22.7.22

Jesus Business

Vou começar este texto argumentativo com uma informação que me tirou o chão já há dias. Ainda estou assuntando. 

O cenário era este. Um novo líder religioso. Estava passando orientações para os seus liderados. Um cara novo cheio de liderados no total uns 15. Lá estava eu o revoltado, já explico a minha revolta, que se deu depois da declaração que o mesmo deu e eu escutei e assuntei e magoou meu coração a ponto de emburrar total. Foi assim.


- Irmãos, olhem para Jesus Cristo, tinham dele os preferidos que ficavam ao pé do Mestre, e (resumidamente não lembro os pormenores) estes se davam bem, afinal, tinham mais afinidade com o Mestre! E citou o trio parada dura. Pedro, Tiago e o João, que não é o Batista nem o outro, o João. Você leitor antenado sabe, o do Evangelho. Saiu da boca dele assim: "Quem não é visto não é lembrado."


Isto me causou muita estranheza. Pensei que as relações religiosas devem ser ponderadas pelo puxa saquismo seria isto? E a continuidade do discurso do novo líder era de descer a lenha no Judas, e ainda discriminar o Tomé. Um espetáculo...

Voltei para minha casa, meus afazeres e minha vida com esta informação. Como assim? Para me dar "bem" na igreja, almejar cargos eclesiásticos (se é que este deve ser o norte de todos os servos de Deus nesta Terra) precisaria puxar o saco de um líder religioso? Minha vida de servidão religiosa entrou em jogo. 


Daí fechei a cara, afinal, não é o meu perfil e nunca foi puxar saco, nem criar apartaite entre os discípulos do Mestre. (Pois se Jesus ficasse citando ou criando isto como natural, haveria sim uma segregação) Lucas 9:46 Como assuntei.

A logica é: Jesus Cristo, tinha seus liderados fato. Todavia, todos eles eram importantes, e não é por que um era bem disposto na narrativa, e outro não que lhe desmereceria a ser um cidadão do céu.


Fui para as minhas leituras, li dois livros de Max Lucado, li a bíblia e cheguei a uma conclusão. Jesus era o próprio Deus que se fez carne. Ele se fez homem e sentiu na pele as nossas dores. Todavia, ele compreendia o passado, o presente e o futuro de cada um dos seus liderados. Ele tinha esta informação em todo o tempo, mas ele escolheu cada um e deu a eles a oportunidade de serem servos. Na continuidade da narrativa do evangelho, aconteceu várias cenas onde todo aquela gratidão, tornou-se ingratidão e até mesmo traição. Tudo necessário. Jesus Cristo o filho de Deus, voltaria para o céu, não poderia ficar aqui na terra e ser o "rei dos judeus" e todo o enredo levou ele para sofrer o maior castigo. A morte e morte de Cruz. Elencar o bom ou o ruim, não acho adequado e nem ser sincero a certo ponto o de instruir. E uma fala em coletivo sobre como proceder para crescer na igreja. Não!


A escrita do Max que me trouxe a razão foi: Um coração igual ao de Jesus. Como poderia Jesus elencar o melhor e o menos melhor? É meio estranho. As relações claro que se dão de favorecer quem tem mais afinidade aqui e ali, todavia, não deveria ser uma norma a ser arrotada para ser seguida. Quantos Pedros, Tiagos e Joães teríamos? Todos precisam concordar e bajular para se sentir aceito? É um cenário Business, no comércio e na industrial, ou qualquer outro lugar é um fato bastante usual. Entretanto na igreja. Não acho certo. Enquanto a minha bronca? Persiste.


11.7.22

A culpa foi de Caim

Um questionamento bastante pertinente ao meu pensar é: A oferta de Caim e Abel. É uma história bíblica que demonstra dois irmãos, que apresentam uma oferta ao Senhor. Dos dois que ofereceram a oferta. Somente Abel foi bem sucedido. Caim por sua vez no ímpeto do descontentamento e sentindo uma inveja incontrolada. Caim matou Abel. Um fato que a gente lê e até conta para as criancinhas de modo a redarguir e dizer. "Não pode matar" "Caim é malvado, Abel um coitadinho" E todas as coisas que você como leitor esta cansado de observar.


Minha ideia aqui não é tirar este valor e nem escrever outra história. As evidências estão lá, um texto rápido que fornece as devidas  informações, e as consequências de um ato extremo.


Vários argumentadores escutam esta mensagem e logo de cara enviam a quem for escutar vários argumentos demonstrando que Caim é errado e ponto.


Vamos levantar então as hipóteses. 


Os dois estavam querendo oferecer um serviço das suas próprias mãos. Ambos ofereceram, porém uma foi aceita e outra não, não vou precisar, todavia parece-me ser o primeiro momento que oferece-se um sacrifício para de um certo modo adorar a Deus. Já a Caim, foi o seu sacrifício frugal não agradou. Não agradar a alguém é bastante complicado, a bíblia continua contando que o semblante de Caim se tornou caído por ver a sua oferta rejeitada.


No ímpeto pentecostalista observo essa mensagem com ares de redarguição. Um ato e as suas consequências. Mas nos ares da psicologia eu vejo essa mensagem com empatia. Muitas outras passagens vejo-as assim com empatia. Colocar-se no lugar do outro e tentar compreender quais foram os sentimentos que lhe fizeram correr para o erro e sofrer as consequências. Para reforçar a "minha defesa" poderia recorrer a outras partes da bíblia que sinto um pouco de injustiça para com que o ser humano pode errar. Muitas vezes na vida observo-a como uma rodovia. Muitos adentram nesta rodovia, alguns apressados, outros muito devagar, por vezes a manutenção falta. E precisamos estar atentos o tempo todo quanto ao que pode acontecer nesta estrada. Afinal, num descuido o volante pode sucumbir para o lado e uma colisão frontal acontecerá.


Para os mais conservadores esta mensagem já esta causando repulsa. Mas amplio o cenário, e para quem por algum modo já praticou o ato insano de Caím, tirar a vida de alguém, não há perdão? Não existe escapatória para o seu ato? A vida lhe condenou a uma marca para que todos que observam-o tenham-o como um separado?


Claro que é extremo o caso de Caím e Abel, e é claro que foi um erro. Faltou inteligência ao Caím aguentar o descontentamento de Deus. Foi um teste bastante severo de caráter para Caím, Caím provavelmente já estava "aprontando das dele aqui e ali" a bíblia não relata, conjecturamente penso assim. Outro fato que penso bastante é o:

"Não toque quanto ao ungido de Deus". Realmente é fato quem é levantado por Deus, diversos cenários fizeram acontecer, logo a permissão de Deus é para com o escolhido dele. Nessa premissa aceito de bom grado que não se deve tocar num ungido de Deus.



[editando]

 

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