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1.10.15

Prisão Capítulo 30


Por Waldryano | Para o blog Waldryano
Capítulo 30
Recordação

Cheguei em casa, meu pai me chamou para conversar:
-Filha você envolvida com o Robson, e ele envolvido com um crime!
-Pai, você confia em mim, olhava para o fundo dos olhos do meu pai, já tinha lavado o rosto no banheiro, (quando lavará, observei que estava com a maquiagem toda borrada) e meu pai me abraçou.
-Sim Nelma, sempre confiei em você nas suas escolha, nas suas decisões, mas porque Ele filha?
-Pai, eu amo o Robson sempre amei, sei que ele é inocente pai, confie em mim pai, eu conheço o Robson...
Meu pai me olhava, e passava a mão nos meus cabelos.
Senti a angustia que meu pai sentira ao levar-me a delegacia, senti que realmente para ele era um choque tudo aquilo, eu quando o Robson me contou a chantagem imaginará poder ocorrer o que ocorreu, estava preparada, mas não assim tão de repente, não assim logo hoje...
-Como foi lá filha, na delegacia.
-Foi bem, confesso pai, que pensava ser pior aquele lugar, mas penso que o Robson irá ficar por pouco tempo é tudo um mal entendido isto.
-Você soube o que ocorreu com a Madalena, mãe do Robson?
-Não... Vi que meu pai falou sério, e eu fiquei preocupada.
-Não, pai, lembro que ela passara mal e o pai do Robson, apoiou nela, parecia que estava desmaiando.
-Meu pai disse assim: -Principio de AVC
-AVC?
-Derrame
-Sim filha, o stress foi tão grande que a coitada da irmã Madalena quase morreu, agora esta no hospital, eu liguei lá para ter noticias, fiquei sabendo que após essa ameaça ela não poderá passar nenhum tipo de nervosismo, difícil né? Com o seu filho na prisão. Esses jovens fazem seus erros e não pensam nas consequências. Houve um silêncio, nestes momentos que pareciam intermináveis meu pai me olhava, eu olhava ele, era uma comunicação inexplicável, mas meu pai me conhecia, só com um olhar ele conseguia, observar sentimentos, e desejos, os meus anseios, meu pai me conheci...
Após este momento, meu pai novamente me abraçou, senti uma proteção, e uma preocupação que somente ele poderia me proporcionar. Então ele disse assim:
-Eu confio em você filha, se você diz que o Robson é inocente, ele é inocente, posso até tentar tirar ele da cadeia, mas olhe o que isto já esta trazendo para aquela família.
-Sim pai, o Robson pode ter errado mas isto de atirar em uma pessoa, ele não fez, eu confio Nele, ele não atirou no Zecão! Nelma tentava se controlar sentiu naquelas afirmações uma desconfiança, aquele elo que sentia plenamente com seu pai a exatos segundos atrás se rompeu e as emoções foram mais fortes que a razão, ela foi correndo e trancou-se no seu quarto, nestes instantes de descontrole ela pegou o seu celular e viu uma foto que tirou com o Robson, beijou o celular e disse:
-Amor, sei que vamos vencer essa prova, eu sei que isto é só uma tempestade que já passa.
O pai da Nelma surgiu na porta bateu duas vezes, a Nelma num instinto infantil ficou em silêncio, o silêncio foi rompido quando o seu pai lhe disse assim:
-Tudo bem querida, eu também acredito que isto é um mal entendido, durma e descanse amanhã será um dia agitado, já que esta disposta a ajudar o Robson amanhã ajudaremos ele...
- Ok, pai vou dormir estou muito cansada...
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