30.10.19

Urgente! Bolsonaro acusado de assassinato

Se você leu a manchete e gostou te digo:
— Só se vê na Globo...



O caso foi este, um deputado federal sem papas nas linguas decidiu ser presidente da república o abusado!
Sem um bom partido para apoiar (leia-se injetar dinheiro e propaganda) o tal deputado correu para as redes Sociais.
Enquanto isto a Globo estava sendo Globo, apoiando o Pt e adorando as propagandas que eram vinculadas diariamente no canal e os dingos que você adorava escutar.
Deixa o homem trabalhar....
Tudo estava correndo as mil e uma maravilha.
O Brasil? O que importa o Brasil? O importante é o enriquecimento ilícito.
A Globo filme que o diga, tinha sua verbinha garantida pela lei Rouanet e até os apresentadores tiravam uma casquinha da mamata.
Propaganda Garantida ? Dinheiro em caixa pro plimplim...
Filmes garantidos? Dinheiro em caixa para os atores, ótimos por sinal, sempre beirando ao Oscar... Debora Seco, quase ganhou seu Oscar com sua mijada épica no filme relevante. Bruna Surfistinha.

Só que...

Sempre tem estes só que pra acabar com tudo, o e viveram Felizes para Sempre por vezes é ameaçado por certas moscas que querem por que querem com seus 7 segundos incomodar.

O Jair Bolsonaro, como um Messias surgiu...
Messias é trocadilho mesmo, pois o Jair Bolsonaro é digamos uma opção, entre tantos ruim, o menos ruim foi ele.
Logo ganhou...

E o Castelo de Cartas. Globo esta tentando não derrubar as suas cartilhas ao vento.

Dinheiro? Começou a faltar.

O que a Globo tem de bom?

O Jornalismo uai! O melhor do Brasil .(CNN please corra aqui!)

As investigações Globais inocentaram o Adecio da facada.
Tipo assim, sei não se você leior lembra. O Candidato a Presidência levou uma facada, quase morreu. Nada por trás tá?
Tipo assim antigamente outro candidato a presidência, Eduardo Campos morreu em 13 de agosto de 2014 na queda de um jatinho na cidade de Santos. Nada por trás tá.

Tudo paranoia.

Sempre coloque na pauta paranoia qualquer ataque ouviu? Ta na cartilhinha da Globo, de quem reclamar qualquer coisa sobre o Jornalismo polido dela.

Polido, lembra-me óleo de peroba.

A cara é de Pau mesmo.

E no desespero de se defender, sim o Jair Messias Bolsonaro, fez caquinha sim, alguns videozinhos mal assessorados cutucando a onça.

E a onça revidou, ou seria o leão adormecido?

Pense no Manuel Tadeu Bezerra Schmidt narrando os acontecimentos aqui:
" Como que um gato adormecido, nós da cartilhinhas corremos atrás com nossas fontes quase que secretas, e descobrimos uma brecha pra ferrar o Presidente, artilharia pesada vamos usar"

E veio todos os brasileiros assistindo o horário nobre e perguntando tal qual crianças que estão aprendendo o B a BA.

— Será?

Tadeu de volta com vocês:
" Como que será? Contra fatos não há argumentos, os envolvidos no assassinatos bateram na campainha do apartamento 58. Nosso detetive virtual averigou. É sim do deputado Jair Bolsonaro. Bingo!"

O Bolsonaro o desesperado da vez, foi no Facebook e por não ser Nutella soltou um:
— Canalhas!

E o Tadeu de volta chorou pra vocês:
" O Presidente paranoico Bolsonaro esta em rede social falando mal de nós. A santa Globo que esta no céu, ops . No Brasil!"

Meu Deus amigos estamos no Brasil, o Presidente em Dubai, e as confusões rolando solto. E pasmem, não é para articular uma melhoria para este Brasil.
É tecer um argumento acusativo que possa de todas as maneiras desmoralizar e deixar o Presidente com baixos indices de aceitação, pois isto a Globo mostra.

Sei lá, na vida a gente tem que lidar com muita gente hipócrita, saber que são hipócritas e pela convivência social precisamos engolir, sapos e sapos e sapos...
Mas quando se trata de governo, a hipocrisia pode ser a imprensa, pode ser o supremo, pode ser os petistas. E nunca poderemos chamar tais hipócritas de hienas. Proibido. A convivência pede para agir de modo hipócrita.
Quem aqui já, não pagou uns 50 tinhas pra não levar uma multa de 800 da lei.?
E nunca cai nestas blits, mas já ouvi que existe tais práticas e infelizmente é o que acontece com o Brasil.
O Jair Messias Bolsonaro, que é o vulgo Presidente, não pagou os seus 50tinhas para a Globo. E a multa sairá caro 800...

Ah, só pra demonstrar que sou imparcial, pode ser que a conspiração, seja correta. O Jair mandou matar a Mariele, (rinha de galo) o avião do cara de 2014 caiu de modo natural sem nada envolvido (paranoico o escritor aqui) e a Globo seja uma ótima empresa sem nada obscuro. Pode.

Só levantando hipóteses pois você leitor pode sim, (não te cerciaram o direito de pensar e argumentar) imaginar o que deve de acontecer nas entrelinhas...


O texto foi escrito por Waldryano, no finalzinho de outubro de 2019 e pasmem estamos no Brasil.

27.10.19

Erros frequentes da Língua Portuguesa

Erros frequentes da língua portuguesa 

- Você não bebe a champanhe. Bebe o champanhe. É, portanto, palavra masculina.

– Cidadão só tem um plural: cidadãos.

– Cincoenta não existe. Escreva sempre cinquenta.

- Ainda tem gente que erra quando vai falar gratuito e dá tonicidade ao i, como se fosse gratuito. O certo é gratuito, da mesma forma que pronunciamos intuito, circuito, fortuito, etc.

– E ainda tem gente que teima em dizer rúbrica, em vez de rubrica, com a sílaba bri mais forte que as outras. Escreva e diga sempre rubrica.

– Ninguém diz eu coloro esse desenho. Dói no ouvido. Portanto, o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo. A mesma coisa é o verbo abolir. Ninguém é doido de dizer eu abulo. Para dar um jeitinho, diga: Eu vou colorir esse desenho. Eu vou abolir esse preconceito.

– Outro verbo danado é computar. Não podemos conjugar as três primeiras pessoas: eu computo, tu computas, ele computa. A gente vai entender outra coisa, não é mesmo? Então, para evitar esses palavrões, decidiu-se pela proibição da conjugação nessas pessoas. Mas se conjugam as outras três do plural: computamos, computais, computam.

– Outra vez atenção: os verbos terminados em -uar fazem a segunda e a terceira pessoa do singular do presente do indicativo e a terceira pessoa do imperativo afirmativo em -e não em -i. Observe:
Eu quero que ele continue assim.
Efetue essas contas, por favor.
Menino, continue onde estava.

– Custas só se usa na linguagem jurídica para designar ‘despesas feitas no processo’. Portanto, devemos dizer: ” O filho vive à custa do pai“. No singular.

– Não existe a expressão à medida em que. Ou se usa à medida que correspondente a à proporção que, ou se usa na medida em que equivalente a tendo em vista que.

– O certo é a meu ver e não ao meu ver.

– A princípio significa inicialmente, antes de mais nada. Exemplo: A princípio, gostaria de dizer que estou bem. Em princípio quer dizer em tese. Ex.: Em princípio, todos concordaram com minha sugestão.

– À-toa, com hífen, é um adjetivo e significa “inútil”, “desprezível”. Exemplo: Esse rapaz é um sujeito à-toa . À toa, sem hífen, é uma locução adverbial e quer dizer “a esmo”, “inutilmente”. Ex.: Andava à toa na vida.

– Com a conjunção se, deve-se utilizar acaso, e nunca caso. O certo: “Se acaso vir meu amigo por aí, diga-lhe…“. Mas podemos dizer: “Caso o veja por aí… “.

– Acerca de quer dizer a respeito de. Veja: Falei com ele acerca de um problema matemático. Mas há cerca de é uma expressão em que o verbo haver indica tempo transcorrido, equivalente a faz. Veja: Há cerca de um mês que não a vejo.

– Não esqueça: alface é substantivo feminino. A alface está bem verdinha.

 – Além pede sempre o hífen: além-mar, além-fronteiras, etc.

– Algures é um advérbio de lugar e quer dizer “em algum lugar”. Já alhures significa “em outro lugar”.

– Mantenha o timbre fechado do o no plural dessas palavras: almoços, bolsos, estojos, esposos, sogros, polvos, etc. .

– O certo é alto-falante, e não auto-falante.

– O certo é alugam-se casas, e não aluga-se casas. Mas devemos dizer precisa-se de empregados, trata-se de problemas. Observe a presença da preposição (de) após o verbo. É a dica para não errar. Nota: esta dica precisa ser confirmada.

- Depois de ditongo, geralmente se emprega x. Veja: afrouxar, encaixe, feixe, baixa, faixa, frouxo, rouxinol, trouxa, peixe, etc .

– Ancião tem três plurais: anciãos, anciães, anciões.

– Só use ao invés de para significar ao contrário de, ou seja, com ideia de oposição. Veja: Ela gosta de usar preto ao invés de branco.
 Ao invés de chorar, ela sorriu.
 Em vez de quer dizer em lugar de . Não tem necessariamente a ideia de oposição. Veja: Em vez de estudar, ela foi brincar com as colegas. (Estudar não é antônimo de brincar).

– Não existe preço barato ou preço caro. Só existe preço alto ou baixo. O produto, sim, é que pode ser caro ou barato. Veja: Esse televisor é muito caro. O preço desse televisor é alto.

 – Ainda se vê muito, principalmente na entrada das cidades, a expressão bem vindo (sem hífen) e até benvindo.
As duas estão erradas. Deve-se escrever bem-vindo, sempre com hífen.

– Atenção: nunca empregue hífen depois de bi, tri, tetra, penta, hexa, etc. O nome fica sempre coladinho.
O Sport se tornou tetracampeão no ano 2000.
O Náutico foi hexacampeão em 1968.
O Brasil foi bicampeão em 1962.

– Veja bem: uma revista bimensal é publicada duas vezes ao mês, ou seja, de 15 em 15 dias.
A revista bimestral só sai nas bancas de dois em dois meses.
 Percebeu a diferença?

– Hoje, tanto se diz boêmia como boemia. Nelson Gonçalves consagrou a segunda, com a tonicidade no ‘mia’.

– Preste atenção: o senador Luiz Estevão foi cassado. Mas o leão foi caçado e nunca foi achado. Portanto, cassar (com dois s) quer dizer tornar nulo, sem efeito.

– Existem palavras que só devem ser empregadas no plural. Veja: os óculos, as núpcias, as olheiras, os parabéns, os pêsames, as primícias, os víveres, os afazeres, os anais, os arredores, os escombros, as fezes, as hemorroidas, etc.

– Pouca gente tem coragem de usar, mas o plural de caráter é caracteres. Então, Carlos pode ser um bom-caráter, mas os dois irmãos dele são dois maus-caracteres.

– Cartão de crédito e cartão de visita não pedem hífen.
 Já cartão-postal exige o tracinho.

– Catequese se escreve com s, mas catequizar é com z. Esse português…

– O exemplo acima foge de uma regrinha que diz o seguinte: os verbos derivados de palavras primitivas grafadas com s formam-se com o acréscimo do sufixo -ar: análise-analisar, pesquisa-pesquisar, aviso-avisar, paralisia-paralisar, etc..

– Censo é de recenseamento; senso refere-se a juízo. Veja: O censo deste ano deve ser feito com senso crítico.

- Coser significa costurar. Cozer é que significa cozinhar.

- O correto é dizer deputado por São Paulo, senador por Pernambuco, e não deputado de São Paulo e senador de Pernambuco.

– Descriminar é absolver de crime, inocentar.
Discriminar é distinguir, separar. Então dizemos: Alguns políticos querem descriminar o aborto.
Não devemos discriminar os pobres.

– Dia a dia (sem hífen) é uma expressão adverbial que quer dizer todos os dias, dia após dia. Por exemplo: Dia a dia minha saudade vai crescendo. Enquanto que dia-a-dia é um substantivo que significa cotidiano e admite o artigo: O dia-a-dia dessa gente rica deve ser um tédio.

– A pronúncia certa é disenteria, e não desinteria.

– Nas expressões é muito, é pouco, é suficiente, o verbo ser fica sempre no singular, sobretudo quando denota quantidade, distância, peso.
Exemplo: Dez quilos é muito. Dez reais são pouco. Dois gramas são suficientes.

– Cuidado: emergir é vir à tona, vir à superfície. Por exemplo:
O monstro emergiu do lago.
Mas imergir é o contrário: é mergulhar, afundar.
Veja o exemplo: O navio imergiu em alto-mar.

– A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.

– Outra dúvida: nunca devemos dizer estadia em lugar de estada. Portanto, a minha estada em São Paulo durou dois dias.
Mas a estadia do navio em Santos só demorou um dia.
Portanto, estada para permanência de pessoas, e estadia para navios ou veículos.

– E não esqueça: exceção é com ç, e excesso é com dois s.

– Lembra-se dos verbos defectivos? Lá vai mais um: falir. No presente do indicativo só apresenta a primeira e a segunda pessoa do plural: nós falimos, vós falis. Já pensou em conjugá-lo assim: eu falo, tu fales… horrível, né?

– Todas as expressões adverbiais formadas por palavras repetidas dispensam a crase: frente a frente , cara a cara, gota a gota, face a face, etc.

– Outra vez, tome cuidado. Quando for ao supermercado, peça duzentos ou trezentos gramas de presunto, e não duzentas ou trezentas... quando significa unidade de massa, grama é substantivo masculino. Se for a relva, aí sim, é feminino: não pise na grama; a grama está bem crescida.

– É frequente se ouvir no rádio ou na TV os entrevistados dizerem: Há muitos anos atrás… talvez nem saibam que estão construindo uma frase redundante. Afinal, há já dá ideia de passado. Ou se diz simplesmente Há muitos anos. Ou muitos anos atrás.
Escolha. Mas não junte o há com atrás.

– Cuidado nessa arapuca do português: as palavras paroxítonas terminadas em -n recebem acento gráfico, mas as terminadas em -ns não recebem: hífen, hifens; pólen, polens.

– Atenção: Ele interveio na discórdia, e não interviu. Afinal, o verbo é intervir, derivado de vir.

– Item não leva acento. Nem seu plural itens.

– O certo é a libido, feminino. Devo dizer: Minha libido hoje não tá legal.

– Todo mundo gosta de dizer magérrima, magríssima, mas o superlativo de magro é macérrimo.

– Antes de particípios não devemos usar melhor nem pior. Portanto, devemos dizer: os alunos mais bem preparados são os do 2º grau. E nunca: os alunos melhor preparados.

– Essa história de mal com l, e mau com u, até já cansou.
É só decorar:
Mal é antônimo de bem, e mau é antônimo de bom. É só substituir uma por outra nas frases para tirar a dúvida.

– Pronuncie máximo, como se houvesse dois s no lugar do x= (mássimo).

- Toda vez que disser “ É meio-dia e meio” você estará errando. O certo é: meio-dia e meia. Ou seja, meio dia e meia hora.

– Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.

– Nem um nem outro leva o verbo para o singular: Nem um nem outro conseguiu cumprir o que prometeu.

– Toda vez que usar o verbo gostar tenha cuidado com a ligação que ele tem com a preposição de. Exemplo:
A coisa de que mais gosto é passear no parque. A pessoa de que mais gosto é minha mãe.

– Ainda tem mais uma palavra com acento diferencial: pôde, terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo poder. É para diferenciar de pode, a forma do presente. Então dizemos: Ele até que pôde fazer tudo aquilo, mas hoje não pode mais. Percebeu a diferença?

– Pôr só leva acento quando é verbo: Quero pôr tudo no seu devido lugar. Mas se for preposição, não leva acento: Por qualquer coisa, ele se contenta.

– Fique atento: nunca diga nem escreva 1 de abril, 1 de maio. Mas sempre: primeiro de abril, primeiro de maio. Prevalece o ordinal.

– É chato, pedante ou parece ser errado dizer ‘quando eu vir Maria, darei o recado a ela. Mas esse é o emprego correto do verbo ver no futuro do subjuntivo. Se eu vir, quando eu vir. Mas quando é o verbo vir que está na jogada, a coisa muda: quando eu vier, se eu vier.

– Só use quantia para somas em dinheiro. Para o resto, pode usar quantidade. Veja: Recebi a quantia de 20 mil reais.
Era grande a quantidade de animais no meio da pista.

– O prefixo recém sempre se separa por hífen da palavra seguinte e deve ser pronunciado como oxítona: recém-chegado de Londres.

– Não esqueça: retificar é corrigir, e ratificar é comprovar, reafirmar: ‘Ratifico o que disse e retifico meus erros‘.
– Quando disser ruim, diga como se a sílaba mais forte fosse -im. Não tem cabimento outra pronúncia.

– Fique atento: só empregamos São antes de nomes que começam por consoante: São Mateus, São João, São Tomé, etc. Se o nome começa por vogal ou h, empregamos Santo: Santo Antônio, Santo Henrique, etc.

– E lembre-se: Seção, com ç, quer dizer parte de um todo, departamento: a seção eleitoral, a seção de esportes. Já sessão, com dois s, significa intervalo de tempo que dura uma reunião, uma assembleia, um acontecimento qualquer: A sessão do cinema demorou muito tempo. A sessão espírita terminou.

– Não confunda: senão, juntinho, quer dizer caso contrário. E se não, separado, equivale a se por acaso não. Veja: Chegue cedo, senão eu vou embora. Se não chegar cedo, eu vou embora. Percebeu a diferença?

– Tire esta dúvida: quando só é adjetivo equivale a sozinho e varia em número, ou seja, pode ir para o plural. Mas só como advérbio, quer dizer somente. Aí não se mexe. Veja: Brigaram e agora vivem sós (sozinhos). Só (somente) um bom diálogo os trará de volta.

– É comum vermos no rádio e na TV o entrevistado dizer: “O que nos falta são subzídios “. Quer dizer, fala com a pronúncia do z. Mas não é: pronuncia-se ss. Portanto, escreva subsídio e pronuncie “subssídio”.

– Taxar quer dizer tributar, fixar preço. Tachar é atribuir defeito, acusar.

– E nunca diga: Eu torço para o Flamengo.
Quem torce de verdade, “torce pelo” Corinthians.
( É nois mano, risos).

– Todo mundo tem dúvida, mas preste atenção: 50% dos estudantes passaram nos testes finais. Somente 1% terá condições de pagar a mensalidade. Acreditamos que 20% do eleitorado se abstenha de votar nas próximas eleições. Mais exemplos: 10% estão aptos a votar, mas 1% deles preferem fugir das urnas. Quer dizer, concorde com o mais próximo e saiba que essa regra é bastante flexível.

– Um dos que deixa dúvidas. Há gramáticos que aceitam o emprego do singular depois dessa expressão. Mas pela norma culta, devemos pluralizar: Eu sou um dos que foram admitidos. Sandra é uma das que ouvem rádio.

– Veado se escreve com e, e não com i.

– Esse português da gente tem cada uma: tem viagem com g e viajem com j. Tire a dúvida: viagem é o substantivo: A viagem foi boa.
Viajem é o verbo: Caso vocês viajem, levem tudo.

– O prefixo vice sempre se separa por hífen da palavra seguinte: vice-prefeito, vice-governador, vice-reitor, vice-presidente, vice-diretor, etc.

– Geralmente, se usa o x depois da sílaba inicial -en: enxaguar, enxame, enxergar, enxaqueca, enxofre, enxada, enxoval, enxugar, etc.
Mas cuidado com as exceções: encher e seus derivados (enchimento, enchente, enchido, preencher, etc.) e quando -en se junta a um radical iniciado por ch, encharcar (de charco), enchumaçar (de chumaço), enchiqueirar (de chiqueiro), etc.

– Não adianta teimar: chuchu se escreve mesmo é com ch.

– Ciclo vicioso não existe. O correto é círculo vicioso.

– E qual a diferença entre achar e encontrar? Use achar para definir aquilo que se procura, e encontrar para aquilo que, sem intenção nenhuma, se apresenta à pessoa.
Veja: Achei finalmente o que procurava.
Maria encontrou uma corda debaixo da cama.
Jorge achou o gato dele que fugiu na semana passada.

– Adentro é uma palavra só: Meteu-se porta adentro. A lua sumiu noite adentro.

– Não existe adiar para depois. Isso é redundante, porque adiar só pode ser para depois.

– Afim (juntinho) tem relação com afinidade: gostos afins, palavras afins. A fim de (separado) equivale a para: Veio logo a fim de me ver bem vestido.

– Pode parecer meio estranho, mas pode conjugar o verbo aguar normalmente: eu águo, tu águas, ele água, nós aguamos, vós aguais, eles águam.

– E, por falar nisso, centigrama é palavra masculina: dois centigramas.

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26.10.19

A Água e o Fogo da Vida (Lucas José)


Unidos estaremos, e seremos
Pescadores sobre o mar
De água serenas, tranquilas
Peixes iremos pescar

Pescador de homens
Homens da vinha de Deus
Não há o impossível
Para quem segue...

Os caminhos de Deus
Os caminhos de Deus

Refrão
Espírito Santo
A água da vida, fogo da vida
A agua viva, fogo vivo
Enxuga o teu pranto
Que o Espírito Santo
Fará morada em seu coração

Pescador de homens
Homens da vinha de Deus
Não há o impossível
Para quem segue...

Os caminhos de Deus
Os caminhos de Deus

Refrão 2x
Espírito Santo
A água da vida, fogo da vida
A agua viva, fogo vivo
Enxuga o teu pranto
Que o Espírito Santo
Fará morada em seu coração

A água e o fogo da vida
Em seu coração
Em seu coração

Deus Não Faz a Obra Pela Metade (Lucas José)


Um homem está plantando
Sementes em solo fértil
As sementes darão frutos
Com amor dará muitos

Um pescador está à espera
De pescar alguns peixes
Sua família precisa de alimento
O amor o sustenta a cada momento

Refrão
Deus sonhou com você
Desde o dia de seu nascimento
Se sinta amado pelo Senhor
Estou contagiado por esse amor
Ele tem grandes planos para sua vida
Os seus sonhos, Ele quem realiza
Não tenha medo da tribulação, iniquidade
Deus não faz a obra pela metade

Depois de um tempo, o homem voltou e viu
Sua terra repleta de árvores, e seus frutos
Caiam sobre a terra, cheia de folhas
Passarinhos cantavam em seus ninhos, floridos

O pescador voltou para casa
Cheio de peixes, que felicidade
Sua esposa e seus filhos, com pão na mesa
Era sagrado aos olhos que viam com tanta beleza

Refrão 2x
Deus sonhou com você
Desde o dia de seu nascimento
Se sinta amado pelo Senhor
Estou contagiado por esse amor
Ele tem grandes planos para sua vida
Os seus sonhos, Ele quem realiza
Não tenha medo da tribulação, iniquidade
Deus não faz a obra pela metade

21.10.19

20 CUENTOS DE ISAAC ASIMOV

Isaac Asimov es uno de los grandes autores de la Ciencia Ficción, además de ser un autor prolífico con más de 450 títulos publicados de literatura, historia y divulgación científica. Compartimos aquí una lista de 20 Cuentos de Isaac Asimov que pueden leer online.


  1. Amor verdadero
  2. Anochecer
  3. Asnos estúpidos
  4. Caza mayor
  5. Cómo ocurrió
  6. De químico a químico
  7. El demonio de dos centímetros
  8. El hombre bicentenario
  9. El mejor amigo de un muchacho
  10. El niño feo
  11. La sonrisa del cyborg
  12. La última pregunta
  13. Lenny
  14. Los ojos hacen algo más que ver
  15. Primera ley
  16. Razón
  17. Robbie
  18. Todos exploradores
  19. Una estatua para papá
  20. Versos iluminados

A LA DERIVA | Horacio Quiroga



Horacio Quiroga
(1879-1937)

A LA DERIVA
(Cuentos de amor, de locura y de muerte, (1917)


         El hombre pisó blanduzco, y en seguida sintió la mordedura en el pie. Saltó adelante, y al volverse con un juramento vio una yararacusú que arrollada sobre sí misma esperaba otro ataque.
         El hombre echó una veloz ojeada a su pie, donde dos gotitas de sangre engrosaban dificultosamente, y sacó el machete de la cintura. La víbora vio la amenaza, y hundió más la cabeza en el centro mismo de su espiral; pero el machete cayó de lomo, dislocándole las vértebras.
         El hombre se bajó hasta la mordedura, quitó las gotitas de sangre, y durante un instante contempló. Un dolor agudo nacía de los dos puntitos violetas, y comenzaba a invadir todo el pie. Apresuradamente se ligó el tobillo con su pañuelo y siguió por la picada hacia su rancho.
         El dolor en el pie aumentaba, con sensación de tirante abultamiento, y de pronto el hombre sintió dos o tres fulgurantes puntadas que como relámpagos habían irradiado desde la herida hasta la mitad de la pantorrilla. Movía la pierna con dificultad; una metálica sequedad de garganta, seguida de sed quemante, le arrancó un nuevo juramento.
         Llegó por fin al rancho, y se echó de brazos sobre la rueda de un trapiche. Los dos puntitos violeta desaparecían ahora en la monstruosa hinchazón del pie entero. La piel parecía adelgazada y a punto de ceder, de tensa. Quiso llamar a su mujer, y la voz se quebró en un ronco arrastre de garganta reseca. La sed lo devoraba.
         —¡Dorotea! —alcanzó a lanzar en un estertor—. ¡Dame caña!
         Su mujer corrió con un vaso lleno, que el hombre sorbió en tres tragos. Pero no había sentido gusto alguno.
         —¡Te pedí caña, no agua! —rugió de nuevo. ¡Dame caña!
         —¡Pero es caña, Paulino! —protestó la mujer espantada.
         —¡No, me diste agua! ¡Quiero caña, te digo!
         La mujer corrió otra vez, volviendo con la damajuana. El hombre tragó uno tras otro dos vasos, pero no sintió nada en la garganta.
         —Bueno; esto se pone feo —murmuró entonces, mirando su pie lívido y ya con lustre gangrenoso. Sobre la honda ligadura del pañuelo, la carne desbordaba como una monstruosa morcilla.
         Los dolores fulgurantes se sucedían en continuos relampagueos, y llegaban ahora a la ingle. La atroz sequedad de garganta que el aliento parecía caldear más, aumentaba a la par. Cuando pretendió incorporarse, un fulminante vómito lo mantuvo medio minuto con la frente apoyada en la rueda de palo.
         Pero el hombre no quería morir, y descendiendo hasta la costa subió a su canoa. Sentóse en la popa y comenzó a palear hasta el centro del Paraná. Allí la corriente del río, que en las inmediaciones del Iguazú corre seis millas, lo llevaría antes de cinco horas a Tacurú-Pucú.
         El hombre, con sombría energía, pudo efectivamente llegar hasta el medio del río; pero allí sus manos dormidas dejaron caer la pala en la canoa, y tras un nuevo vómito —de sangre esta vez—dirigió una mirada al sol que ya trasponía el monte.
         La pierna entera, hasta medio muslo, era ya un bloque deforme y durísimo que reventaba la ropa. El hombre cortó la ligadura y abrió el pantalón con su cuchillo: el bajo vientre desbordó hinchado, con grandes manchas lívidas y terriblemente doloroso. El hombre pensó que no podría jamás llegar él solo a Tacurú-Pucú, y se decidió a pedir ayuda a su compadre Alves, aunque hacía mucho tiempo que estaban disgustados.
         La corriente del río se precipitaba ahora hacia la costa brasileña, y el hombre pudo fácilmente atracar. Se arrastró por la picada en cuesta arriba, pero a los veinte metros, exhausto, quedó tendido de pecho.
         —¡Alves! —gritó con cuanta fuerza pudo; y prestó oído en vano.
         —¡Compadre Alves! ¡No me niegue este favor! —clamó de nuevo, alzando la cabeza del suelo. En el silencio de la selva no se oyó un solo rumor. El hombre tuvo aún valor para llegar hasta su canoa, y la corriente, cogiéndola de nuevo, la llevó velozmente a la deriva.
         El Paraná corre allí en el fondo de una inmensa hoya, cuyas paredes, altas de cien metros, encajonan fúnebremente el río. Desde las orillas bordeadas de negros bloques de basalto, asciende el bosque, negro también. Adelante, a los costados, detrás, la eterna muralla lúgubre, en cuyo fondo el río arremolinado se precipita en incesantes borbollones de agua fangosa. El paisaje es agresivo, y reina en él un silencio de muerte. Al atardecer, sin embargo, su belleza sombría y calma cobra una majestad única.
         El sol había caído ya cuando el hombre, semitendido en el fondo de la canoa, tuvo un violento escalofrío. Y de pronto, con asombro, enderezó pesadamente la cabeza: se sentía mejor. La pierna le dolía apenas, la sed disminuía, y su pecho, libre ya, se abría en lenta inspiración.
         El veneno comenzaba a irse, no había duda. Se hallaba casi bien, y aunque no tenía fuerzas para mover la mano, contaba con la caída del rocío para reponerse del todo. Calculó que antes de tres horas estaría en Tacurú-Pucú.
         El bienestar avanzaba, y con él una somnolencia llena de recuerdos. No sentía ya nada ni en la pierna ni en el vientre. ¿Viviría aún su compadre Gaona en Tacurú-Pucú? Acaso viera también a su ex patrón mister Dougald, y al recibidor del obraje.
         ¿Llegaría pronto? El cielo, al poniente, se abría ahora en pantalla de oro, y el río se había coloreado también. Desde la costa paraguaya, ya entenebrecida, el monte dejaba caer sobre el río su frescura crepuscular, en penetrantes efluvios de azahar y miel silvestre. Una pareja de guacamayos cruzó muy alto y en silencio hacia el Paraguay.
         Allá abajo, sobre el río de oro, la canoa derivaba velozmente, girando a ratos sobre sí misma ante el borbollón de un remolino. El hombre que iba en ella se sentía cada vez mejor, y pensaba entretanto en el tiempo justo que había pasado sin ver a su ex patrón Dougald. ¿Tres años? Tal vez no, no tanto. ¿Dos años y nueve meses? Acaso. ¿Ocho meses y medio? Eso sí, seguramente.
         De pronto sintió que estaba helado hasta el pecho. ¿Qué sería? Y la respiración también...
         Al recibidor de maderas de mister Dougald, Lorenzo Cubilla, lo había conocido en Puerto Esperanza un viernes santo... ¿Viernes? Sí, o jueves...
         El hombre estiró lentamente los dedos de la mano.
         —Un jueves...
         Y cesó de respirar.

100 Mejores Cuentos de la Literatura Universal

Compartimos nuestra lista de los 100 Mejores Cuentos de la Literatura Universal. Como toda lista tendrá sus fallas, pero la idea es ante todo recomendar grandes obras del cuento. Haciendo click en el titulo de cada cuento pueden leerlo.

La lista se ha organizado por orden alfabético.

Si consideran que algún otro cuento podría incluirse en esta lista, no duden en dejar un comentario con sus recomendaciones.

  1. A la deriva - Horacio Quiroga
  2. Aceite de perro - Ambrose Bierce
  3. Algunas peculiaridades de los ojos - Philip K. Dick
  4. Ante la ley - Franz Kafka
  5. Bartleby el escribiente - Herman Melville
  6. Bola de sebo - Guy de Mauppassant
  7. Casa tomada - Julio Cortázar
  8. Cómo se salvó Wang Fo - Marguerite Yourcenar
  9. Continuidad de los parques - Julio Cortázar
  10. Corazones solitarios - Rubem Fonseca
  11. Dejar a Matilde - Alberto Moravia
  12. Diles que no me maten - Juan Rulfo
  13. El ahogado más hermoso del mundo - Gabriel García Márquez
  14. El Aleph - Jorges Luis Borges
  15. El almohadón de plumas - Horacio Quiroga
  16. El artista del trapecio - Franz Kafka
  17. El banquete - Julio Ramón Ribeyro
  18. El barril amontillado - Edgar Allan Poe
  19. El capote - Nikolai Gogol
  20. El color que cayó del espacio - H.P. Lovecraft
  21. El corazón delator - Edgar Allan Poe
  22. El cuentista - Saki
  23. El cumpleaños de la infanta - Oscar Wilde
  24. El destino de un hombre - Mijail Sholojov
  25. El día no restituido - Giovanni Papini
  26. El diamante tan grande como el Ritz - Francis Scott Fitzgerald
  27. El episodio de Kugelmass - Woody Allen
  28. El escarabajo de oro - Edgar Allan Poe
  29. El extraño caso de Benjamin Button - Francis Scott Fitzgerald
  30. El fantasma de Canterville - Oscar Wilde
  31. El gato negro - Edgar Allan Poe
  32. El gigante egoísta - Oscar Wilde
  33. El golpe de gracia - Ambrose Bierce
  34. El guardagujas - Juan José Arreola
  35. El horla - Guy de Maupassannt
  36. El inmortal - Jorge Luis Borges
  37. El jorobadito - Roberto Arlt
  38. El nadador - John Cheever
  39. El perseguidor - Julio Cortázar
  40. El pirata de la costa - Francis Scott Fitzgerald
  41. El pozo y el péndulo - Edgar Allan Poe
  42. El príncipe feliz - Oscar Wilde
  43. El rastro de tu sangre en la nieve - Gabriel García Márquez
  44. El regalo de los reyes magos - O. Henry
  45. El ruido del trueno - Ray Bradbury
  46. El traje nuevo del emperador - Hans Christian Andersen
  47. En el bosque - Ryonuosuke Akutakawa
  48. En memoria de Paulina - Adolfo Bioy Casares
  49. Encender una hoguera - Jack London
  50. Enoch Soames - Max Beerbohm
  51. Esa mujer - Rodolfo Walsh
  52. Exilio - Edmond Hamilton
  53. Funes el memorioso - Jorge Luis Borges
  54. Harrison Bergeron - Kurt Vonnegut
  55. La caída de la casa de Usher - Edgar Allan Poe
  56. La capa - Dino Buzzati
  57. La casa inundada - Felisberto Hernández
  58. La colonia penitenciaria - Franz Kafka
  59. La condena - Franz Kafka
  60. La dama del perrito - Anton Chejov
  61. La gallina degollada - Horacio Quiroga
  62. La ley del talión - Yasutaka Tsutsui
  63. La llamada de Cthulhu - H.P. Lovecraft
  64. La lluvia de fuego - Leopoldo Lugones
  65. La lotería - Shirley Jackson
  66. La metamorfosis - Franz Kafka
  67. La noche boca arriba - Julio Cortázar
  68. La pata de mono - W.W. Jacobs
  69. La perla - Yukio Mishima
  70. La primera nevada - Julio Ramón Ribeyro
  71. La tempestad de nieve - Alexander Puchkin
  72. La tristeza - Anton Chejov
  73. La última pregunta - Isaac Asimov
  74. Las babas del diablo - Julio Cortázar
  75. Las nieves del Kilimajaro - Ernest Hemingway
  76. Las ruinas circulares - Jorge Luis Borges
  77. Los asesinatos de la Rue Morgue - Edgar Allan Poe
  78. Los asesinos - Ernest Hemigway
  79. Los muertos - James Joyce
  80. Los nueve billones de nombre de dios - Arthur C. Clarke
  81. Macario - Juan Rulfo
  82. Margarita o el poder de Farmacopea - Adolfo Bioy Casares
  83. Markheim - Robert Louis Stevenson
  84. Mecánica popular - Raymond Carver
  85. Misa de gallo - J.M. Machado de Assis
  86. Mr. Taylor - Augusto Monterroso
  87. No hay camino al paraiso - Charles Bukowski
  88. No oyes ladrar los perros - Juan Rulfo
  89. Parábola del trueque - Juan José Arreola
  90. Paseo nocturno - Rubem Fonseca
  91. Regreso a Babilonia - Francis Scott Fitzgerald
  92. Solo vine a hablar por teléfono - Gabriel García Márquez
  93. Sobre encontrarse a la chica 100% perfecta una bella mañana de abril - Haruki Murakami
  94. Tlön, Uqbar, Orbis Tertius - Jorge Luis Borges
  95. Tobermory - Saki
  96. Un día perfecto para el pez plátano - J.D. Salinger
  97. Un marido sin vocación - Enrique Jardiel Poncela
  98. Una rosa para Emilia - William Faulkner
  99. Vecinos - Raymond Carver
  100. Vendrán lluvias suaves - Ray Bradbury

Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

  No cenário da música cristã contemporânea, poucas uniões foram tão aguardadas e celebradas quanto o encontro entre Christine D’Clario e G...