14.5.20

Cyberpunk

literatura cyberpunk é um gênero da ficção científica notado por seu foco, baixo custo de vida e alta tecnologia. Cyberpunk é um termo originado a partir da cibernética, que promove uma visão underground da sociedade, de contracultura, que foge dos padrões anteriormente impostos com intenção de obter novos espaços para expressão.

Durante a década de 1980, a ficção científica criou o movimento cyberpunk, um dos mais bem-sucedidos. Os pioneiros foram William Gibson, autor da trilogia do Sprawl, do qual faz parte o famoso Neuromancer; e Bruce Sterling, autor da série de histórias Mechanist/Shaper, do qual a maior realização é a gigantesca obra Schismatrix.

As características que definem o estilo cyberpunk na literatura se mantêm em debate desde seu início. Alguns autores classificados como cyberpunks questionam a existência deste rótulo, enquanto outros discordam acerca dos aspectos que caracterizam esta forma de expressão.

Bruce Sterling afirma que “o cyberpunk se trata de uma integração entre tecnologia e literatura em um mundo onde o diferencial entre ficção científica e realidade está cada vez mais tênue”. Já Lewis Shiner acredita que a ramificação se trata apenas de “um produto da cultura pop, fato pelo qual não teria grandes méritos literários”.

As opiniões acima representam diferentes visões dos autores consagrados, estes que compõem o estilo. É complicado definir o estilo cyberpunk com base em conceitos tão divergentes. O que se pode concluir, no entanto, é que o cyberpunk é encarado como a voz do underground na sociedade moderna, representando um novo mundo imerso na tecnologia.

Uma forma de definir aspectos característicos da literatura cyberpunk seria analisar as características e lugares-comuns mais recorrentes nas narrativas classificadas como tal. A integração maligna entre sociedade e tecnologia pode ser considerada a base central do estilo, porque exibe uma visão pessimista do avanço científico. As obras do estilo apresentam visões de um mundo desértico e devastado por meio da ficção futurística. Além disso, é possível destacar ainda o conflito recorrente entre o individual e sociedade, porque retrata a insignificância do homem diante da tecnologia onipresente.

Apesar de constantemente mostrar a tecnologia e sua integração à sociedade, esta não é uma característica essencial ao cyberpunk. Como, por exemplo, o livro “The Girl Who Was Plugged In” de James Triptree Jr. Apesar de o autor ter destacado os avanços da tecnologia, o fio condutor da narrativa é o desejo da personagem principal ter sua individualidade apesar da tecnologia.

Muito da ficção científica é projetado em como o indivíduo utiliza a tecnologia para suplantar os próprios problemas. Na literatura cyberpunk, a individualidade do personagem está sempre em conflito com a impessoalidade das máquinas.

Os conceitos básicos da literatura cyberpunk consistem em: mostrar a tecnologia como obstáculo ao homem; histórias baseadas em temas obscuros; personagem que falha ou se conforma com a sociedade estruturada. Ao contrário da atitude otimista com a qual a ficção-científica clássica trata a tecnologia, a literatura cyberpunk trata o assunto como um dos maiores problemas que a sociedade enfrenta. A tecnologia intensifica os atributos físicos do personagem através de supostos implantes e próteses, mas por outro lado, inibe suas individualidades. A atitude não-conformista é marcante na personalidade dos autores cyberpunks, que têm uma visão pessimista da condição humana imersa na tecnologia.

cyberpunk


Fonte: https://www.infoescola.com/generos-literarios/literatura-cyberpunk/

5.5.20

Escritores mediocres, leitores e o ó

Diz aí, se é possível ter tudo na vida? Não, nem que quiséssemos, poderíamos ter tudo na vida.
E é assim na escrita, uma busca constante, de modo a melhorar.



Até mesmo citar que é necessário melhorar constantemente é algo que cai como ofensivo aqui e ali.
Estes dias atrás, li um autor aqui (não cito nem sobre tortura) que escrevia mal a beça, textos desconexos, rasos e sem lógica. Era conto pense! Era o processo dele, posso dizer que a idade dele era bem avançada. Mas penso que isto de idade é meio sem lógica para citar como divisor de águas. 

Afinal, quem não garante que este autor aposentou e pensou: — Vou desbravar o mundo, e será o literário.
E ontem li um conto dele, dei-lhe uma hipótese, e fiquei aqui em casa pensando:

— Que tiro foi esse?
Evoluiu.

Escrever é diferente que ter uma rede social cheia de amigos, ou até mesmo ter uma bagagem acadêmica, sem o certo direcionamento.

É certo sim dizer que quem escreve tem uma boa oratória, claro, na escrita precisa-se fazer retomadas, seguir um raciocínio lógico, estruturar o léxico de palavras, revisar e reescrever.

O cara em questão escreveu um texto simples, de cotidiano, mas pareceu-me algo brilhante, pela narrativa e a descrição dos acontecimentos. Gostei, pareceu algo bem profissional no estilo que de vez em quando leio aqui de autores famosos.

De vez em quando? De vez em sempre, o escritor escreve para leitor, e para isto é preciso usar boas referencias na sua escrita.

Existe sim uma certa camaradagem, de ler o outro escritor que esta na labuja como você. Todavia, somente ler escritores amadores é um belo de um tiro no pé, afinal, muito que aprendemos é por assimilação. Assimilar de autores famosos é preciso neste universo paralelo que é: Escrever.

Ler bastante é importante, sites, de bom nome como a CNN ou o G1 (ignore o engajamento editorial de tal site e observe sempre como é feito os textos)
O escritor procura sempre melhorar a sua narrativa e isto é uma constância na vida dele. Simples assim.

Estes dias estou assistindo vídeos da galerinha do Instagram. Escritores labujentos em busca a um lugar ao sol.

Seguem: Metas, metas e mais metas.

A minha meta antigamente era caracteres. Tipo mil palavras por dia. Não importa se era um texto corrido no blog. Ou algo romântico mela calcinha, romances do wattpad. E aqui neste site, os tão famosos contos.

Agora vou chegar a raiz da questão.

Os escritores cujo qual eu me reverencio. Escreviam em of, estudavam bastante e não tinha comentários nos textos deles. Exceto os folhetins de mil oitocentos e bolinha.

O escritor daquele tempo não tinha um esquadrão de; leia o meu que eu leio o seu. Até liam deste modo. Mas somente amigos cujo qual agregava a leitura. Não é nada estranho a você pensar, que parece as classes literárias, um certo modo coerente de escrever, pois, se comunicavam e informavam sobre as suas obras.

José de Alencar é um bom nome a se pensar assim. Ele quis oferecer a nós índios subdesenvolvidos, romances espelhados nos grandes nomes da Europa no seu contemporâneo.

Vejo pouco disto aqui. O povo se preocupa em fazer textos, tipo blogueirinho e jogar ao vento e ficam desesperados querendo aplausos fajutos que não precisaria. Afinal, cada escritor tem o seu pra melhorar.
Um desespero.

Desespero de escritores em busca de leitores escritores.
Escritores bebezões que não querem evoluir e estudar. Querem bajulações de modo a afagar o seu ego. Ego que nunca deveria existir em quem precisa evoluir.
E deste modo engessam o certo e criam um círculo vicioso horroroso.

Não vou citar nomes aqui, mas cada um com a sua culpa e os seus "melhorar" para resolver.
Vejo um escritor aqui que não progride, pois, não volta, não reescreve, julga que esta, bom, recebe elogios fajutos e pensa que esta tudo certo.

Não esta.

Esta criando um círculo vicioso assustador e morrendo num marasmo eterno.
Outros escritores precisam parar e respirar e ler um livro. Dois três, metas! Estudar e ler gramáticas, inclua me nessa!

Não posso cair neste círculo vicioso que engessa a tantos.
Voltando ao escritor que progrediu de pikachu a raichu.
Não tem comentários, escreve bastante  e tem uma ótima gama de textos. Parabéns, amigo! O Deus dos escritores esta te vendo e dando te um joinha. 

Vamos tocar nas feridas.

Torneios e concursos. Um rol seleto de amigos que votam um no outro e se mantém divulgável. Tipo. Ou você entra na rodinha, ou saia correndo deste lugar.

Já vi o lado negro da força no Wattpad nos concursos oficiais. Uma barreira intransponível que acho errada desumada e infelizmente bem bolsonariana de ser. Não entro neste tipo de coisa. Prefiro ficar nos meus textinhos.

Estes dias, estou pensando bastante em ficar meio que isolado e não aceitar comentários. (Se te ofendeu ou não quer ser hipócrita no meu espaço não comente por favor). Pois, é outra coisa complicada. Já tive todos os tipos de comentários que imaginastes, e prefiro nem comentar. (se você é um especialista em norma culta e achou erros no meu texto vai tomar no meio do teu sabe o que estou praticando).

Fui, já fechei minha meta. Desculpe a sinceridade, quarentena tem destas coisas. 



Agradecimentos a extensão do google Chrome LanguageTool 

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