26.12.23

Pós natal

No nosso período pós-natal vem várias incertezas na nossa mente. Primeiramente a mim será verdade todo o relato a seguir. A você leitor aleatório que entendiadamente esta na internet nestas horas vendo o feed deste site é algo verdadeiramente mentiroso. Volte a dormir se pode, pois estamos no pós-natal dia disto.

Meu natal foi bem interessante. A maior programação era o amigo secreto. Tinha dito na minha mente, "não quero camiseta" e no amigo secreto de um grupo de zap da família, ofereceram a oportunidade de pedir o que quer e o que não, quer. Eu achei meio "estranho e arrogante" logo fui passar sem fazer o pedido, mas na minha alma gritava. Não quero camiseta.

Por outro lado, comprei ao meu amigo secreto justamente o que eu não queria ganhar, uma camiseta. Achei meio pobre tal presente, e era realmente o presente da promoção. Não seria possível trocar. Deste modo, veio um choque de remorso umas horas antes da revelação e fui correndo comprar uma carteira para o amigo secreto que peguei.

Na primeira loja, a mais famosa de produtos chineses. Encontrei a carteira que ele queria, simples, preta, sem nada. (Eu especulei a minha esposa e ela contou que a irmã dela contou que o marido dela o que peguei queria uma carteira). Nesta a carteira seria 28 reais, fui pesquisar e encontrei a mesma carteira por 10.

Na somatória dos presentes, 19,90 da camiseta e 10 da carteira. 

No sortear, ganhei uma camiseta verde cana e dei estes presentes que citei.

No dia 25 assisti dois filmes. O menino do pijama listrado. E de noitinha. A sociedade Literária e a torta de casca de batatas. Ambos bons filmes. Eu sou assim, assisto ao filme, daí saio pesquisar sobre o tal. Os dois filmes tem como momento histórico a Segunda Guerra Mundial.

Postei um vídeo bobo no YouTube, com o presente da minha filha, uma torre daquelas que tira as madeirinhas. E agora estou no meu pós-natal escrevendo para guardar estes momentos.



21.12.23

Ainda estou aqui....

 

Prestes a completar quarenta e um anos de sua existência, o nem tão jovem e nem tão velho, Waldryano esta aqui para narrar um pouco das suas impressões perante a vida.

A vida passa para todos e para mim também anda passando. Estes dias me apeguei a um fato narrado na mídia, a morte de um jovem cantor, na flor da idade, 31 anos, vítima de infarto fulminante. Já vi aqui no Recanto das Letras uma comoção pela morte de uma recantista. E sei também que na imensa maioria os resilientes que ainda escrevem são senhores e senhoras de idade avançada. Os que passaram dos 60,70, quiçá 80, a minha vovozinha gabaritou 99.

Mas retomando as minhas anedotas, o que quero dizer é. A vida passa, e parece que temos um prazo de validade bem definido. E quando o trem vem buscar-nos é impensável e inevitável. Leva.

Eu vou levando a minha vida. Me vejo um eterno adolescente, ainda faço coisas de adolescente, tento ter um físico adequado, ser um bom pai de família, honrar meus compromissos financeiros. Ser leal com o meu juramento de escrever até morrer, e também ser um bom fiscal sanitário. Sei que sou bom, e sei que estou levando bem a minha vida. Nem todo mundo pode ter tudo e deste modo vou vivendo.

Já faz quase dois anos que troquei o serviço CLT pelo serviço Estatutário.

Trabalho cedo e a tarde na Vigilância Sanitária e a noite na Universidade Uniasselvi como secretário. Tento ir à academia cedo e faço uma hora de exercícios.

Passeio com a minha cachorrinha a tarde, na troca de serviços.

Faço malabarismo com o meu salário que é baixo. E vou levando. Quase 41 em 1º de janeiro de 2024 estaremos num novo ano e uma nova história e passaremos.

14.12.23

O que foi do 2023

O ano de 2023 foi um ano de continuidade da minha vida. Já faz quase 2 anos que estou na Vigilância Sanitária como fiscal sanitário. Em outubro estou trabalhando a noite como secretário de uma faculdade.

Na vida em si, sou casado e a minha filha tem já 10 anos. A vida vai passando na velocidade normal. Este ano foi pós-pandemia. Aquela situação de voltar ao normal se consolida.

Em estudos terminei minha segunda licenciatura e continuo fazendo cursos aleatórios. Estou a fazer o aplicativo Duolingo. Desta vez italiano. Faço academia 3 vezes por semana e estou beirando os quarenta e 1 ano.

A ladeira dos 50 já estou indo. E nestes tempos estou tão reflexível que assusta. Qual é o sentido da vida? Continuo com minha rotina de ir à igreja, não estou citando aqui que não tenho as minhas crenças. 

Todavia, na vida, a morte assusta, estes dias vi minha vó Nair se ir com seus 99 anos. Já vivi 40, será que chego aos 99?. 

Na saúde, estes dias me desencadeou uma surdez no ouvido direito aguardando uma consulta no SUS para fazer a verificação deste desvio.

Gostaria de ter um modo mais organizado de escrever, de tirar foto, de estudar, de me exercitar. Gostaria também de manter a minha casa mais organizada. Do mesmo modo, gostaria de conseguir ser mais organizado financeiramente. Tento, fato, mas me cobro bastante, tenho muito o que melhorar.




Uma Parceria de Sucesso: O Impacto Espiritual de Christine D’Clario e Gabriela Rocha

  No cenário da música cristã contemporânea, poucas uniões foram tão aguardadas e celebradas quanto o encontro entre Christine D’Clario e G...