKU1 divergiu do coronavírus de morcego
MERS-CoV2012O coronavírus humano MERS divergiu do coronavírus de morcego antes dos anos 90 e transmitido aos humanos pelos camelos
SARS-CoV-220191 - Um estudo genético inicial sugeriu que o SARS-CoV-2 tenha divergido do coronavírus de cobras. Porém, cientistas questionaram a possível origem.
2 - Estudos posteriores sugeriram que o vírus tenha divergido da versão que parasita morcegos e transmitido aos humanos por um animal ainda desconhecido.
3 - Estudos recentes indicam que o vírus tenha divergido da versão que parasita pangolins, pois possui material genético 99% igual ao do vírus encontrado neste animal.

Sinais e sintomas

O período de incubação é de 2 a 14 dias. Os sintomas mais comuns entre esse grupo hospitalizado pelo coronavírus foram febre, tosse e falta de ar. Dores musculares e de cabeça, bem como confusão mental, irritação na garganta e desconforto no peito também foram observados. Além disso, participantes do estudo apresentaram uma pneumonia que afetou os dois pulmões.

Transmissão

A transmissão do vírus pode se dar:
  • Por meio de tosse ou espirro;
  • Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido então de contato com a boca, nariz ou olhos.
Entre os grupos de risco estão qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou familiares, que tenha tido contato físico com o paciente ou que tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente.
A transmissão do SARS-CoV aconteceu de camelos e dromedários para o ser humano.
Em 2020, análises indicaram que o 2019-nCoV pode ter passado de um animal para o ser humano.

Epidemiologia

Pandemia de 2020 na China



Em meados de janeiro a imprensa começou a reportar casos sobre um "misterioso vírus que causava problemas respiratórios", tendo este vírus depois sido classificado como um coronavírus e chamado numa primeira fase de 2019-nCoV. Inicialmente, 800 pessoas foram infectadas e houve 259 mortes na China, mas houve casos também no Japão, Tailândia, Coreia do Sul, França e Estados Unidos, todos associados a pessoas que haviam viajado para a China recentemente. Em 20 de janeiro a OMS estimava que o número de casos poderia estar próximo de dois mil.
A 11 de março de 2020, o surto foi declarado uma epidemia, sendo que o numero de casos confirmados a nível mundial atingiu mais de 121 000, sendo em 120 diferentes territórios, dos quais mais de 80 000 na China. O número de mortes ascende a 4 300, havendo mais de 1 200 mortes fora da China.

Surto de 2015 na Coreia do Sul

Um surto de MERS foi associado a um viajante que havia retornado do Oriente Médio. Quase 200 pessoas foram infectadas e houve 36 mortes.

Surto de 2012 no Oriente Médio

Em 2012 foi isolado outro novo coronavírus, distinto do SARS-CoV. Esse novo coronavírus, desconhecido até então, foi inicialmente identificado na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia. Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS, do inglês “Middle East Respiratory Syndrome”. O novo vírus foi nomeado coronavírus associado à MERS (MERS-CoV).

Surto de 2002 na China

Os primeiros casos da síndrome respiratória aguda grave (SARS - Severe Acute Respiratory Syndrome), causada pelo SARS-CoV, aconteceram na China em 2002, tendo o vírus se espalhado rapidamente para mais de doze (12) países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Entre 2002 e 2003, mais de oito mil (8.000) pessoas foram infectadas e cerca de oitocentas (800) morreram, no que foi chamado uma "epidemia global". (SARS-CoV)

No Brasil até a data da postagem 19 de Abril de 2020 

Secretarias estaduais de saúde contabilizam 540 infectados em 20 estados e no DF. Último balanço oficial do Ministério da Saúde aponta 428. Já são sete mortos no Brasil, cinco em SP e dois no RJ.


Contaminação:

Sabe-se que muitos casos são assintomáticos, ou seja, quem contrai o vírus pode não ter os sintomas. Por essa razão o isolamento é o melhor meio de conter a propagação do vírus.
Evitar agromeração de pessoas.
E higienização pessoal para evitar o contágio.
Por ser um vírus de auto contágio, várias medidas estão sendo tomadas para evitar a propagação.



Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

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