BLOG DO WALDRYANO

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Vó e netinha

Por Waldryano
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ilustração nova 


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Prisão Capítulo 8

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Capítulo 8
Não paro de pensar nela


Levei de carro o Nilmar, ao chegar na sua casa observei que tinha gente acordada, logo a luz se acendeu, deixei o Nilmar, antes disse:
-Se livre daquilo.
-Sim me livrarei, não esquenta. Até Robson.
-Até. Olhei para o Nilmar e senti que ele estava meio nervoso, será que ele estava pensando que eu iria contar para o meu pai o ocorrido, do tiro coisa e tal?

Ao dirigir pensei no que fiz e refletindo fiquei observando que caminho estava trilhando.

Um amigo que leva para atirar na calada da noite.
Uma garota que pensava ser minha futura namorada estava com outro garoto...

Tenho que dar um basta nisto, devo corrigir meus erros.

Cheguei em casa e meu pai fez um sinal mostrando com o dedo no relógio já era 23:30 horas.

-Pai, são só trinta minutos de atraso.
-Trinta minutos... Sei... Entre para dentro.

Minha mãe tinha deixado janta, comi e fui ao banheiro tomar um banho.

Neste momento meu pai foi vistoriar o carro e viu o arranhão, era discreto, parecia que tinha sido arranhado em algo verde... Pensou em ir falar comigo mas deixou para o outro dia.

Enfim na minha cama comecei a pensar na Nelma. Sim nela.
-Como  pode isto? 
-Eu estar pensando naquele versículo e ela orando para minha vida?
Relutava em não pensar nela, mas quanto mais relutava, mais pensava. -O que é isso?
Decidi orar, sim orar agradecendo a Deus e pensei.
-Vou me acertar, vou parar com essa vida louca e se firmar na Igreja, começa amanha cedo, vou voltar para a escola bíblica dominical.

# leitores algo triste vai acontecer com o Robson, fruto de uma amizade errônea, e de seus atos, aguardem...


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Prisão Capítulo 8 Não paro de pensar nela

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Capítulo 8
Não paro de pensar nela

Levei de carro o Nilmar, ao chegar na sua casa observei que tinha gente acordada, logo a luz se acendeu, deixei o Nilmar, antes disse:
-Se livre daquilo.
-Sim me livrarei, não esquenta. Até Robson.
-Até. Olhei para o Nilmar e senti que ele estava meio nervoso, será que ele estava pensando que eu iria contar para o meu pai o ocorrido, do tiro coisa e tal?

Ao dirigir pensei no que fiz e refletindo fiquei observando que caminho estava trilhando.

Um amigo que leva para atirar na calada da noite.
Uma garota que pensava ser minha futura namorada estava com outro garoto...

Tenho que dar um basta nisto, devo corrigir meus erros.

Cheguei em casa e meu pai fez um sinal mostrando com o dedo no relógio já era 23:30 horas.

-Pai, são só trinta minutos de atraso.
-Trinta minutos... Sei... Entre para dentro.

Minha mãe tinha deixado janta, comi e fui ao banheiro tomar um banho.

Neste momento meu pai foi vistoriar o carro e viu o arranhão, era discreto, parecia que tinha sido arranhado em algo verde... Pensou em ir falar comigo mas deixou para o outro dia.

Enfim na minha cama comecei a pensar na Nelma. Sim nela.
-Como  pode isto? 
-Eu estar pensando naquele versículo e ela orando para minha vida?
Relutava em não pensar nela, mas quanto mais relutava, mais pensava. -O que é isso?
Decidi orar, sim orar agradecendo a Deus e pensei.
-Vou me acertar, vou parar com essa vida louca e se firmar na Igreja, começa amanha cedo, vou voltar para a escola bíblica dominical.

# leitores algo triste vai acontecer com o Robson, fruto de uma amizade errônea, e de seus atos, aguardem...


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Prisão Capítulo 7 Inveja, um sentimento que destrói

Por Waldryano
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Capítulo 7
Inveja, um sentimento que destrói

Sempre tive inveja do Robson, ele tem um pai que dá de tudo para ele, o meu pai vive me colocando em confusão.
Ele tem sorte com as garotas, lógico, tem carro, tem roupas de marcas e eu? -Nada!

Agora estou dirigindo o carro dele, e tenho que resolver aquele problemão que me enfiei, aí o que fazer?

E aquela hora que retirei a arma da mochila, sim naquele momento me subiu o sangue, poderia acabar com a vida dele, sim, disse a ele que não tinha bala, mas tinha uma...

-Porque será que formigou meu braço?

-E ele, atirou. Parecia um frangote, aquele bebezão mimado do papai, mas ele atirou né?

Neste momento Nilmar fazia uma curva fechada e esbarrou nuns lixos que estavam na esquina, dando uma pequena arranhada no para choque.

Ao dirigir, Nilmar com uma destreza estranha, vestiu uma luva na mão e retirou a arma da Mochila.

Um elemento, o esperava numa esquina escura, ele abriu o vidro e falou assim.

-Isso é para você.

-Dando um tiro. 
O elemento caiu.

Nilmar acelerou o carro, nisto o celular tocou, ele observou pelo toque que não era o dele, e estava no canto da poltrona, ele atende:

-Oi Robson, já passo aí. A mina me deu o cano isso.

Isso já era umas 23:15, ele sabia que o Robson estava atrasado pois as saídas deles só poderiam ser até as 23:00 horas.

# Amados, observem que o Nilmar melhor amigo de Robson, acaba de se envolver num crime, e demonstra seu real sentimento pelo Robson, aguardem os próximos capítulos, Wal :)

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Prisão Capítulo 6 Uma folhinha de eucalipto

Por Waldryano
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Capítulo 6
Uma folhinha de eucalipto

Meu pai foi dormir cedo, fiquei meditando no Salmo 1, agora são dez e quarenta da noite, hoje estou sem sono, sou acostumada a dormir cedo.

No entanto, aquele momento que senti de orar pelo Robson fez eu pensar o que se passava com ele.

O Robson, lembro bem dos seus olhos quando me olhou, amendoados, seu sorriso, acanhado. Mas não entendo porque ele não vai muitas vezes na Igreja.

"-Senhor tu conheces meu coração, traga para minha vida a pessoa certa, que seja dos teus propósitos Pai". orei em voz alta após meditar na leituras bíblica.

De repente um toque na campainha. Que estranho essas horas e um toque só? Olho na janela quem vejo?

Aí, é o Robson. Mas o que ele esta fazendo aqui a essas horas? Será que atendo? Mas é o Robson...
Desci, abri a porta.

-Paz irmã Nelma, disse o Robson. Que voz linda a dele...

-Paz do Senhor, Robson o que esta fazendo essas horas, e eu vi você sair de carro agora a pé?

-Pois é ... Emprestei para o Nilmar, queria emprestar o seu celular para dar um toque para Ele.

Neste instante olhei para o Robson, fiquei meio constrangida e disse: -Claro, vou la buscar, voltei e dei o celular para ele, e num impeto inexplicável retirei uma folhinha que estava nos seus cabelos, uma folha seca. Ele tem os cabelos lisos...

Sempre pensava nele, orava para um dia ter a oportunidade de estar perto dele, e agora ele ali na minha frente,e nem acredito, mas veio a vontade de dizer o que falei. Sabe aquelas coisas que vem na mente da gente e falamos no impulso? enfim falei.

-Sabe Robson, depois daquele encontro com você senti de orar por você, orei eu o Pai e o Pastor.

-Por  acaso passou por algum livramento, pois eu me angustiei e tive que orar, logo após li o Salmo 1.

-Salmo 1? disse o Robson, meio atônito.
-Sim irmã Nelma acabei de passar por uma dificuldade, outro dia te conto com calma. Agora preciso ligar para o Nilmar já esta tarde.

-Assim é claro? Disse ao Robson, lembrando qual era o real motivo dele estar ali.

Então foi o Robson um pouco adiante fazer a ligação trouxe o celular e agradeceu. E eu? com aquela folhinha... Será de eucalipto? Mais tarde guardei dentro da minha Bíblia.

-Sabe Nelma, muito obrigado pela oração voltarei conversar com você, confesso que estou meio fraco na Igreja mas estou sentindo de voltar...

-Irmão Robson, a porta da igreja esta aberta. Nós da juventude somos receptivos e a sua família já é de casa. 

Meu coração bateu mais forte. Que alegria ouvir da boca do Robson aquilo. Ele foi embora eu fiquei observando da janela, logo após fui dormir, sentindo o cheiro daquela folhinha nas minhas mãos, ah, sem dúvidas é uma folha seca de eucalipto.

Meu pai? Dormia nem percebeu que fui atender a porta. Antes de dormir agradeci a Deus pela vida do Robson e pela cura do meu pai. 

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Prisão Capítulo 5

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Capítulo 5
Um tiro e nada Mais



Nilmar, olhou pra mim, senti que uma arma para ele era algo natural, eu não estava habituado, e senti o peso do perigo naquilo. Ele disse me assim:
-É simples... Tá vendo aquela lata.

Nem tinha reparado que tinha uma lata lá longe...
-Vou arrumar ela e você vai dar um tiro nela.
- Um tiro? Indaguei-o, Eu tá é louco?

- Só um tiro ao alvo bebezão, só isso.
Sabe, já estava tenso queria sair daquela situação rápido, e o meu amigo queria que eu desse um tiro. E não queria que ele pensasse que sou um medroso.
Ele estava voltando em uns cinco metros de distancia estava aquela lata, era grande não pensei que seria difícil, o que seria difícil era disfarçar. Comecei a tremer igual a uma vara verde.

E veio o Nilmar.

-Nossa você esta tremendo Robson, é só para você dar um tirinho de nada.

-Só um tiro? (nem sei porque disse isso soou meio bobo)
-É só um tiro, daí ele retirou de dentro do bolso, balas deste revolver.
Sabe a tremedeira foi passando e o Nilmar foi explicando como carregar, eu nem prestei atenção que dar o tal tiro logo, para não mostrar que era covarde, e ir ver a garota que já tinha combinado.
-Vamos logo Nilmar, marquei um encontro, só um tiro né...

-Sim, só um tiro.

Pronto, carreguei ele com uma bala.

A partir daquele momento ele colocou na minha mão me posicionou para o modo de atirar.
-Nossa Nilmar nunca imaginava que você tinha uma arma, onde conseguiu?
-Encontrei naquele terreno baldio próximo da minha casa

-Sei...
-Então... Achei lá, vim aqui e treinei uns tiros gostaria que atirasse também depois vou jogar lá de novo.
-E as balas?

-Meu pai tinha guardado...

-Pronto esta na posição, quando você puxa aqui, esta engatilhado e é só atirar, capriche acertando a lata pois só quero gastar uma bala, vai que alguém escuta...

Estiquei o braço e fiz a posição de tiro, Nilmar disse que aprendeu vendo filmes ...

Ele me disse assim: 

-Olha, depois do tiro vai sentir um baque para traz e a arma aquecerá mire na lata e boa...
Ao mirar senti uma sensação estranha atirei, realmente o baque me fez dar um passo para traz.

- Pronto bebezão, ops... Pronto Robson, o que achou?

Agora sabe a sensação de dar um tiro, agora você sabe o que é ter o domínio da situação.
-Olhe Nilmar, atirei, agora prometa que vai se livrar disso, vai que é de bandido.

-Sim, vou me livrar.

-Bora nóis.
-Bora, foi esse bora meio triste, pois não gosto de ser desafiado, mas se era esse o preço para o Nilmar não me chamar de bebezão, paguei, agora ele não chama mais.
-Robson queria te pedir um favor é simples.

-Fale Nilmar.

-Bom, quando você chegar onde combinou com a  Renata me empresta o carro rapidinho para eu dar uma impressionada para a minha garota, prometo que é rapidinho.
Sabe, pensei bastante em dizer não, mas confesso que fiquei com medo do Nilmar dizer para o meu pai que eu andei atirando, imaginei a cena, e num reflexo disse:
-Seja rápido.
No carro, quando estávamos bem próximo do local que combinei com a Renata, pedi para ele deixar uma esquina antes queria ir caminhando, por conta de um motivo. Na hora pouco antes de dar aquele tiro, tinha mijado nas calças, parece cômico, mas não me contive e não sabia o que fazer, contar ao Nilmar acabaria com a minha reputação...
No encontro estava bem adiantado e tinha combinado com a Renata, numa pracinha. É claro que ia dar o bolo nela, não queria que ela me visse mijado.
Nessas horas o Nilmar já estava virando a esquina tinha combinado se encontrar com ele ali mesmo, ia dar umas voltas para disfarçar e depois daria um toque.
Coloquei a mão no bolso e vi que estava sem o celular...
-Quem é aquela pessoa lá na frente?

-A Renata. E, estava com um garoto.
Fiquei irado, disfarcei e virei e dei a volta, lembrei que a casa da Nelma era ali próximo, pensei.

Vou na casa dela e peço para ela dar um toque no meu celular que deve estar no carro, e o Nilmar atenderá, foi o que fiz. fui a casa dela.

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Prisão Capítulo 5 Um tiro e nada Mais

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Nilmar, olhou pra mim, senti que uma arma para ele era algo natural, eu não estava habituado, e senti o peso do perigo naquilo. Ele disse me assim:

-É simples... Tá vendo aquela lata.
Nem tinha reparado que tinha uma lata lá longe...

-Vou arrumar ela e você vai dar um tiro nela.

- Um tiro? Indaguei-o, Eu tá é louco?
- Só um tiro ao alvo bebezão, só isso.

Sabe, já estava tenso queria sair daquela situação rápido, e o meu amigo queria que eu desse um tiro. E não queria que ele pensasse que sou um medroso.

Ele estava voltando em uns cinco metros de distancia estava aquela lata, era grande não pensei que seria difícil, o que seria difícil era disfarçar. Comecei a tremer igual a uma vara verde.

E veio o Nilmar.

-Nossa você esta tremendo Robson, é só para você dar um tirinho de nada.
-Só um tiro? (nem sei porque disse isso soou meio bobo)
-É só um tiro, daí ele retirou de dentro do bolso, balas deste revolver.

Sabe a tremedeira foi passando e o Nilmar foi explicando como carregar, eu nem prestei atenção que dar o tal tiro logo, para não mostrar que era covarde, e ir ver a garota que já tinha combinado.

-Vamos logo Nilmar, marquei um encontro, só um tiro né...
-Sim, só um tiro.

Pronto, carreguei ele com uma bala.

A partir daquele momento ele colocou na minha mão me posicionou para o modo de atirar.

-Nossa Nilmar nunca imaginava que você tinha uma arma, onde conseguiu?

-Encontrei naquele terreno baldio próximo da minha casa
-Sei...
-Então... Achei lá, vim aqui e treinei uns tiros gostaria que atirasse também depois vou jogar lá denovo.

-E as balas?
-Meu pai tinha guardado...

-Pronto esta na posição, quando você puxa aqui, esta engatilhado e é só atirar, capriche acertando a lata pois só quero gastar uma bala, vai que alguém escuta...

Estiquei o braço e fiz a posição de tiro, Nilmar disse que aprendeu vendo filmes ...

Ele me disse assim: 

-Olha, depois do tiro vai sentir um baque para traz e a arma aquecerá mire na lata e boa...

Ao mirar senti uma sensação estranha atirei, realmente o baque me fez dar um passo para traz.

- Pronto bebezão, ops... Pronto Robson, o que achou?
Agora sabe a sensação de dar um tiro, agora você sabe o que é ter o dominio da situação.

-Olhe Nilmar, atirei, agora prometa que vai se livrar disso, vai que é de bandido.

-Sim, vou me livrar.
-Bora nóis.
-Bora, foi esse bora meio triste, pois não gosto de ser desafiado, mas se era esse o preço para o Nilmar não me chamar de bebezão,paguei, agora ele não chama mais.

-Robson queria te pedir um favor é simples.
-Fale Nilmar.

-Bom, quando você chegar onde combinou com a  Renata me empresta o carro rapidinho para eu dar uma impressionada para a minha garota,prometo que é rapidinho.

Sabe, pensei bastante em dizer não, mas confesso que fiquei com medo do Nilmar dizer para o meu pai que eu andei atirando, imaginei a cena, e num reflexo disse:

-Seja rápido.

No carro, quando estávamos bem próximo do local que combinei com a Renata, pedi para ele deixar uma esquina antes queria ir caminhando, por conta de um motivo. Na hora pouco antes de dar aquele tiro, tinha mijado nas calças, parece cômico, mas não me contive e não sabia o que fazer, contar ao Nilmar acabaria com a minha reputação...

No encontro estava bem adiantado e tinha combinado com a Renata, numa pracinha. É claro que ia dar o bolo nela, não queria que ela me visse mijado.

Nessas horas o Nilmar já estava virando a esquina tinha combinado se encontrar com ele ali mesmo, ia dar umas voltas para disfarçar e depois daria um toque.

Coloquei a mão no bolso e vi que estava sem o celular...

-Quem é aquela pessoa lá na frente?
-A Renata. E, estava com um garoto.

Fiquei irado, disfarcei e virei e dei a volta, lembrei que a casa da Nelma era alí próximo, pensei.

Vou na casa dela e peço para ela dar um toque no meu celular que deve estar no carro, e o Nilmar atenderá, foi o que fiz. fui a casa dela.


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