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6.2.15

Escravo [poesia]

Por Waldryano
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Escravo






No seu rosto jorra vida,
Um sublime sorriso.
E aquele gosto de mel
Tudo de mal se repele,
Pois você é tudo de bom.
Quem dera todos pudessem lhe conhecer,
Para simplesmente... Concordar,
Vida, meu sol.
Deixa-me feliz depois foges?
Não te encontro,
Seu sorriso se foi.
Será que tudo vai acabar?
Sentindo só solidão,
Quem conhece o amor.
Torna-se dele escravo
Total dependente,
Dum amor singular
Nem em livros!
Nunca! Quero perder!
Por isso volta!
Tome posse do coração que é seu.
Alimente-se dessa alma escrava,
Não profane meu amor dessa maneira.
Simplesmente rejeitando amar.
Se soubesse- não sabe –nunca saberá.
Que simplesmente fui programado
Só para te amar.


Poema escrito por Waldryano; Data: 01/2003

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