1.4.24

Testamento a história de Moisés

 


Nesta semana de páscoa, assisti na Netflix: Testamento a história de Moisés. Uma série, dramatizada com relatos documentais das religiões. Cristianismo, pastores. Judeus, Dois rabinos, e também relatos de muçulmanos. Sobre Moisés.

Moisés é uma unanimidade entre as três religiões citadas, e a série aponta no início que a participação deste ecumenismo religioso, não visa causar intriga ou discordância, e sim enriquecer a narrativa.

A narrativa da história de Moisés está escrito no Antigo testamento. Após a ida de José ao Egito, passaram se mais de 300 anos e o povo hebreu tornou-se escravo.

Moisés, que foi salvo de um "holocausto" dos primogênitos, cresceu e tornou-se o libertador da escravidão.

O interessante foi a abordagem de mostrar a esposa Zípora que Moisés "adquiriu" na fuga ao deserto. A esposa, com ascendência africana. O sogro de Moisés Zetro é outro personagem que me causou admiração.

O bastante interessante foi na abordagem da mãe egípcia de Moisés, no documentário dramatizado, no momento da morte dos primogênitos. Fato que ocorre como a décima praga. A mulher se refugia numa casa hebreia. E não vê o anjo da morte. Causando o estrago.

A narrativa cita Moisés como uma pessoa agraciada que em vários momentos tem encontros com Deus e tem sensibilidade de ver o que outras pessoas não conseguem.

E também explora um temperamento "explosivo" tal especulação se dá, ao enfatizar as de passagem onde Moisés perde o controle. Morte do egípcio que castigava um escravo hebreu, ferir a rocha e a quebra da pedra dos dez mandamentos.

A cena da abertura do mar vermelho, e também a luta contra os amalequitas. Na minha opinião foi o ponto alto da série.

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